Impacto do uso do balão de contrapulsação aórtica nos pacientes submetidos ao transplante cardíaco
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-22082025-114716/ |
Resumo: | Introdução: Pacientes com insuficiência cardíaca congestiva (ICC) avançada aguardando transplante cardíaco (Tx) frequentemente necessitam de cuidados intensivos, por vezes complementados por suporte circulatório mecânico no período pré-Tx. O balão de contrapulsação aórtica (BIA) é um dispositivo de curta permanência muito utilizado em nosso meio como suporte circulatório temporário para pacientes em ICC avançada e/ou choque cardiogênico (CC), porém o seu uso como terapia de ponte para o Tx ainda permanece em debate. Objetivo: Avaliar se o uso do BIA pré-Tx interfere no desfecho de mortalidade geral por todas as causas 30 dias após o Tx, além de sua eficácia e segurança como suporte circulatório mecânico e terapia de ponte para pacientes com ICC avançada e/ou CC aguardando Tx em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Método: Trata-se de uma análise retrospectiva do registro de dados de prontuário eletrônico da UTI do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Foram incluídos pacientes internados em UTI no período pré-Tx entre 2009 e 2020 constituindo-se 2 grupos, o grupo BIA, que estava utilizando o dispositivo pré-Tx e o grupo controle (CR) que realizou o Tx sem a necessidade do BIA. Os critérios de exclusão foram inerentes à contraindicação ao Tx. A análise estatística foi realizada pelo escore de propensão pareando os dois grupos segundo covariáveis clínicas relevantes, visando identificar diferenças entre elas. Os pacientes do grupo BIA e CR partiram de igualdade nos dados clínicos e laboratoriais à admissão na UTI. Enquanto aguardava o Tx, pacientes do grupo BIA evoluíram em deterioração clínica e hemodinâmica, o que levou à progressão para suporte circulatório mecânico. Resultados: Um total de 326 pacientes foram avaliados no estudo, 199 pertenciam ao grupo BIA e 127 ao grupo CR. O desfecho primário de mortalidade em 30 dias após o Tx foi observado em 18,1% dos pacientes do grupo BIA e em 14,2% no grupo CR (p = 0,354). Utilizando PSM e o método de Kaplan-Meier, não houve diferença na taxa de sobrevida entre os grupos BIA e CR 30 dias após o Tx com p=0,4569. A taxa de sobrevida após o Tx na Miocardiopatia Chagásica comparada às demais etiologias não mostrou diferença significativa na amostra total de pacientes (p = 0,768), no grupo BIA (p = 0,421) e no grupo CR (p = 0,221). O tempo de permanência em UTI pós-operatória após o Tx foi maior no grupo BIA em relação ao grupo CR (13 dias vs. 10 dias, p = 0,024). Quando avaliada a eficácia do BIA nos pacientes que necessitaram do dispositivo antes do Tx, observou-se melhora dos níveis de ureia, creatinina, diurese, saturação venosa central de oxigênio e lactato após 96 horas da passagem do dispositivo, que se mantiveram até o momento do Tx. A resposta hemodinâmica após a passagem do BIA mostrou uma redução importante do uso de Noradrenalina de 34 (17,17%) para 13 (6,63%) pacientes com p < 0,001. Dos 199 pacientes que utilizaram o BIA pré-Tx, 62 pacientes tiveram alguma complicação relacionada ao BIA. O tempo médio de uso do BIA até o Tx foi de 23 ± 19,1 dias, sendo que naqueles pacientes que tiveram alguma complicação foi de 33,6 ± 27 dias (p = 0,025). Infecção foi a complicação mais frequente e a única que se correlacionou com o uso prolongado do dispositivo (> 30 dias) com p < 0,001. Nenhum óbito foi atribuído a complicações do BIA. Conclusão: O BIA é uma ferramenta valiosa como terapia de ponte para o Tx em pacientes com ICC avançada e CC, com taxa de sobrevida semelhante entre os grupos e adequada resposta hemodinâmica e renal em pacientes que necessitaram do dispositivo pré- Tx, com baixas taxas de complicações |
