Transformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Araujo, Alcides Lourenço de
Orientador(a): Santos, Rodolfo Torres dos
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/10438/35076
Resumo: Objetivo – O estudo tem por objetivo compreender o fenômeno da reestruturação, promovida pelo Poder Executivo Federal eleito 2018, na Esplanada dos Ministérios com o advento da reforma administrativa, aprovada pela Medida Provisória 870/2019, de 01 de janeiro de 2019, que extinguiu nove e criou dois novos ministérios, a partir da fusão de órgãos já existentes, surgindo o superministério da Economia, e qual os impactos desta fusão com o advento da entrada em vigor da Lei federal n.º 14.129, de 29 de março de 2021 (Lei do Governo Digital), na governança do Ministério da Economia para a implantação do Assentamento Funcional Digital – AFD. Metodologia – A etapa inicial envolveu um estudo da literatura disponível para obter uma compreensão dos temas centrais da pesquisa. Após a revisão bibliográfica, a pesquisa avançada para o levantamento de dados institucionais. Essa etapa foi crucial para entender o contexto organizacional específico do Ministério da Economia, fornecendo um panorama de fundo necessário para analisar como a não digitalização da AFD impactou tanto os servidores quanto a gestão do órgão. Com um entendimento sólido do contexto, a pesquisa prosseguiu com um trabalho de campo, onde entrevistas semiestruturadas foram conduzidas. Este método impediu a perda de percepções diretas dos participantes sobre as variáveis organizacionais envolvidas. Os dados coletados ao longo das etapas descritas foram analisados usando uma abordagem qualitativa. Optando por este método, a pesquisa pode explorar em profundidade as nuances e complexidades das especificações do estudo, proporcionando uma análise rica e detalhada sobre a não digitalização do AFD e seus efeitos na instituição. Resultados – A não implementação do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia encontrou desafios significativos, intensificados por mudanças organizacionais profundas, como a fusão e a reestruturação. Tais obstáculos impactaram as necessidades de áreas específicas como a cultura organizacional, a gestão documental, a logística e, principalmente, a comunicação interna. A ineficiência comunicativa levou a mal-entendidos entre os servidores e a uma gestão documental ineficaz, devido ao conhecimento desigual sobre o legado documental. A falta de recursos humanos envolvidos e os problemas na governança também complicaram a transição para o AFD. Além disso, a pandemia de COVID-19 acrescentou complexidade ao processo, intensificando os desafios na gestão documental e adaptação a novas ferramentas e processos digitais. Para superar esses desafios e facilitar a implementação bem-sucedida do AFD, o estudo recomenda melhorar a comunicação e a transparência, gerenciar eficazmente o conhecimento, alocar recursos estrategicamente, desenvolver planos de contingência robustos, fortalecer a governança e monitorar e avaliar constantemente o processo. Isso permitirá que o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos não apenas se adapte, mas também prospere diante das mudanças e desafios atuais, haja vista ter herdado as atribuições do extinto ME. Limitações – Nossa pesquisa apresenta algumas limitações importantes: O fato de a pesquisador pertencer à mesma organização à qual as participantes são líderes, mesmo na ausência de contato prévio com os líderes antes da coleta de dados ou mesmo de relação hierárquica direta entre o pesquisador e quaisquer dos participantes, pode ter exercido uma influência sobre o discurso deles, levando-os a adotarem uma postura de proteção em relação aos seus cargos ou à organização. Levando-se em consideração que este estudo se concentrou de forma específica nas áreas que necessitam do AFD é essencial levar em conta que a generalização dos resultados possivelmente se aplica somente às organizações semelhantes. Contribuições práticas - As contribuições práticas para a implementação eficaz do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia incluem aprimorar a comunicação interna por meio de estratégias e ferramentas práticas, e promover treinamentos para uniformizar o entendimento do legado documental entre os servidores. É crucial alocar recursos (humanos e financeiros) estrategicamente, desenvolver planos robustos de contingência e fortalecer as estruturas e práticas de governança. Adicionalmente, implementar mecanismos contínuos de monitoramento e avaliação do AFD e fomentar uma gestão proativa do conhecimento e uma cultura de inovação e adaptabilidade no ministério são essenciais. Estas medidas visam facilitar uma implementação bem-sucedida do AFD, permitindo que o ministério não apenas se adapte, mas prospere em meio aos desafios e mudanças atuais. Contribuições sociais - As contribuições sociais advindas da implementação efetiva do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia englobam incremento na transparência e acessibilidade de informações ao público, promovendo uma sociedade mais engajada. A iniciativa visa promover a gestão documental e administrativa, resultando em serviços públicos mais ágeis e eficientes. O investimento em recursos humanos e capacitação de servidores eleva a qualidade do atendimento ao cidadão, enquanto planos de contingência robustos e governança fortalecida aumentam a resiliência do órgão em crises, mitigando impactos à comunidade. Além disso, o exemplo de inovação e adaptabilidade do Ministério serve como modelo inspirador para outras entidades públicas e para a sociedade, alinhando-se, ainda, a práticas sustentáveis e objetivos de desenvolvimento sustentável. Originalidade – A implantação do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia, um passo inovador e sem precedentes, representa um esforço notável para navegar por meio de desafios consideráveis, surgidos em meio a um panorama de transformações significativas na estrutura organizacional e em um contexto inédito. Este projeto pioneiro não apenas enfrenta os desafios intrínsecos das inovações, como a necessidade de aprimorar a comunicação e a gestão documental, mas também se adapta de maneira proativa às necessidades emergentes e aos problemas inesperados, como os apresentados pela pandemia da COVID-19. As soluções propostas para superar tais desafios, irão ajudar as instituições públicas que vierem a enfrentar esses desafios em casos semelhantes.
