Ataxias espinocerebelares dominantes por mutações de ponto: separando o joio do trigo
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41136/tde-01072024-100033/ |
Resumo: | As ataxias espinocerebelares autossômicas dominantes (SCA) são um grupo de doenças raras com ampla heterogeneidade genética. Muitos dos genes associados ao fenótipo de SCA foram descritos anteriormente ao surgimento dos bancos populacionais de variantes e, portanto, em alguns casos, variantes com presença de grande número de indivíduos em bancos populacionais foram consideradas para associação genótipo-fenótipo. Apesar de existirem SCAs de início em idade jovem ou mesmo consideradas congênitas, no geral, elas são consideradas doenças de início na idade adulta e assim, para variantes patogênicas associadas ao fenótipo, não são esperados muitos indivíduos em bancos populacionais. Dessa forma, esse trabalho buscou revisitar e reavaliar os genes e variantes de ponto inicialmente descritos para esse fenótipo, considerando os novos bancos de dados genômicos, estudos de segregação das variantes e outros achados moleculares. Foram considerados 26 genes OMIM, bem como 93 variantes reportadas nos artigos de associação ao fenótipo, que tiveram sua classificação de patogenicidade revista. Destas, 24 (25,8%) foram identificadas em bancos populacionais de variantes. Os genes foram categorizados considerando sua associação ao fenótipo de SCA, sendo que 17 tiverem a associação considerada definitiva, quatro como possível e cinco como duvidosa. Esse trabalho demonstra a contribuição dos bancos populacionais e outros bancos de dados genômicos na classificação de variantes e na associação genótipo-fenótipo. |
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Ataxias espinocerebelares dominantes por mutações de ponto: separando o joio do trigoAutosomal dominant spinocerebellar ataxias by point mutation: separating the wheat from the chaffAtaxias espinocerebelaresBancos genômicosGenomic databasesGenótipo-fenótipoGenotype-phenotypeSpinocerebellar ataxiasAs ataxias espinocerebelares autossômicas dominantes (SCA) são um grupo de doenças raras com ampla heterogeneidade genética. Muitos dos genes associados ao fenótipo de SCA foram descritos anteriormente ao surgimento dos bancos populacionais de variantes e, portanto, em alguns casos, variantes com presença de grande número de indivíduos em bancos populacionais foram consideradas para associação genótipo-fenótipo. Apesar de existirem SCAs de início em idade jovem ou mesmo consideradas congênitas, no geral, elas são consideradas doenças de início na idade adulta e assim, para variantes patogênicas associadas ao fenótipo, não são esperados muitos indivíduos em bancos populacionais. Dessa forma, esse trabalho buscou revisitar e reavaliar os genes e variantes de ponto inicialmente descritos para esse fenótipo, considerando os novos bancos de dados genômicos, estudos de segregação das variantes e outros achados moleculares. Foram considerados 26 genes OMIM, bem como 93 variantes reportadas nos artigos de associação ao fenótipo, que tiveram sua classificação de patogenicidade revista. Destas, 24 (25,8%) foram identificadas em bancos populacionais de variantes. Os genes foram categorizados considerando sua associação ao fenótipo de SCA, sendo que 17 tiverem a associação considerada definitiva, quatro como possível e cinco como duvidosa. Esse trabalho demonstra a contribuição dos bancos populacionais e outros bancos de dados genômicos na classificação de variantes e na associação genótipo-fenótipo.Autosomal dominant spinocerebellar ataxias (SCA) are a group of rare diseases characterized by significant genetic heterogeneity. A considerable number of genes associated with the SCA phenotype were described prior to the emergence of population variant database and, therefore, in certain instances, variants present in a substantial number of individuals within these population databases were considered for genotype-phenotype associations. While some SCAs manifest in early childhood or even congenitally, they typically onset in adulthood, and therefore, for pathogenic variants associated with the phenotype, many individuals are not expected in population database. This study aims to revisit and reassess the genes and point variants initially associated with this phenotype, taking into account new genomic databases, variant segregation studies, and other molecular findings. Twenty-six genes (OMIM) were selected, along with 93 variants described in the original articles that linked these genes to the phenotype. The pathogenicity classification of these variants was thoroughly reviewed. Notably, 24 (25.8%) of these variants were identified in population variant databases. The genes were categorized based on their association with the SCA phenotype, with 17 classified as \"definite,\" four as \"possible,\" and five as \"doubtful\". Here we demonstrate the contribution of population and other genomic databases in refining the classification of variants and enhancing our understanding of genotype-phenotype associations.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPKok, FernandoSilva, Carolina Rauffus Vilela da2024-04-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41136/tde-01072024-100033/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-07-01T15:43:02Zoai:teses.usp.br:tde-01072024-100033Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-07-01T15:43:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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As ataxias espinocerebelares autossômicas dominantes (SCA) são um grupo de doenças raras com ampla heterogeneidade genética. Muitos dos genes associados ao fenótipo de SCA foram descritos anteriormente ao surgimento dos bancos populacionais de variantes e, portanto, em alguns casos, variantes com presença de grande número de indivíduos em bancos populacionais foram consideradas para associação genótipo-fenótipo. Apesar de existirem SCAs de início em idade jovem ou mesmo consideradas congênitas, no geral, elas são consideradas doenças de início na idade adulta e assim, para variantes patogênicas associadas ao fenótipo, não são esperados muitos indivíduos em bancos populacionais. Dessa forma, esse trabalho buscou revisitar e reavaliar os genes e variantes de ponto inicialmente descritos para esse fenótipo, considerando os novos bancos de dados genômicos, estudos de segregação das variantes e outros achados moleculares. Foram considerados 26 genes OMIM, bem como 93 variantes reportadas nos artigos de associação ao fenótipo, que tiveram sua classificação de patogenicidade revista. Destas, 24 (25,8%) foram identificadas em bancos populacionais de variantes. Os genes foram categorizados considerando sua associação ao fenótipo de SCA, sendo que 17 tiverem a associação considerada definitiva, quatro como possível e cinco como duvidosa. Esse trabalho demonstra a contribuição dos bancos populacionais e outros bancos de dados genômicos na classificação de variantes e na associação genótipo-fenótipo. |
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