Influência da fadiga da musculatura inversora e eversora do tornozelo nos testes funcionais de salto e no controle postural

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Borin, Gabriela
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-20102014-152215/
Resumo: A fadiga de músculos estabilizadores do tornozelo pode piorar o desempenho nas atividades funcionais e no controle postural. É necessário na prática clínica dispor de testes quantitativos que auxiliem na avaliação de possíveis déficits funcionais para proporcionar maior nível de evidência na tomada de decisões clínicas. Este estudo teve por objetivo avaliar o desempenho de pessoas saudáveis em testes funcionais de salto e de equilíbrio estático nas condições pré e pós fadiga dos músculos inversores e eversores do tornozelo. Foram avaliados 30 voluntários saudáveis, de ambos os gêneros com média de idade de 24,3 ± 2,0 (20 - 28) anos de idade, praticantes de atividade física de 2 a 3 vezes na semana e média 1,7 ± 0,6 (1-3) horas por dia. Foram realizados dois dias de avaliação, sendo um dia na condição sem fadiga e outro dia com fadiga dos músculos inversores e eversores do tornozelo. O intervalo mínimo entre os dias de avaliação foi de 48 horas. Os testes realizados foram a posturografia estática na plataforma de força (AMTI) em apoio bipodal olhos abertos e fechados e em apoio unipodal olhos abertos e os testes funcionais de salto (figura em oito, cruzado, lateral e quadrado). A fadiga foi induzida pela dinamometria isocinética (Byodex) nos músculos inversores e eversores de tornozelo com 30 repetições na velocidade de 120°/seg. Os dados obtidos foram tabulados e analisados no software estatístico SPSS, considerando o p <= 0,05. Os resultados demonstraram piora no desempenho dos testes funcionais e do controle postural em todas as condições, após indução de fadiga muscular. A fadiga prejudica a propriocepção e cinestesia da articulação do tornozelo pelo aumento do limiar de descarga do fuso muscular, diminuição da aferência e senso de alerta articular. Os testes funcionais de salto podem ser considerados úteis para a prática clínica, sendo ainda considerados de baixo custo
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