Estratégia de emprego de submarinos de propulsão nuclear: um confronto entre a teoria da manobra estratégica do Almirante Castex e o emprego de submarinos de propulsão nuclear pela China na defesa das Linhas de Comunicações Marítimas
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Escola de Guerra Naval (EGN)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/846793 |
Resumo: | Em um mundo cada vez mais interconectado, as Linhas de Comunicações Marítimas (LCM) têm se tornado relevantes para o comércio mundial e para o desenvolvimento de algumas nações, gerando desafios relevantes no campo da segurança. Na guerra, o valor das LCM é ampliado, pois o sustento da nação depende delas. Portanto, é necessário um poder naval eficaz e eficiente para proteger as LCM. O submarino de propulsão nuclear chegou para se tornar um ativo naval preponderante para a guerra no mar, proporcionando importantes capacidades ofensivas e vantagens táticas aos países que o possuem. Assim, o propósito da presente pesquisa será determinar se um submarino de propulsão nuclear, é um fator que poderia potencializar a manobra estratégica defensiva das LCM de um país na guerra. A metodologia escolhida para este trabalho foi o confronto entre teoria e realidade, comparando a teoria da manobra estratégica do Almirante Castex, com o emprego de submarinos de propulsão nuclear na defesa das LCM da China. Por fim, foi sintetizado o modelo central da teoria da manobra estratégia, concluindo que, para defender as LCM, são necessárias o emprego de ações ofensivas e da mobilidade numa manobra estratégica. A China concentra suas principais ações ofensivas na defesa indireta das LCM com seus submarinos de propulsão nuclear, como parte do esforço principal de uma manobra estratégica para atacar os pontos críticos do inimigo, e pode também realizar operações de proteção direta das LCM localizadas a grande distância do território chinês. Na pesquisa, evidenciou-se que há coerência entre as variáveis da teoria de Castex, com os atributos característicos que o submarino de propulsão nuclear fornece a manobra defensiva chinesa, demonstrando que essas armas ofensivas podem potencializar o poder naval defensivo de um país, por meio da uma manobra estratégica, e podem ser usadas em tarefas de defesa das LCM, graças a seus atributos característicos, que lhes permitem combinar um grande poder de fogo com autonomia a grandes distâncias de suas bases. |
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