id FGV_9690be0f17587e728fdbc91c7bbeefb3
oai_identifier_str oai:repositorio.fgv.br:10438/35076
network_acronym_str FGV
network_name_str Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
repository_id_str
spelling Araujo, Alcides Lourenço de Escolas::EBAPEAbreu, Cilair Rodrigues deMichener, Robert GregorySantos, Rodolfo Torres dos2024-03-21T12:57:24Z2024-03-21T12:57:24Z2023-10-27https://hdl.handle.net/10438/35076Objetivo – O estudo tem por objetivo compreender o fenômeno da reestruturação, promovida pelo Poder Executivo Federal eleito 2018, na Esplanada dos Ministérios com o advento da reforma administrativa, aprovada pela Medida Provisória 870/2019, de 01 de janeiro de 2019, que extinguiu nove e criou dois novos ministérios, a partir da fusão de órgãos já existentes, surgindo o superministério da Economia, e qual os impactos desta fusão com o advento da entrada em vigor da Lei federal n.º 14.129, de 29 de março de 2021 (Lei do Governo Digital), na governança do Ministério da Economia para a implantação do Assentamento Funcional Digital – AFD. Metodologia – A etapa inicial envolveu um estudo da literatura disponível para obter uma compreensão dos temas centrais da pesquisa. Após a revisão bibliográfica, a pesquisa avançada para o levantamento de dados institucionais. Essa etapa foi crucial para entender o contexto organizacional específico do Ministério da Economia, fornecendo um panorama de fundo necessário para analisar como a não digitalização da AFD impactou tanto os servidores quanto a gestão do órgão. Com um entendimento sólido do contexto, a pesquisa prosseguiu com um trabalho de campo, onde entrevistas semiestruturadas foram conduzidas. Este método impediu a perda de percepções diretas dos participantes sobre as variáveis organizacionais envolvidas. Os dados coletados ao longo das etapas descritas foram analisados usando uma abordagem qualitativa. Optando por este método, a pesquisa pode explorar em profundidade as nuances e complexidades das especificações do estudo, proporcionando uma análise rica e detalhada sobre a não digitalização do AFD e seus efeitos na instituição. Resultados – A não implementação do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia encontrou desafios significativos, intensificados por mudanças organizacionais profundas, como a fusão e a reestruturação. Tais obstáculos impactaram as necessidades de áreas específicas como a cultura organizacional, a gestão documental, a logística e, principalmente, a comunicação interna. A ineficiência comunicativa levou a mal-entendidos entre os servidores e a uma gestão documental ineficaz, devido ao conhecimento desigual sobre o legado documental. A falta de recursos humanos envolvidos e os problemas na governança também complicaram a transição para o AFD. Além disso, a pandemia de COVID-19 acrescentou complexidade ao processo, intensificando os desafios na gestão documental e adaptação a novas ferramentas e processos digitais. Para superar esses desafios e facilitar a implementação bem-sucedida do AFD, o estudo recomenda melhorar a comunicação e a transparência, gerenciar eficazmente o conhecimento, alocar recursos estrategicamente, desenvolver planos de contingência robustos, fortalecer a governança e monitorar e avaliar constantemente o processo. Isso permitirá que o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos não apenas se adapte, mas também prospere diante das mudanças e desafios atuais, haja vista ter herdado as atribuições do extinto ME. Limitações – Nossa pesquisa apresenta algumas limitações importantes: O fato de a pesquisador pertencer à mesma organização à qual as participantes são líderes, mesmo na ausência de contato prévio com os líderes antes da coleta de dados ou mesmo de relação hierárquica direta entre o pesquisador e quaisquer dos participantes, pode ter exercido uma influência sobre o discurso deles, levando-os a adotarem uma postura de proteção em relação aos seus cargos ou à organização. Levando-se em consideração que este estudo se concentrou de forma específica nas áreas que necessitam do AFD é essencial levar em conta que a generalização dos resultados possivelmente se aplica somente às organizações semelhantes. Contribuições práticas - As contribuições práticas para a implementação eficaz do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia incluem aprimorar a comunicação interna por meio de estratégias e ferramentas práticas, e promover treinamentos para uniformizar o entendimento do legado