Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Martins, Káryta Suely Macêdo
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-04042025-113607/
Resumo: A cardiomiopatia chagásica crônica (CCC) é considerada um sério problema de saúde pública nas áreas endêmicas da América Latina, representando uma das maiores causas de insuficiência cardíaca e morte súbita. Evidências obtidas em diversos estudos clínicos e experimentais indicam a existência de 2 mecanismos patogênicos principais para explicar o desenvolvimento da CCC: parasitismo persistente e de baixa intensidade pelo T. cruzi e a lesão inflamatória exacerbada por mecanismos autoimunes. Sendo assim, podemos afirmar que a lesão histopatológica essencial da CCC é a miocardite incessante de baixa intensidade associada à produção de citocinas. O presente estudo investigou a hipótese de que o uso prolongado da pentoxifilina (PTX) possa ser uma intervenção farmacológica efetiva para a imunomodulação, reduzindo a inflamação e, consequentemente, associando-se à diminuição das anormalidades perfusionais miocárdicas e à preservação da função sistólica do ventrículo esquerdo. O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos do uso crônico da PTX sobre a evolução da função sistólica regional e global do ventrículo esquerdo, sobre a presença e extensão dos distúrbios de perfusão miocárdica e sobre a ocorrência de eventos arrítmicos. Trata-se de estudo clínico prospectivo, duplo cego, que incluiu 38 pacientes com CCC randomizados para PTX (n=19), 400 mg 3x/dia por 6 meses ou placebo (PLC), (n=19). Na condição basal e pós-tratamento os pacientes submeteram-se a dosagem dos níveis séricos de citocinas (IFN-&gamma;, IL-10, IL-6, TNF-&alpha;, TGF-&beta; e endotelina-1), além de outros marcadores séricos (proteína C reativa (PCR) e NT-próBNP), Eco-2D, Cintilografia de perfusão miocárdica, eletrocardiograma (ECG), Holter de 24h e aplicação de questionário para avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde. ANOVA de efeitos mistos para medidas repetidas foi utilizada para testar o efeito do tratamento entre os grupos, com p bicaudal < 0,05. Na condição basal, não evidenciamos diferenças significativas entre os grupos em qualquer dos parâmetros estudados. Nas comparações entre os grupos da condição basal para o pós-tratamento, observamos redução dos níveis de TNF-&alpha; no grupo PTX de 10,14 ± 5,5 pg/ml para 8,32 ± 3,6 pg/ml quando comparado ao grupo PLC, além de aumento dos níveis séricos de IL10 no grupo PTX 2,74 ± 0,7 pg/ml para 5,61 ± 8,6 pg/ml, porém estes achados não alcançaram significância estatística. Os demais marcadores séricos não apresentaram diferenças significativas. Também não observamos quaisquer alterações significativas entre as variáveis ecocardiográficas. Nos pacientes tratados com a PTX, a FEVE apresentou variação muito discreta de seus valores médios de 46,2% ± 7,9 para 47,4% ± 7,0 e 48,2±6,6 para 48,0±6,9 no grupo PLC (p= 0,37). O estudo cintilográfico também não evidenciou efeitos significativos sobre os defeitos de perfusão nos pacientes de ambos os grupos. A análise da qualidade de vida relacionada à saúde, evidenciou melhora significativa da capacidade funcional dos pacientes do grupo tratamento (p=0,01). Conclusões: Os resultados desse estudo apontam para um potencial efeito positivo da PTX na modulação do perfil inflamatório dos pacientes com CCC. Apesar disso, o uso prolongado da pentoxifilina em pacientes com CCC não foi capaz de atenuar a disfunção ventricular ou reduzir os defeitos de perfusão miocárdica.
