O mito da supremacia do consentimento: o mecanismo de pluralidade de bases legais da LGPD
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/36361 |
Resumo: | O consentimento é uma das figuras mais complexas e desafiadoras da disciplina de proteção de dados – ao mesmo tempo em que parece conceder controle ao titular dos dados pessoais para que determine como seus dados serão utilizados, pode, na realidade, se revelar como um mecanismo vazio, incapaz de cumprir com essa promessa de controle e insuficiente para garantir a proteção dos direitos fundamentais do titular e o atendimento dos princípios de proteção de dados. Tendo como ponto de partida algumas interpretações que apontam para uma suposta supremacia do consentimento, o presente trabalho buscou identificar os principais aspectos que estruturam a disciplina de proteção de dados no Brasil, passando pela localização histórica da figura do consentimento associado ao tratamento de dados pessoais, para, então, esmiuçar a sistemática de pluralidade de bases legais que sustenta a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – “LGPD”). Como resultado, o estudo conduzido ao longo do trabalho defende que a pluralidade de bases legais é a principal inovação trazida pela LGPD, sendo essencial para acomodação de modelos de negócio inovadores, ao mesmo tempo em que garante a proteção dos titulares dos dados pessoais envolvidos. Do ponto de vista prático, o trabalho sugere um framework para avaliação da possibilidade de utilização do consentimento, de modo que eventual escolha por esta base legal seja fundamentada exclusivamente no contexto do tratamento de dados a ser conduzido, e não em uma suposta ideia de maior proteção dos titulares de dados pessoais. |
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Souza, Felipe Gabriades deEscolas::DIREITO SPKlafke, Guilherme FormaLuccas, Victor NóbregaLiguori Filho, Carlos AugustoSilva, Alexandre Pacheco da2025-01-20T12:19:24Z2025-01-20T12:19:24Zhttps://hdl.handle.net/10438/36361O consentimento é uma das figuras mais complexas e desafiadoras da disciplina de proteção de dados – ao mesmo tempo em que parece conceder controle ao titular dos dados pessoais para que determine como seus dados serão utilizados, pode, na realidade, se revelar como um mecanismo vazio, incapaz de cumprir com essa promessa de controle e insuficiente para garantir a proteção dos direitos fundamentais do titular e o atendimento dos princípios de proteção de dados. Tendo como ponto de partida algumas interpretações que apontam para uma suposta supremacia do consentimento, o presente trabalho buscou identificar os principais aspectos que estruturam a disciplina de proteção de dados no Brasil, passando pela localização histórica da figura do consentimento associado ao tratamento de dados pessoais, para, então, esmiuçar a sistemática de pluralidade de bases legais que sustenta a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – “LGPD”). Como resultado, o estudo conduzido ao longo do trabalho defende que a pluralidade de bases legais é a principal inovação trazida pela LGPD, sendo essencial para acomodação de modelos de negócio inovadores, ao mesmo tempo em que garante a proteção dos titulares dos dados pessoais envolvidos. Do ponto de vista prático, o trabalho sugere um framework para avaliação da possibilidade de utilização do consentimento, de modo que eventual escolha por esta base legal seja fundamentada exclusivamente no contexto do tratamento de dados a ser conduzido, e não em uma suposta ideia de maior proteção dos titulares de dados pessoais.Consent is one of the most complex and challenging aspects of data protection law. While it appears to grant control to the data subject, allowing them to determine how their personal data will be used, it may turn out to be an empty mechanism, incapable of fulfilling this promise of control and insufficient to ensure the protection of the data subject's fundamental rights and the observance of data protection principles. Starting from certain interpretations that suggest the supposed supremacy of consent, this study aimed to identify the main aspects that structure data protection law in Brazil. It explores the historical positioning of consent in relation to personal data processing and then delves into the pluralistic framework of legal bases that underpins Law No. 13.709/2018 (Brazilian General Data Protection Law – “LGPD”). The study conducted throughout this work argues that the plurality of legal bases is the primary innovation brought by the LGPD, being essential to accommodate innovative business models while ensuring the protection of the data subjects involved. From a practical standpoint, the study proposes a framework for assessing the viability of using consent, so that the decision to rely on this legal basis is grounded solely in the context of the data processing to be conducted, rather than on a supposed notion of greater protection for data subjects.porBase legalConsentimentoSupremaciaTitularProteçãoLegal basisConsentSupremacyData subjectProtectionDireitoProteção de dados - BrasilLei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)Consentimento (Direito)O mito da supremacia do consentimento: o mecanismo de pluralidade de bases legais da LGPDinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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O consentimento é uma das figuras mais complexas e desafiadoras da disciplina de proteção de dados – ao mesmo tempo em que parece conceder controle ao titular dos dados pessoais para que determine como seus dados serão utilizados, pode, na realidade, se revelar como um mecanismo vazio, incapaz de cumprir com essa promessa de controle e insuficiente para garantir a proteção dos direitos fundamentais do titular e o atendimento dos princípios de proteção de dados. Tendo como ponto de partida algumas interpretações que apontam para uma suposta supremacia do consentimento, o presente trabalho buscou identificar os principais aspectos que estruturam a disciplina de proteção de dados no Brasil, passando pela localização histórica da figura do consentimento associado ao tratamento de dados pessoais, para, então, esmiuçar a sistemática de pluralidade de bases legais que sustenta a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – “LGPD”). Como resultado, o estudo conduzido ao longo do trabalho defende que a pluralidade de bases legais é a principal inovação trazida pela LGPD, sendo essencial para acomodação de modelos de negócio inovadores, ao mesmo tempo em que garante a proteção dos titulares dos dados pessoais envolvidos. Do ponto de vista prático, o trabalho sugere um framework para avaliação da possibilidade de utilização do consentimento, de modo que eventual escolha por esta base legal seja fundamentada exclusivamente no contexto do tratamento de dados a ser conduzido, e não em uma suposta ideia de maior proteção dos titulares de dados pessoais. |
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