documental entre os servidores. É crucial alocar recursos (humanos e financeiros) estrategicamente, desenvolver planos robustos de contingência e fortalecer as estruturas e práticas de governança. Adicionalmente, implementar mecanismos contínuos de monitoramento e avaliação do AFD e fomentar uma gestão proativa do conhecimento e uma cultura de inovação e adaptabilidade no ministério são essenciais. Estas medidas visam facilitar uma implementação bem-sucedida do AFD, permitindo que o ministério não apenas se adapte, mas prospere em meio aos desafios e mudanças atuais. Contribuições sociais - As contribuições sociais advindas da implementação efetiva do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia englobam incremento na transparência e acessibilidade de informações ao público, promovendo uma sociedade mais engajada. A iniciativa visa promover a gestão documental e administrativa, resultando em serviços públicos mais ágeis e eficientes. O investimento em recursos humanos e capacitação de servidores eleva a qualidade do atendimento ao cidadão, enquanto planos de contingência robustos e governança fortalecida aumentam a resiliência do órgão em crises, mitigando impactos à comunidade. Além disso, o exemplo de inovação e adaptabilidade do Ministério serve como modelo inspirador para outras entidades públicas e para a sociedade, alinhando-se, ainda, a práticas sustentáveis e objetivos de desenvolvimento sustentável. Originalidade – A implantação do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia, um passo inovador e sem precedentes, representa um esforço notável para navegar por meio de desafios consideráveis, surgidos em meio a um panorama de transformações significativas na estrutura organizacional e em um contexto inédito. Este projeto pioneiro não apenas enfrenta os desafios intrínsecos das inovações, como a necessidade de aprimorar a comunicação e a gestão documental, mas também se adapta de maneira proativa às necessidades emergentes e aos problemas inesperados, como os apresentados pela pandemia da COVID-19. As soluções propostas para superar tais desafios, irão ajudar as instituições públicas que vierem a enfrentar esses desafios em casos semelhantes.Objective – The study aims to understand the phenomenon of restructuring, promoted by the Federal Executive Power elected in 2018, at the Esplanada dos Ministérios with the onset of administrative reform. This reform was approved by Provisional Measure 870/2019, dated January 1, 2019, which extinguished nine and established two new ministries through the merger of pre-existing bodies, resulting in the super-ministry of Economy. The study also seeks to understand the impacts of this merger with the advent of the enactment of Federal Law No. 14.129, dated March 29, 2021 (Digital Government Law), on the governance of the Ministry of Economy for the implementation of the Digital Functional Settlement – AFD. Methodology – The initial stage involved studying the available literature to obtain an understanding of the central themes of the research. After conducting the literature review, advanced research proceeded to gather institutional data. This stage was crucial for understanding the specific organizational context of the Ministry of Economy, providing a necessary background overview for analyzing how the non-digitalization of the AFD impacted both employees and the agency’s management. With a solid understanding of the context, the research continued with fieldwork, where semi-structured interviews were conducted. This method prevented the loss of direct perceptions from participants about the organizational variables involved. The data collected through the described stages were analyzed using a qualitative approach. By opting for this method, the research was able to explore in depth the nuances and complexities of the study’s specifications, offering a rich and detailed analysis of the non-digitalization of the AFD and its effects on the institution. Results – The non-implementation of the Digital Functional Settlement (AFD) within the Ministry of Economy encountered significant challenges, which were intensified by deep organizational changes, such as mergers and restructuring. These obstacles impacted specific needs areas like organizational culture, document management, logistics, and primarily, internal communication. The communicative inefficiency led to misunderstandings among staff and ineffective document management due to uneven knowledge