id USP_c011a499df880cf0e5c7b7842a4e0030
oai_identifier_str oai:teses.usp.br:tde-04042025-113607
network_acronym_str USP
network_name_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository_id_str
spelling Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônicaEffect of prolonged use of pentoxifylline on myocardial perfusion changes, arrhythmic events and the evolution of left ventricular systolic dysfunction in chronic chagasic cardiomyopathyArrhythmic eventsCardiomiopatia chagásica crônicaChronic Chagas cardiomyopathyDisfunção ventricularEventos arrítmicosPentoxifilinaPentoxifyllinePerfusãoPerfusionVentricular dysfunctionA cardiomiopatia chagásica crônica (CCC) é considerada um sério problema de saúde pública nas áreas endêmicas da América Latina, representando uma das maiores causas de insuficiência cardíaca e morte súbita. Evidências obtidas em diversos estudos clínicos e experimentais indicam a existência de 2 mecanismos patogênicos principais para explicar o desenvolvimento da CCC: parasitismo persistente e de baixa intensidade pelo T. cruzi e a lesão inflamatória exacerbada por mecanismos autoimunes. Sendo assim, podemos afirmar que a lesão histopatológica essencial da CCC é a miocardite incessante de baixa intensidade associada à produção de citocinas. O presente estudo investigou a hipótese de que o uso prolongado da pentoxifilina (PTX) possa ser uma intervenção farmacológica efetiva para a imunomodulação, reduzindo a inflamação e, consequentemente, associando-se à diminuição das anormalidades perfusionais miocárdicas e à preservação da função sistólica do ventrículo esquerdo. O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos do uso crônico da PTX sobre a evolução da função sistólica regional e global do ventrículo esquerdo, sobre a presença e extensão dos distúrbios de perfusão miocárdica e sobre a ocorrência de eventos arrítmicos. Trata-se de estudo clínico prospectivo, duplo cego, que incluiu 38 pacientes com CCC randomizados para PTX (n=19), 400 mg 3x/dia por 6 meses ou placebo (PLC), (n=19). Na condição basal e pós-tratamento os pacientes submeteram-se a dosagem dos níveis séricos de citocinas (IFN-&gamma;, IL-10, IL-6, TNF-&alpha;, TGF-&beta; e endotelina-1), além de outros marcadores séricos (proteína C reativa (PCR) e NT-próBNP), Eco-2D, Cintilografia de perfusão miocárdica, eletrocardiograma (ECG), Holter de 24h e aplicação de questionário para avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde. ANOVA de efeitos mistos para medidas repetidas foi utilizada para testar o efeito do tratamento entre os grupos, com p bicaudal < 0,05. Na condição basal, não evidenciamos diferenças significativas entre os grupos em qualquer dos parâmetros estudados. Nas comparações entre os grupos da condição basal para o pós-tratamento, observamos redução dos níveis de TNF-&alpha; no grupo PTX de 10,14 ± 5,5 pg/ml para 8,32 ± 3,6 pg/ml quando comparado ao grupo PLC, além de aumento dos níveis séricos de IL10 no grupo PTX 2,74 ± 0,7 pg/ml para 5,61 ± 8,6 pg/ml, porém estes achados não alcançaram significância estatística. Os demais marcadores séricos não apresentaram diferenças significativas. Também não observamos quaisquer alterações significativas entre as variáveis ecocardiográficas. Nos pacientes tratados com a PTX, a FEVE apresentou variação muito discreta de seus valores médios de 46,2% ± 7,9 para 47,4% ± 7,0 e 48,2±6,6 para 48,0±6,9 no grupo PLC (p= 0,37). O estudo cintilográfico também não evidenciou efeitos significativos sobre os defeitos de perfusão nos pacientes de ambos os grupos. A análise da qualidade de vida relacionada à saúde, evidenciou melhora significativa da capacidade funcional dos pacientes do grupo tratamento (p=0,01). Conclusões: Os resultados desse estudo apontam para um potencial efeito positivo da PTX na modulação do perfil inflamatório dos pacientes com CCC. Apesar disso, o uso prolongado da pentoxifilina em pacientes com CCC não foi capaz de atenuar a disfunção ventricular ou reduzir os defeitos de perfusão miocárdica.Chronic Chagas cardiomyopathy (CCC) is considered a serious public health issue in endemic areas of Latin America, representing one of the leading causes of heart failure and sudden death. Evidence from various clinical and experimental studies indicates two main pathogenic mechanisms for the development of CCC: persistent, low-intensity parasitism by T. cruzi and exacerbated inflammatory damage due to autoimmune mechanisms. Thus, it can be said that the essential histopathological lesion of CCC is low-intensity, persistent