Função Inovação Estratégica como uma função rede: uma análise sobre a integração da Função Inovação Estratégica com as demais funções da empresa para empréstimo de recursos.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Bassani, Kátia Cristina
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3136/tde-29012025-104802/
Resumo: Empresas com um sólido intento estratégico têm implementado uma nova função organizacional para entregar Inovações Estratégicas. Essas funções utilizam recursos de outras áreas, como laboratórios, equipamentos e competências em geral, configurando uma nova estrutura organizacional que depende fortemente de recursos que não possui. Esta pesquisa investiga a Função Inovação Estratégica em uma importante indústria farmacêutica brasileira. No contexto dinâmico da indústria farmacêutica, as empresas desempenham um papel proeminente na criação de inovações. Nesse sentido, a Função Inovação Estratégica emerge como um elemento essencial, encarregado de coordenar esforços para criar e implementar novidades. No entanto, um desafio é mobilizar recursos para viabilizar projetos, levando a dinâmicas complexas entre aspirações de inovação e operações essenciais da empresa. Esta pesquisa visa responder às questões levantadas na literatura por O\'Connor (2012) e Brasil, Salerno, Eggers e Gomes (2021), onde questiona-se como a Função Inovação Estratégica deve conseguir recursos para garantir sua máxima eficácia. Paula (2016) conclui que pesquisas futuras poderiam explorar as diferenças na necessidade de a Função Inovação Estratégica emprestar recursos para seus projetos, considerando as diferentes etapas do DIA (Descoberta- Incubação-Aceleração), conforme definido por (O\'Connor et al. 2008, OConnor et al. 2018). Além disso, essa pesquisa busca fornecer insights para futuros gestores sobre práticas que facilitam a mobilização de recursos. Como observado na revisão da literatura, esta é uma discussão ainda incipiente, portanto, a questão central desta pesquisa envolve compreender: Como a Função Inovação Estratégica de uma indústria farmacêutica toma emprestados os recursos para catalisar seus projetos, em diferentes estágios de maturidade? Para isso, foi adotada uma abordagem que concebe recursos como entidades multidimensionais, abrangendo capital físico, humano e financeiro, como delineado por Barney (1991), e o framework DIA para identificar os projetos em diferentes estágios de maturidade (O\'Connor et al. 2008, OConnor et al. 2018). Utilizamos metodologia indutiva, considerando diferentes projetos dentro da mesma empresa, assim considerando o mesmo contexto organizacional. Observamos que para projetos menos maduros, na fase de Descoberta, há uma preferência pelo uso de recursos internos da Função Inovação Estratégica, uma vez que possuem recursos financeiros próprios que podem ser alocados para testes iniciais sem exigir aprovação formal, bem como recursos físicos próprios como a existência de laboratórios dedicados à inovação, que facilita o ganho de agilidade. Nesta etapa também se busca um alto alinhamento estratégico junto com outras áreas, que são acessadas de forma pontual e informal. Já na fase de Incubação, os projetos demandam recursos de diferentes áreas, o que requer mecanismos híbridos formais e informais dentro da empresa para emprestar recursos de forma mais eficaz. Por fim, na fase de Aceleração mecanismos mais formais são importantes para empréstimo de recursos, uma vez que nesta etapa os projetos demandam recursos de muitas áreas da empresa e, portanto, passam a utilizar fluxos já existentes, uma vez que já estão mais maduros. Desta forma observa-se que na fase de Descoberta há uma preferência por mecanismos orgânicos para empréstimo de recursos, enquanto na fase de Incubação utilizam-se mecanismos híbridos (orgânicos e mecanicistas) e, por fim, na fase de Aceleração utilizam-se mecanismos mecanicistas.