about the documental legacy. The lack of involved human resources and governance issues also complicated the transition to the AFD. Furthermore, the COVID-19 pandemic added complexity to the process, intensifying challenges in document management and adaptation to new digital tools and processes. To overcome these challenges and facilitate the successful implementation of the AFD, the study recommends improving communication and transparency, effectively managing knowledge, strategically allocating resources, developing robust contingency plans, strengthening governance, and constantly monitoring and evaluating the process. This will enable the Ministry of Management and Innovation in Public Services not only to adapt but also to thrive amid the current changes and challenges, considering it has inherited the responsibilities of the extinct ME. Limitations – Our research presents some significant limitations: The fact that the researcher belongs to the same organization as the participant leaders, even without prior contact with the leaders before data collection or a direct hierarchical relationship between the researcher and any of the participants, may have influenced their discourse. This situation could lead them to adopt a protective stance regarding their positions or the organization. Considering that this study specifically focused on the areas that require the AFD, it is essential to acknowledge that the generalization of the results may only apply to similar organizations. Practical Contributions - The practical contributions for the effective implementation of the Digital Functional Settlement (AFD) in the Ministry of Economy include enhancing internal communication through practical strategies and tools and promoting training to standardize the understanding of the document legacy among staff. It is crucial to allocate resources (human and financial) strategically, develop robust contingency plans, and strengthen governance structures and practices. Additionally, implementing continuous mechanisms for monitoring and evaluating the AFD, fostering proactive knowledge management, and promoting a culture of innovation and adaptability within the ministry are essential. These measures aim to facilitate the successful implementation of the AFD, allowing the ministry to not only adapt but also thrive amidst current challenges and changes. Social Contributions - The social contributions stemming from the effective implementation of the Digital Functional Settlement (AFD) in the Ministry of Economy include an increase in transparency and accessibility of information to the public, fostering a more engaged society. The initiative aims to enhance document and administrative management, leading to more agile and efficient public services. Investing in human resources and training staff improves the quality of citizen services, while robust contingency plans and strengthened governance increase the department's resilience in crises, mitigating impacts on the community. Furthermore, the Ministry's example of innovation and adaptability serves as an inspiring model for other public entities and society at large, aligning with sustainable practices and sustainable development goals as well. Originality – The deployment of the Digital Functional Settlement (AFD) within the Ministry of Economy, an innovative and unprecedented step, represents a noteworthy effort to navigate through considerable challenges that have arisen amidst a landscape of significant transformations in the organizational structure and in an unparalleled context. This pioneering project not only tackles the intrinsic challenges of innovations, such as the need to enhance communication and document management, but also proactively adapts to emerging needs and unexpected issues, like those presented by the COVID-19 pandemic. The solutions proposed to overcome such challenges will assist public institutions that may face these challenges in similar cases in the future.porAssentamento Funcional Digital (AFD)Mudanças OrganizacionaisReestruturaçãoGovernançaProcessos DigitaisInternet na administração públicaDesenvolvimento organizacional - AdministraçãoGovernança públicaBrasil. Ministério da Economia, Fazenda e PlanejamentoTransformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVORIGINALPDFPDFapplication/pdf909897https://repositorio.fgv.br/bitstreams/3176ac79-74cd-485f-b5b1-1445532d7353/download65a975074237fc7fc4c495506588ac02MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85112https://repositorio.fgv.br/bitstreams/9617756f-d6b9-44e7-b3ee-40f69250e1bd/download2a4b67231f701c416a809246e7a10077MD52TEXTPDF.txtPDF.txtExtracted texttext/plain103262https://repositorio.fgv.br/bitstreams/1dfcf8df-1dc7-45fe-9dea-b88ad9bec757/download5522849bc3c4b1562f926e1e3a55309dMD53THUMBNAILPDF.jpgPDF.