Aulas de campo na planície aluvionar do Rio Doce da perspectiva da educação ambiental crítica
| Ano de defesa: | 2017 |
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Resumo: | RESUMO: O histórico processo de degradação despertou-nos um olhar crítico sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Doce. O baixo volume hídrico expôs o risco do desabastecimento, a ausência da cobertura vegetal e o despejo de efluentes, acentuados pelo desastre ambiental que ocorreu devido o rompimento da barragem de Fundão em Mariana – MG, tornou evidente a necessidade de um novo olhar para as relações entre o homem e a natureza. Por esta razão, a pesquisa objetiva investigar as contribuições da aula de campo para subsidiar os debates que enfatizam os impactos causados pelas ações antrópicas na Bacia Hidrográfica do Rio Doce, em favor da educação ambiental crítica, com vistas a intensificar a participação social nos problemas que emergem da complexa relação entre Homem x Rio Doce. Para a fundamentação teórica, utilizamos as contribuições de Morin, no que se refere à teoria da complexidade e a interligação dos saberes, a prática progressista e libertadora proposta por Freire e a aprendizagem mediada, defendida por Vygotsky. Ancorados na perspectiva crítica, discutida por Loureiro e Santos. No que se refere aos espaços não formais, utilizamos as contribuições de Jacobucci e para a educação não formal, Gohn. A pesquisa é de natureza qualitativa, do tipo estudo de caso. Para a coleta de dados, foram utilizadas as técnicas de observação participante, notas de campo, diário de bordo, fotografias, videogravação e grelhas de observação. Participaram da pesquisa vinte seis estudantes da 2ª Série do Ensino Médio da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Honório Fraga, auxiliados por seis bolsistas do PIBID. A pesquisa foi desenvolvida entre os meses de outubro e dezembro. A aula de campo foi a metodologia pedagógica utilizada, dividida em três etapas: pré-campo, campo e pós-campo. A primeira etapa constituiu-se em uma análise de conceitos científicos previamente discutidos para preparar os estudantes para as atividades do campo. Na segunda etapa, os estudantes foram direcionados para a planície aluvionar do Rio Doce, munidos de grelhas de observação para desenvolverem atividades investigativas. Estas atividades desenvolvidas no campo foram organizadas em um Guia Didático, configurando-se como o produto educacional construído para subsidiar o trabalho dos professores da educação básica. Durante o pós campo, foi proposto aos estudantes um júri simulado para que houvesse um aprofundamento das discussões em relação ao impactos causados pela atividade mineradora sobre aquele ambiente. A análise dos dados foi organizada em duas etapas, sendo a primeira, uma abordagem pedagógica e outra no contexto da educação ambiental crítica. Nesta análise, utilizamos a estratégia do Discurso do Sujeito Coletivo e constatamos o caráter reflexivo da prática, tendo em vista seu fundamento social e ambiental, reforçando a planície aluvionar do Rio Doce como um espaço em potencial para o desenvolvimento de aulas de campo. O excelente desempenho e, consequentemente, maior aproveitamento dos conteúdos por parte dos estudantes, permitiram uma aprendizagem crítica, pautada na formação cidadã, despertando para a necessidade de proteção do Rio Doce. |
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Neves, Bianca Pereira dasCampos, Carlos Roberto Pires2018-02-07T21:34:14Z2018-02-07T21:34:14Z2017NEVES, Bianca Pereira das. Aulas de campo na planície aluvionar do Rio Doce da perspectiva da educação ambiental crítica. 2017. 158 f. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências e Matemática) – Instituto Federal do Espírito Santo, Vitória, 2017.https://repositorio.ifes.edu.br/xmlui/handle/123456789/24730004012002P7RESUMO: O histórico processo de degradação despertou-nos um olhar crítico sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Doce. O baixo volume hídrico expôs o risco do desabastecimento, a ausência da cobertura vegetal e o despejo de efluentes, acentuados pelo desastre ambiental que ocorreu devido o rompimento da barragem de Fundão em Mariana – MG, tornou evidente a necessidade de um novo olhar para as relações entre o homem e a natureza. Por esta razão, a pesquisa objetiva investigar as contribuições da aula de campo para subsidiar os debates que enfatizam os impactos causados pelas ações antrópicas na Bacia Hidrográfica do Rio Doce, em favor da educação ambiental crítica, com vistas a intensificar a participação social nos problemas que emergem da complexa relação entre Homem x Rio Doce. Para a fundamentação teórica, utilizamos as contribuições de Morin, no que se refere à teoria da complexidade e a interligação dos saberes, a prática progressista e libertadora proposta por Freire e a aprendizagem mediada, defendida por Vygotsky. Ancorados na perspectiva crítica, discutida por Loureiro e Santos. No que se refere aos espaços não formais, utilizamos as contribuições de Jacobucci e para a educação não formal, Gohn. A pesquisa é de natureza qualitativa, do tipo estudo de caso. Para a coleta de dados, foram utilizadas as técnicas de observação participante, notas de campo, diário de bordo, fotografias, videogravação e grelhas de observação. Participaram da pesquisa vinte seis estudantes da 2ª Série do Ensino Médio da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Honório Fraga, auxiliados por seis bolsistas do PIBID. A pesquisa foi desenvolvida entre os meses de outubro e dezembro. A aula de campo foi a metodologia pedagógica utilizada, dividida em três etapas: pré-campo, campo e pós-campo. A primeira etapa constituiu-se em uma análise de conceitos científicos previamente discutidos para preparar os estudantes para as atividades do campo. Na segunda etapa, os estudantes foram direcionados para a planície aluvionar do Rio Doce, munidos de grelhas de observação para desenvolverem atividades investigativas. Estas atividades desenvolvidas