As florestas paulistas esquecidas: uma contribuição para o manejo e a gestão sustentável de florestas públicas
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | Resumo: | À medida que o desenvolvimento agrícola, urbano e industrial avançou sobre o território, a paisagem natural foi transformada, comprometendo a funcionalidade dos ecossistemas. No estado de São Paulo, especialmente a partir do início do século XX, foram direcionadas políticas públicas para o estabelecimento de áreas protegidas e, de forma inovadora, o estado foi pioneiro ao estabelecer sua política de parques e florestas estaduais, em 1962. Em âmbito federal, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza foi estabelecido em 2000, com a sistematização de diversas categorias de áreas protegidas há muito consagradas em um único arcabouço normativo. Em São Paulo, o Sistema Estadual de Florestas (SIEFLOR) é constituído por unidades de conservação e outras 35 áreas protegidas, desapropriadas entre 1920 e 1970 para desenvolvimento de pesquisas e reflorestamento, designadas como estações experimentais, florestas, hortos e viveiros florestais. Tendo como objetivo avaliar o nível de proteção jurídico-ecológica dessas 35 áreas integrantes do Anexo II do SIEFLOR, a partir da gênese e do histórico de criação das áreas protegidas, foi estabelecida a correspondência da Lei de Parques e Florestas estaduais com o SNUC. Foram encontradas evidências de que 32 das áreas estudadas se constituem em UC na categoria floresta estadual. Os serviços ecossistêmicos fornecidos pelas áreas protegidas foram estimados em US$ 180,72 milhões/ano, com evidências de sua importância enquanto living labs e implicações para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento humano e o progresso científico. |
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As florestas paulistas esquecidas: uma contribuição para o manejo e a gestão sustentável de florestas públicasThe forgotten forests of São Paulo: a contribution for the sustainable management of public forestsliving labsliving labsáreas protegidasbiodiversidadebiodiversityecosystem servicesNational System of Nature Conservation Unitsprotected areasserviços ecossistêmicosSistema Nacional de Unidades de Conservação da NaturezaÀ medida que o desenvolvimento agrícola, urbano e industrial avançou sobre o território, a paisagem natural foi transformada, comprometendo a funcionalidade dos ecossistemas. No estado de São Paulo, especialmente a partir do início do século XX, foram direcionadas políticas públicas para o estabelecimento de áreas protegidas e, de forma inovadora, o estado foi pioneiro ao estabelecer sua política de parques e florestas estaduais, em 1962. Em âmbito federal, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza foi estabelecido em 2000, com a sistematização de diversas categorias de áreas protegidas há muito consagradas em um único arcabouço normativo. Em São Paulo, o Sistema Estadual de Florestas (SIEFLOR) é constituído por unidades de conservação e outras 35 áreas protegidas, desapropriadas entre 1920 e 1970 para desenvolvimento de pesquisas e reflorestamento, designadas como estações experimentais, florestas, hortos e viveiros florestais. Tendo como objetivo avaliar o nível de proteção jurídico-ecológica dessas 35 áreas integrantes do Anexo II do SIEFLOR, a partir da gênese e do histórico de criação das áreas protegidas, foi estabelecida a correspondência da Lei de Parques e Florestas estaduais com o SNUC. Foram encontradas evidências de que 32 das áreas estudadas se constituem em UC na categoria floresta estadual. Os serviços ecossistêmicos fornecidos pelas áreas protegidas foram estimados em US$ 180,72 milhões/ano, com evidências de sua importância enquanto living labs e implicações para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento humano e o progresso científico.As agricultural, urban, and industrial development advanced over the territory, the natural landscape was transformed, compromising the functionality of ecosystems. In the state of São Paulo, especially from the beginning of the 20th century, public policies were directed towards the establishment of protected areas and, in an innovative way, the state was a pioneer in establishing its policy for state parks and forests in 1962, while at the federal level, the National System of Nature Conservation Units (SNUC) was established in 2000, with the systematization of several categories of protected areas long established in a single regulatory framework. In São Paulo, the State Forest System (SIEFLOR) consists of conservation units (UC) and another 35 protected areas, expropriated between 1920 and 1970 for the development of research and reforestation, designated as experimental stations, forests, forest gardens, and forest nurseries. In order to evaluate the level of legal-ecological protection of these 35 areas that are part of Annex II of SIEFLOR, based on the genesis and history of the creation of the protected areas, the correspondence of the State Parks and Forests Act with the SNUC was established. Evidence was found that 32 studied areas constitute UC in the state forest category. Ecosystem services provided by protected areas were estimated at US$ 187 million/year, with evidence of their importance as living labs and implications for biodiversity conservation, human development, and scientific progress.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAndrade, Delvonei Alves deRodrigues, Elaine Aparecida2022-12-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/85/85134/tde-10042024-104054/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-04-15T15:47:02Zoai:teses.usp.br:tde-10042024-104054Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.platendimento@abcd.usp.bropendoar:27212024-08-30T21:04:31.623263Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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À medida que o desenvolvimento agrícola, urbano e industrial avançou sobre o território, a paisagem natural foi transformada, comprometendo a funcionalidade dos ecossistemas. No estado de São Paulo, especialmente a partir do início do século XX, foram direcionadas políticas públicas para o estabelecimento de áreas protegidas e, de forma inovadora, o estado foi pioneiro ao estabelecer sua política de parques e florestas estaduais, em 1962. Em âmbito federal, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza foi estabelecido em 2000, com a sistematização de diversas categorias de áreas protegidas há muito consagradas em um único arcabouço normativo. Em São Paulo, o Sistema Estadual de Florestas (SIEFLOR) é constituído por unidades de conservação e outras 35 áreas protegidas, desapropriadas entre 1920 e 1970 para desenvolvimento de pesquisas e reflorestamento, designadas como estações experimentais, florestas, hortos e viveiros florestais. Tendo como objetivo avaliar o nível de proteção jurídico-ecológica dessas 35 áreas integrantes do Anexo II do SIEFLOR, a partir da gênese e do histórico de criação das áreas protegidas, foi estabelecida a correspondência da Lei de Parques e Florestas estaduais com o SNUC. Foram encontradas evidências de que 32 das áreas estudadas se constituem em UC na categoria floresta estadual. Os serviços ecossistêmicos fornecidos pelas áreas protegidas foram estimados em US$ 180,72 milhões/ano, com evidências de sua importância enquanto living labs e implicações para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento humano e o progresso científico. |
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