Submarinos nucleares na guerra do Atlântico Sul: aplicação dos fatores operacionais nas Malvinas
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Escola de Guerra Naval (EGN)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/846723 |
Resumo: | Verificou-se a aderência do emprego de submarinos de propulsão nuclear pelos britânicos na Guerra das Malvinas (também chamada de Guerra das Falklands) em confronto com a teoria dos Fatores Operacionais de Milan Vego. Sua abordagem dos Fatores Espaço, Tempo e Força indica que a maior vantagem operacional e a maior liberdade de ação são obtidas através do balanceamento e equilíbrio entre os três fatores. No estudo do conflito abordado, observou-se que o emprego dos submarinos nucleares do Reino Unido se enquadrou às definições apresentadas dos Fatores Operacionais em diversos momentos. Contudo, o uso, conforme realizado na condução das operações pelos britânicos, não foi aderente ao modelo proposto, principalmente por dificuldades das forças britânicas em se contraporem às peculiaridades da área de operação, tendo sido especialmente inábeis em utilizar o Fator Espaço favoravelmente. Além disso, observou-se que todas as ocorrências de falhas e desalinhamentos no enquadramento da teoria foram no Fator Tempo, devido à falta de informações oportunas e acuradas de inteligência, gerando algumas perdas de oportunidades para as forças britânicas. As dificultadas enfrentadas pelos britânicos no conflito foram ligadas aos desalinhamentos no emprego inadequado dos Fatores Operacionais como uma possível explicação para a necessidade de um elevado esforço empreendido para obtenção da vitória operacional. |
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