[en] CAN THE QUILOMBOLA SPEAK?: A STUDY ON THE CONSTRUCTION OF POWER OF QUILOMBOLA WOMEN IN THE LAKES REGION
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
MAXWELL
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=67466&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=67466&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.67466 |
Resumo: | [pt] Esta pesquisa, realizada nos Quilombos de Baía Formosa e Rasa, em Armação dos Búzios - RJ, analisa as dinâmicas de poder em situações de subalternidade para mulheres quilombolas, abordando o feminismo presente em suas ações diárias, suas formas organizativas, redes de articulação, e espaços que ocupam como lideranças. Busca compreender suas estratégias de resistência a partir do conhecimento situado, reconhecendo as complexidades em suas vivências. A realidade brasileira enfrenta o persistente impacto do racismo estrutural, originado no passado colonial, impactando as comunidades quilombolas, especialmente as mulheres quilombolas, uma das categorias mais oprimidas na sociedade brasileira. Metodologicamente, adota uma abordagem compartilhada com as mulheres, usando narrativas pessoais e histórias de vida para analisar padrões de poder pós-coloniais. Destaca-se o papel das mulheres quilombolas em lutas políticas e resistência contra opressões históricas. Essas mulheres enfrentam complexidades interseccionais de raça e gênero, resistindo à invisibilidade e disputando narrativas. A força dessas sujeitas reside napreservação cultural, luta pela terra e busca por autonomia. A pesquisa enfatiza a necessidade de reconhecimento e valorização de identidades, promovendo a desconstrução do pensamento hegemônico. Essa dissertação fundamenta-se no diálogo com teorias decoloniais e feminismo negro, e contribui com os estudos de quilombos e gênero. A pesquisa revelou que mulheres quilombolas enfrentam opressões por diversas estratégias. A identidade negra e feminina é um ponto crucial na formação dos Quilombos, centrando-se na luta pelo território. Reforçaro compromisso com a valorização de suas vozes, promoção da igualdade e reconhecimento das contribuições únicas que oferecem para o Brasil. |
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[en] CAN THE QUILOMBOLA SPEAK?: A STUDY ON THE CONSTRUCTION OF POWER OF QUILOMBOLA WOMEN IN THE LAKES REGION[pt] PODE A QUILOMBOLA FALAR?: UM ESTUDO SOBRE A CONSTRUÇÃO DO PODER DAS MULHERES QUILOMBOLAS DA REGIÃO DOS LAGOS[pt] INTERSECCIONALIDADE [pt] RACISMO ESTRUTURAL[pt] MULHER QUILOMBOLA[pt] DECOLONIALIDADE[pt] SUBALTERNIDADE[en] INTERSECTIONALITY[en] STRUCTURAL RACISM[en] QUILOMBOLA WOMAN[en] DECOLONIALITY[en] SUBORDINATION[pt] Esta pesquisa, realizada nos Quilombos de Baía Formosa e Rasa, em Armação dos Búzios - RJ, analisa as dinâmicas de poder em situações de subalternidade para mulheres quilombolas, abordando o feminismo presente em suas ações diárias, suas formas organizativas, redes de articulação, e espaços que ocupam como lideranças. Busca compreender suas estratégias de resistência a partir do conhecimento situado, reconhecendo as complexidades em suas vivências. A realidade brasileira enfrenta o persistente impacto do racismo estrutural, originado no passado colonial, impactando as comunidades quilombolas, especialmente as mulheres quilombolas, uma das categorias mais oprimidas na sociedade brasileira. Metodologicamente, adota uma abordagem compartilhada com as mulheres, usando narrativas pessoais e histórias de vida para analisar padrões de poder pós-coloniais. Destaca-se o papel das mulheres quilombolas em lutas políticas e resistência contra opressões históricas. Essas mulheres enfrentam complexidades interseccionais de raça e gênero, resistindo à invisibilidade e disputando narrativas. A força dessas sujeitas reside napreservação cultural, luta pela terra e busca por autonomia. A pesquisa enfatiza a necessidade de reconhecimento e valorização de identidades, promovendo a desconstrução do pensamento hegemônico. Essa dissertação fundamenta-se no diálogo com teorias decoloniais e feminismo negro, e contribui com os estudos de quilombos e gênero. A pesquisa revelou que mulheres quilombolas enfrentam opressões por diversas estratégias. A identidade negra e feminina é um ponto crucial na formação dos Quilombos, centrando-se na luta pelo território. Reforçaro compromisso com a valorização de suas vozes, promoção da igualdade e reconhecimento das contribuições únicas que oferecem para o Brasil. [en] This research, conducted in the Quilombos of Baía Formosa and Rasa, in Armação dos Búzios - RJ, analyses the dynamics of power in situations of subalternity for quilombola women, addressing the feminism present in their daily actions, their organisational forms, networks of articulation, and spaces they occupy as leaders. It seeks to understand their resistance strategies based on situated knowledge, recognising the complexities of their experiences. The Brazilian reality faces the persistent impact of structural racism, which originated in the colonial past, impacting Quilombola communities, especially Quilombola women, one of the most oppressed categories in Brazilian society. Methodologically, it adopts a shared approach with women, using personal narratives and life stories to analyse post-colonial power patterns. It emphasises the role of quilombola women in political struggles and resistance against historical oppressions. These women face intersectional complexities of race and gender, resisting invisibility and disputing narratives. Their strength lies in cultural preservation, the struggle for land and the quest for autonomy. The research emphasises the need to recognise and value identities, promoting the deconstruction of hegemonic thinking. This dissertation is based on a dialogue with decolonial theories and black feminism and contributes to quilombo and gender studies. The research revealed that quilombola women face oppression through various strategies. Black and female identity is a crucial point in the formation of Quilombos, centred on the struggle for territory. Reinforcing the commitment to valuing their voices, promoting equality and recognising the unique contributions they offer to Brazil.MAXWELLNILZA ROGERIA DE ANDRADE NUNESNILZA ROGERIA DE ANDRADE NUNESTHAIS SUISSO SANTOS GIMENES2024-08-05info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=67466&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=67466&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.67466porreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccess2024-08-07T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:67466Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342024-08-07T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false |
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