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3423https://repositorio.fgv.br/bitstreams/f7fe900a-5c6a-45bc-8c35-f5b6a212a52a/downloadf93361785d1ab01fd52bf9703ee67546MD5410438/350762024-03-22 03:01:29.774open.accessoai:repositorio.fgv.br:10438/35076https://repositorio.fgv.brRepositório InstitucionalPRIhttp://bibliotecadigital.fgv.br/dspace-oai/requestopendoar:39742024-03-22T03:01:29Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV)falseVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50bwpIw6EgdW0gw7psdGltbyBwYXNzbzogcGFyYSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciBlIGRpc3RyaWJ1aXIgc3VhIHN1Ym1pc3PDo28gZW0gdG9kbyBvIG11bmRvLCB2b2PDqiBkZXZlIGNvbmNvcmRhciBjb20gb3MgdGVybW9zIGEgc2VndWlyLgoKQ29uY29yZGFyIGNvbSBvIFRlcm1vIGRlIExpY2VuY2lhbWVudG8sIHNlbGVjaW9uYW5kbyAiRXUgY29uY29yZG8gY29tIG8gVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50byIgZSBjbGlxdWUgZW0gIkZpbmFsaXphciBzdWJtaXNzw6NvIi4KClRFUk1PUyBMSUNFTkNJQU1FTlRPIFBBUkEgQVJRVUlWQU1FTlRPLCBSRVBST0RVw4fDg08gRSBESVZVTEdBw4fDg08gUMOaQkxJQ0EgREUgQ09OVEXDmkRPIMOAIEJJQkxJT1RFQ0EgVklSVFVBTCBGR1YgKHZlcnPDo28gMS4yKQoKMS4gVm9jw6osIHVzdcOhcmlvLWRlcG9zaXRhbnRlIGRhIEJpYmxpb3RlY2EgVmlydHVhbCBGR1YsIGFzc2VndXJhLCBubyBwcmVzZW50ZSBhdG8sIHF1ZSDDqSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBkaXJlaXRvcyBjb25leG9zIHJlZmVyZW50ZXMgw6AgdG90YWxpZGFkZSBkYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVtIGZvcm1hdG8gZGlnaXRhbCwgYmVtIGNvbW8gZGUgc2V1cyBjb21wb25lbnRlcyBtZW5vcmVzLCBlbSBzZSB0cmF0YW5kbyBkZSBvYnJhIGNvbGV0aXZhLCBjb25mb3JtZSBvIHByZWNlaXR1YWRvIHBlbGEgTGVpIDkuNjEwLzk4IGUvb3UgTGVpIDkuNjA5Lzk4LiBOw6NvIHNlbmRvIGVzdGUgbyBjYXNvLCB2b2PDqiBhc3NlZ3VyYSB0ZXIgb2J0aWRvLCBkaXJldGFtZW50ZSBkb3MgZGV2aWRvcyB0aXR1bGFyZXMsIGF1dG9yaXphw6fDo28gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIHBhcmEgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBkaXZ1bGdhw6fDo28gZGEgT2JyYSwgYWJyYW5nZW5kbyB0b2RvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBlIGNvbmV4b3MgYWZldGFkb3MgcGVsYSBhc3NpbmF0dXJhIGRvcyBwcmVzZW50ZXMgdGVybW9zIGRlIGxpY2VuY2lhbWVudG8sIGRlIG1vZG8gYSBlZmV0aXZhbWVudGUgaXNlbnRhciBhIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMgZSBzZXVzIGZ1bmNpb27DoXJpb3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBwZWxvIHVzbyBuw6NvLWF1dG9yaXphZG8gZG8gbWF0ZXJpYWwgZGVwb3NpdGFkbywgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gYSBxdWFpc3F1ZXIgc2VydmnDp29zIGRlIGJ1c2NhIGUgZGlzdHJpYnVpw6fDo28gZGUgY29udGXDumRvIHF1ZSBmYcOnYW0gdXNvIGRhcyBpbnRlcmZhY2VzIGUgZXNwYcOnbyBkZSBhcm1hemVuYW1lbnRvIHByb3ZpZGVuY2lhZG9zIHBlbGEgRnVuZGHDp8OjbyBHZXR1bGlvIFZhcmdhcyBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIHNpc3RlbWFzIGluZm9ybWF0aXphZG9zLgoKMi4gQSBhc3NpbmF0dXJhIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIHRlbSBjb21vIGNvbnNlccO8w6puY2lhIGEgdHJhbnNmZXLDqm5jaWEsIGEgdMOtdHVsbyBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBlIG7Do28tb25lcm9zbywgaXNlbnRhIGRvIHBhZ2FtZW50byBkZSByb3lhbHRpZXMgb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgY29udHJhcHJlc3Rhw6fDo28sIHBlY3VuacOhcmlhIG91IG7Do28sIMOgIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMsIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhcm1hemVuYXIgZGlnaXRhbG1lbnRlLCByZXByb2R1emlyIGUgZGlzdHJpYnVpciBuYWNpb25hbCBlIGludGVybmFjaW9uYWxtZW50ZSBhIE9icmEsIGluY2x1aW5kby1zZSBvIHNldSByZXN1bW8vYWJzdHJhY3QsIHBvciBtZWlvcyBlbGV0csO0bmljb3MsIG5vIHNpdGUgZGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgYW8gcMO6YmxpY28gZW0gZ2VyYWwsIGVtIHJlZ2ltZSBkZSBhY2Vzc28gYWJlcnRvLgoKMy4gQSBwcmVzZW50ZSBsaWNlbsOnYSB0YW1iw6ltIGFicmFuZ2UsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgcXVhbHF1ZXIgZGlyZWl0byBkZSBjb211bmljYcOnw6NvIGFvIHDDumJsaWNvIGNhYsOtdmVsIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLCBpbmNsdWluZG8tc2Ugb3MgdXNvcyByZWZlcmVudGVzIMOgIHJlcHJlc2VudGHDp8OjbyBww7pibGljYSBlL291IGV4ZWN1w6fDo28gcMO6YmxpY2EsIGJlbSBjb21vIHF1YWxxdWVyIG91dHJhIG1vZGFsaWRhZGUgZGUgY29tdW5pY2HDp8OjbyBhbyBww7pibGljbyBxdWUgZXhpc3RhIG91IHZlbmhhIGEgZXhpc3Rpciwgbm9zIHRlcm1vcyBkbyBhcnRpZ28gNjggZSBzZWd1aW50ZXMgZGEgTGVpIDkuNjEwLzk4LCBuYSBleHRlbnPDo28gcXVlIGZvciBhcGxpY8OhdmVsIGFvcyBzZXJ2acOnb3MgcHJlc3RhZG9zIGFvIHDDumJsaWNvIHBlbGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjQuIEVzdGEgbGljZW7Dp2EgYWJyYW5nZSwgYWluZGEsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgY29uZXhvcyBkZSBhcnRpc3RhcyBpbnTDqXJwcmV0ZXMgb3UgZXhlY3V0YW50ZXMsIHByb2R1dG9yZXMgZm9ub2dyw6FmaWNvcyBvdSBlbXByZXNhcyBkZSByYWRpb2RpZnVzw6NvIHF1ZSBldmVudHVhbG1lbnRlIHNlamFtIGFwbGljw6F2ZWlzIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBvYnJhIGRlcG9zaXRhZGEsIGVtIGNvbmZvcm1pZGFkZSBjb20gbyByZWdpbWUgZml4YWRvIG5vIFTDrXR1bG8gViBkYSBMZWkgOS42MTAvOTguCgo1LiBTZSBhIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBmb2kgb3Ugw6kgb2JqZXRvIGRlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcG9yIGluc3RpdHVpw6fDtWVzIGRlIGZvbWVudG8gw6AgcGVzcXVpc2Egb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgc2VtZWxoYW50ZSwgdm9jw6ogb3UgbyB0aXR1bGFyIGFzc2VndXJhIHF1ZSBjdW1wcml1IHRvZGFzIGFzIG9icmlnYcOnw7VlcyBxdWUgbGhlIGZvcmFtIGltcG9zdGFzIHBlbGEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBmaW5hbmNpYWRvcmEgZW0gcmF6w6NvIGRvIGZpbmFuY2lhbWVudG8sIGUgcXVlIG7Do28gZXN0w6EgY29udHJhcmlhbmRvIHF1YWxxdWVyIGRpc3Bvc2nDp8OjbyBjb250cmF0dWFsIHJlZmVyZW50ZSDDoCBwdWJsaWNhw6fDo28gZG8gY29udGXDumRvIG9yYSBzdWJtZXRpZG8gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjYuIENhc28gYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVuY29udHJlLXNlIGxpY2VuY2lhZGEgc29iIHVtYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgc29iIGEgbGljZW7Dp2EgR05VIEZyZWUgRG9jdW1lbnRhdGlvbiBMaWNlbnNlIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgb3Ugb3V0cmEgbGljZW7Dp2EgcXVhbGlmaWNhZGEgY29tbyBsaXZyZSBzZWd1bmRvIG9zIGNyaXTDqXJpb3MgZGEgRGVmaW5pdGlvbiBvZiBGcmVlIEN1bHR1cmFsIFdvcmtzIChkaXNwb27DrXZlbCBlbTogaHR0cDovL2ZyZWVkb21kZWZpbmVkLm9yZy9EZWZpbml0aW9uKSBvdSBGcmVlIFNvZnR3YXJlIERlZmluaXRpb24gKGRpc3BvbsOtdmVsIGVtOiBodHRwOi8vd3d3LmdudS5vcmcvcGhpbG9zb3BoeS9mcmVlLXN3Lmh0bWwpLCBvIGFycXVpdm8gcmVmZXJlbnRlIMOgIE9icmEgZGV2ZSBpbmRpY2FyIGEgbGljZW7Dp2EgYXBsaWPDoXZlbCBlbSBjb250ZcO6ZG8gbGVnw612ZWwgcG9yIHNlcmVzIGh1bWFub3MgZSwgc2UgcG9zc8OtdmVsLCB0YW1iw6ltIGVtIG1ldGFkYWRvcyBsZWfDrXZlaXMgcG9yIG3DoXF1aW5hLiBBIGluZGljYcOnw6NvIGRhIGxpY2Vuw6dhIGFwbGljw6F2ZWwgZGV2ZSBzZXIgYWNvbXBhbmhhZGEgZGUgdW0gbGluayBwYXJhIG9zIHRlcm1vcyBkZSBsaWNlbmNpYW1lbnRvIG91IHN1YSBjw7NwaWEgaW50ZWdyYWwuCgpBbyBjb25jbHVpciBhIHByZXNlbnRlIGV0YXBhIGUgYXMgZXRhcGFzIHN1YnNlccO8ZW50ZXMgZG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbyBkZSBhcnF1aXZvcyDDoCBCaWJsaW90ZWNhIFZpcnR1YWwgRkdWLCB2b2PDqiBhdGVzdGEgcXVlIGxldSBlIGNvbmNvcmRhIGludGVncmFsbWVudGUgY29tIG9zIHRlcm1vcyBhY2ltYSBkZWxpbWl0YWRvcywgYXNzaW5hbmRvLW9zIHNlbSBmYXplciBxdWFscXVlciByZXNlcnZhIGUgbm92YW1lbnRlIGNvbmZpcm1hbmRvIHF1ZSBjdW1wcmUgb3MgcmVxdWlzaXRvcyBpbmRpY2Fkb3Mgbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYS4KCkhhdmVuZG8gcXVhbHF1ZXIgZGlzY29yZMOibmNpYSBlbSByZWxhw6fDo28gYW9zIHByZXNlbnRlcyB0ZXJtb3Mgb3UgbsOjbyBzZSB2ZXJpZmljYW5kbyBvIGV4aWdpZG8gbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYSwgdm9jw6ogZGV2ZSBpbnRlcnJvbXBlciBpbWVkaWF0YW1lbnRlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8Ojby4gQSBjb250aW51aWRhZGUgZG8gcHJvY2Vzc28gZXF1aXZhbGUgw6AgYXNzaW5hdHVyYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGNvbSB0b2RhcyBhcyBjb25zZXHDvMOqbmNpYXMgbmVsZSBwcmV2aXN0YXMsIHN1amVpdGFuZG8tc2UgbyBzaWduYXTDoXJpbyBhIHNhbsOnw7VlcyBjaXZpcyBlIGNyaW1pbmFpcyBjYXNvIG7Do28gc2VqYSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBjb25leG9zIGFwbGljw6F2ZWlzIMOgIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBkdXJhbnRlIGVzdGUgcHJvY2Vzc28sIG91IGNhc28gbsOjbyB0ZW5oYSBvYnRpZG8gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gdGl0dWxhciBwYXJhIG8gZGVww7NzaXRvIGUgdG9kb3Mgb3MgdXNvcyBkYSBPYnJhIGVudm9sdmlkb3MuCgpQYXJhIGEgc29sdcOnw6NvIGRlIHF1YWxxdWVyIGTDunZpZGEgcXVhbnRvIGFvcyB0ZXJtb3MgZGUgbGljZW5jaWFtZW50byBlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbywgY2xpcXVlIG5vIGxpbmsgIkZhbGUgY29ub3NjbyIuCgpTZSB2b2PDqiB0aXZlciBkw7p2aWRhcyBzb2JyZSBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBwb3IgZmF2b3IgZW50cmUgZW0gY29udGF0byBjb20gb3MgYWRtaW5pc3RyYWRvcmVzIGRvIFJlcG9zaXTDs3Jpby4K
dc.title.por.fl_str_mv Transformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022
title Transformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022
spellingShingle Transformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022
Araujo, Alcides Lourenço de
Assentamento Funcional Digital (AFD)
Mudanças Organizacionais
Reestruturação
Governança
Processos Digitais
Internet na administração pública
Desenvolvimento organizacional - Administração
Governança pública
Brasil. Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento
