Relação entre perda auditiva e equilíbrio postural semiestático em adultos e idosos do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto - Brasil (ELSA-Brasil)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Padilha, Fernanda Yasmin Odila Maestri Miguel
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-30032026-113336/
Resumo: Introdução: A perda auditiva relacionada à idade é uma das condições crônicas mais prevalentes entre adultos e idosos, com impacto relevante na cognição, estado emocional, funcionalidade e qualidade de vida. Estudos sugerem associação entre perda auditiva e comprometimento do equilíbrio postural, possivelmente devido à interdependência anatômica e funcional entre os sistemas auditivo e vestibular, ambos localizados na orelha interna e inervados pelo VIII par craniano. Alterações auditivas têm sido relacionadas à maior instabilidade postural e risco de quedas, embora os mecanismos envolvidos ainda não estejam totalmente esclarecidos. Objetivo: Investigar a associação entre perda auditiva e equilíbrio postural semiestático em adultos e idosos do Estudo Longitudinal da Saúde do Adulto (ELSA - Brasil). Métodos: O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da instituição. Estudo transversal utilizando os dados da IV onda do ELSA-Brasil. Foram analisadas variáveis sociodemográficas, clínicas e audiológicas. Como variáveis independentes, foram utilizados três critérios de perda auditiva pela média dos limiares tonais (>25 dBNA): PTA (500, 1000 e 2000 Hz), speech-frequency PTA (500, 1000, 2000 e 4000 Hz) e high-frequency PTA (3000, 4000, 6000 e 8000 Hz), na melhor e na pior orelha. A variável desfecho foi o equilíbrio, obtida pelo teste de Romberg modificado, em quatro condições progressivas (olhos abertos em superfície firme, olhos fechados em superfície firme, olhos abertos em superfície maleável e olhos fechados em superfície maleável), classificado como passou ou falhou. Como variáveis explicativas, foram utilizadas características sociodemográficas e clínicas. Os resultados foram descritos por meio de frequências, medidas de tendências centrais e testes de hipóteses, bem como foram ajustados modelos de regressão logística múltipla. Todas as análises estatísticas foram conduzidas considerando-se um nível de significância de 5%. Resultados: Dos 540 participantes, a maioria era de mulheres e autodeclarados como de raça branca, com média de idade de 63,1 anos, IMC médio de 28,4 kg/m², a maioria com ensino superior e com renda entre 1245 e 3319 reais. A taxa de falha no teste de equilíbrio foi de 13,3%. A prevalência de perda auditiva variou entre 13,7% e 59,8%, conforme o critério considerado. Houve associação entre perda auditiva e pior desempenho no teste de equilíbrio, com maior proporção de falhas no equilíbrio para o critério high-frequency PTA. Nas análises multivariadas, após o ajuste por idade, não houve associação entre perda auditiva e equilíbrio. Ao excluir a variável explicativa idade e mantendo-se as demais, as variáveis associadas com a conclusão final do teste de equilíbrio foram perda auditiva, IMC, escolaridade e renda, sendo que todas elas interferem nas razões de chance de passar no teste de equilíbrio. Conclusão: Houve associação entre perda auditiva e pior desempenho no teste de equilíbrio postural semiestático em adultos e idosos do ELSA-Brasil. A maior proporção de falhas no teste de equilíbrio foi observada para os indivíduos com perda auditiva. A maior proporção de falhas foi para o critério de perda auditiva que incluiu as frequências altas, ressaltando a importância de considerar esta faixa de frequências em estudos desta natureza. A idade foi a variável explicativa mais relevante no desempenho no teste de equilíbrio, além da perda auditiva, escolaridade, renda e índice de massa corporal, enfatizando a necessidade da visão multifatorial dessa função.
