Uma abordagem imunoistoquímica dos alvos proteicos envolvidos na indução da morte celular apoptótica em hepatócitos na febre amarela humana
| Ano de defesa: | 2020 |
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Resumo: | A febre amarela é uma doença infecciosa, aguda e não contagiosa, que pode evoluir com sintomatologia que vai desde o quadro assintomático até formas hemorrágicas graves. A forma grave da doença caracteriza-se principalmente pelas manifestações de insuficiência hepática como consequência da extensa morte celular por apoptose dos hepatócitos, pois já é bem definido que a morte dessas células infectadas pelo vírus da febre amarela se dá por este mecanismo. Este trabalho buscou identificar e quantificar os alvos proteicos envolvidos na cascata que desencadeia o processo de apoptose em hepatócitos de fígado humano infectado pelo vírus da febre amarela utilizando o método imunoistoquímico de estreptadivina-biotina peroxidase. Além disso, foram avaliados os padrões das alterações histopatológicas nas amostras de fígados coradas pelo método de hematoxilina-eosina. Na análise histológica das amostras, foram observadas nos ácinos hepático de Rappaport alterações morfológicas que são comuns em casos fatais de febre amarela humana. Corpúsculo de Councilman-Rocha Lima, esteatose e tumefação celular foram as principais alterações hepáticas observadas e estavam presentes em todas as três áreas dos lóbulos com maior frequência e intensidade na zona 2 (Z2) ou região médio-zonal. A resposta inflamatória no trato portal e na região acinar foi caracterizada por infiltrados de linfócitos, neutrófilos e plasmócitos, com nítida maior intensidade na região Z2. A análise imunoistoquímica revelou positividade para os alvos proteicos da caspase -3, caspase -8, BAX, Fas, FasL, granzima B e survivina em todas as regiões dos lóbulos, de modo que todas as imunomarcações foram mais intensas nos hepatócitos da região Z2. O BAX foi o imunomarcador com maior grau de expresssão dentre todos os marcadores. O padrão das alterações histopatológicas do fígado corrobora com estudos anteriores afirmando que a lesão na Z2 é mais intensa quando comparada com as demais zonas do ácino hepático. A observação de corpúsculo de Councilmann-Rocha Lima, descrita de maneira intensa, revela o grau predominante de apoptose dos hepatócitos. Provavelmente, os mecanismos inerentes a essa lesão acontecem pelo ataque da mitocôndria tanto pela via intrínseca quanto pela via extrínseca, logo esta é a principal via de apoptose em hepatócidos de fígado humano infectado pelo vírus da febre amarela. |
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Lopes, Jeferson da CostaCruz, Ana Cecília RibeiroPagliari, CarlaMartins, Lívia CaricioFerreira, Milene SilveiraQuaresma, Juarez Antônio Simões2022-12-15T11:07:41Z2022-12-15T11:07:41Z2020LOPES, Jeferson da Costa. Uma abordagem imunoistoquímica dos alvos proteicos envolvidos na indução da morte celular apoptótica em hepatócitos na febre amarela humana. 2020. 72 f. Dissertação (Mestrado em Virologia) - Instituto Evandro Chagas, Programa de Pós-Graduação em Virologia, Ananindeua, 2020. Disponível em: https://patua.iec.gov.br/handle/iec/6690.https://patua.iec.gov.br/handle/iec/6690A febre amarela é uma doença infecciosa, aguda e não contagiosa, que pode evoluir com sintomatologia que vai desde o quadro assintomático até formas hemorrágicas graves. A forma grave da doença caracteriza-se principalmente pelas manifestações de insuficiência hepática como consequência da extensa morte celular por apoptose dos hepatócitos, pois já é bem definido que a morte dessas células infectadas pelo vírus da febre amarela se dá por este mecanismo. Este trabalho buscou identificar e quantificar os alvos proteicos envolvidos na cascata que desencadeia o processo de apoptose em hepatócitos de fígado humano infectado pelo vírus da febre amarela utilizando o método imunoistoquímico de estreptadivina-biotina peroxidase. Além disso, foram avaliados os padrões das alterações histopatológicas nas amostras de fígados coradas pelo método de hematoxilina-eosina. Na análise histológica das amostras, foram observadas nos ácinos hepático de Rappaport alterações morfológicas que são comuns em casos fatais de febre amarela humana. Corpúsculo de Councilman-Rocha Lima, esteatose e tumefação celular foram as principais alterações hepáticas observadas e estavam presentes em todas as três áreas dos lóbulos com maior frequência e intensidade na zona 2 (Z2) ou região médio-zonal. A resposta inflamatória no trato portal e na região acinar foi caracterizada por infiltrados de linfócitos, neutrófilos e