Depressão, autoestima e satisfação conjugal no ciclo gravídico puerperal: implicações para a maternidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: COSTA, Aline Oliveira da
Orientador(a): GOMES, Miria Benincasa
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Metodista de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/498
Resumo: O presente estudo teve por objetivo investigar e descrever as experiências afetivas, relacionais, e clínicas do ciclo gravídico puerperal, e analisar o impacto destas vivências no puerpério. Para isso, foram estudados qualitativamente quatro casos selecionados a partir de uma análise estatística, derivada do projeto intitulado: “Cesárea eletiva, parto humanizado e violência obstétrica, o legado destas experiências para a vida emocional e relacional da mãe”, que apontaram duas participantes melhores adaptadas a transição da maternidade e duas participantes menos adaptadas, de acordo com os resultados das análises dos instrumentos: EFS-RC, Escala de autoestima Rosenberg, e EPDS. Os instrumentos utilizados foram a entrevista semiestruturada, e o Procedimento do Desenho-Estória com Tema. De modo geral, os resultados apresentaram que existe um sofrimento que é intrínseco do puerpério. Destacou-se também, que o apoio do cônjuge não se mostrou como determinante para uma má adaptação a maternidade, pois todas as participantes tiveram apoio do parceiro em algum grau, e três delas apresentaram um transtorno emocional, assim, como a vivência de violência obstétrica no momento do parto não se mostrou como determinante para um transtorno emocional. No entanto, a amamentação mostrou-se como fator importante no puerpério, de onde derivaram diversos sentimentos de desamparo, tristeza e desespero. E as alterações corporais também se mostraram como um fator importante na transição para a maternidade, pois duas participantes que apresentaram um transtorno emocional, apresentaram muitas dificuldades em aceitar as transformações corporais, e as demais não apresentavam queixas em relação ao novo corpo. Logo, ressaltamos a necessidade de que mais estudos sejam realizados, a fim de refletir sobre as mudanças da imagem corporal na mulher durante a gravidez, e destacamos também, a importância e necessidade da estruturação de programas de assistência à amamentação, e a implantação de políticas públicas, visando à instrução qualificada para a amamentação e prevenção de agravos neste sentido.
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spelling COSTA, Aline Oliveira daGOMES, Miria Benincasa2025-04-28T20:46:29Z2025-04-28T20:46:29Z2018-08-06COSTA, Aline Oliveira da. Depressão, autoestima e satisfação conjugal no ciclo gravídico puerperal: implicações para a maternidade. 2018. 184 folhas. Dissertação (Psicologia da Saúde) - Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2018.https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/498O presente estudo teve por objetivo investigar e descrever as experiências afetivas, relacionais, e clínicas do ciclo gravídico puerperal, e analisar o impacto destas vivências no puerpério. Para isso, foram estudados qualitativamente quatro casos selecionados a partir de uma análise estatística, derivada do projeto intitulado: “Cesárea eletiva, parto humanizado e violência obstétrica, o legado destas experiências para a vida emocional e relacional da mãe”, que apontaram duas participantes melhores adaptadas a transição da maternidade e duas participantes menos adaptadas, de acordo com os resultados das análises dos instrumentos: EFS-RC, Escala de autoestima Rosenberg, e EPDS. Os instrumentos utilizados foram a entrevista semiestruturada, e o Procedimento do Desenho-Estória com Tema. De modo geral, os resultados apresentaram que existe um sofrimento que é intrínseco do puerpério. Destacou-se também, que o apoio do cônjuge não se mostrou como determinante para uma má adaptação a maternidade, pois todas as participantes tiveram apoio do parceiro em algum grau, e três delas apresentaram um transtorno emocional, assim, como a vivência de violência obstétrica no momento do parto não se mostrou como determinante para um transtorno emocional. No entanto, a amamentação mostrou-se como fator importante no puerpério, de onde derivaram diversos sentimentos de desamparo, tristeza e desespero. E as alterações corporais também se mostraram como um fator importante na transição para a maternidade, pois duas participantes que apresentaram um transtorno emocional, apresentaram muitas dificuldades em aceitar as transformações corporais, e as demais não apresentavam queixas em relação ao novo corpo. Logo, ressaltamos a necessidade de que mais estudos sejam realizados, a fim de refletir sobre as mudanças da imagem corporal na mulher durante a gravidez, e destacamos também, a importância e necessidade da estruturação de programas de assistência à amamentação, e a implantação de políticas públicas, visando à instrução