Heparina e tocilizumabe em pacientes com COVID-19 grave: estudo clínico randomizado (HEPMAB trial)
| Ano de defesa: | 2024 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-03062025-113735/ |
Resumo: | Introdução: a forma grave de SARS-CoV-2 (severe acute respiratory syndrome coronavirus 2) (COVID-19) é caracterizada por intensa resposta inflamatória e trombogênese. Os benefícios da associação do bloqueio do receptor da interleucina 6 (tocilizumabe) e de anticoagulação (AC) com heparina em dose terapêutica são incertos. O objetivo do estudo foi avaliar se a heparina e o tocilizumabe resultam em melhora clínica dos pacientes com COVID-19 grave. Métodos: trata-se de um ensaio clínico randomizado, multicêntrico e aberto, envolvendo pacientes brasileiros com infecção grave por COVID-19. Os pacientes elegíveis foram aleatoriamente designados em uma proporção de 1:1:1:1 para receber AC terapêutica ou AC profilática com heparina não-fracionada, associada ou não a dose única intravenosa de tocilizumabe. Os participantes do estudo foram alocados em um dos quatro braços distintos: 1) AC terapêutica; 2) AC profilática; 3) AC terapêutica com uma dose intravenosa única de tocilizumabe; e 4) AC profilática com uma dose intravenosa única de tocilizumabe. O desfecho primário foi a proporção de pacientes com melhora clínica em 30 dias após randomização, definido por alta hospitalar ou redução de pelo menos 2 pontos em relação ao basal na escala ordinal modificada de 7 pontos recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Resultados: foram randomizados 308 pacientes. Os pacientes do grupo AC terapêutica apresentaram maior proporção de pacientes com melhora clínica no dia 30. No grupo AC terapêutica, 64 de 75 pacientes (85%) receberam alta hospitalar ou apresentaram redução de pelo menos 2 pontos na escala ordinal, em comparação com 51 de 80 pacientes (64%) no grupo AC profilática [razão de chances, 3,31; intervalo de confiança de 95%, 1,51-7,26; P=0,003]. Além disso, 53 de 79 pacientes (67%) no grupo AC terapêutica mais tocilizumabe e 49 de 74 pacientes (66%) no grupo AC profilática mais tocilizumabe apresentaram melhora clínica, com razões de chances de 1.16 (IC 95%, 0,60-2,23; P=0,66) e 1.12 (IC 95%, 0,57-2,16; P=0,57), respectivamente, quando comparados ao grupo de AC profilática. Sangramento significativo foi mais comum nos pacientes do grupo AC terapêutica (6,7%) e no grupo AC terapêutica mais tocilizumabe (5%), em comparação aos grupos AC profilática (1,3%) e AC profilática mais tocilizumabe (0%) [P=0,029]. Eventos adversos ocorreram em 16% dos pacientes no grupo AC terapêutica, 18,8% no grupo AC profilática, 22,8% no grupo AC terapêutica mais tocilizumabe e 28,4% no grupo AC profilática mais tocilizumabe [P=0,277]. A mortalidade por todas as causas no dia 30 foi significativamente menor no grupo AC terapêutica (9%) em comparação ao grupo AC profilática (29%) [razão de chances, 0,26; IC 95%, 0,1-0,64; P=0,003], ao grupo AC terapêutica mais tocilizumabe (22%) [razão de chances, 0,68; IC 95%, 0,33-1,4; P=0,295] e ao grupo AC profilática mais tocilizumabe (26%) [razão de chances, 0,86; IC 95%, 0,42-1,74; P=0,669], com P=0,02 para a comparação entre os grupos. Conclusões: neste ensaio clínico randomizado envolvendo pacientes brasileiros com a forma grave de COVID-19, a anticoagulação com heparina terapêutica resultou em melhora clínica em 30 dias de seguimento. Apesar do aumento da ocorrência de sangramento associado à AC terapêutica, a mortalidade foi menor. O tocilizumabe não apresentou benefícios adicionais à heparina em pacientes com COVID-19 |