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Impacto do uso do balão de contrapulsação aórtica nos pacientes submetidos ao transplante cardíacoImpact of using intra-aortic balloon pump in patients undergoing heart transplantationAdvanced heart failureBalão intra-aórticoCardiogenic shockChoque cardiogênicoHeart transplantInsuficiência cardíaca avançadaIntra-aortic balloon pumpTransplante cardíacoIntrodução: Pacientes com insuficiência cardíaca congestiva (ICC) avançada aguardando transplante cardíaco (Tx) frequentemente necessitam de cuidados intensivos, por vezes complementados por suporte circulatório mecânico no período pré-Tx. O balão de contrapulsação aórtica (BIA) é um dispositivo de curta permanência muito utilizado em nosso meio como suporte circulatório temporário para pacientes em ICC avançada e/ou choque cardiogênico (CC), porém o seu uso como terapia de ponte para o Tx ainda permanece em debate. Objetivo: Avaliar se o uso do BIA pré-Tx interfere no desfecho de mortalidade geral por todas as causas 30 dias após o Tx, além de sua eficácia e segurança como suporte circulatório mecânico e terapia de ponte para pacientes com ICC avançada e/ou CC aguardando Tx em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Método: Trata-se de uma análise retrospectiva do registro de dados de prontuário eletrônico da UTI do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Foram incluídos pacientes internados em UTI no período pré-Tx entre 2009 e 2020 constituindo-se 2 grupos, o grupo BIA, que estava utilizando o dispositivo pré-Tx e o grupo controle (CR) que realizou o Tx sem a necessidade do BIA. Os critérios de exclusão foram inerentes à contraindicação ao Tx. A análise estatística foi realizada pelo escore de propensão pareando os dois grupos segundo covariáveis clínicas relevantes, visando identificar diferenças entre elas. Os pacientes do grupo BIA e CR partiram de igualdade nos dados clínicos e laboratoriais à admissão na UTI. Enquanto aguardava o Tx, pacientes do grupo BIA evoluíram em deterioração clínica e hemodinâmica, o que levou à progressão para suporte circulatório mecânico. Resultados: Um total de 326 pacientes foram avaliados no estudo, 199 pertenciam ao grupo BIA e 127 ao grupo CR. O desfecho primário de mortalidade em 30 dias após o Tx foi observado em 18,1% dos pacientes do grupo BIA e em 14,2% no grupo CR (p = 0,354). Utilizando PSM e o método de Kaplan-Meier, não houve diferença na taxa de sobrevida entre os grupos BIA e CR 30 dias após o Tx com p=0,4569. A taxa de sobrevida após o Tx na Miocardiopatia Chagásica comparada às demais etiologias não mostrou diferença significativa na amostra total de pacientes (p = 0,768), no grupo BIA (p = 0,421) e no grupo CR (p = 0,221). O tempo de permanência em UTI pós-operatória após o Tx foi maior no grupo BIA em relação ao grupo CR (13 dias vs. 10 dias, p = 0,024). Quando avaliada a eficácia do BIA nos pacientes que necessitaram do dispositivo antes do Tx, observou-se melhora dos níveis de ureia, creatinina, diurese, saturação venosa central de oxigênio e lactato após 96 horas da passagem do dispositivo, que se mantiveram até o momento do Tx. A resposta hemodinâmica após a passagem do BIA mostrou uma redução importante do uso de Noradrenalina de 34 (17,17%) para 13 (6,63%) pacientes com p < 0,001. Dos 199 pacientes que utilizaram o BIA pré-Tx, 62 pacientes tiveram alguma complicação relacionada ao BIA. O tempo médio de uso do BIA até o Tx foi de 23 ± 19,1 dias, sendo que naqueles pacientes que tiveram alguma complicação foi de 33,6 ± 27 dias (p = 0,025). Infecção foi a complicação mais frequente e a única que se correlacionou com o uso prolongado do dispositivo (> 30 dias) com p < 0,001. Nenhum óbito foi atribuído a complicações do BIA. Conclusão: O BIA é uma ferramenta valiosa como terapia de ponte para o Tx em pacientes com ICC avançada e CC, com taxa de sobrevida semelhante entre os grupos e adequada resposta hemodinâmica e renal em pacientes que necessitaram do dispositivo pré- Tx, com baixas taxas de complicaçõesBackground: Patients with advanced heart failure (HF) awaiting heart transplantation (HTx) often require