myocarditis associated with cytokine production. This study investigated the hypothesis that prolonged use of pentoxifylline (PTX) may be an effective pharmacological intervention for immunomodulation, reducing inflammation and consequently reducing myocardial perfusion abnormalities and preserving left ventricular systolic function. The objective of the study was to evaluate the effects of chronic PTX use on the progression of global and regional left ventricular systolic function, the presence and extent of myocardial perfusion abnormalities, and the occurrence of arrhythmic events. This was a prospective, double-blind clinical study that included 38 patients with CCC, randomized to receive either PTX (n=19), 400 mg 3 times a day for 6 months, or placebo (PLC) (n=19). At baseline and post-treatment, patients underwent serum cytokine measurements (IFN-&gamma;, IL-10, IL-6, TNF-&alpha;, TGF-&beta;, and endothelin-1), as well as other serum markers (C-reactive protein (CRP) and NT-proBNP), 2D echocardiography, myocardial perfusion scintigraphy, electrocardiogram (ECG), 24-hour Holter monitoring, and a quality of life questionnaire. Mixed-effects ANOVA for repeated measures was used to test the effect of treatment between groups, with a two-tailed p-value of <0.05. At baseline, no significant differences were observed between the groups in any of the parameters studied. Comparisons between groups from baseline to post-treatment showed a reduction in TNF-&alpha; levels in the PTX group from 10.14 ± 5.5 pg/ml to 8.32 ± 3.6 pg/ml compared to the PLC group, along with an increase in IL-10 levels in the PTX group from 2.74 ± 0.7 pg/ml to 5.61 ± 8.6 pg/ml, although these findings did not reach statistical significance. No significant differences were observed in the other serum markers. Likewise, no significant changes were found in echocardiographic variables. In PTX-treated patients, LVEF showed only a slight change from 46.2% ± 7.9 to 47.4% ± 7.0, compared to a change from 48.2% ± 6.6 to 48.0% ± 6.9 in the PLC group (p=0.37). The scintigraphic study did not reveal significant effects on perfusion defects in either group. The analysis of health-related quality of life showed a significant improvement in functional capacity in the treatment group (p=0.01). Conclusions: The results of this study suggest a potential positive effect of PTX in modulating the inflammatory profile of CCC patients. However, prolonged use of pentoxifylline in CCC patients was not able to attenuate ventricular dysfunction or reduce myocardial perfusion defects.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSimões, Marcus ViníciusMartins, Káryta Suely Macêdo2024-12-13info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-04042025-113607/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-07-30T18:17:02Zoai:teses.usp.br:tde-04042025-113607Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-07-30T18:17:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
dc.title.none.fl_str_mv Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônica
Effect of prolonged use of pentoxifylline on myocardial perfusion changes, arrhythmic events and the evolution of left ventricular systolic dysfunction in chronic chagasic cardiomyopathy
title Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônica
spellingShingle Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônica
Martins, Káryta Suely Macêdo
Arrhythmic events
Cardiomiopatia chagásica crônica
Chronic Chagas cardiomyopathy
Disfunção ventricular
Eventos arrítmicos
Pentoxifilina
Pentoxifylline
Perfusão
Perfusion
Ventricular dysfunction
title_short Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônica
title_full Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônica
title_fullStr Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônica
title_full_unstemmed Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônica
title_sort Efeito do uso prolongado de pentoxifilina sobre as alterações perfusionais miocárdicas, eventos arrítmicos e a evolução da disfunção sistólica ventricular esquerda na cardiomiopatia chagásica crônica
author Martins, Káryta Suely Macêdo
author_facet Martins, Káryta Suely Macêdo
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Simões, Marcus Vinícius
dc.contributor.author.fl_str_mv Martins, Káryta Suely Macêdo
dc.subject.por.fl_str_mv Arrhythmic events
Cardiomiopatia chagásica crônica
Chronic Chagas cardiomyopathy
Disfunção ventricular
Eventos arrítmicos
Pentoxifilina
Pentoxifylline
Perfusão
Perfusion
Ventricular dysfunction
