Efeito do exercício físico na resposta da pressão arterial à hiperinsulinemia.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1998
Autor(a) principal: Forjaz, Cláudia Lúcia de Moraes
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-13032020-123840/
Resumo: Para estudar o efeito de uma única sessão de exercício físico sobre a resposta da pressão arterial (PA-oscilométrica), da atividade nervosa simpática muscular (ANS-microneurografia), do fluxo sanguíneo do antebraço (FSA-pletismografia), da resistência vascular do antebraço (RVA=PA média/FSA) e da frequência cardíaca (FC) a infusão de insulina pós-exercício, 11 homens saudáveis se submeteram, em ordem aleatória, a dois clampeamentos euglicêmicos/hiperinsulinêmicos, realizados após 45 minutos de exercício no cicloergômetro (50% VO2 max) ou de repouso sentado. Nas duas sessões (CONTROLE e EXERCÍCIO), todas as variáveis foram analisadas no Basal e durante o período de Equilíbrio do clampeamento. No período Basal, o exercício físico reduziu significativamente a PA média, a ANS e a RVA e aumentou o FSA e a FC. Além disso, a glicose plasmática basal foi significativamente menor na sessão de EXERCÍCIO que na CONTROLE, apesar dos níveis de insulina e da sensibilidade à insulina serem semelhantes. O exercício físico também ampliou a resposta de elevação da ANS provocada pela infusão de insulina, sem modificar as respostas do FSA, da RVA, da PA e da FC. É importante ressaltar que, mesmo durante o clampeamento, a PA média e a RVA foram menores e o FSA foi maior na sessão de EXERCÍCIO que na sessão CONTROLE. Esses dados sugerem que a sessão de exercício físico: 1) reduz a PA pós-exercício, o que pode estar relacionado à diminuição da ANS e da RVA; 2) não promove aumento da sensibilidade à insulina, embora aumente o FSA; e 3) amplia o aumento da ANS provocado pela infusão de insulina, sem alterar as respostas do FSA, da RVA e da PA à hiperinsulinemia
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