Metodologia para análise de segurança de um submarino com propulsão nuclear aplicada à zona costeira brasileira
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/847051 |
Resumo: | CINTRA GONCALVES, M.Metodologia para análise de segurança de um submarino com propulsão nuclear aplicada à zona costeira brasileira. 2024. 164 p. Dissertação (Mestrado em Tecnologia Nuclear) – Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – IPEN-CNEN/SP. São Paulo. O trânsito regular de submarinos nucleares na zona costeira brasileira será uma realidade nos próximos anos, visto que o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear se encontra em fase de projeto. Visando assegurar a operação segura dessas embarcações em missões na região, a análise de segurança emerge como um instrumento que reúne técnicas e métodos capazes de identificar eventos adversos à integridade do submarino, da planta nuclear embarcada e de sua tripulação. Tais adversidades na operação do navio e de sua planta nuclear foram identificadas pelo emprego da técnica Análise Preliminar de Riscos (APR). Esta técnica possibilitou, ainda, a identificação do evento de maior criticidade para a operação do submarino. Esse evento foi detalhado por meio do modeloBow-tie, avaliando as causas do evento por Árvore de Falhas e as consequênciasporÁrvoredeEventos.ComoresultadodaAPR,identificou-seque o evento de maior risco à operação do submarino, nas condições estabelecidas, seria um incêndio originado em componentes da planta nuclear embarcada. Detalhando esse incêndio pelo modeloBow-tie, verificou-se que as principais fontes de calor necessárias para a sua ocorrência provêm de falhas em sistemas elétricos e mecânicos da planta. Associada à fonte de calor, observou-se que a presença indevida de fluidos hidráulicos e lubrificantes na praça de máquinasrepresentouomaiorriscodeiníciodeincêndionaplantanuclearembarcada.Diantedasanálisesdesenvolvidas,concluiu-sequeoempregocombinadodatécnicaAPR edomodeloBow-tieemanálisesdesegurançaaplicadasasistemascomplexosé perfeitamente eficaz em abordagens qualitativas, principalmente nas etapas de identificação e detalhamento de eventos adversos à operação desses sistemas. |
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