Avaliação do equilíbrio postural e ocorrência de quedas em indivíduos idosos com asma moderada à grave
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-12122025-132726/ |
Resumo: | Introdução: A asma é uma doença inflamatória crônica de vias aéreas considerada por muito tempo uma doença da infância, com aumento expressivo de idosos com esta doença, sendo observado que estes indivíduos apresentam diversas comorbidades incluindo alterações do equilíbrio postural e quedas, porém estas alterações são pouco entendidas em idosos com asma. Objetivos: 1) Comparar o equilíbrio postural em indivíduos idosos com asma moderada à grave e idosos sem asma; 2) Avaliar a incidência de quedas em seis meses de follow-up. Métodos: Estudo transversal controlado com follow-up, que avaliou indivíduos entre 65 e 80 anos com asma moderada à grave e um grupo controle e monitorou a ocorrência de quedas. Foram incluídos indivíduos com asma clinicamente estáveis, em tratamento clínico medicamentoso há seis meses e carga tabágica <10 anos/maço. Foram excluídos indivíduos com diagnóstico de doenças neurológicas, musculoesqueléticas, cardiológicas, anormalidade visual ou auditiva não corrigida, que participaram de programa de reabilitação pulmonar nos últimos seis meses, portadores de outras doenças pulmonares ou com alterações cognitivas que limitassem o seguimento. Os indivíduos foram solicitados a comparecer ao hospital um dia para avaliação de história clínica, comorbidades (Functional Comorbidity Index, FCI), preocupação em cair (Falls Efficacy Scale-International, FES-I), qualidade de vida na asma (AQLQ), controle da asma (ACQ), força dos membros inferiores (dinamometria), equilíbrio postural por teste clínico (MiniBESTest) e biomecânico (plataforma de força) na posição base natural e semi-tandem, antes e após esforço físico, com e sem uma espuma. Ao término, receberam um diário de quedas e foram acompanhados através de contato telefônico por 6 meses. O grupo controle foi submetido ao mesmo protocolo de avaliação, exceto questionário sobre qualidade de vida e controle de doença, pareado por idade, índice de massa corpórea (IMC) e sexo e foi triado dentre idosos sem asma no mesmo hospital terciário. Análise estatística: O cálculo amostral foi de 27 indivíduos por grupo, e os dados estão apresentados em mediana e intervalo interquartil 25-75%, com comparação entre grupos realizada através do Test T de Student ou Mann-Whitney. Análises de proporção realizadas utilizando teste exato de Fisher ou Qui-quadrado. Análises de correlação realizadas utilizando Correlação de Pearson ou Spearman. Resultados: Foram avaliados 53 indivíduos (26 asma e 27 controle). Não foi observada diferença entre os grupos asma e controle nas variáveis idade, IMC e sexo (69[67-73] vs. 73[68-77] anos; 26,6[22,4-28,6] vs. 25,9[23,8-29,1] kg/m2; 88,4 vs. 73% de mulheres, respectivamente; p>0,05). Entretanto, indivíduos com asma tinham mais comorbidades (0,22 [0,16-0,27] vs. 0,11 [0,05-0,22] pontos; p=0,005) e maior preocupação em cair (22 [20,0-24,0] vs. 25,5 [19,7-32] escore; p=0,006). Além disto, utilizavam mais medicamentos (p<0,002). Não houve diferença na força de quadríceps femoral e dorsiflexores de tornozelo (63% [52,0-90,0] vs. 65% [51,5-77,5], p=0,35; 56% [45,0-72,5] vs. 47% [35,0- 64,5], p=0,22; respectivamente). O grupo muscular dos flexores plantares do tornozelo mostrou-se melhor nos indivíduos controle 13,4 [11-14,9] kgf vs. 10,4 [9,5-12,1] kgf, p= 0,002. Os indivíduos com asma apresentaram pior equilíbrio avaliado pelo Mini-BESTest comparado ao grupo sem asma (23 [18,0-25,0] vs. 24 [21,00-26,00] pontos; respectivamente, p=0,03). Além disto, as pessoas com asma apresentaram maior amplitude de oscilação do centro de pressão (CP) nas posições sem esforço, base natural e sem espuma (1,22 [0,78-1,94] vs. 0,88 [0,64-1,37] cm2; p=0,04) e na posição após esforço, semi-tandem e com espuma, (3,56 [2,59-6,57] vs. 2,54 [1,94-3,42] cm2, p=0,006). Entretanto, não houve diferença no número de quedas comparando os grupos controle e asma (08 vs. 10 quedas, respectivamente). Conclusão: Idosos com asma têm pior equilíbrio postural e maior preocupação em cair, porém, o número de quedas foi similar em ambos os grupos. |
