| Ano de defesa: | 2026 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | eng |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo Escola de Educação Física e Esporte |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39135/tde-11052026-074024/ |
Resumo: | Em dois projetos, esta tese examinou as relações entre a cinética derivada de avaliações laboratoriais e o desempenho em ações de alta intensidade específicas do basquetebol, bem como a extensão em que as melhorias nas métricas laboratoriais se transferem para métricas taticamente relevantes em quadra entre jogadores de basquetebol universitários do sexo masculino e feminino. O Projeto 1 utilizou um delineamento transversal com uma equipe masculina da Divisão 1 da NCAA (N = 15), uma equipe masculina da NAIA (N = 12) e uma equipe feminina da NAIA (N = 13) para identificar as relações entre a cinética do salto com contramovimento (CMJ) e a capacidade de aceleração-desaceleração (ADA), e entre a cinética do salto com contramovimento lateral (LCMJ) e o desempenho em deslocamentos laterais. A altura do CMJ apresentou forte associação com a velocidade de aproximação (r - 0,83, p<0,001) e foi a única variável do CMJ correlacionada com a desaceleração média (r = -0,59, p<0,001). Quando a massa corporal foi considerada no desempenho da desaceleração por meio do impulso de frenagem horizontal, a força de frenagem relativa (r = -0,51, p=0,002) tomou-se um correlato significante, além da altura do CMJ (r = -0,65, p<0,001), indicando que os preditores diferem dependendo do construto de desaceleração de interesse e que a força de frenagem do CMJ pode se tomar mais relevante quando o momento total precisa ser dissipado. No LCMJ, a força lateral relativa direita apresentou correlação significante com todas as métricas de deslocamento lateral, incluindo esquerda (r = -0,46, p=0,007), direita (r = -0,46, p=0,006) e tempo médio de deslocamento lateral de 5 metros (r = -0,47, p=0,005). O Projeto 2 implementou um delineamento de medidas repetidas em grupos paralelos com as duas equipes da NAIA (N = 25) para examinar como uma intervenção randomizada de treinamento de força de seis semanas, treinamento de força e pliometria (SF) versus apenas força (F), influenciou a transferência de mudanças observadas em avaliações laboratoriais para exercícios padronizados em quadra, medidos com um sistema de posicionamento local de 20 Hz. Os resultados do modelo misto revelaram efeitos do tempo em todos os exercícios: salto com contramovimento (CMJ), salto lateral com contramovimento (LCMJ), aceleração lateral (ADA), deslocamento lateral de 5 metros e exercícios selecionados em quadra. No entanto, apenas no SF os intervalos de confiança não cruzaram o zero, e as mudanças do delta excederam a mudança mínima detectável para a cinética de frenagem do CMJ, o desempenho de desaceleração da ADA e métricas selecionadas de desaceleração em quadra. Embora efeitos semelhantes do tempo tenham sido observados para as medidas de deslocamento lateral, a magnitude da resposta foi menosrobusta nas avaliações laboratoriais, e a confiabilidade entre repetições para a aceleração lateral em quadra foi baixa. Em resumo, nossos resultados demonstram que a cinética do CMJ e do LCMJ estão significantemente associadas ao desempenho em ações de alta intensidade específicas do basquetebol, embora a maioria dessas associações seja moderada. Além disso, o treinamento de força pode resultar em maiores adaptações na cinética de frenagem no CMJ e no desempenho de desaceleração, tanto em laboratório quanto em quadra. Notavelmente, nosso método de análise das ações em quadra foi sensível o suficiente para detectar mudanças ao longo do tempo e entre os grupos. Contudo, não observamos resultados igualmente robustos para o desempenho no deslocamento lateral, indicando que treinamento adicional pode ser necessário para desenvolver a capacidade de aceleração lateral. A baixa confiabilidade entre repetições da aceleração lateral também deve ser considerada |
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Determining the relationship and transfer between laboratory assessments and on-court performance amongst male and female Collegiate Basketball playersDeterminando a relação e a transferência entre avaliações laboratoriais e o desempenho em quadra entre jogadores de basquete universitários do sexo masculino e femininoRauch, Jacob TylerTricoli, Valmor Alberto AugustoTreinamento de forçaSalto com contramovimentoExercícios pliométricosDeslocamento lateralDesaceleraçãoAceleraçãoDecelerationCountermovement jumpPlyometric exercisesShuffle, Strength trainingAccelerationEm dois projetos, esta tese examinou as relações entre a cinética derivada de avaliações laboratoriais e o desempenho em ações de alta intensidade específicas do basquetebol, bem como a extensão em que as melhorias nas métricas laboratoriais se transferem para métricas taticamente relevantes em quadra entre jogadores de basquetebol universitários do sexo masculino e feminino. O Projeto 1 utilizou um delineamento transversal com uma equipe masculina da Divisão 1 da NCAA (N = 15), uma equipe masculina da NAIA (N = 12) e uma equipe feminina da NAIA (N = 13) para identificar as relações entre a cinética do salto com contramovimento (CMJ) e a capacidade de aceleração-desaceleração (ADA), e