title_short Transformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022
title_full Transformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022
title_fullStr Transformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022
title_full_unstemmed Transformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022
title_sort Transformação digital na administração pública federal – case do Ministério da Economia no período de 2019 a 2022
author Araujo, Alcides Lourenço de
author_facet Araujo, Alcides Lourenço de
author_role author
dc.contributor.unidadefgv.por.fl_str_mv Escolas::EBAPE
dc.contributor.member.none.fl_str_mv Abreu, Cilair Rodrigues de
Michener, Robert Gregory
dc.contributor.author.fl_str_mv Araujo, Alcides Lourenço de
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Santos, Rodolfo Torres dos
contributor_str_mv Santos, Rodolfo Torres dos
dc.subject.por.fl_str_mv Assentamento Funcional Digital (AFD)
Mudanças Organizacionais
Reestruturação
Governança
Processos Digitais
topic Assentamento Funcional Digital (AFD)
Mudanças Organizacionais
Reestruturação
Governança
Processos Digitais
Internet na administração pública
Desenvolvimento organizacional - Administração
Governança pública
Brasil. Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento
dc.subject.bibliodata.por.fl_str_mv Internet na administração pública
Desenvolvimento organizacional - Administração
Governança pública
Brasil. Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento
description Objetivo – O estudo tem por objetivo compreender o fenômeno da reestruturação, promovida pelo Poder Executivo Federal eleito 2018, na Esplanada dos Ministérios com o advento da reforma administrativa, aprovada pela Medida Provisória 870/2019, de 01 de janeiro de 2019, que extinguiu nove e criou dois novos ministérios, a partir da fusão de órgãos já existentes, surgindo o superministério da Economia, e qual os impactos desta fusão com o advento da entrada em vigor da Lei federal n.º 14.129, de 29 de março de 2021 (Lei do Governo Digital), na governança do Ministério da Economia para a implantação do Assentamento Funcional Digital – AFD. Metodologia – A etapa inicial envolveu um estudo da literatura disponível para obter uma compreensão dos temas centrais da pesquisa. Após a revisão bibliográfica, a pesquisa avançada para o levantamento de dados institucionais. Essa etapa foi crucial para entender o contexto organizacional específico do Ministério da Economia, fornecendo um panorama de fundo necessário para analisar como a não digitalização da AFD impactou tanto os servidores quanto a gestão do órgão. Com um entendimento sólido do contexto, a pesquisa prosseguiu com um trabalho de campo, onde entrevistas semiestruturadas foram conduzidas. Este método impediu a perda de percepções diretas dos participantes sobre as variáveis organizacionais envolvidas. Os dados coletados ao longo das etapas descritas foram analisados usando uma abordagem qualitativa. Optando por este método, a pesquisa pode explorar em profundidade as nuances e complexidades das especificações do estudo, proporcionando uma análise rica e detalhada sobre a não digitalização do AFD e seus efeitos na instituição. Resultados – A não implementação do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia encontrou desafios significativos, intensificados por mudanças organizacionais profundas, como a fusão e a reestruturação. Tais obstáculos impactaram as necessidades de áreas específicas como a cultura organizacional, a gestão documental, a logística e, principalmente, a comunicação interna. A ineficiência comunicativa levou a mal-entendidos entre os servidores e a uma gestão documental ineficaz, devido ao conhecimento desigual sobre o legado documental. A falta de recursos humanos envolvidos e os problemas na governança também complicaram a transição para o AFD. Além disso, a pandemia de COVID-19 acrescentou complexidade ao processo, intensificando os desafios na gestão documental e adaptação a novas ferramentas e processos digitais. Para superar esses desafios e facilitar a implementação bem-sucedida do AFD, o estudo recomenda melhorar a comunicação e a transparência, gerenciar eficazmente o conhecimento, alocar recursos estrategicamente, desenvolver planos de contingência robustos, fortalecer a governança e monitorar e avaliar constantemente o processo. Isso permitirá que o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos não apenas se adapte, mas também prospere diante das mudanças e desafios