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Avaliação do equilíbrio postural e ocorrência de quedas em indivíduos idosos com asma moderada à graveAssessment of postural balance and occurrence of falls in older individuals with moderate to severe asthmaAccidental fallsAcidentes por quedasAsmaAsthmaEquilíbrio posturalIdososOlder adultsPostural balanceIntrodução: A asma é uma doença inflamatória crônica de vias aéreas considerada por muito tempo uma doença da infância, com aumento expressivo de idosos com esta doença, sendo observado que estes indivíduos apresentam diversas comorbidades incluindo alterações do equilíbrio postural e quedas, porém estas alterações são pouco entendidas em idosos com asma. Objetivos: 1) Comparar o equilíbrio postural em indivíduos idosos com asma moderada à grave e idosos sem asma; 2) Avaliar a incidência de quedas em seis meses de follow-up. Métodos: Estudo transversal controlado com follow-up, que avaliou indivíduos entre 65 e 80 anos com asma moderada à grave e um grupo controle e monitorou a ocorrência de quedas. Foram incluídos indivíduos com asma clinicamente estáveis, em tratamento clínico medicamentoso há seis meses e carga tabágica <10 anos/maço. Foram excluídos indivíduos com diagnóstico de doenças neurológicas, musculoesqueléticas, cardiológicas, anormalidade visual ou auditiva não corrigida, que participaram de programa de reabilitação pulmonar nos últimos seis meses, portadores de outras doenças pulmonares ou com alterações cognitivas que limitassem o seguimento. Os indivíduos foram solicitados a comparecer ao hospital um dia para avaliação de história clínica, comorbidades (Functional Comorbidity Index, FCI), preocupação em cair (Falls Efficacy Scale-International, FES-I), qualidade de vida na asma (AQLQ), controle da asma (ACQ), força dos membros inferiores (dinamometria), equilíbrio postural por teste clínico (MiniBESTest) e biomecânico (plataforma de força) na posição base natural e semi-tandem, antes e após esforço físico, com e sem uma espuma. Ao término, receberam um diário de quedas e foram acompanhados através de contato telefônico por 6 meses. O grupo controle foi submetido ao mesmo protocolo de avaliação, exceto questionário sobre qualidade de vida e controle de doença, pareado por idade, índice de massa corpórea (IMC) e sexo e foi triado dentre idosos sem asma no mesmo hospital terciário. Análise estatística: O cálculo amostral foi de 27 indivíduos por grupo, e os dados estão apresentados em mediana e intervalo interquartil 25-75%, com comparação entre grupos realizada através do Test T de Student ou Mann-Whitney. Análises de proporção realizadas utilizando teste exato de Fisher ou Qui-quadrado. Análises de correlação realizadas utilizando Correlação de Pearson ou Spearman. Resultados: Foram avaliados 53 indivíduos (26 asma e 27 controle). Não foi observada diferença entre os grupos asma e controle nas variáveis idade, IMC e sexo (69[67-73] vs. 73[68-77] anos; 26,6[22,4-28,6] vs. 25,9[23,8-29,1] kg/m2; 88,4 vs. 73% de mulheres, respectivamente; p>0,05). Entretanto, indivíduos com asma tinham mais comorbidades (0,22 [0,16-0,27] vs. 0,11 [0,05-0,22] pontos; p=0,005) e maior preocupação em cair (22 [20,0-24,0] vs. 25,5 [19,7-32] escore; p=0,006). Além disto, utilizavam mais medicamentos (p<0,002). Não houve diferença na força de quadríceps femoral e dorsiflexores de tornozelo (63% [52,0-90,0] vs. 65% [51,5-77,5], p=0,35; 56% [45,0-72,5] vs. 47% [35,0- 64,5], p=0,22; respectivamente). O grupo muscular dos flexores plantares do tornozelo mostrou-se melhor nos indivíduos controle 13,4 [11-14,9] kgf vs. 10,4 [9,5-12,1] kgf, p= 0,002. Os indivíduos com asma apresentaram pior equilíbrio avaliado pelo Mini-BESTest comparado ao grupo sem asma (23 [18,0-25,0] vs. 24 [21,00-26,00] pontos; respectivamente, p=0,03). Além disto, as pessoas com asma apresentaram maior amplitude de oscilação do centro de pressão (CP) nas posições sem esforço, base natural e sem espuma (1,22 [0,78-1,94] vs. 0,88 [0,64-1,37] cm2; p=0,04) e na posição após esforço, semi-tandem e com espuma, (3,56 [2,59-6,57] vs. 2,54 [1,94-3,42] cm2, p=0,006). Entretanto, não houve diferença no número de quedas comparando os grupos controle e asma (08 vs. 10 quedas, respectivamente). Conclusão: Idosos com asma têm pior equilíbrio postural e maior preocupação em cair, porém, o número