entre a cinética do salto com contramovimento lateral (LCMJ) e o desempenho em deslocamentos laterais. A altura do CMJ apresentou forte associação com a velocidade de aproximação (r - 0,83, p<0,001) e foi a única variável do CMJ correlacionada com a desaceleração média (r = -0,59, p<0,001). Quando a massa corporal foi considerada no desempenho da desaceleração por meio do impulso de frenagem horizontal, a força de frenagem relativa (r = -0,51, p=0,002) tomou-se um correlato significante, além da altura do CMJ (r = -0,65, p<0,001), indicando que os preditores diferem dependendo do construto de desaceleração de interesse e que a força de frenagem do CMJ pode se tomar mais relevante quando o momento total precisa ser dissipado. No LCMJ, a força lateral relativa direita apresentou correlação significante com todas as métricas de deslocamento lateral, incluindo esquerda (r = -0,46, p=0,007), direita (r = -0,46, p=0,006) e tempo médio de deslocamento lateral de 5 metros (r = -0,47, p=0,005). O Projeto 2 implementou um delineamento de medidas repetidas em grupos paralelos com as duas equipes da NAIA (N = 25) para examinar como uma intervenção randomizada de treinamento de força de seis semanas, treinamento de força e pliometria (SF) versus apenas força (F), influenciou a transferência de mudanças observadas em avaliações laboratoriais para exercícios padronizados em quadra, medidos com um sistema de posicionamento local de 20 Hz. Os resultados do modelo misto revelaram efeitos do tempo em todos os exercícios: salto com contramovimento (CMJ), salto lateral com contramovimento (LCMJ), aceleração lateral (ADA), deslocamento lateral de 5 metros e exercícios selecionados em quadra. No entanto, apenas no SF os intervalos de confiança não cruzaram o zero, e as mudanças do delta excederam a mudança mínima detectável para a cinética de frenagem do CMJ, o desempenho de desaceleração da ADA e métricas selecionadas de desaceleração em quadra. Embora efeitos semelhantes do tempo tenham sido observados para as medidas de deslocamento lateral, a magnitude da resposta foi menosrobusta nas avaliações laboratoriais, e a confiabilidade entre repetições para a aceleração lateral em quadra foi baixa. Em resumo, nossos resultados demonstram que a cinética do CMJ e do LCMJ estão significantemente associadas ao desempenho em ações de alta intensidade específicas do basquetebol, embora a maioria dessas associações seja moderada. Além disso, o treinamento de força pode resultar em maiores adaptações na cinética de frenagem no CMJ e no desempenho de desaceleração, tanto em laboratório quanto em quadra. Notavelmente, nosso método de análise das ações em quadra foi sensível o suficiente para detectar mudanças ao longo do tempo e entre os grupos. Contudo, não observamos resultados igualmente robustos para o desempenho no deslocamento lateral, indicando que treinamento adicional pode ser necessário para desenvolver a capacidade de aceleração lateral. A baixa confiabilidade entre repetições da aceleração lateral também deve ser consideradaAcross two projects, this dissertation examined the relationships between kinetics derived from laboratory assessments and performance in basketball-specific high-intensity actions, as well as the extent to which improvements in laboratory metrics transfer to tactically relevant on-court metrics among male and female collegiate basketball players. Project 1 used a cross sectional design across one NCAA Division 1 Mens team (N = 15), one NAIA Mens team (N = 12), and one NAIA Womens team (N = 13) to identify the relationships between countermovement jump (CMJ) kinetics and accelerationdeceleration ability (ADA), and between lateral countermovement jump (LCMJ) kinetics and lateral shuffling performance. CMJ height was strongly associated with approach velocity (r = 0.83, p<0.001) and was the only CMJ variable correlated with average deceleration (r = -0.59, p<0.001). When mass was considered in deceleration performance through horizontal braking impulse, relative braking force (r = -0.51, p=0.002) became a significant correlate in addition to CMJ height (r = -0.65, p<0.001), indicating that predictors differ depending on the deceleration construct of interest, and that CMJ braking force may become more relevant when total momentum must be dissipated. In the LCMJ, right relative lateral force was significantly correlated with all shuffling metrics, including left (r = -0.46, p=0.007), right (r = -0.46, p=0.006), and average 5- meter shuffle time (r = -0.47, p=0.005). Project 2 implemented a parallel group, repeated measures design with the two NAIA teams (N = 25) to examine how a six-week randomized resistance training intervention, strength and plyometric training (SP) versus strength only (S), influenced the transfer from changes in laboratory assessments to standardized on-court drills measured with a 20 Hz local positioning system. Mixed model results revealed time effects across the CMJ, LCMJ, ADA, 5-meter shuffle, and select on-court drills. However, only in SP did the confidence intervals not intersect zero, and the delta changes exceeded the minimal detectable change for CMJ braking kinetics, ADA deceleration performance, and select on-court deceleration metrics. Although similar time effects were observed for lateral measures, the