Determinação da tensão interfacial entre materiais poliméricos através de medidas reológicas.
| Ano de defesa: | 1999 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo Escola Politécnica |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-08052026-075926/ |
Resumo: | Neste trabalho, a determinação da tensão interfacial da blenda polimérica polipropileno/poliestireno (PP/PS) através de medidas reológicas foi estudada. Ensaios reológicos de cisalhamento oscilatório de baixas amplitudes (tensão de cisalhamento (\'sigma\') e deformação (\'gama\')), foram realizados utilizando-se um reômetro rotacional de tensão controlada. O comportamento dinâmico de viscoelasticidade linear da blenda PP/PS, obtido nos ensaios reológicos, foi comparado à modelos teóricos que prevêem o comportamento de blendas poliméricas sob moderados fluxos de cisalhamento. Estes modelos teóricos relacionam a morfologia da blenda, a tensão interfacial entre os polímeros da blenda e as viscosidades dos polímeros da blenda com a resposta dinâmica das blendas sob fluxo de cisalhamento. Utilizando estes modelos e os resultados experimentais da caracterização morfológica da blenda, foi possível inferir a tensão interfacial entre PP e PS a partir da resposta reológica desta blenda submetida à cisalhamento oscilatório de baixas amplitudes. O resultado da tensão interfacial entre PP e PS, obtido por medidas reológicas, foi comparado ao valor da tensão interfacial da blenda PP/PS utilizando-se o método da gota pendente. Os resultados mostraram uma boa concordância para uma faixa de temperatura de 190 a \'240 GRAUS\'C. A influência da adição dos compatibilizantes Kraton D (SBS) e G (SEBS) na morfologia e tensão interfacial da blenda PP/PS também foi estudada. A morfologiadas blendas PP/PS compatibilizadas foi caracterizada por microscopia eletrônica de varredura. A tensão interfacial na blenda PP/PS compatibilizada foi calculada através de medidas reológicas. A eficiência dos compatibilizantes Kraton D (SBS) e G (SEBS) na compatibilização da blenda PP/PS foi avaliada através da diminuição do tamanho médio da fase dispersa. O Kraton G (SEBS) mostrou-se mais eficiente na compatibilização da blenda PP/PS do que o Kraton D ) (SBS). Houve uma diminuição no tamanho da fase dispersa e na tensão interfacial da blenda PP/PS muito mais pronunciada para a compatibilização com Kraton G (SEBS) do que para a compatibilização com Kraton D (SBS). |
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Neste trabalho, a determinação da tensão interfacial da blenda polimérica polipropileno/poliestireno (PP/PS) através de medidas reológicas foi estudada. Ensaios reológicos de cisalhamento oscilatório de baixas amplitudes (tensão de cisalhamento (\'sigma\') e deformação (\'gama\')), foram realizados utilizando-se um reômetro rotacional de tensão controlada. O comportamento dinâmico de viscoelasticidade linear da blenda PP/PS, obtido nos ensaios reológicos, foi comparado à modelos teóricos que prevêem o comportamento de blendas poliméricas sob moderados fluxos de cisalhamento. Estes modelos teóricos relacionam a morfologia da blenda, a tensão interfacial entre os polímeros da blenda e as viscosidades dos polímeros da blenda com a resposta dinâmica das blendas sob fluxo de cisalhamento. Utilizando estes modelos e os resultados experimentais da caracterização morfológica da blenda, foi possível inferir a tensão interfacial entre PP e PS a partir da resposta reológica desta blenda submetida à cisalhamento oscilatório de baixas amplitudes. O resultado da tensão interfacial entre PP e PS, obtido por medidas reológicas, foi comparado ao valor da tensão interfacial da blenda PP/PS utilizando-se o método da gota pendente. Os resultados mostraram uma boa concordância para uma faixa de temperatura de 190 a \'240 GRAUS\'C. A influência da adição dos compatibilizantes Kraton D (SBS) e G (SEBS) na morfologia e tensão interfacial da blenda PP/PS também foi estudada. A morfologiadas blendas PP/PS compatibilizadas foi caracterizada por microscopia eletrônica de varredura. A tensão interfacial na blenda PP/PS compatibilizada foi calculada através de medidas reológicas. A eficiência dos compatibilizantes Kraton D (SBS) e G (SEBS) na compatibilização da blenda PP/PS foi avaliada através da diminuição do tamanho médio da fase dispersa. O Kraton G (SEBS) mostrou-se mais eficiente na compatibilização da blenda PP/PS do que o Kraton D ) (SBS). Houve uma diminuição no tamanho da fase dispersa e na tensão interfacial da blenda PP/PS muito mais pronunciada para a compatibilização com Kraton G (SEBS) do que para a compatibilização com Kraton D (SBS). |
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