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No contexto dinâmico da indústria farmacêutica, as empresas desempenham um papel proeminente na criação de inovações. Nesse sentido, a Função Inovação Estratégica emerge como um elemento essencial, encarregado de coordenar esforços para criar e implementar novidades. No entanto, um desafio é mobilizar recursos para viabilizar projetos, levando a dinâmicas complexas entre aspirações de inovação e operações essenciais da empresa. Esta pesquisa visa responder às questões levantadas na literatura por O\'Connor (2012) e Brasil, Salerno, Eggers e Gomes (2021), onde questiona-se como a Função Inovação Estratégica deve conseguir recursos para garantir sua máxima eficácia. Paula (2016) conclui que pesquisas futuras poderiam explorar as diferenças na necessidade de a Função Inovação Estratégica emprestar recursos para seus projetos, considerando as diferentes etapas do DIA (Descoberta- Incubação-Aceleração), conforme definido por (O\'Connor et al. 2008, OConnor et al. 2018). Além disso, essa pesquisa busca fornecer insights para futuros gestores sobre práticas que facilitam a mobilização de recursos. Como observado na revisão da literatura, esta é uma discussão ainda incipiente, portanto, a questão central desta pesquisa envolve compreender: Como a Função Inovação Estratégica de uma indústria farmacêutica toma emprestados os recursos para catalisar seus projetos, em diferentes estágios de maturidade? Para isso, foi adotada uma abordagem que concebe recursos como entidades multidimensionais, abrangendo capital físico, humano e financeiro, como delineado por Barney (1991), e o framework DIA para identificar os projetos em diferentes estágios de maturidade (O\'Connor et al. 2008, OConnor et al. 2018). Utilizamos metodologia indutiva, considerando diferentes projetos dentro da mesma empresa, assim considerando o mesmo contexto organizacional. Observamos que para projetos menos maduros, na fase de Descoberta, há uma preferência pelo uso de recursos internos da Função Inovação Estratégica, uma vez que possuem recursos financeiros próprios que podem ser alocados para testes iniciais sem exigir aprovação formal, bem como recursos físicos próprios como a existência de laboratórios dedicados à inovação, que facilita o ganho de agilidade. Nesta etapa também se busca um alto alinhamento estratégico junto com outras áreas, que são acessadas de forma pontual e informal. Já na fase de Incubação, os projetos demandam recursos de diferentes áreas, o que requer mecanismos híbridos formais e informais dentro da empresa para emprestar recursos de forma mais eficaz. Por fim, na fase de Aceleração mecanismos mais formais são importantes para empréstimo de recursos, uma vez que nesta etapa os projetos demandam recursos de muitas áreas da empresa e, portanto, passam a utilizar fluxos já existentes, uma vez que já estão mais maduros. Desta forma observa-se que na fase de Descoberta há uma preferência por mecanismos orgânicos para empréstimo de recursos, enquanto na fase de Incubação utilizam-se mecanismos híbridos (orgânicos e mecanicistas) e, por fim, na fase de Aceleração utilizam-se mecanismos mecanicistas.Companies with a solid strategic intent have implemented a new organizational function to deliver Strategic Innovations. This new function utilizes resources from other areas, such as laboratories, equipment, and competencies in general, configuring a new organizational structure that heavily relies on resources it does not possess. This research investigates the Strategic Innovation Function in a very recognized Brazilian pharmaceutical industry. In the dynamic context of the pharmaceutical industry, companies play a prominent role in creating innovations for unmet medical needs and patients. In this sense, the Strategic Innovation Function emerges as an essential element, tasked with coordinating efforts to create and implement novelties. However, mobilizing resources to enable projects is a challenge, leading to complex dynamics between innovation aspirations and essential company operations. This research aims to address the questions raised in the literature by O\'Connor (2012) and Brasil et al. (2021), where the inquiry revolves around how the Strategic Innovation Function should obtain resources to ensure its maximum effectiveness. Paula (2016) concludes that future research could explore the differences in the Strategic Innovation Function\'s need to borrow resources for its projects, considering the different stages of the DIA (Discovery-Incubation- Acceleration) framework, as defined by O\'Connor et al. (2008). Additionally, this research seeks to provide insights for future managers on practices that facilitate resource mobilization. As observed in the literature review, this is still an incipient discussion. Therefore, the central question of this research involves understanding: How does the Strategic Innovation Function of a pharmaceutical industry borrow resources to catalyze its projects at different stages of maturity? For this purpose, an approach was adopted that conceives resources as multidimensional entities, encompassing physical, human, and financial capital, as outlined by Barney (1991), and also the DIA framework to identify projects at different stages of maturity (O\'Connor et al. 2008, OConnor et al. 2018). We employed an inductive methodology, considering different projects within the same company, thus considering the same organizational context. We observed that for less mature projects, in the Discovery phase, there is a preference for using internal resources of the Strategic Innovation Function since they have their own financial resources that can be allocated for initial tests without requiring formal approval, as well as their own physical resources such as the existence of innovation-focused laboratories, which facilitates gaining agility at this stage. Also, there is a high strategic alignment sought with other areas of the company, which are accessed individually. In the Incubation phase, projects require resources from different areas, which necessitates hybrid mechanisms (formal and informal) within the company to borrow resources more effectively. Finally, in the Acceleration phase, more formal mechanisms are important for borrowing resources, as projects at this stage demands a lot from other areas. Therefore, they start using existing flows in the company to borrow resources, as the projects are more mature. In conclusion, it is observed that in the Discovery phase, there is a preference for organic mechanisms for resource borrowing, while in the Incubation phase, hybrid (organic and mechanistic) mechanisms are used, and finally, in the Acceleration phase, more mechanistic mechanisms are used.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSalerno, Mario SergioBassani, Kátia Cristina2024-09-18info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3136/tde-29012025-104802/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-01-30T13:03:02Zoai:teses.usp.br:tde-29012025-104802Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-01-30T13:03:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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