de quedas foi similar em ambos os grupos.Introduction: Asthma is a chronic inflammatory disease of the airways for a long period considered a childhood disease. There has been a significant increase in the number of older individuals with this disease. These individuals have several comorbidities, including changes in postural balance and falls. However, these changes are poorly understood in older individuals with asthma. Objectives: 1) To compare postural balance in older individuals with moderate to severe asthma and older individuals without asthma; 2) To evaluate the incidence of falls in a 6-month follow-up. Methods: This controlled cross-sectional study with follow-up included individuals aged 65 to 80 years with moderate to severe asthma, along with a control group, and monitored the occurrence of falls. Individuals with clinically stable asthma, undergoing medical treatment for six months and a smoking history <10 packyears were included. Individuals diagnosed with neurological, musculoskeletal and heart diseases, uncorrected visual or auditory abnormalities, who had participated in a pulmonary rehabilitation program in the last six months, or who had other lung diseases or cognitive alterations that limited follow-up were excluded. Individuals were asked to come to the hospital one day for evaluation of clinical history, comorbidities (Functional Comorbidity Index, FCI), fear of falling (Falls Efficacy Scale-International, FES-I), quality of life in asthma (AQLQ), asthma control (ACQ), lower limb strength (dynamometry), postural balance by clinical test (Mini-BESTest) and biomechanical (force platform) in the natural and semitandem base position, before and after physical effort, with and without foam. At the end, they received a diary of falls and were followed up by telephone contact for 6 months. The control group underwent the same evaluation protocol, except for a questionnaire on quality of life and disease control, matched by age, body mass index (BMI) and sex and was screened among older individuals without asthma in the same tertiary hospital. Statistical analysis: The sample size calculation was 27 individuals per group, and the data are presented as median and 25-75% interquartile range, with comparison between groups performed using Student\'s t-test or Mann-Whitney test; Fisher\'s exact test and chi-square test were used for proportion analysis; For correlations, the Pearson or Spearman test was performed. Results: A total of 53 individuals were evaluated (26 asthma and 27 control). No difference was observed between the asthma and control groups in the variables age, BMI and sex (69 [67-73] vs. 73 [68-77] years; 26.6 [22.4-28.6] vs. 25.9 [23.8-29.1] kg/m2; 88.4 vs. 73% of women, respectively; p>0.05). However, individuals with asthma had more comorbidities (0.22 [0.16-0.27] vs. 0.11 [0.05-0.22] points; p=0.005) and greater concern about falling (22 [20.0-24.0] vs. 25.5 [19.7-32] score; p=0.006). In addition, they used more medications (p<0.002). There was no difference in the predicted strength of quadriceps flexors and ankle dorsiflexors (63% [52.0-90.0] vs. 65% [51.5-77.5], p=0.35; 56% [45.0-72.5] vs. 47% [35.0- 64.5], p=0.22; respectively). Control individuals demonstrated greater strength in the ankle plantar flexor muscle group 13.4 [11-14.9] kgf vs. 10.4 [9.5-12.1] kgf, p=0.002. Individuals with asthma presented worse postural balance assessed by the Mini-BESTest compared to the group without asthma (23 [18.0-25.0] vs. 24 [21.00-26.00] points; respectively, p=0.03). Furthermore, individuals with asthma presented greater oscillation at rest in natural base without foam (1.22 [0.78-1.94] vs. 0.88 [0.64-1.37] cm2; p=0.04) and at semi-tandem, postexertion with foam (3.56 [2.59-6.57] vs. 2.54 [1.94-3.42] cm2, p=0.006). However, there was no difference in the number of falls comparing the control and asthma groups (08 vs. 10 falls, respectively). Conclusion: Older individuals with asthma have worse postural balance and a higher fear of falling; however, the number of falls was similar in both groups.