no campo foram organizadas em um Guia Didático, configurando-se como o produto educacional construído para subsidiar o trabalho dos professores da educação básica. Durante o pós campo, foi proposto aos estudantes um júri simulado para que houvesse um aprofundamento das discussões em relação ao impactos causados pela atividade mineradora sobre aquele ambiente. A análise dos dados foi organizada em duas etapas, sendo a primeira, uma abordagem pedagógica e outra no contexto da educação ambiental crítica. Nesta análise, utilizamos a estratégia do Discurso do Sujeito Coletivo e constatamos o caráter reflexivo da prática, tendo em vista seu fundamento social e ambiental, reforçando a planície aluvionar do Rio Doce como um espaço em potencial para o desenvolvimento de aulas de campo. O excelente desempenho e, consequentemente, maior aproveitamento dos conteúdos por parte dos estudantes, permitiram uma aprendizagem crítica, pautada na formação cidadã, despertando para a necessidade de proteção do Rio Doce.ABSTRACT: The historic process of degradation has given us a critical eye on the Rio Doce River Basin. The low water volume exposed the risk of shortages, the absence of vegetation cover and the discharge of effluents, accentuated by the environmental disaster that occurred due to the rupture of the Fundão dam in Mariana – MG, made evident the need for a new look at the relations between man and nature. For this reason, the research aims to investigate the contributions of the field class to support debates that emphasize the impacts caused by human actions in the River Doce River Basin, in favor of critical environmental education, with a view to intensify social participation in the problems that emerge from the complex relationship between men and River Doce. For the theoretical basis, we use the contributions of Morin, in relation to the theory of complexity and the interconnection of knowledge, the progressive and liberating practice proposed by Freire and mediated learning, defended by Vygotsky. Anchored in the critical perspective, discussed by Loureiro and Santos. As for non-formal spaces, we use the contributions of Jacobucci and non-formal education, Gohn. The research is qualitative in nature, of the case study type. For the data collection, participant observation techniques, field notes, logbook, photographs, video recording and observation grids were used. Twenty six high school students from the Secondary School of Honório Fraga Elementary and Middle School participated in the study, assisted by six PIBID scholarship recipients. The research was developed between the months of October and December. The field lesson was the pedagogical methodology used, divided into three stages: pre-field, field and post-field. The first stage consisted of an analysis of scientific concepts previously discussed to prepare the students for the activities of the field. In the second stage, the students were directed to the floodplain of the Rio Doce, equipped with observation grids to carry out investigative activities. These activities developed in the field were organized in a Didactic Guide, configuring itself as the educational product built to subsidize the work of teachers of basic education. During the post-field, the students were proposed a simulated jury so that there could be a deepening of the discussions regarding the impacts caused by the mining activity on that environment. The data analysis was organized in two stages, the first being, a pedagogical approach and the other in the context of critical environmental education. In this analysis, we used the Collective Subject Discourse strategy and verified the reflective nature of the practice, considering its social and environmental basis, reinforcing the Rio Doce alluvial plain as a potential space for the development of field lessons. The excellent performance and, consequently, greater use of the contents by the students, allowed a critical apprenticeship, based on the citizen training, disregarding the need for Rio Doce protection.porCiências - Estudo e ensinoPlaníciesDoce, Rio (MG e ES)Educação ambiental - Espírito Santo (Estado)Educação não-formalEnsino - Meios auxiliaresAulas de campo na planície aluvionar do Rio Doce da perspectiva da educação ambiental críticainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do IFESinstname:Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)instacron:IFESCampus VitóriaPrograma de Pós-graduação em Educação em Ciências e MatemáticaEnsino de ciências e matemáticaTEXTDISSERTAÇÃO_Aulas_campo_planície_aluvionar.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Aulas_campo_planície_aluvionar.pdf.txtExtracted texttext/plain324128https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/60d71807-a9e2-4877-a714-14d40eb5449e/download74becb7e55e9a6f6cd774d359a4999c9MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Aulas_campo_planície_aluvionar.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Aulas_campo_planície_aluvionar.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2026https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/b5b6bf93-0979-4f0d-a0fa-9d20d5230e48/download279dfff508cf823bce4b01669cf502d1MD54falseAnonymousREADORIGINALDISSERTAÇÃO_Aulas_campo_planície_aluvionar.pdfDISSERTAÇÃO_Aulas_campo_planície_aluvionar.pdfapplication/pdf4927944https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/c4f89ba7-032d-44c1-b842-6a19ad2a0450/download6beb624d3bc060a88cea6c2894b2a3ceMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/ace65aca-5655-41b1-a379-1878ce49ef6f/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREAD123456789/2472019-06-18T19:50:37.046Zopen.accessoai:repositorio.ifes.edu.br:123456789/247https://repositorio.ifes.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ifes.edu.br/server/oai/requestrepositorio@ifes.edu.bropendoar:2019-06-18T19:50:37Repositório Institucional do IFES - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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