Associação entre erosão óssea em articulações metacarpofalângicas e interfalângicas proximais, índices de dano e atividade de doença em pacientes com doença de Sjögren
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-01102025-153009/ |
Resumo: | Introdução: A doença de Sjögren (DSj) é uma condição autoimune crônica caracterizada por síndrome sicca e artralgia inflamatória, predominante em mulheres. Além de osteoporose e fraturas por fragilidade, a DSj pode apresentar erosões articulares periféricas. Não há estudos que avaliem a relação entre essas erosões, a microarquitetura óssea e os índices de atividade ou dano da DSj. Objetivos: Determinar a prevalência, número e volume das erosões articulares metacarpofalângicas (MCF) e interfalângicas proximais (IFP) em mulheres com DSj; avaliar as associações entre as erosões e a atividade sistêmica da doença ou índices de dano; e investigar a correlação entre o comprometimento ósseo sistêmico e os índices de atividade/dano da doença. Métodos: Estudo transversal com mulheres de 18 a 65 anos com DSj, classificadas conforme critérios do American College of Rheumatology e da European League Against Rheumatism (EULAR), sem condições ou uso de medicamentos para doenças osteometabólicas. Erosões articulares, osteófitos e microarquitetura óssea foram avaliados por tomografia computadorizada quantitativa periférica de alta resolução (HR-pQCT); a densidade mineral óssea areal (aDMO) foi medida por absorciometria de raios-X de dupla energia (DXA). A atividade sistêmica da doença, o escore de sintomas e o índice de dano foram avaliados pelo EULAR Sjögrens Syndrome Disease Activity Index (ESSDAI), EULAR Sjögrens Syndrome Patient Reported Index (ESSPRI) e Sjögrens Syndrome Disease Damage Index (SSDI), respectivamente. Resultados: Dentre 368 pacientes avaliados, 106 foram incluídas. A média de idade foi 49,6 ± 9,2 anos, o índice de massa corpórea (IMC) foi 28,5 ± 5,5 kg/m², e 49% se autodeclararam brancas. A mediana do tempo de doença foi de 7 (414) anos, com ESSDAI 1 (03), ESSPRI 5,3 (3,37,0) e SSDI 2 (13). A HR-pQCT revelou que 55 (56,7%) pacientes apresentavam 129 erosões articulares, predominantemente nas MCF e IFP, com maior frequência na cabeça do terceiro metacarpo (74,4%). O volume médio das erosões foi de 5,71 ± 14,11 mm³. Não houve associação significativa entre as erosões e os índices de atividade ou dano da doença. O volume das erosões foi associado à idade e ao status de pós-menopausa. O SSDI correlacionou-se negativamente com a DMO volumétrica cortical do rádio ( = -0,24; P = 0,018) e da tíbia ( = -0,38; P < 0,001), área cortical da tíbia ( = -0,30; P = 0,003) e número de trabéculas ( = -0,25; P = 0,016), e positivamente com a porosidade cortical do rádio ( = 0,33; P < 0,001) e da tíbia ( = 0,38; P < 0,001), diâmetro do poro ( = 0,29; P = 0,003) e separação trabecular da tíbia ( = 0,24; P = 0,019). Conclusão: Em mulheres adultas com DSj, as erosões nas articulações MCF e IFP apresentaram alta prevalência e correlação com idade e menopausa. Não foram observadas associações independentes entre as erosões e os índices de atividade ou dano da doença. O comprometimento ósseo sistêmico correlacionou-se com o índice de dano, destacando a importância de uma avaliação detalhada da microarquitetura óssea e das erosões articulares para o manejo otimizado da DSj. |
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Associação entre erosão óssea em articulações metacarpofalângicas e interfalângicas proximais, índices de dano e atividade de doença em pacientes com doença de SjögrenAssociations of bone erosion in metacarpophalangeal and proximal interphalangeal joints with disease activity, damage and functional disability in Sjögren\'s diseaseBone diseasesBone erosionBone microarchitectureDoenças ósseasErosão ósseaHigh-resolution peripheral quantitative computed tomographyMicroarquitetura ósseaSíndrome de SjögrenSjögren's syndromeTomografia computadorizada de alta resoluçãoIntrodução: A doença de Sjögren (DSj) é uma condição autoimune crônica caracterizada por síndrome sicca e artralgia inflamatória, predominante em mulheres. Além de osteoporose e fraturas por fragilidade, a DSj pode apresentar erosões articulares periféricas. Não há estudos que avaliem a relação entre essas erosões, a microarquitetura óssea e os índices de atividade ou dano da DSj. Objetivos: Determinar a prevalência, número e volume das erosões articulares metacarpofalângicas (MCF) e interfalângicas proximais (IFP) em mulheres com DSj; avaliar as associações entre as erosões e a atividade sistêmica da doença ou índices de dano; e