topic Arrhythmic events
Cardiomiopatia chagásica crônica
Chronic Chagas cardiomyopathy
Disfunção ventricular
Eventos arrítmicos
Pentoxifilina
Pentoxifylline
Perfusão
Perfusion
Ventricular dysfunction
description A cardiomiopatia chagásica crônica (CCC) é considerada um sério problema de saúde pública nas áreas endêmicas da América Latina, representando uma das maiores causas de insuficiência cardíaca e morte súbita. Evidências obtidas em diversos estudos clínicos e experimentais indicam a existência de 2 mecanismos patogênicos principais para explicar o desenvolvimento da CCC: parasitismo persistente e de baixa intensidade pelo T. cruzi e a lesão inflamatória exacerbada por mecanismos autoimunes. Sendo assim, podemos afirmar que a lesão histopatológica essencial da CCC é a miocardite incessante de baixa intensidade associada à produção de citocinas. O presente estudo investigou a hipótese de que o uso prolongado da pentoxifilina (PTX) possa ser uma intervenção farmacológica efetiva para a imunomodulação, reduzindo a inflamação e, consequentemente, associando-se à diminuição das anormalidades perfusionais miocárdicas e à preservação da função sistólica do ventrículo esquerdo. O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos do uso crônico da PTX sobre a evolução da função sistólica regional e global do ventrículo esquerdo, sobre a presença e extensão dos distúrbios de perfusão miocárdica e sobre a ocorrência de eventos arrítmicos. Trata-se de estudo clínico prospectivo, duplo cego, que incluiu 38 pacientes com CCC randomizados para PTX (n=19), 400 mg 3x/dia por 6 meses ou placebo (PLC), (n=19). Na condição basal e pós-tratamento os pacientes submeteram-se a dosagem dos níveis séricos de citocinas (IFN-&gamma;, IL-10, IL-6, TNF-&alpha;, TGF-&beta; e endotelina-1), além de outros marcadores séricos (proteína C reativa (PCR) e NT-próBNP), Eco-2D, Cintilografia de perfusão miocárdica, eletrocardiograma (ECG), Holter de 24h e aplicação de questionário para avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde. ANOVA de efeitos mistos para medidas repetidas foi utilizada para testar o efeito do tratamento entre os grupos, com p bicaudal < 0,05. Na condição basal, não evidenciamos diferenças significativas entre os grupos em qualquer dos parâmetros estudados. Nas comparações entre os grupos da condição basal para o pós-tratamento, observamos redução dos níveis de TNF-&alpha; no grupo PTX de 10,14 ± 5,5 pg/ml para 8,32 ± 3,6 pg/ml quando comparado ao grupo PLC, além de aumento dos níveis séricos de IL10 no grupo PTX 2,74 ± 0,7 pg/ml para 5,61 ± 8,6 pg/ml, porém estes achados não alcançaram significância estatística. Os demais marcadores séricos não apresentaram diferenças significativas. Também não observamos quaisquer alterações significativas entre as variáveis ecocardiográficas. Nos pacientes tratados com a PTX, a FEVE apresentou variação muito discreta de seus valores médios de 46,2% ± 7,9 para 47,4% ± 7,0 e 48,2±6,6 para 48,0±6,9 no grupo PLC (p= 0,37). O estudo cintilográfico também não evidenciou efeitos significativos sobre os defeitos de perfusão nos pacientes de ambos os grupos. A análise da qualidade de vida relacionada à saúde, evidenciou melhora significativa da capacidade funcional dos pacientes do grupo tratamento (p=0,01). Conclusões: Os resultados desse estudo apontam para um potencial efeito positivo da PTX na modulação do perfil inflamatório dos pacientes com CCC. Apesar disso, o uso prolongado da pentoxifilina em pacientes com CCC não foi capaz de atenuar a disfunção ventricular ou reduzir os defeitos de perfusão miocárdica.
publishDate 2024
dc.date.none.fl_str_mv 2024-12-13
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-04042025-113607/
url https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-04042025-113607/
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.none.fl_str_mv
dc.rights.driver.fl_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.coverage.none.fl_str_mv
dc.publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
dc.source.none.fl_str_mv
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
instname:Universidade de São Paulo (USP)
instacron:USP
instname_str Universidade de São Paulo (USP)
instacron_str USP
institution USP
reponame_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
collection Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository.name.fl_str_mv Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)
repository.mail.fl_str_mv virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br
_version_ 1865492267940184064