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Heparina e tocilizumabe em pacientes com COVID-19 grave: estudo clínico randomizado (HEPMAB trial)Effect of heparin and tocilizumab in patients with severe COVID-19: the HEPMAB randomized clinical trialAnticoagulaçãoAnticoagulationCOVID-19COVID-19Forma graveHeparinHeparinaSevere formTocilizumabTocilizumabeIntrodução: a forma grave de SARS-CoV-2 (severe acute respiratory syndrome coronavirus 2) (COVID-19) é caracterizada por intensa resposta inflamatória e trombogênese. Os benefícios da associação do bloqueio do receptor da interleucina 6 (tocilizumabe) e de anticoagulação (AC) com heparina em dose terapêutica são incertos. O objetivo do estudo foi avaliar se a heparina e o tocilizumabe resultam em melhora clínica dos pacientes com COVID-19 grave. Métodos: trata-se de um ensaio clínico randomizado, multicêntrico e aberto, envolvendo pacientes brasileiros com infecção grave por COVID-19. Os pacientes elegíveis foram aleatoriamente designados em uma proporção de 1:1:1:1 para receber AC terapêutica ou AC profilática com heparina não-fracionada, associada ou não a dose única intravenosa de tocilizumabe. Os participantes do estudo foram alocados em um dos quatro braços distintos: 1) AC terapêutica; 2) AC profilática; 3) AC terapêutica com uma dose intravenosa única de tocilizumabe; e 4) AC profilática com uma dose intravenosa única de tocilizumabe. O desfecho primário foi a proporção de pacientes com melhora clínica em 30 dias após randomização, definido por alta hospitalar ou redução de pelo menos 2 pontos em relação ao basal na escala ordinal modificada de 7 pontos recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Resultados: foram randomizados 308 pacientes. Os pacientes do grupo AC terapêutica apresentaram maior proporção de pacientes com melhora clínica no dia 30. No grupo AC terapêutica, 64 de 75 pacientes (85%) receberam alta hospitalar ou apresentaram redução de pelo menos 2 pontos na escala ordinal, em comparação com 51 de 80 pacientes (64%) no grupo AC profilática [razão de chances, 3,31; intervalo de confiança de 95%, 1,51-7,26; P=0,003]. Além disso, 53 de 79 pacientes (67%) no grupo AC terapêutica mais tocilizumabe e 49 de 74 pacientes (66%) no grupo AC profilática mais tocilizumabe apresentaram melhora clínica, com razões de chances de 1.16 (IC 95%, 0,60-2,23; P=0,66) e 1.12 (IC 95%, 0,57-2,16; P=0,57), respectivamente, quando comparados ao grupo de AC profilática. Sangramento significativo foi mais comum nos pacientes do grupo AC terapêutica (6,7%) e no grupo AC terapêutica mais tocilizumabe (5%), em comparação aos grupos AC profilática (1,3%) e AC profilática mais tocilizumabe (0%) [P=0,029]. Eventos adversos ocorreram em 16% dos pacientes no grupo AC terapêutica, 18,8% no grupo AC profilática, 22,8% no grupo AC terapêutica mais tocilizumabe e 28,4% no grupo AC profilática mais tocilizumabe [P=0,277]. A mortalidade por todas as causas no dia 30 foi significativamente menor no grupo AC terapêutica (9%) em comparação ao grupo AC profilática (29%) [razão de chances, 0,26; IC 95%, 0,1-0,64; P=0,003], ao grupo AC terapêutica mais tocilizumabe (22%) [razão de chances, 0,68; IC 95%, 0,33-1,4; P=0,295] e ao grupo AC profilática mais tocilizumabe (26%) [razão de chances, 0,86; IC 95%, 0,42-1,74; P=0,669], com P=0,02 para a comparação entre os grupos. Conclusões: neste ensaio clínico randomizado envolvendo pacientes brasileiros com a forma grave de COVID-19, a anticoagulação com heparina terapêutica resultou em melhora clínica em 30 dias de seguimento. Apesar do aumento da ocorrência de sangramento associado