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spelling Relação entre perda auditiva e equilíbrio postural semiestático em adultos e idosos do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto - Brasil (ELSA-Brasil)Relationship between hearing loss and semi-static postural balance in adults and elderly people from the Longitudinal Study of Adult Health - Brazil (ELSA Brazil)Accidental fallsAcidentes por quedasAgeingEnvelhecimentoEquilíbrio posturalHearing lossPerda auditivaPostural balanceTestes de função vestibularVestibular function testsIntrodução: A perda auditiva relacionada à idade é uma das condições crônicas mais prevalentes entre adultos e idosos, com impacto relevante na cognição, estado emocional, funcionalidade e qualidade de vida. Estudos sugerem associação entre perda auditiva e comprometimento do equilíbrio postural, possivelmente devido à interdependência anatômica e funcional entre os sistemas auditivo e vestibular, ambos localizados na orelha interna e inervados pelo VIII par craniano. Alterações auditivas têm sido relacionadas à maior instabilidade postural e risco de quedas, embora os mecanismos envolvidos ainda não estejam totalmente esclarecidos. Objetivo: Investigar a associação entre perda auditiva e equilíbrio postural semiestático em adultos e idosos do Estudo Longitudinal da Saúde do Adulto (ELSA - Brasil). Métodos: O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da instituição. Estudo transversal utilizando os dados da IV onda do ELSA-Brasil. Foram analisadas variáveis sociodemográficas, clínicas e audiológicas. Como variáveis independentes, foram utilizados três critérios de perda auditiva pela média dos limiares tonais (>25 dBNA): PTA (500, 1000 e 2000 Hz), speech-frequency PTA (500, 1000, 2000 e 4000 Hz) e high-frequency PTA (3000, 4000, 6000 e 8000 Hz), na melhor e na pior orelha. A variável desfecho foi o equilíbrio, obtida pelo teste de Romberg modificado, em quatro condições progressivas (olhos abertos em superfície firme, olhos fechados em superfície firme, olhos abertos em superfície maleável e olhos fechados em superfície maleável), classificado como passou ou falhou. Como variáveis explicativas, foram utilizadas características sociodemográficas e clínicas. Os resultados foram descritos por meio de frequências, medidas de tendências centrais e testes de hipóteses, bem como foram ajustados modelos de regressão logística múltipla. Todas as análises estatísticas foram conduzidas considerando-se um nível de significância de 5%. Resultados: Dos 540 participantes, a maioria era de mulheres e autodeclarados como de raça branca, com média de idade de 63,1 anos, IMC médio de 28,4 kg/m², a maioria com ensino superior e com renda entre 1245 e 3319 reais. A taxa de falha no teste de equilíbrio foi de 13,3%. A prevalência de perda auditiva variou entre 13,7% e 59,8%, conforme o critério considerado. Houve associação entre perda auditiva e pior desempenho no teste de equilíbrio, com maior proporção de falhas no equilíbrio para o critério high-frequency PTA. Nas análises multivariadas, após o ajuste por idade, não houve associação entre perda auditiva e equilíbrio. Ao excluir a variável explicativa idade e mantendo-se as demais, as variáveis associadas com a conclusão final do teste de equilíbrio foram perda auditiva, IMC, escolaridade e renda, sendo que todas elas interferem nas razões de chance de passar no teste de equilíbrio. Conclusão: Houve associação entre perda auditiva e pior desempenho no teste de equilíbrio postural semiestático em adultos e idosos do ELSA-Brasil. A maior proporção de falhas no teste de equilíbrio foi observada para os indivíduos com perda auditiva. A maior proporção de falhas foi para o critério de perda auditiva que incluiu as frequências altas, ressaltando a importância de considerar esta faixa de frequências em estudos desta natureza. A idade foi a variável explicativa mais relevante no desempenho no teste de equilíbrio, além da perda auditiva, escolaridade, renda e índice de massa corporal, enfatizando a necessidade da visão multifatorial dessa função.Introduction: Age-related hearing loss is one of the most prevalent chronic conditions among adults and older adults, with a significant impact on cognition, emotional state, functionality, and quality of life. Studies suggest an association between hearing loss and impaired postural balance, possibly due to the anatomical and functional interdependence between the auditory and vestibular systems, both located in the inner ear and innervated by the VIII cranial nerve. Hearing alterations have been linked to increased postural instability and risk of falls, although the mechanisms involved are not yet fully understood. Objective: To investigate the association between hearing loss and semi-static postural balance in adults and older adults from the Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brazil). Methods: This study was approved by the institution\'s Ethics Committee. This was a cross-sectional study using data from the IV wave of ELSA-Brazil. Sociodemographic, clinical, and audiological variables were analyzed. Three hearing loss criteria based on the average pure-tone threshold (>25 dB HL) were used as independent variables: PTA (500, 1000, and 2000 Hz), speech frequency PTA (500, 1000, 2000, and 4000 Hz), and high-frequency PTA (3000, 4000, 6000, and 8000 Hz), in the better and worse ear. The outcome variable was balance, obtained by the modified Romberg test in four progressive conditions (eyes open on a firm surface, eyes closed on a firm surface, eyes open on a soft surface, and eyes closed on a soft surface), classified as \"pass\" or \"fail.\" Sociodemographic and clinical characteristics were used as explanatory variables. The results were described using frequencies, measures of central tendencies, and hypothesis testing, and multiple logistic regression models were adjusted. All statistical analyses were conducted considering a 5% significance level. Results: Of the 540 participants, the majority were women and self-identified as White, with a mean age of 63.1 years, mean BMI of 28.4 kg/m², most with higher education and income between 1245 and 3319 reais. The balance test failure rate was 13.3%. The prevalence of hearing loss ranged from 13.7% to 59.8%, depending on the criteria used. There was an association between hearing loss and poorer balance test performance, with a higher proportion of balance failures for the high-frequency PTA criterion. In multivariate analyses, after adjusting for age, there was no association between hearing loss and balance. By excluding the explanatory variable of age and maintaining the others, the variables associated with the final balance test conclusion were hearing loss, BMI, education, and income, all of which influence the odds ratios of passing the balance test. Conclusion: There was an association between hearing loss and poorer performance on the semi-static postural balance test in adults and older adults in the ELSA-Brazil study. The highest proportion of balance test failures was observed among individuals with hearing loss. The highest proportion of failures occurred for the hearing loss criterion that included high frequencies, highlighting the importance of considering this frequency range in studies of this nature. Age was the most relevant explanatory variable in balance test performance, along with hearing loss, education, income, and body mass index, emphasizing the need for a multifactorial approach to this function.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSamelli, Alessandra GiannellaPadilha, Fernanda Yasmin Odila Maestri Miguel2025-12-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-30032026-113336/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-03-30T14:39:02Zoai:teses.usp.br:tde-30032026-113336Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-30T14:39:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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