plasmócitos, com nítida maior intensidade na região Z2. A análise imunoistoquímica revelou positividade para os alvos proteicos da caspase -3, caspase -8, BAX, Fas, FasL, granzima B e survivina em todas as regiões dos lóbulos, de modo que todas as imunomarcações foram mais intensas nos hepatócitos da região Z2. O BAX foi o imunomarcador com maior grau de expresssão dentre todos os marcadores. O padrão das alterações histopatológicas do fígado corrobora com estudos anteriores afirmando que a lesão na Z2 é mais intensa quando comparada com as demais zonas do ácino hepático. A observação de corpúsculo de Councilmann-Rocha Lima, descrita de maneira intensa, revela o grau predominante de apoptose dos hepatócitos. Provavelmente, os mecanismos inerentes a essa lesão acontecem pelo ataque da mitocôndria tanto pela via intrínseca quanto pela via extrínseca, logo esta é a principal via de apoptose em hepatócidos de fígado humano infectado pelo vírus da febre amarela.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Instituto Evandro Chagas. Programa de Pós-Graduação em Virologia. Ananindeua, PA, Brasil.porUma abordagem imunoistoquímica dos alvos proteicos envolvidos na indução da morte celular apoptótica em hepatócitos na febre amarela humanainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisNúcleo de Ensino e Pós-GraduaçãoMS/SVS/Instituto Evandro ChagasMestrado AcadêmicoAnanindeua / PAPrograma de Pós-Graduação em VirologiaFebre AmarelaVírus da Febre Amarela / patogenicidadeApoptoseFígado / lesõesInsuficiência Hepáticainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Digital do Instituto Evandro Chagas (Patuá)instname:Instituto Evandro Chagas (IEC)instacron:IECORIGINALUma abordagem imunoistoquímica dos alvos proteicos envolvidos na indução da morte celular apoptótica em hepatócitos na febre amarela humana.pdfUma abordagem imunoistoquímica dos alvos proteicos envolvidos na indução da morte celular apoptótica em hepatócitos na febre amarela humana.pdfapplication/pdf3679405https://patua.iec.gov.br/bitstreams/3346c471-6c06-4d27-b1b4-0f12b0fbd51b/downloada095147446988541f49059e802c7cb6fMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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A febre amarela é uma doença infecciosa, aguda e não contagiosa, que pode evoluir com sintomatologia que vai desde o quadro assintomático até formas hemorrágicas graves. A forma grave da doença caracteriza-se principalmente pelas manifestações de insuficiência hepática como consequência da extensa morte celular por apoptose dos hepatócitos, pois já é bem definido que a morte dessas células infectadas pelo vírus da febre amarela se dá por este mecanismo. Este trabalho buscou identificar e quantificar os alvos proteicos envolvidos na cascata que desencadeia o processo de apoptose em hepatócitos de fígado humano infectado pelo vírus da febre amarela utilizando o método imunoistoquímico de estreptadivina-biotina peroxidase. Além disso, foram avaliados os padrões das alterações histopatológicas nas amostras de fígados coradas pelo método de hematoxilina-eosina. Na análise histológica das amostras, foram observadas nos ácinos hepático de Rappaport alterações morfológicas que são comuns em casos fatais de febre amarela humana. Corpúsculo de Councilman-Rocha Lima, esteatose e tumefação celular foram as principais alterações hepáticas observadas e estavam presentes em todas as três áreas dos lóbulos com maior frequência e intensidade na zona 2 (Z2) ou região médio-zonal. A resposta inflamatória no trato portal e na região acinar foi caracterizada por infiltrados de linfócitos, neutrófilos e plasmócitos, com nítida maior intensidade na região Z2. A análise imunoistoquímica revelou positividade para os alvos proteicos da caspase -3, caspase -8, BAX, Fas, FasL, granzima B e survivina em todas as regiões dos lóbulos, de modo que todas as imunomarcações foram mais intensas nos hepatócitos da região Z2. O BAX foi o imunomarcador com maior grau de expresssão dentre todos os marcadores. O padrão das alterações histopatológicas do fígado corrobora com estudos anteriores afirmando que a lesão na Z2 é mais intensa quando comparada com as demais zonas do ácino hepático. A observação de corpúsculo de Councilmann-Rocha Lima, descrita de maneira intensa, revela o grau predominante de apoptose dos hepatócitos. Provavelmente, os mecanismos inerentes a essa lesão acontecem pelo ataque da mitocôndria tanto pela via intrínseca quanto pela via extrínseca, logo esta é a principal via de apoptose em hepatócidos de fígado humano infectado pelo vírus da febre amarela. |
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