A vinculação do conselheiro de administração aos acordos de acionistas
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2132/tde-13122024-124245/ |
Resumo: | Com a presente dissertação, procura-se avaliar o funcionamento e impacto da inserção dos §§ 8o e 9o do artigo 118 da Lei 6.404/76, chamado de vinculação dos administradores aos acordos de acionistas. A inovação tem ensejado diversas discussões quanto aos seus limites, natureza e efeitos, conclamando a doutrina e órgãos de governança corporativa a se posicionarem a respeito. Este trabalho limita-se ao estudo dos aludidos dispositivos em relação ao conselho de administração das companhias abertas brasileiras. A partir do exame da separação entre propriedade e controle sobre propriedade, do modelo de propriedade acionária brasileiro, da teoria da agência, do surgimento da governança corporativa e do papel do conselho de administração, pretendeu-se fornecer bases sólidas para a análise aprofundada da vinculação. Assim, destacou-se, no primeiro capítulo, que a estrutura de capital concentrada das grandes companhias abertas brasileiras apresenta um problema de agência distinto dos modelos de capital disperso, entre acionistas controladores (agentes) e não controladores (principais), consubstanciado na expropriação indevida de benefícios privados do controle pelo controlador em detrimento dos demais. Salientou-se que o Brasil possui elevado índice de extração de tais benefícios, superando a grande maioria dos países, o que sugere a existência de um sistema legal ineficiente. No segundo capítulo, foi analisado o papel histórico do conselho de administração dentro do contexto da governança corporativa, ressaltando a sua importância e evolução, posicionando o conselho almejado como órgão ativo, autônomo e independente, guardião das práticas de governança, estratégico, focado em resultados de longo prazo e na redução de conflitos entre os diversos interesses internos e externos à companhia. Especialmente, constatou-se que o conselho de administração tem sido utilizado como mecanismo para a redução do conflito de agência entre acionistas controladores e não controladores, monitorando a gestão e evitando decisões em conflito de interesse. No capítulo final, foi exposto o histórico e o funcionamento do mecanismo previsto nos §§8o e 9o e o efeito prático da sua implementação no mercado de capitais brasileiro. Apresentou-se a discussão doutrinária relacionada à vinculação sobre dois ângulos: de um lado, o fortalecimento do poder de controle, e, de outro, o empoderamento do conselho de administração. Nessa polêmica, vários temas foram abordados, tais como: o interesse social, a estrutura hierárquica de tomada de decisões da companhia, os deveres fiduciários da administração e o dever de independência do conselheiro, a teoria orgânica da companhia e o sistema de atribuições do conselho, os limites de validade e eficácia do acordo de acionistas, e, o impacto da vinculação no conflito de agência entre controladores e não controladores. Sinteticamente, sugeriu-se uma interpretação compatível entre os deveres dos administradores, os limites dos acordos de acionistas, a estrutura orgânica da companhia e o sistema legal acionário, para orientar a conduta do conselheiro. Por último, foram expostos aspectos problemáticos em relação à vinculação e realizou-se uma aproximação do assunto no direito estrangeiro. Conclusivamente, constatou-se que o mecanismo disposto nos §§ 8o e 9o do artigo 118 não contribui para o fomento de um sistema legal eficiente, desestimulando a boa governança das companhias brasileiras. |
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A vinculação do conselheiro de administração aos acordos de acionistasShareholders agreements restricting (binding) discretion of directorsAcordo de AcionistasAdministradores independentesAgency theoryBindingBoard of DirectorsCapital marketCompany's interestConcentração acionáriaConselho de AdministraçãoCorporate governanceDeveres fiduciáriosExpropriação de benefícios privados do controleExpropriation of private control benefitsFiduciary dutiesGovernança CorporativaIndependent directorsInteresse socialMercado de capitaisOrganic theoryOrientação de VotoOwnership concentrationShareholders AgreementTeoria da AgênciaTeoria orgânicaVinculaçãoVoting instructionCom a presente dissertação, procura-se avaliar o funcionamento e impacto da inserção dos §§ 8o e 9o do artigo 118 da Lei 6.404/76, chamado de vinculação dos administradores aos acordos de acionistas. A inovação tem ensejado diversas discussões quanto aos seus limites, natureza e efeitos, conclamando a doutrina e órgãos de governança corporativa a se posicionarem a respeito. Este trabalho limita-se ao estudo dos aludidos dispositivos em relação ao conselho de administração das companhias abertas brasileiras. A partir do exame da separação entre propriedade e controle sobre propriedade, do modelo de propriedade acionária brasileiro, da teoria da agência, do surgimento da governança corporativa e do papel do conselho de administração, pretendeu-se