investigar a correlação entre o comprometimento ósseo sistêmico e os índices de atividade/dano da doença. Métodos: Estudo transversal com mulheres de 18 a 65 anos com DSj, classificadas conforme critérios do American College of Rheumatology e da European League Against Rheumatism (EULAR), sem condições ou uso de medicamentos para doenças osteometabólicas. Erosões articulares, osteófitos e microarquitetura óssea foram avaliados por tomografia computadorizada quantitativa periférica de alta resolução (HR-pQCT); a densidade mineral óssea areal (aDMO) foi medida por absorciometria de raios-X de dupla energia (DXA). A atividade sistêmica da doença, o escore de sintomas e o índice de dano foram avaliados pelo EULAR Sjögrens Syndrome Disease Activity Index (ESSDAI), EULAR Sjögrens Syndrome Patient Reported Index (ESSPRI) e Sjögrens Syndrome Disease Damage Index (SSDI), respectivamente. Resultados: Dentre 368 pacientes avaliados, 106 foram incluídas. A média de idade foi 49,6 ± 9,2 anos, o índice de massa corpórea (IMC) foi 28,5 ± 5,5 kg/m², e 49% se autodeclararam brancas. A mediana do tempo de doença foi de 7 (414) anos, com ESSDAI 1 (03), ESSPRI 5,3 (3,37,0) e SSDI 2 (13). A HR-pQCT revelou que 55 (56,7%) pacientes apresentavam 129 erosões articulares, predominantemente nas MCF e IFP, com maior frequência na cabeça do terceiro metacarpo (74,4%). O volume médio das erosões foi de 5,71 ± 14,11 mm³. Não houve associação significativa entre as erosões e os índices de atividade ou dano da doença. O volume das erosões foi associado à idade e ao status de pós-menopausa. O SSDI correlacionou-se negativamente com a DMO volumétrica cortical do rádio ( = -0,24; P = 0,018) e da tíbia ( = -0,38; P < 0,001), área cortical da tíbia ( = -0,30; P = 0,003) e número de trabéculas ( = -0,25; P = 0,016), e positivamente com a porosidade cortical do rádio ( = 0,33; P < 0,001) e da tíbia ( = 0,38; P < 0,001), diâmetro do poro ( = 0,29; P = 0,003) e separação trabecular da tíbia ( = 0,24; P = 0,019). Conclusão: Em mulheres adultas com DSj, as erosões nas articulações MCF e IFP apresentaram alta prevalência e correlação com idade e menopausa. Não foram observadas associações independentes entre as erosões e os índices de atividade ou dano da doença. O comprometimento ósseo sistêmico correlacionou-se com o índice de dano, destacando a importância de uma avaliação detalhada da microarquitetura óssea e das erosões articulares para o manejo otimizado da DSj.Introduction: Sjögrens disease (SjD) is a chronic autoimmune disease characterized by sicca syndrome and inflammatory arthralgia, predominantly affecting women. In addition to osteoporosis and fragility fractures, SjD might present peripheral joint erosions, albeit less frequently and smaller in size compared to rheumatoid arthritis. There are no studies evaluating the relationship between these erosions, bone microarchitecture, and SjD disease activity or damage indices. Objectives: To determine the prevalence, number, and volume of bone erosions in metacarpophalangeal (MCP) and proximal interphalangeal (PIP) joints in women with SjD; to assess associations between bone erosions and systemic disease activity or damage indices; and to evaluate the correlation between systemic bone impairment and disease activity/damage indices. Methods: A cross-sectional study included women aged 1865 years with SjD, classified according to the American College of Rheumatology/European League Against Rheumatism (EULAR) criteria, without conditions or medications used to treat bone metabolism disorders. Joint erosions and osteophytes were assessed via high-resolution peripheral quantitative computed tomography (HR-pQCT); bone microarchitecture was evaluated by HR-pQCT; bone mineral density (BMD) and lumbar spine trabecular bone score (TBS) were measured by dual-energy X-ray absorptiometry (DXA); systemic disease activity, symptom burden, and damage index were assessed using the EULAR Sjögrens Syndrome Disease Activity Index (ESSDAI), EULAR Sjögrens Syndrome Patient Reported Index (ESSPRI), and Sjögrens Syndrome Disease Damage Index (SSDI), respectively. Joint ultrasound was used to evaluate articular activity. Results: Among 368 screened patients, 106 were included. Mean age was 49.6 ± 9.2 years, body mass index (BMI) 28.5 ± 5.5 kg/m², and 49% self-identified as White race. Median disease duration was 7 (414) years, with ESSDAI 1 (03), ESSPRI 5.3 (3.37.0), and SSDI 2 (13). HR-pQCT revealed 55 (56.7%) patients had 129 joint erosions, predominantly in MCP and PIP joints, most frequently at the third metacarpal head (74.4%). Mean erosion