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCarvalho, Celso Ricardo Fernandes deSchwambach, Bruhna2025-08-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-12122025-132726/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-12-12T19:11:02Zoai:teses.usp.br:tde-12122025-132726Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-12-12T19:11:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: A asma é uma doença inflamatória crônica de vias aéreas considerada por muito tempo uma doença da infância, com aumento expressivo de idosos com esta doença, sendo observado que estes indivíduos apresentam diversas comorbidades incluindo alterações do equilíbrio postural e quedas, porém estas alterações são pouco entendidas em idosos com asma. Objetivos: 1) Comparar o equilíbrio postural em indivíduos idosos com asma moderada à grave e idosos sem asma; 2) Avaliar a incidência de quedas em seis meses de follow-up. Métodos: Estudo transversal controlado com follow-up, que avaliou indivíduos entre 65 e 80 anos com asma moderada à grave e um grupo controle e monitorou a ocorrência de quedas. Foram incluídos indivíduos com asma clinicamente estáveis, em tratamento clínico medicamentoso há seis meses e carga tabágica <10 anos/maço. Foram excluídos indivíduos com diagnóstico de doenças neurológicas, musculoesqueléticas, cardiológicas, anormalidade visual ou auditiva não corrigida, que participaram de programa de reabilitação pulmonar nos últimos seis meses, portadores de outras doenças pulmonares ou com alterações cognitivas que limitassem o seguimento. Os indivíduos foram solicitados a comparecer ao hospital um dia para avaliação de história clínica, comorbidades (Functional Comorbidity Index, FCI), preocupação em cair (Falls Efficacy Scale-International, FES-I), qualidade de vida na asma (AQLQ), controle da asma (ACQ), força dos membros inferiores (dinamometria), equilíbrio postural por teste clínico (MiniBESTest) e biomecânico (plataforma de força) na posição base natural e semi-tandem, antes e após esforço físico, com e sem uma espuma. Ao término, receberam um diário de quedas e foram acompanhados através de contato telefônico por 6 meses. O grupo controle foi submetido ao mesmo protocolo de avaliação, exceto questionário sobre qualidade de vida e controle de doença, pareado por idade, índice de massa corpórea (IMC) e sexo e foi triado dentre idosos sem asma no mesmo hospital terciário. Análise estatística: O cálculo amostral foi de 27 indivíduos por grupo, e os dados estão apresentados em mediana e intervalo interquartil 25-75%, com comparação entre grupos realizada através do Test T de Student ou Mann-Whitney. Análises de proporção realizadas utilizando teste exato de Fisher ou Qui-quadrado. Análises de correlação realizadas utilizando Correlação de Pearson ou Spearman. Resultados: Foram avaliados 53 indivíduos (26 asma e 27 controle). Não foi observada diferença entre os grupos asma e controle nas variáveis idade, IMC e sexo (69[67-73] vs. 73[68-77] anos; 26,6[22,4-28,6] vs. 25,9[23,8-29,1] kg/m2; 88,4 vs. 73% de mulheres, respectivamente; p>0,05). Entretanto, indivíduos com asma tinham mais comorbidades (0,22 [0,16-0,27] vs. 0,11 [0,05-0,22] pontos; p=0,005) e maior preocupação em cair (22 [20,0-24,0] vs. 25,5 [19,7-32] escore; p=0,006). Além disto, utilizavam mais medicamentos (p<0,002). Não houve diferença na força de quadríceps femoral e dorsiflexores de tornozelo (63% [52,0-90,0] vs. 65% [51,5-77,5], p=0,35; 56% [45,0-72,5] vs. 47% [35,0- 64,5], p=0,22; respectivamente). O grupo muscular dos flexores plantares do tornozelo mostrou-se melhor nos indivíduos controle 13,4 [11-14,9] kgf vs. 10,4 [9,5-12,1] kgf, p= 0,002. Os indivíduos com asma apresentaram pior equilíbrio avaliado pelo Mini-BESTest comparado ao grupo sem asma (23 [18,0-25,0] vs. 24 [21,00-26,00] pontos; respectivamente, p=0,03). Além disto, as pessoas com asma apresentaram maior amplitude de oscilação do centro de pressão (CP) nas posições sem esforço, base natural e sem espuma (1,22 [0,78-1,94] vs. 0,88 [0,64-1,37] cm2; p=0,04) e na posição após esforço, semi-tandem e com espuma, (3,56 [2,59-6,57] vs. 2,54 [1,94-3,42] cm2, p=0,006). Entretanto, não houve diferença no número de quedas comparando os grupos controle e asma (08 vs. 10 quedas, respectivamente). Conclusão: Idosos com asma têm pior equilíbrio postural e maior preocupação em cair, porém, o número de quedas foi similar em ambos os grupos. |
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