fornecer bases sólidas para a análise aprofundada da vinculação. Assim, destacou-se, no primeiro capítulo, que a estrutura de capital concentrada das grandes companhias abertas brasileiras apresenta um problema de agência distinto dos modelos de capital disperso, entre acionistas controladores (agentes) e não controladores (principais), consubstanciado na expropriação indevida de benefícios privados do controle pelo controlador em detrimento dos demais. Salientou-se que o Brasil possui elevado índice de extração de tais benefícios, superando a grande maioria dos países, o que sugere a existência de um sistema legal ineficiente. No segundo capítulo, foi analisado o papel histórico do conselho de administração dentro do contexto da governança corporativa, ressaltando a sua importância e evolução, posicionando o conselho almejado como órgão ativo, autônomo e independente, guardião das práticas de governança, estratégico, focado em resultados de longo prazo e na redução de conflitos entre os diversos interesses internos e externos à companhia. Especialmente, constatou-se que o conselho de administração tem sido utilizado como mecanismo para a redução do conflito de agência entre acionistas controladores e não controladores, monitorando a gestão e evitando decisões em conflito de interesse. No capítulo final, foi exposto o histórico e o funcionamento do mecanismo previsto nos §§8o e 9o e o efeito prático da sua implementação no mercado de capitais brasileiro. Apresentou-se a discussão doutrinária relacionada à vinculação sobre dois ângulos: de um lado, o fortalecimento do poder de controle, e, de outro, o empoderamento do conselho de administração. Nessa polêmica, vários temas foram abordados, tais como: o interesse social, a estrutura hierárquica de tomada de decisões da companhia, os deveres fiduciários da administração e o dever de independência do conselheiro, a teoria orgânica da companhia e o sistema de atribuições do conselho, os limites de validade e eficácia do acordo de acionistas, e, o impacto da vinculação no conflito de agência entre controladores e não controladores. Sinteticamente, sugeriu-se uma interpretação compatível entre os deveres dos administradores, os limites dos acordos de acionistas, a estrutura orgânica da companhia e o sistema legal acionário, para orientar a conduta do conselheiro. Por último, foram expostos aspectos problemáticos em relação à vinculação e realizou-se uma aproximação do assunto no direito estrangeiro. Conclusivamente, constatou-se que o mecanismo disposto nos §§ 8o e 9o do artigo 118 não contribui para o fomento de um sistema legal eficiente, desestimulando a boa governança das companhias brasileiras.With this masters thesis, we seek to assess the functioning and impact of the insertion of §§ 8 and 9 of Article 118 of Federal Law 6.404/76, which provides for a mechanism binding the directors actions to shareholders agreements orientations. This innovation has given rise to many discussions as to its limits, nature, and effects, urging scholars and governance institutions to take a stand. This work is limited to the study of this device in relation to the board of directors of Brazilian companies. From the examination of the separation between ownership and control over property, the Brazilian equity ownership model, the agency theory, the emergence of corporate governance, and the role of the board, we intended to provide a solid foundation for in-depth analysis of this mechanism. Thus, we highlighted in the first chapter that the large Brazilian companies, which have concentrated capital structure and, therefore, a distinct agency problem in relation with dispersed ownership models, between controlling (agents) and non-controlling shareholders (principals), embodied in the wrongful expropriation of private benefits of control by the controller at the expense of non- controlling shareholders. It was emphasized that Brazil has a high extraction rate of such benefits, surpassing the vast majority of countries, which suggests the existence of an inefficient legal system. In the second chapter, we analyzed the historical role of the board of directors within the corporate governance context, highlighting its importance and evolution, positioning the desired board as an active, autonomous, and independent body, guardian of governance practices, acting in a strategic basis, focused on long-term results and capable of reducing conflicts between internal and external interests of the company. Especially, it was found that the board has been used as a mechanism for reducing the agency conflict between controlling and non-controlling shareholders, monitoring management decisions and avoiding conflicts of interest. In the final chapter, we exposed the history and functioning of the mechanism provided by the §§ 8 and 9 and the practical effect of its implementation in the Brazilian capital market. We presented the doctrinal discussion related to the binding of directors aforementioned by two angles: on the one hand, the strengthening