volume was 5.71 ± 14.11 mm³. No significant association was found between erosions and disease activity or damage indices. Logistic regression identified erosion volume as associated with age and postmenopausal status. SSDI correlated negatively with cortical volumetric BMD at the radius ( = -0.24; P = 0.018) and tibia ( = -0.38; P < 0.001), tibial cortical area ( = -0.30; P = 0.003), and trabecular number ( = -0.25; P = 0.016), and positively with cortical porosity at the radius ( = 0.33; P < 0.001) and tibia ( = 0.38; P < 0.001), tibial pore diameter ( = 0.29; P = 0.003), and trabecular separation ( = 0.24; P = 0.019). Conclusion: In adult women with SjD, bone erosions in MCP and PIP joints showed high prevalence and correlation with age and menopause status. However, no independent associations were observed between erosions and disease activity/damage indices. Systemic bone impairment correlated with the damage index, underscoring the importance of detailed bone microarchitecture and erosion assessments for optimal SjD management.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFigueiredo, Camille PintoPasoto, Sandra GofinetFranco, Andre Silva2025-03-28info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-01102025-153009/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-01T18:55:02Zoai:teses.usp.br:tde-01102025-153009Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-01T18:55:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: A doença de Sjögren (DSj) é uma condição autoimune crônica caracterizada por síndrome sicca e artralgia inflamatória, predominante em mulheres. Além de osteoporose e fraturas por fragilidade, a DSj pode apresentar erosões articulares periféricas. Não há estudos que avaliem a relação entre essas erosões, a microarquitetura óssea e os índices de atividade ou dano da DSj. Objetivos: Determinar a prevalência, número e volume das erosões articulares metacarpofalângicas (MCF) e interfalângicas proximais (IFP) em mulheres com DSj; avaliar as associações entre as erosões e a atividade sistêmica da doença ou índices de dano; e investigar a correlação entre o comprometimento ósseo sistêmico e os índices de atividade/dano da doença. Métodos: Estudo transversal com mulheres de 18 a 65 anos com DSj, classificadas conforme critérios do American College of Rheumatology e da European League Against Rheumatism (EULAR), sem condições ou uso de medicamentos para doenças osteometabólicas. Erosões articulares, osteófitos e microarquitetura óssea foram avaliados por tomografia computadorizada quantitativa periférica de alta resolução (HR-pQCT); a densidade mineral óssea areal (aDMO) foi medida por absorciometria de raios-X de dupla energia (DXA). A atividade sistêmica da doença, o escore de sintomas e o índice de dano foram avaliados pelo EULAR Sjögrens Syndrome Disease Activity Index (ESSDAI), EULAR Sjögrens Syndrome Patient Reported Index (ESSPRI) e Sjögrens Syndrome Disease Damage Index (SSDI), respectivamente. Resultados: Dentre 368 pacientes avaliados, 106 foram incluídas. A média de idade foi 49,6 ± 9,2 anos, o índice de massa corpórea (IMC) foi 28,5 ± 5,5 kg/m², e 49% se autodeclararam brancas. A mediana do tempo de doença foi de 7 (414) anos, com ESSDAI 1 (03), ESSPRI 5,3 (3,37,0) e SSDI 2 (13). A HR-pQCT revelou que 55 (56,7%) pacientes apresentavam 129 erosões articulares, predominantemente nas MCF e IFP, com maior frequência na cabeça do terceiro metacarpo (74,4%). O volume médio das erosões foi de 5,71 ± 14,11 mm³. Não houve associação significativa entre as erosões e os índices de atividade ou dano da doença. O volume das erosões foi associado à idade e ao status de pós-menopausa. O SSDI correlacionou-se negativamente com a DMO volumétrica cortical do rádio ( = -0,24; P = 0,018) e da tíbia ( = -0,38; P < 0,001), área cortical da tíbia ( = -0,30; P = 0,003) e número de trabéculas ( = -0,25; P = 0,016), e positivamente com a porosidade cortical do rádio ( = 0,33; P < 0,001) e da tíbia ( = 0,38; P < 0,001), diâmetro do poro ( = 0,29; P = 0,003) e separação trabecular da tíbia ( = 0,24; P = 0,019). Conclusão: Em mulheres adultas com DSj, as erosões nas articulações MCF e IFP apresentaram alta prevalência e correlação com idade e menopausa. Não foram observadas associações independentes entre as erosões e os índices de atividade ou dano da doença. O comprometimento ósseo sistêmico correlacionou-se com o índice de dano, destacando a importância de uma avaliação detalhada da microarquitetura óssea e das erosões articulares para o manejo otimizado da DSj. |
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