| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58136/tde-09032026-104004/ |
Resumo: | Um dos maiores desafios na Implantodontia é controlar as alterações morfológicas e a reabsorção do rebordo alveolar após exodontias, para viabilizar a reabilitação com implantes osseointegráveis. Esse desafio é ainda maior em pacientes com doenças metabólicas, como o Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), onde a hiperglicemia compromete o equilíbrio da remodelação óssea. Nesse contexto, técnicas de preservação do rebordo alveolar com o uso de enxertos e membranas são frequentemente empregadas para minimizar a perda tecidual, com resultados promissores em pacientes saudáveis. Contudo, a eficácia da técnica em pacientes com metabolismo ósseo prejudicado ainda não está comprovada. Assim, o objetivo deste estudo clínico randomizado, foi avaliar a influência da preservação alveolar com enxerto xenógeno particulado associado à membrana reabsorvível de colágeno na manutenção das dimensões ósseas e no processo de cicatrização tecidual em pacientes com DM2 submetidos a exodontias de dentes unirradiculares. Como controle, foram utilizados alvéolos sem tratamento. Foram incluídos 9 alvéolos, randomizados em grupo Intervenção (n=4) e Controle (n=5). A espessura do rebordo alveolar foi avaliada por tomografia computadorizada de feixe cônico nos períodos pré-operatório e 3 meses pós-operatório. Como desfechos secundários, analisaram-se a altura e o volume ósseos, tempo cirúrgico, consumo anestésico, sangramento, cicatrização da ferida (Índice de Landry), dor (EVA) e a incidência de complicações pós-operatórias. A análise estatística foi realizada pelo teste de Mann Whitney U e coeficiente de Sørensen-Dice (p < 0,05). Não houve diferença estatisticamente significativa na espessura e altura ósseas entre os grupos (p = 0,730; p = 0,286, respectivamente); entretanto, observou-se tendência clínica favorável ao grupo intervenção, com média de +0,86 mm de espessura e +0,73 mm de altura, comparado a -0,12 e +0,18 mm do grupo Controle, respectivamente. O volume ósseo apresentou diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p = 0,032), com média de +4,42 mm³ no grupo intervenção e -9,8 mm³ no grupo Controle, indicando maior estabilidade tridimensional do rebordo quando a preservação alveolar foi empregada. O volume dos tecidos moles foi semelhante entre os grupos (p = 0,190), mas observou-se tendência clínica favorável ao grupo intervenção, com média de +2,9 mm³ comparado ao grupo Controle, onde foi identificada maior perda volumétrica (-8,52 mm³). A relação entre o comportamento volumétrico ósseo e tecidual foi analisada pelo coeficiente de Sørensen-Dice, que resultou em -0,78 no total da amostra, com valores de -0,41 no grupo intervenção e -1,49 no grupo Controle, indicando menor sensibilidade do colapso tecidual à remodelação óssea quando a preservação alveolar foi aplicada. Apesar da limitação da amostra, sugere se que a preservação alveolar com enxerto xenógeno e membrana de colágeno é clinicamente segura, bem tolerada e promove melhor cicatrização dos tecidos moles em pacientes com DM2. Além disso, demonstrou benefício significativo na manutenção do volume ósseo tridimensional e no aspecto cicatricial da ferida, sugerindo potencial impacto clínico na prevenção da reabsorção alveolar. Estudos com amostras maiores e seguimento prolongado são necessários para confirmar o potencial regenerativo da técnica nessa população. |
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Preservação do rebordo alveolar com enxerto xenógeno e membrana de colágeno em pacientes diabéticos: ensaio clínico piloto randomizadoAlveolar ridge preservation using xenogeneic graft associated with collagen membrane in diabetic patients: a randomized pilot clinical trialCoelho, Luiza ValeFerraz, Emanuela PradoBiomateriaisDiabetes Mellitus tipo 2Preservação do rebordo alveolarAlveolar ridge preservationBiomaterialsType 2 Diabetes MellitusUm dos maiores desafios na Implantodontia é controlar as alterações morfológicas e a reabsorção do rebordo alveolar após exodontias, para viabilizar a reabilitação com implantes osseointegráveis. Esse desafio é ainda maior em pacientes com doenças metabólicas, como o Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), onde a hiperglicemia compromete o equilíbrio da remodelação óssea. Nesse contexto, técnicas de preservação do rebordo alveolar com o uso de enxertos e membranas são frequentemente empregadas para minimizar a perda tecidual, com resultados promissores em pacientes saudáveis. Contudo, a eficácia da técnica em pacientes com metabolismo ósseo prejudicado ainda não está comprovada. Assim, o objetivo deste estudo clínico randomizado, foi avaliar a influência da preservação alveolar com enxerto xenógeno particulado associado à membrana reabsorvível de colágeno na manutenção das dimensões ósseas e no processo de cicatrização