atuais, haja vista ter herdado as atribuições do extinto ME. Limitações – Nossa pesquisa apresenta algumas limitações importantes: O fato de a pesquisador pertencer à mesma organização à qual as participantes são líderes, mesmo na ausência de contato prévio com os líderes antes da coleta de dados ou mesmo de relação hierárquica direta entre o pesquisador e quaisquer dos participantes, pode ter exercido uma influência sobre o discurso deles, levando-os a adotarem uma postura de proteção em relação aos seus cargos ou à organização. Levando-se em consideração que este estudo se concentrou de forma específica nas áreas que necessitam do AFD é essencial levar em conta que a generalização dos resultados possivelmente se aplica somente às organizações semelhantes. Contribuições práticas - As contribuições práticas para a implementação eficaz do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia incluem aprimorar a comunicação interna por meio de estratégias e ferramentas práticas, e promover treinamentos para uniformizar o entendimento do legado documental entre os servidores. É crucial alocar recursos (humanos e financeiros) estrategicamente, desenvolver planos robustos de contingência e fortalecer as estruturas e práticas de governança. Adicionalmente, implementar mecanismos contínuos de monitoramento e avaliação do AFD e fomentar uma gestão proativa do conhecimento e uma cultura de inovação e adaptabilidade no ministério são essenciais. Estas medidas visam facilitar uma implementação bem-sucedida do AFD, permitindo que o ministério não apenas se adapte, mas prospere em meio aos desafios e mudanças atuais. Contribuições sociais - As contribuições sociais advindas da implementação efetiva do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia englobam incremento na transparência e acessibilidade de informações ao público, promovendo uma sociedade mais engajada. A iniciativa visa promover a gestão documental e administrativa, resultando em serviços públicos mais ágeis e eficientes. O investimento em recursos humanos e capacitação de servidores eleva a qualidade do atendimento ao cidadão, enquanto planos de contingência robustos e governança fortalecida aumentam a resiliência do órgão em crises, mitigando impactos à comunidade. Além disso, o exemplo de inovação e adaptabilidade do Ministério serve como modelo inspirador para outras entidades públicas e para a sociedade, alinhando-se, ainda, a práticas sustentáveis e objetivos de desenvolvimento sustentável. Originalidade – A implantação do Assentamento Funcional Digital (AFD) no Ministério da Economia, um passo inovador e sem precedentes, representa um esforço notável para navegar por meio de desafios consideráveis, surgidos em meio a um panorama de transformações significativas na estrutura organizacional e em um contexto inédito. Este projeto pioneiro não apenas enfrenta os desafios intrínsecos das inovações, como a necessidade de aprimorar a comunicação e a gestão documental, mas também se adapta de maneira proativa às necessidades emergentes e aos problemas inesperados, como os apresentados pela pandemia da COVID-19. As soluções propostas para superar tais desafios, irão ajudar as instituições públicas que vierem a enfrentar esses desafios em casos semelhantes.
publishDate 2023
dc.date.issued.fl_str_mv 2023-10-27
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2024-03-21T12:57:24Z
dc.date.available.fl_str_mv 2024-03-21T12:57:24Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://hdl.handle.net/10438/35076
url https://hdl.handle.net/10438/35076
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)
instacron:FGV
instname_str Fundação Getulio Vargas (FGV)
instacron_str FGV
institution FGV
reponame_str Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
collection Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.fgv.br/bitstreams/3176ac79-74cd-485f-b5b1-1445532d7353/download
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/9617756f-d6b9-44e7-b3ee-40f69250e1bd/download
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/1dfcf8df-1dc7-45fe-9dea-b88ad9bec757/download
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/f7fe900a-5c6a-45bc-8c35-f5b6a212a52a/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 65a975074237fc7fc4c495506588ac02
2a4b67231f701c416a809246e7a10077
5522849bc3c4b1562f926e1e3a55309d
f93361785d1ab01fd52bf9703ee67546
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV)
repository.mail.fl_str_mv
_version_ 1827842405523521536