of the power of control, and on the other, the empowerment of the board. In this controversy, various topics were discussed such as: the interest of the company, the hierarchical structure- making decisions, the fiduciary duties of board members and its independence duty, the organic theory of the company and the powers of the board, the validity and effectiveness limits of the shareholders\' agreement, and the impact of the §§ 8 e 9 in relation to the agency conflict between controlling and non-controlling shareholders. It was briefly suggested an interpretation compatible with the directors duties, the shareholders agreements limits, the companys organizational structure and the corporate legal system, in order to guide the conduct of a board member tied with a shareholder agreement. Finally, we stressed problematic aspects related to the binding mechanism and we performed an approximation of the subject in the foreign law. In conclusion, we found that the mechanism of §§ 8 and 9 of Article 118 does not contribute to the development of an efficient legal system, discouraging the good governance of Brazilian large companies.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPToledo, Paulo Fernando Campos Salles deRocha, Glauco da2016-05-04info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2132/tde-13122024-124245/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-01-29T14:35:02Zoai:teses.usp.br:tde-13122024-124245Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-01-29T14:35:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Com a presente dissertação, procura-se avaliar o funcionamento e impacto da inserção dos §§ 8o e 9o do artigo 118 da Lei 6.404/76, chamado de vinculação dos administradores aos acordos de acionistas. A inovação tem ensejado diversas discussões quanto aos seus limites, natureza e efeitos, conclamando a doutrina e órgãos de governança corporativa a se posicionarem a respeito. Este trabalho limita-se ao estudo dos aludidos dispositivos em relação ao conselho de administração das companhias abertas brasileiras. A partir do exame da separação entre propriedade e controle sobre propriedade, do modelo de propriedade acionária brasileiro, da teoria da agência, do surgimento da governança corporativa e do papel do conselho de administração, pretendeu-se fornecer bases sólidas para a análise aprofundada da vinculação. Assim, destacou-se, no primeiro capítulo, que a estrutura de capital concentrada das grandes companhias abertas brasileiras apresenta um problema de agência distinto dos modelos de capital disperso, entre acionistas controladores (agentes) e não controladores (principais), consubstanciado na expropriação indevida de benefícios privados do controle pelo controlador em detrimento dos demais. Salientou-se que o Brasil possui elevado índice de extração de tais benefícios, superando a grande maioria dos países, o que sugere a existência de um sistema legal ineficiente. No segundo capítulo, foi analisado o papel histórico do conselho de administração dentro do contexto da governança corporativa, ressaltando a sua importância e evolução, posicionando o conselho almejado como órgão ativo, autônomo e independente, guardião das práticas de governança, estratégico, focado em resultados de longo prazo e na redução de conflitos entre os diversos interesses internos e externos à companhia. Especialmente, constatou-se que o conselho de administração tem sido utilizado como mecanismo para a redução do conflito de agência entre acionistas controladores e não controladores, monitorando a gestão e evitando decisões em conflito de interesse. No capítulo final, foi exposto o histórico e o funcionamento do mecanismo previsto nos §§8o e 9o e o efeito prático da sua implementação no mercado de capitais brasileiro. Apresentou-se a discussão doutrinária relacionada à vinculação sobre dois ângulos: de um lado, o fortalecimento do poder de controle, e, de outro, o empoderamento do conselho de administração. Nessa polêmica, vários temas foram abordados, tais como: o interesse social, a estrutura hierárquica de tomada de decisões da companhia, os deveres fiduciários da administração e o dever de independência do conselheiro, a teoria orgânica da companhia e o sistema de atribuições do conselho, os limites de validade e eficácia do acordo de acionistas, e, o impacto da vinculação no conflito de agência entre controladores e não controladores. Sinteticamente, sugeriu-se uma interpretação compatível entre os deveres dos administradores, os limites dos acordos de acionistas, a estrutura orgânica da companhia e o sistema legal acionário, para orientar a conduta do conselheiro. Por último, foram expostos aspectos problemáticos em relação à vinculação e realizou-se uma aproximação do assunto no direito estrangeiro. Conclusivamente, constatou-se que o mecanismo disposto nos §§ 8o e 9o do artigo 118 não contribui para o fomento de um sistema legal eficiente, desestimulando a boa governança das companhias brasileiras. |
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