tecidual em pacientes com DM2 submetidos a exodontias de dentes unirradiculares. Como controle, foram utilizados alvéolos sem tratamento. Foram incluídos 9 alvéolos, randomizados em grupo Intervenção (n=4) e Controle (n=5). A espessura do rebordo alveolar foi avaliada por tomografia computadorizada de feixe cônico nos períodos pré-operatório e 3 meses pós-operatório. Como desfechos secundários, analisaram-se a altura e o volume ósseos, tempo cirúrgico, consumo anestésico, sangramento, cicatrização da ferida (Índice de Landry), dor (EVA) e a incidência de complicações pós-operatórias. A análise estatística foi realizada pelo teste de Mann Whitney U e coeficiente de Sørensen-Dice (p < 0,05). Não houve diferença estatisticamente significativa na espessura e altura ósseas entre os grupos (p = 0,730; p = 0,286, respectivamente); entretanto, observou-se tendência clínica favorável ao grupo intervenção, com média de +0,86 mm de espessura e +0,73 mm de altura, comparado a -0,12 e +0,18 mm do grupo Controle, respectivamente. O volume ósseo apresentou diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p = 0,032), com média de +4,42 mm³ no grupo intervenção e -9,8 mm³ no grupo Controle, indicando maior estabilidade tridimensional do rebordo quando a preservação alveolar foi empregada. O volume dos tecidos moles foi semelhante entre os grupos (p = 0,190), mas observou-se tendência clínica favorável ao grupo intervenção, com média de +2,9 mm³ comparado ao grupo Controle, onde foi identificada maior perda volumétrica (-8,52 mm³). A relação entre o comportamento volumétrico ósseo e tecidual foi analisada pelo coeficiente de Sørensen-Dice, que resultou em -0,78 no total da amostra, com valores de -0,41 no grupo intervenção e -1,49 no grupo Controle, indicando menor sensibilidade do colapso tecidual à remodelação óssea quando a preservação alveolar foi aplicada. Apesar da limitação da amostra, sugere se que a preservação alveolar com enxerto xenógeno e membrana de colágeno é clinicamente segura, bem tolerada e promove melhor cicatrização dos tecidos moles em pacientes com DM2. Além disso, demonstrou benefício significativo na manutenção do volume ósseo tridimensional e no aspecto cicatricial da ferida, sugerindo potencial impacto clínico na prevenção da reabsorção alveolar. Estudos com amostras maiores e seguimento prolongado são necessários para confirmar o potencial regenerativo da técnica nessa população.One of the greatest challenges in Implant Dentistry is controlling the morphological changes and alveolar ridge resorption following tooth extractions, in order to enable rehabilitation with osseointegrated implants. This challenge is even more pronounced in patients with metabolic diseases, such as Type 2 Diabetes Mellitus (T2DM), in whom hyperglycemia compromises the balance of bone remodeling. In this context, alveolar ridge preservation techniques using grafts and membranes are frequently employed to minimize tissue loss, showing promising results in healthy individuals. However, the effectiveness of such techniques in patients with impaired bone metabolism remains unproven. Thus, the aim of this randomized clinical pilot trial was to evaluate the influence of alveolar ridge preservation using particulate xenogeneic graft associated with a resorbable collagen membrane on the maintenance of bone dimensions and on the healing process in T2DM patients undergoing extractions of single-rooted teeth. Untreated sockets served as controls. A total of 9 sockets were included and randomized into an Intervention group (n = 4) and a Control group (n = 5). Alveolar ridge thickness was assessed using cone beam computed tomography in the preoperative period and at 3 months postoperatively. Secondary outcomes included bone height and volume, surgical time, anesthetic consumption, bleeding, wound healing (Landry Index), pain (VAS), and the incidence of postoperative complications. Statistical analyses were performed using the Mann-Whitney U test and Sørensen-Dice coefficient (p < 0.05). No statistically significant difference was observed between groups regarding bone thickness and height (p = 0.730; p = 0.286, respectively); however, a clinically favorable trend was observed for the Intervention group, with mean increases of +0.86 mm in thickness and +0.73 mm in height, compared with -0.12 mm and +0.18 mm in the Control group, respectively. Bone volume showed a statistically significant difference between the groups (p = 0.032), with a mean increase of +4.42 mm³ in the Intervention group and a mean loss of -9.8 mm³ in the Control group, indicating superior three-dimensional ridge stability when alveolar preservation was performed. Soft tissue volume was similar between groups (p = 0.190), but a clinically favorable trend was noted in the Intervention group, with a mean of +2.9 mm³ compared to the Control group, which exhibited greater volumetric loss (-8.52 mm³). The relationship between hard- and soft-tissue volumetric behavior was assessed using the Sørensen-Dice coefficient, yielding -0.78 for the total sample, -0.41 for the Intervention group, and -1.49 for the Control group, indicating reduced sensitivity of soft tissue collapse to bone remodeling when preservation was employed. Despite the limited sample size, the findings suggest that alveolar ridge preservation using xenogeneic graft and collagen membrane is clinically safe, well tolerated, and promotes improved soft tissue healing in T2DM patients. Furthermore, it demonstrated significant benefit in maintaining three-dimensional bone volume and wound healing characteristics, suggesting potential clinical impact in preventing alveolar resorption. Larger studies with extended follow-up are required to confirm the regenerative potential of this technique in this patient population.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloFaculdade de Odontologia de Ribeirão Preto2026-05-132026-05-14T09:04:03Z2025-12-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58136/tde-09032026-104004/10.11606/D.58.2025.tde-09032026-104004tde-09032026-104004Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPMestradomastersUniversidade de São PauloBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-05-14T09:04:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)falseoai:teses.usp.br:tde-09032026-104004 |
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Um dos maiores desafios na Implantodontia é controlar as alterações morfológicas e a reabsorção do rebordo alveolar após exodontias, para viabilizar a reabilitação com implantes osseointegráveis. Esse desafio é ainda maior em pacientes com doenças metabólicas, como o Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), onde a hiperglicemia compromete o equilíbrio da remodelação óssea. Nesse contexto, técnicas de preservação do rebordo alveolar com o uso de enxertos e membranas são frequentemente empregadas para minimizar a perda tecidual, com resultados promissores em pacientes saudáveis. Contudo, a eficácia da técnica em pacientes com metabolismo ósseo prejudicado ainda não está comprovada. Assim, o objetivo deste estudo clínico randomizado, foi avaliar a influência da preservação alveolar com enxerto xenógeno particulado associado à membrana reabsorvível de colágeno na manutenção das dimensões ósseas e no processo de cicatrização tecidual em pacientes com DM2 submetidos a exodontias de dentes unirradiculares. Como controle, foram utilizados alvéolos sem tratamento. Foram incluídos 9 alvéolos, randomizados em grupo Intervenção (n=4) e Controle (n=5). A espessura do rebordo alveolar foi avaliada por tomografia computadorizada de feixe cônico nos períodos pré-operatório e 3 meses pós-operatório. Como desfechos secundários, analisaram-se a altura e o volume ósseos, tempo cirúrgico, consumo anestésico, sangramento, cicatrização da ferida (Índice de Landry), dor (EVA) e a incidência de complicações pós-operatórias. A análise estatística foi realizada pelo teste de Mann Whitney U e coeficiente de Sørensen-Dice (p < 0,05). Não houve diferença estatisticamente significativa na espessura e altura ósseas entre os grupos (p = 0,730; p = 0,286, respectivamente); entretanto, observou-se tendência clínica favorável ao grupo intervenção, com média de +0,86 mm de espessura e +0,73 mm de altura, comparado a -0,12 e +0,18 mm do grupo Controle, respectivamente. O volume ósseo apresentou diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p = 0,032), com média de +4,42 mm³ no grupo intervenção e -9,8 mm³ no grupo Controle, indicando maior estabilidade tridimensional do rebordo quando a preservação alveolar foi empregada. O volume dos tecidos moles foi semelhante entre os grupos (p = 0,190), mas observou-se tendência clínica favorável ao grupo intervenção, com média de +2,9 mm³ comparado ao grupo Controle, onde foi identificada maior perda volumétrica (-8,52 mm³). A relação entre o comportamento volumétrico ósseo e tecidual foi analisada pelo coeficiente de Sørensen-Dice, que resultou em -0,78 no total da amostra, com valores de -0,41 no grupo intervenção e -1,49 no grupo Controle, indicando menor sensibilidade do colapso tecidual à remodelação óssea quando a preservação alveolar foi aplicada. Apesar da limitação da amostra, sugere se que a preservação alveolar com enxerto xenógeno e membrana de colágeno é clinicamente segura, bem tolerada e promove melhor cicatrização dos tecidos moles em pacientes com DM2. Além disso, demonstrou benefício significativo na manutenção do volume ósseo tridimensional e no aspecto cicatricial da ferida, sugerindo potencial impacto clínico na prevenção da reabsorção alveolar. Estudos com amostras maiores e seguimento prolongado são necessários para confirmar o potencial regenerativo da técnica nessa população. |
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