Ensaios acelerados de corrosão atmosférica de cobre por gás sulfídrico e ácido acético em câmara de fluxo contínuo de mistura de gases com baixos teores de poluentes.
| Ano de defesa: | 2000 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/tde-02092025-103514/ |
Resumo: | Atualmente, as normas usadas para avaliar materiais e componentes eletro-eletrônicos não tentam simular a realidade química de um determinado ambiente, mas sim, reproduzir o mecanismo de degradação dominante, e determinar quais são os fatores deaceleração do fenômeno corrosivo. Todavia, as normas a partir das quais se comercializam e avaliam os materiais e dispositivos eletro-eletrônicos, assim como as câmaras comerciais onde são desenvolvidos os testes, são estabelecidas porinstituições internacionais que se baseiam em realidades climáticas completamente diferentes daquelas do Brasil. Por exemplo, essas normas consideram que a probabilidade de se ter um ambiente real com 30\'GRAUS\'C e 80% de umidade relativa épraticamente nula, enquanto, no Brasil, essa é uma condição de exposição de equipamentos bastante comum. Além disso, as normas consideram somente a presença de poluentes inorgânicos nos ensaios, sendo que no Brasil as concentrações dos poluentesorgânicos são muito altas devido também ao uso do etanol como combustível automotivo. O objetivo deste trabalho foi construir uma câmara de ensaios acelerados de corrosão atmosférica com fluxo de mistura de gases poluentes (CÂMARA FMG) eempregá-la para avaliar o comportamento do cobre em correntes de ar contendo baixas concentrações de gás sulfídrico e ácido acético, simultaneamente. Primeiramente foram construídos dois protótipos da câmara nos quais foram realizados ensaios decorrosão de cobre em correntede ar, na ausência de poluentes, e na presença de 98 ppb (partes por bilhão em volume) de gás sulfídrico e 81 ppb de vapor de ácido acético. A avaliação quantitativa da corrosão foi feita usando a técnica da ReduçãoEletrolítica e foi proposta uma metodologia para análise estatística de dados obtidos em ensaios acelerados de corrosão atmosférica em reatores tubulares. ) Na CÂMARA FMG foram usadas maiores concentrações dos poluentes (201 ppb de gás sulfídrico e 207 ppb de ácido acético) e foram realizados ensaios com um poluente e com mistura de gás sulfídrico e ácido acético a diferentes níveis deumidade relativa. A além do uso da redução eletrolítica, foi usada a espectroscopia fotoeletrônica de raios-X. Também foram realizados ensaios eletroquímicos para avaliar a influência da concentração do ânion acetato e do nível de acidez nocomportamento anódico do cobre. A câmara construída permite usar até quatro poluentes, inorgânicos e orgânicos, simultaneamente. À diferença das câmaras comerciais existentes no mercado, o equipamento desenvolvido pode suportar tanto poluentesde natureza gasosa como poluentes líquidos voláteis, numa faixa de temperatura, umidade e concentração dos poluentes que podem permitir realizar testes de avaliação de componentes eletro-eletrônicos, desligados ou energizados, em atmosferas deensaio que representem mais adequadamente as condições climáticas encontradas das regiões tropicais. Os resultados obtidos mostraram que a inclusão de ácidoacético no ambiente contendo ar puro não afetou significativamente a corrosão do cobre,mas a velocidade de corrosão foi maior ao se adicionar ácido acético numa corrente poluída com gás sulfídrico. Também foi deduzido que na sulfetação do cobre se apresentam, simultaneamente, dois mecanismos de corrosão, um de naturezaeletroquímica e outro de natureza química, cujo predomínio depende do nível umidade relativa do sistema. Nos ensaios eletroquímicos foi observado que a concentração do íon acetato despolariza a reação de dissolução do cobre. |
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Ensaios acelerados de corrosão atmosférica de cobre por gás sulfídrico e ácido acético em câmara de fluxo contínuo de mistura de gases com baixos teores de poluentes.Untitled in englishAccelerated testingAtmospheric corrosionCobreCopperCorrosão atmosféricaEnsaios aceleradosAtualmente, as normas usadas para avaliar materiais e componentes eletro-eletrônicos não tentam simular a realidade química de um determinado ambiente, mas sim, reproduzir o mecanismo de degradação dominante, e determinar quais são os fatores deaceleração do fenômeno corrosivo. Todavia, as normas a partir das quais se comercializam e avaliam os materiais e dispositivos eletro-eletrônicos, assim como as câmaras comerciais onde são desenvolvidos os testes, são estabelecidas porinstituições internacionais que se baseiam em realidades climáticas completamente diferentes daquelas do Brasil. Por exemplo, essas normas consideram que a probabilidade de se ter um ambiente real com 30\'GRAUS\'C e 80% de umidade relativa épraticamente nula, enquanto, no Brasil, essa é uma condição de exposição de equipamentos bastante comum. Além disso, as normas consideram somente a presença de poluentes inorgânicos nos ensaios, sendo que no Brasil as concentrações dos poluentesorgânicos são muito altas devido também ao uso do etanol como combustível