intensive care, sometimes complemented by mechanical circulatory support in the pre-HTx period. The intra-aortic balloon pump (IABP) is a short-term device widely used as a temporary circulatory support for patients with advanced HF and/or cardiogenic shock (CS), but its use as a bridge therapy for HTx still remains under debate. Objective: To evaluate whether the use of pre-HTx IABP interferes with the outcome of all-cause mortality 30 days after HTx, in addition to its efficacy and safety as mechanical circulatory support and bridge therapy for patients with advanced HF and/or CS waiting HTx in intensive care unit (ICU). Methods: This is a retrospective analysis of electronic medical records from the ICU of the Heart Institute of the Clinical Hospital of the Faculty of Medicine of the University of Sao Paulo. Patients admitted to the ICU in the pre-HTx period between 2009 and 2020 were included composing two groups, the IABP group, which was using the pre-HTx device, and the control group (CR), which performed the HTx without the need for IABP. The exclusion criteria were inherent to the contraindication to HTx. Statistical analysis was performed using the Propensity Score Matching (PSM), pairing the groups according to relevant clinical covariates, aiming to identify differences between them. Patients in the IABP and CR groups had equal clinical and laboratory data upon admission to the ICU. While waiting for HTx, patients in the IABP group developed clinical and hemodynamic deterioration, which led to progression to mechanical circulatory support. Results: A total of 326 patients were evaluated in the study, 199 belonged to the IABP group and 127 to the CR group. The primary outcome of mortality within 30 days after HTx was observed in 18.1% of patients in the IABP group and in 14.2% in the CR group (p = 0.354). Using PSM and the Kaplan-Meier method, there was no difference in the survival rate between the groups 30 days after HTx with p=0.4569. The survival rate after HTx in Chagasic Cardiomyopathy compared to other etiologies showed no significant difference in the total sample of patients (p = 0.768), in the IABP group (p = 0.421) and in the CR group (p = 0.221). The length of stay in the postoperative ICU after HTx was longer in the IABP group compared to the CR group (13 days vs. 10 days, p = 0.024). When evaluating the effectiveness of the IABP in patients that required the device before HTx, an improvement in the levels of creatinine, diuresis, central venous oxygen saturation and decrease in urea and lactate was observed 96 hours after the IABP was inserted, which remained until the moment of HTx. The hemodynamic response after the IABP passage showed a significant reduction in the use of norepinephrine from 34 (17.17%) to 13 (6.63%) patients with p < 0.001. Of the 199 patients who used pre-HTx IABP, 62 patients had some IABPrelated complications. The average time from IABP insertion to HTx was 23 ± 19.1 days, and in those patients who had any complications it was 33.6 ± 27 days (p = 0.025). Infection was the most frequent complication and the only one that correlated with prolonged use of the device (> 30 days) with p < 0.001. No deaths were attributed to IABP complications. Conclusion: The IABP is a valuable tool as a bridge therapy to HTx in patients with advanced HF and CS, with a similar survival rate between the groups and an adequate hemodynamic and renal response in patients who required the device pre-HTx, with low complication ratesBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPasqualucci, Silvia Helena Gelas LageBellini, Vanessa Sanches Corcioli2025-04-07info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-22082025-114716/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-02T15:21:02Zoai:teses.usp.br:tde-22082025-114716Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-02T15:21:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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