qualificada para a amamentação e prevenção de agravos neste sentido.The present study aimed to investigate and describe the affective, relational, and clinical experiences during the pregnant-puerperal cycle and to analyze the impact of these experiences during the puerperium. In order to do so, four cases were qualitatively selected from a statistical review derived from a project entitled: "Elective caesarean section, humanized childbirth and obstetric violence — The legacy of these experiences for the mother's emotional and relational life." The project focused on two participants most well-adapted to the transition to motherhood, as well as on two less adapted participants, according to the results of the analysis made through the following instruments: SAF-RC, Rosenberg Self-Esteem Scale, and EPDS. The instruments used were the semi-structured interview and the Drawing-And-Story Procedure with a Theme. In general, the results showed that there is some suffering that is intrinsic to the puerperium. We also emphasize that the spouse's support did not prove to be a determinant for a poor adaptation to motherhood, as all the participants received support from their partner to some degree, and three of them developed an emotional disorder. The experience of obstetric violence at childbirth did not prove to be a determinant of emotional disorder either. However, breastfeeding has proved to be an important factor during the puerperium, when many feelings of helplessness, sadness, and despair have arisen. And body changes were also an important factor during the transition to motherhood, since the two participants with emotional disorders struggled in accepting their body changes, and the well-adapted participants did complained about the new body shape. Therefore, we emphasize the need to carry out more studies in order to reflect on changes in body image in women during pregnancy. We also emphasize the importance and necessity of structuring breastfeeding assistance programs and implementing public education policies aiming at qualified instruction for breastfeeding and disease prevention in this sense.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPESUniversidade Metodista de São PauloCiências HumanasPuerpérioPós-PartoTranstornos EmocionaisMaternidadePuerperiumPostpartumEmotional DisordersMotherhoodDepressão, autoestima e satisfação conjugal no ciclo gravídico puerperal: implicações para a maternidadeDepression, self-esteem and marital satisfaction during the pregnant-puerperal cycle: implications for motherhoodinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório da METODISTAinstname:Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA)instacron:METODISTAinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALAline Oliveira da Costa.pdfAline Oliveira da Costa.pdfapplication/pdf1912749https://repositorio.metodista.br/bitstreams/5bb0f094-9661-41dd-9a52-2cb60722906a/download5074eb2bc2c797e9e1c32780118bcc84MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.metodista.br/bitstreams/164c1d65-59b3-42f6-8f07-b35253dee822/downloadbb9bdc0b3349e4284e09149f943790b4MD51TEXTAline Oliveira da Costa.pdf.txtAline Oliveira da Costa.pdf.txtExtracted texttext/plain102921https://repositorio.metodista.br/bitstreams/b7fd63d0-801a-4601-85b3-48e45844fc8a/download10cdfe2152c2ebe812b28e12b5ea5590MD53THUMBNAILAline Oliveira da Costa.pdf.jpgAline Oliveira da Costa.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2545https://repositorio.metodista.br/bitstreams/12c41d59-62c3-4a19-83cf-39b56d3afc3f/download7043d8a75ea21b39908782365153302eMD54123456789/4982025-07-11 19:12:18.279open.accessoai:repositorio.metodista.br:123456789/498https://repositorio.metodista.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.metodista.br/jspui/http://tede.metodista.br/oai/requestbiblioteca@metodista.br||erick.roberto@metodista.bropendoar:2025-07-11T19:12:18Repositório da METODISTA - Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0IG93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLCB0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZyB0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sIGluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yIHB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZSB0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQgdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uIGFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LCB5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZSBjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdCBzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkIHdpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRCBCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUgRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSCBDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMgbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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