Transporte de amônia e de H+ pelo estômago de ratos controles e nefrectomizados, perfundidos in situ

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1991
Autor(a) principal: Alves, Maria José Queiroz de Freitas
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17134/tde-04092025-143435/
Resumo: O estômago de rato montado in situ, permitiu uma avaliação do conteúdo gástrico de hidrogênio e amônia. Para caracterizar a metodologia empregada utilizamos drogas (His e CT), cujos efeitos sobre a acidificação gástrica estão consagradas na literatura. Entretanto, o objetivo primordial era verificar se o estômago de rato é capaz de secretar amônia em condições controle e de uremia. Os dados mostram claramente que o estômago de rato é capaz de secretar amônia e que essa secreção é 120% maior no rato urêmico; além disso possui um fluido gástrico com mais H+ (60%). Os efeitos da histamina e da calcitonina, sobre a acidificação gástrica, foram coerentes com os achados da literatura. A His estimulou a secreção de H+ em ratos controles e nefrectomizados e a CT parece inibir tal secreção, em ambos os ratos. Entretanto, nenhuma dessas drogas causou alterações significantes no conteúdo gástrico de amônia. Os estudos com variação no pH da perfusão salina, mostraram que a acidificação do pH intragástrico não causou nenhuma alteração significante no conteúdo gástrico de H+ e amônia. A perfusão de amilorida (10-4M) na luz gástrica, promoveu alterações no conteúdo gástrico dos dois parâmetros analisados. A Amil reduziu a secreção ácida em 25% e aumentou o conteúdo de amônia em 75%, o qual foi estatisticamente significante.
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