magnitude of response was less robust in laboratory assessments, and rep to rep reliability for lateral acceleration on-court was poor. In summary, our results demonstrate that kinetics from the CMJ and LCMJ are significantly associated with performance in basketball-specific high-intensity actions, although most of these associations are moderate. Furthermore, SP training may result in greater adaptations in braking kinetics in the CMJ and deceleration performance in both laboratory and on-court environments. Most notably, our method for analyzing on-court actions was sensitive enough to detect changes over time and between groups. Nevertheless, we did not observe equally robust findings for lateral performance, indicating that additional training may be required to develop lateral outputs. The low rep-to- rep reliability of lateral acceleration should also be acknowledgedBiblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloEscola de Educação Física e Esporte2026-05-122026-05-12T15:42:02Z2026-02-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39135/tde-11052026-074024/10.11606/T.39.2026.tde-11052026-074024tde-11052026-074024Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessengreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPDoutoradodoctoralUniversidade de São PauloBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-05-12T15:42:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)falseoai:teses.usp.br:tde-11052026-074024 |
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Em dois projetos, esta tese examinou as relações entre a cinética derivada de avaliações laboratoriais e o desempenho em ações de alta intensidade específicas do basquetebol, bem como a extensão em que as melhorias nas métricas laboratoriais se transferem para métricas taticamente relevantes em quadra entre jogadores de basquetebol universitários do sexo masculino e feminino. O Projeto 1 utilizou um delineamento transversal com uma equipe masculina da Divisão 1 da NCAA (N = 15), uma equipe masculina da NAIA (N = 12) e uma equipe feminina da NAIA (N = 13) para identificar as relações entre a cinética do salto com contramovimento (CMJ) e a capacidade de aceleração-desaceleração (ADA), e entre a cinética do salto com contramovimento lateral (LCMJ) e o desempenho em deslocamentos laterais. A altura do CMJ apresentou forte associação com a velocidade de aproximação (r - 0,83, p<0,001) e foi a única variável do CMJ correlacionada com a desaceleração média (r = -0,59, p<0,001). Quando a massa corporal foi considerada no desempenho da desaceleração por meio do impulso de frenagem horizontal, a força de frenagem relativa (r = -0,51, p=0,002) tomou-se um correlato significante, além da altura do CMJ (r = -0,65, p<0,001), indicando que os preditores diferem dependendo do construto de desaceleração de interesse e que a força de frenagem do CMJ pode se tomar mais relevante quando o momento total precisa ser dissipado. No LCMJ, a força lateral relativa direita apresentou correlação significante com todas as métricas de deslocamento lateral, incluindo esquerda (r = -0,46, p=0,007), direita (r = -0,46, p=0,006) e tempo médio de deslocamento lateral de 5 metros (r = -0,47, p=0,005). O Projeto 2 implementou um delineamento de medidas repetidas em grupos paralelos com as duas equipes da NAIA (N = 25) para examinar como uma intervenção randomizada de treinamento de força de seis semanas, treinamento de força e pliometria (SF) versus apenas força (F), influenciou a transferência de mudanças observadas em avaliações laboratoriais para exercícios padronizados em quadra, medidos com um sistema de posicionamento local de 20 Hz. Os resultados do modelo misto revelaram efeitos do tempo em todos os exercícios: salto com contramovimento (CMJ), salto lateral com contramovimento (LCMJ), aceleração lateral (ADA), deslocamento lateral de 5 metros e exercícios selecionados em quadra. No entanto, apenas no SF os intervalos de confiança não cruzaram o zero, e as mudanças do delta excederam a mudança mínima detectável para a cinética de frenagem do CMJ, o desempenho de desaceleração da ADA e métricas selecionadas de desaceleração em quadra. Embora efeitos semelhantes do tempo tenham sido observados para as medidas de deslocamento lateral, a magnitude da resposta foi menosrobusta nas avaliações laboratoriais, e a confiabilidade entre repetições para a aceleração lateral em quadra foi baixa. Em resumo, nossos resultados demonstram que a cinética do CMJ e do LCMJ estão significantemente associadas ao desempenho em ações de alta intensidade específicas do basquetebol, embora a maioria dessas associações seja moderada. Além disso, o treinamento de força pode resultar em maiores adaptações na cinética de frenagem no CMJ e no desempenho de desaceleração, tanto em laboratório quanto em quadra. Notavelmente, nosso método de análise das ações em quadra foi sensível o suficiente para detectar mudanças ao longo do tempo e entre os grupos. Contudo, não observamos resultados igualmente robustos para o desempenho no deslocamento lateral, indicando que treinamento adicional pode ser necessário para desenvolver a capacidade de aceleração lateral. A baixa confiabilidade entre repetições da aceleração lateral também deve ser considerada |
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