Neurodireitos: privacidade mental, novas neurotecnologias e regulação jurídica
| Ano de defesa: | 2025 |
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Resumo: | O presente estudo investiga as implicações éticas, jurídicas e regulatórias do avanço das neurotecnologias, em especial das interfaces cérebro-computador (BCIs), sistemas de neuromodulação e decodificação neural, tendo em vista a proteção da autonomia mental e da privacidade cognitiva. A pesquisa adota uma revisão narrativa e análise comparada de legislações e propostas normativas em diferentes países, com destaque para o pioneirismo do Chile na constitucionalização dos chamados neurodireitos. Esses direitos emergentes são analisados em cinco categorias principais: identidade pessoal, livre-arbítrio, privacidade mental, acesso equitativo ao aprimoramento e proteção contra vieses algorítmicos. O trabalho examina os fundamentos da liberdade cognitiva, os riscos do uso não regulamentado dos neurodados e os desafios impostos pela coleta, processamento e comercialização de informações neurais em contextos médicos, comerciais e securitários. Avaliam-se três modelos normativos: criação de novos direitos, adaptação de direitos humanos já existentes e reforço do arcabouço jurídico vigente com regulamentações específicas. A pesquisa aponta que a consolidação dos neurodireitos exige abordagem interdisciplinar, articulação internacional e instrumentos legais como o habeas cogitationem, capazes de resguardar a integridade psicológica, diante de ameaças como o brainjacking e a mineração neural. Conclui que os neurodireitos configuram uma resposta normativa relevante, ainda em construção, para lidar com os impactos das neurotecnologias na saúde pública, na justiça e na proteção dos direitos fundamentais, demandando um equilíbrio entre inovação tecnológica e garantias éticas e jurídicas universais. |
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Moreira, Alex da SilvaDias, Maria Clara MarquesLopes Junior, Dalmir JoséAndrade, Pedro Fior Mota deVilaça, Murilo MarianoVilaça, Murilo Mariano2026-01-09T01:28:33Z2025MOREIRA, Alex da Silva. Neurodireitos: privacidade mental, novas neurotecnologias e regulação jurídica. 2025. 79 f. Dissertação (Mestrado em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2025.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/74503O presente estudo investiga as implicações éticas, jurídicas e regulatórias do avanço das neurotecnologias, em especial das interfaces cérebro-computador (BCIs), sistemas de neuromodulação e decodificação neural, tendo em vista a proteção da autonomia mental e da privacidade cognitiva. A pesquisa adota uma revisão narrativa e análise comparada de legislações e propostas normativas em diferentes países, com destaque para o pioneirismo do Chile na constitucionalização dos chamados neurodireitos. Esses direitos emergentes são analisados em cinco categorias principais: identidade pessoal, livre-arbítrio, privacidade mental, acesso equitativo ao aprimoramento e proteção contra vieses algorítmicos. O trabalho examina os fundamentos da liberdade cognitiva, os riscos do uso não regulamentado dos neurodados e os desafios impostos pela coleta, processamento e comercialização de informações neurais em contextos médicos, comerciais e securitários. Avaliam-se três modelos normativos: criação de novos direitos, adaptação de direitos humanos já existentes e reforço do arcabouço jurídico vigente com regulamentações específicas. A pesquisa aponta que a consolidação dos neurodireitos exige abordagem interdisciplinar, articulação internacional e instrumentos legais como o habeas cogitationem, capazes de resguardar a integridade psicológica, diante de ameaças como o brainjacking e a mineração neural. Conclui que os neurodireitos configuram uma resposta normativa relevante, ainda em construção, para lidar com os impactos das neurotecnologias na saúde pública, na justiça e na proteção dos direitos fundamentais, demandando um equilíbrio entre inovação tecnológica e garantias éticas e jurídicas universais.This study investigates the ethical, legal, and regulatory implications of the advancement of neurotechnologies, particularly brain-computer interfaces (BCIs), neuromodulation systems, and neural decoding, with a focus on protecting mental autonomy and cognitive privacy. The research adopts a narrative review and a comparative analysis of legislation and normative proposals across different countries, highlighting Chile’s pioneering role in the constitutionalization of so-called neurorights. These emerging rights are analyzed under five main categories: personal identity, free will, mental privacy, equitable access to enhancement, and protection against algorithmic biases. The work examines the foundations of cognitive liberty, the risks of unregulated use of neurodata, and the challenges posed by the collection, processing, and commercialization of neural information in medical, commercial, and security contexts. Three normative models are evaluated: the creation of new rights, the adaptation of existing human rights, and the reinforcement of the current legal framework through specific regulations. The research argues that the consolidation of neurorights requires an interdisciplinary approach, international coordination, and legal instruments such as habeas cogitationem, capable of safeguarding psychological integrity in the face of threats like brainjacking and neural mining. It concludes that neurorights represent a relevant, though still evolving, normative response to the impacts of neurotechnologies on public health, justice, and the protection of fundamental rights, demanding a balance between technological innovation and universal ethical and legal safeguards.Fundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porNeurodireitosNeurotecnologiaPrivacidade MentalInterfaces Cérebro-ComputadorRegulação GovernamentalNeurorightsNeurotechnologyMental PrivacyBrain-Computer InterfacesGovernment RegulationInovação TecnológicaInterfaces Cérebro-ComputadoréticaRegulamentação GovernamentalNeurorightsNeurotechnologyMental PrivacyBrain-Computer InterfacesGovernment RegulationNeurodireitos: privacidade mental, novas neurotecnologias e regulação jurídicainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2025-08-07Escola Nacional de Saúde Pública Sergio AroucaFundação Oswaldo CruzMestrado AcadêmicoRio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Bioética Ética Aplicada e Saúde Coletivainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Fiocruz (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/c095f2dc-c3d2-40cd-90f2-5492b09dcec5/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALalex_silva_moreira_ensp_mest_2025.pdfapplication/pdf958456https://arca.fiocruz.br/bitstreams/17267a12-23c8-4a58-8728-97a78c559aae/download87803177ea82566f3ba485e1b8adfac3MD52trueAnonymousREADTEXTalex_silva_moreira_ensp_mest_2025.pdf.txtalex_silva_moreira_ensp_mest_2025.pdf.txtExtracted texttext/plain103014https://arca.fiocruz.br/bitstreams/c3fa72d2-e07a-4719-bf84-099673ea98dd/download0fb5f1eddf090ea9decc8d2b423814c5MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILalex_silva_moreira_ensp_mest_2025.pdf.jpgalex_silva_moreira_ensp_mest_2025.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg15137https://arca.fiocruz.br/bitstreams/5ccc101d-1e86-4ae3-a3bc-6505b211cff0/downloadc281d7c56428b7a13a828dbfde6519c2MD54falseAnonymousREADicict/745032026-01-09 03:06:33.539open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/74503https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352026-01-09T06:06:33Repositório Institucional da Fiocruz (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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