à AC terapêutica, a mortalidade foi menor. O tocilizumabe não apresentou benefícios adicionais à heparina em pacientes com COVID-19Introduction: Severe forms of SARS-CoV-2 (severe acute respiratory syndrome coronavirus 2) (COVID-19) are characterized by intense inflammatory response and thrombogenesis. The benefits of combining interleukin-6 receptor blockade (tocilizumab) and therapeutic dose heparin anticoagulation (AC) are uncertain. The objective of this study was to evaluate whether heparin and tocilizumab result in clinical improvement in patients with severe COVID-19. Methods: This is a randomized, multicenter, open-label clinical trial involving Brazilian patients with severe COVID-19 infection. Eligible patients were randomly assigned in a 1:1:1:1 ratio to receive therapeutic AC or prophylactic AC with unfractionated heparin, with or without a single intravenous dose of tocilizumab. Study participants were allocated into one of four distinct arms: 1) therapeutic AC; 2) prophylactic AC; 3) therapeutic AC with a single intravenous dose of tocilizumab; and 4) prophylactic AC with a single intravenous dose of tocilizumab. The primary outcome was the proportion of patients with clinical improvement after 30 days of randomization, defined by hospital discharge or a reduction of at least 2 points from baseline on the WHO (World Health Organization) recommended 7-point ordinal scale. Results: A total of 308 patients were randomized. Patients in the therapeutic AC group had a higher proportion of clinical improvement on day 30. Sixty-four out of 75 patients (85%) in therapeutic AC group achieved hospital discharge or at least a 2-point reduction on the ordinal scale, compared to 51 out of 80 patients (64%) in prophylactic AC group [odds ratio, 3.31; 95% confidence interval, 1.51-7.26; P=0.003]. Additionally, 53 out of 79 patients (67%) in therapeutic AC plus tocilizumab group and 49 out of 74 patients (66%) in prophylactic AC plus tocilizumab group showed clinical improvement, with odds ratio of 1.16 (95% CI, 0.60-2.23; P=0.66) and 1.12 (95% CI, 0.57-2.16; P=0.57), respectively, compared to prophylactic AC group. Significant bleeding was more common in patients in therapeutic AC group (6.7%) and therapeutic AC plus tocilizumab group (5%), compared to prophylactic AC (1.3%) and prophylactic AC plus tocilizumab groups (0%) [P=0.029]. Adverse events occurred in 16% of patients in therapeutic AC group, 18.8% in prophylactic AC group, 22.8% in therapeutic AC plus tocilizumab group, and 28.4% in prophylactic AC plus tocilizumab group [P=0.277]. All-cause mortality on day 30 was significantly lower in therapeutic AC group (9%) compared to prophylactic AC group (29%) [odds ratio, 0.26; 95% CI, 0.1-0.64; P=0.003], therapeutic AC plus tocilizumab group (22%) [odds ratio, 0.68; 95% CI, 0.33-1.4; P=0.295], and prophylactic AC plus tocilizumab group (26%) [odds ratio, 0.86; 95% CI, 0.42-1.74; P=0.669], with P=0.02 for the overall comparison between groups. Conclusions: In this randomized clinical trial involving Brazilian patients with severe COVID-19, therapeutic dose heparin anticoagulation resulted in clinical improvement at 30 days of follow-up. Despite the increased occurrence of bleeding associated with therapeutic AC, the mortality rate was lower. Tocilizumab did not provide additional benefits to heparin in patients with COVID-19Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPHajjar, Ludhmila AbrahãoRibeiro, Lucas Trindade