automotivo. O objetivo deste trabalho foi construir uma câmara de ensaios acelerados de corrosão atmosférica com fluxo de mistura de gases poluentes (CÂMARA FMG) eempregá-la para avaliar o comportamento do cobre em correntes de ar contendo baixas concentrações de gás sulfídrico e ácido acético, simultaneamente. Primeiramente foram construídos dois protótipos da câmara nos quais foram realizados ensaios decorrosão de cobre em correntede ar, na ausência de poluentes, e na presença de 98 ppb (partes por bilhão em volume) de gás sulfídrico e 81 ppb de vapor de ácido acético. A avaliação quantitativa da corrosão foi feita usando a técnica da ReduçãoEletrolítica e foi proposta uma metodologia para análise estatística de dados obtidos em ensaios acelerados de corrosão atmosférica em reatores tubulares. ) Na CÂMARA FMG foram usadas maiores concentrações dos poluentes (201 ppb de gás sulfídrico e 207 ppb de ácido acético) e foram realizados ensaios com um poluente e com mistura de gás sulfídrico e ácido acético a diferentes níveis deumidade relativa. A além do uso da redução eletrolítica, foi usada a espectroscopia fotoeletrônica de raios-X. Também foram realizados ensaios eletroquímicos para avaliar a influência da concentração do ânion acetato e do nível de acidez nocomportamento anódico do cobre. A câmara construída permite usar até quatro poluentes, inorgânicos e orgânicos, simultaneamente. À diferença das câmaras comerciais existentes no mercado, o equipamento desenvolvido pode suportar tanto poluentesde natureza gasosa como poluentes líquidos voláteis, numa faixa de temperatura, umidade e concentração dos poluentes que podem permitir realizar testes de avaliação de componentes eletro-eletrônicos, desligados ou energizados, em atmosferas deensaio que representem mais adequadamente as condições climáticas encontradas das regiões tropicais. Os resultados obtidos mostraram que a inclusão de ácidoacético no ambiente contendo ar puro não afetou significativamente a corrosão do cobre,mas a velocidade de corrosão foi maior ao se adicionar ácido acético numa corrente poluída com gás sulfídrico. Também foi deduzido que na sulfetação do cobre se apresentam, simultaneamente, dois mecanismos de corrosão, um de naturezaeletroquímica e outro de natureza química, cujo predomínio depende do nível umidade relativa do sistema. Nos ensaios eletroquímicos foi observado que a concentração do íon acetato despolariza a reação de dissolução do cobre.The aim of this work was to develop a Mixed Flowing Gas Chamber to perform atmospheric corrosion tests with low pollutants concentrations and use it for copper corrosion tests in hydrogen sulfide and acetic acid vapor environments. Thedevelopment of the MFG chamber was made in three stages: two prototypes and the final chamber. The first prototype was the simplest one and relative humidity level was intermittently measured. The second one used a dry bulb and wet bulbpsychrometer, but the devices were submersed in a hot water bath and the air was dried using a silica gel column. The MFG chamber used an inside chamber to control the test temperature by warm air, and used a zero air generator to obtain dry andclean air. Different pollutants concentrations (98 ppb / 201 ppb for hydrogen sulfide and 81 ppb / 207 ppb for acetic acid), different relative humidity levels (from 0% to 95%) and different exposure times (from 4 hours to 21 days) were used.The temperature was controlled fixed at 30\'DEGREE\'C. Electrolytic reduction was used to quantify and identify the corrosion products and X-ray photoelectronic spectroscopy was used to make some analyses. Electrochemical tests were also performedto study the influence of the acetate anion and of the acidity level on copper anodic polarization. Up to four different pollutants can be used in the developed MFG chamber, and they can be gases or volatile liquids. Thus, it is possible tostudy in a better way the influence of tropical environments on materials and it can support electric and electronic devices in operation. The results showed that the inclusion of acetic acid vapor in non polluted air stream did not change thecopper corrosion rate. But it did when acetic acid was added to air polluted with hydrogen sulfide. It was also noticed that there were two mechanisms for copper sulfidation, a chemical process and an electrochemical process taking place simultaneously. The relative humidity level influenced these two mechanisms in opposite ways,high relative humidity enhanced the electrochemical mechanism while the chemical one was inhibited. The electrochemical tests showed that acetate ion depolarized the copper dissolution reaction.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAoki, Idalina VieiraVilca Melendez, Hugo Antonio 2000-04-28info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/tde-02092025-103514/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-09-02T14:03:02Zoai:teses.usp.br:tde-02092025-103514Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-09-02T14:03:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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