Cantu2024-10-14info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-03062025-113735/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-03T15:07:02Zoai:teses.usp.br:tde-03062025-113735Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-03T15:07:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: a forma grave de SARS-CoV-2 (severe acute respiratory syndrome coronavirus 2) (COVID-19) é caracterizada por intensa resposta inflamatória e trombogênese. Os benefícios da associação do bloqueio do receptor da interleucina 6 (tocilizumabe) e de anticoagulação (AC) com heparina em dose terapêutica são incertos. O objetivo do estudo foi avaliar se a heparina e o tocilizumabe resultam em melhora clínica dos pacientes com COVID-19 grave. Métodos: trata-se de um ensaio clínico randomizado, multicêntrico e aberto, envolvendo pacientes brasileiros com infecção grave por COVID-19. Os pacientes elegíveis foram aleatoriamente designados em uma proporção de 1:1:1:1 para receber AC terapêutica ou AC profilática com heparina não-fracionada, associada ou não a dose única intravenosa de tocilizumabe. Os participantes do estudo foram alocados em um dos quatro braços distintos: 1) AC terapêutica; 2) AC profilática; 3) AC terapêutica com uma dose intravenosa única de tocilizumabe; e 4) AC profilática com uma dose intravenosa única de tocilizumabe. O desfecho primário foi a proporção de pacientes com melhora clínica em 30 dias após randomização, definido por alta hospitalar ou redução de pelo menos 2 pontos em relação ao basal na escala ordinal modificada de 7 pontos recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Resultados: foram randomizados 308 pacientes. Os pacientes do grupo AC terapêutica apresentaram maior proporção de pacientes com melhora clínica no dia 30. No grupo AC terapêutica, 64 de 75 pacientes (85%) receberam alta hospitalar ou apresentaram redução de pelo menos 2 pontos na escala ordinal, em comparação com 51 de 80 pacientes (64%) no grupo AC profilática [razão de chances, 3,31; intervalo de confiança de 95%, 1,51-7,26; P=0,003]. Além disso, 53 de 79 pacientes (67%) no grupo AC terapêutica mais tocilizumabe e 49 de 74 pacientes (66%) no grupo AC profilática mais tocilizumabe apresentaram melhora clínica, com razões de chances de 1.16 (IC 95%, 0,60-2,23; P=0,66) e 1.12 (IC 95%, 0,57-2,16; P=0,57), respectivamente, quando comparados ao grupo de AC profilática. Sangramento significativo foi mais comum nos pacientes do grupo AC terapêutica (6,7%) e no grupo AC terapêutica mais tocilizumabe (5%), em comparação aos grupos AC profilática (1,3%) e AC profilática mais tocilizumabe (0%) [P=0,029]. Eventos adversos ocorreram em 16% dos pacientes no grupo AC terapêutica, 18,8% no grupo AC profilática, 22,8% no grupo AC terapêutica mais tocilizumabe e 28,4% no grupo AC profilática mais tocilizumabe [P=0,277]. A mortalidade por todas as causas no dia 30 foi significativamente menor no grupo AC terapêutica (9%) em comparação ao grupo AC profilática (29%) [razão de chances, 0,26; IC 95%, 0,1-0,64; P=0,003], ao grupo AC terapêutica mais tocilizumabe (22%) [razão de chances, 0,68; IC 95%, 0,33-1,4; P=0,295] e ao grupo AC profilática mais tocilizumabe (26%) [razão de chances, 0,86; IC 95%, 0,42-1,74; P=0,669], com P=0,02 para a comparação entre os grupos. Conclusões: neste ensaio clínico randomizado envolvendo pacientes brasileiros com a forma grave de COVID-19, a anticoagulação com heparina terapêutica resultou em melhora clínica em 30 dias de seguimento. Apesar do aumento da ocorrência de sangramento associado à AC terapêutica, a mortalidade foi menor. O tocilizumabe não apresentou benefícios adicionais à heparina em pacientes com COVID-19 |
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