A união estável à luz do novo código civil
| Ano de defesa: | 2003 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Estudos Pós-Graduados em Direito
|
| Departamento: |
Faculdade de Direito
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/45188 |
Resumo: | A equiparação da união estável ao casamento, tratada nesta pesquisa, possui grande relevância para o nosso ordenamento jurídico. A existência do artigo 226, da Constituição Federal de 1988 faz surgir questões que dizem respeito à célula base da sociedade, a família. Elucidamos, durante a exposição, os pontos fundamentais do direito de família, do casamento e da união estável. Observamos que a evolução social influencia, de modo direto, as normas referentes a este tema. As leis elaboradas sobre união estável acabam por conceder a esta, tratamento equiparado ao do casamento, pois, não obstante serem institutos distintos, são considerados entidade familiar e família e, por isso, acabam merecendo proteção do Estado. Nesta pesquisa demonstramos a impossibilidade de equiparar a união estável ao casamento, por maior garantia que a Constituição Federal de 1988 tenha concedido à união estável, como entidade familiar. As normas infraconstitucionais denotam a distorção de interpretação da união estável reconhecida pela Constituição vigente, demonstrando a inconstitucionalidade quando concedem efeito civil -pertencente ao instituto do matrimônio - à união estável. Demonstramos, também, a regulamentação da união estável em outros países, e verificamos que tal união não é só problema do direito brasileiro, e sim da maioria dos ordenamentos jurídicos existentes. O direito de família tem sua origem no direito canônico e relevante é a influência da Igreja na formação desse direito. A união estável sempre esteve presente no contexto social, desde a Antigüidade, porém ocasiona grandes problemas sociais por ser a família a base da sociedade. Portanto, ela deve ser estruturada com sólidos e consistentes princípios morais e éticos, porque tudo o que nela acontece reflete diretamente na coletividade, positivamente ou negativamente, daí o motivo de o Estado proteger a família e prestar-lhe assistência |
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Diniz, Maria Helenahttp://lattes.cnpq.br/2679610153406796.Santos, Elaine Cristina Martins2025-08-07T14:26:42Z2025-08-07T14:26:42Z2003-12-20Santos, Elaine Cristina Martins. A união estável à luz do novo código civil. 2003. Dissertação (Mestrado em Direito) - Programa de Estudos Pós-Graduados em Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2003.https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/45188A equiparação da união estável ao casamento, tratada nesta pesquisa, possui grande relevância para o nosso ordenamento jurídico. A existência do artigo 226, da Constituição Federal de 1988 faz surgir questões que dizem respeito à célula base da sociedade, a família. Elucidamos, durante a exposição, os pontos fundamentais do direito de família, do casamento e da união estável. Observamos que a evolução social influencia, de modo direto, as normas referentes a este tema. As leis elaboradas sobre união estável acabam por conceder a esta, tratamento equiparado ao do casamento, pois, não obstante serem institutos distintos, são considerados entidade familiar e família e, por isso, acabam merecendo proteção do Estado. Nesta pesquisa demonstramos a impossibilidade de equiparar a união estável ao casamento, por maior garantia que a Constituição Federal de 1988 tenha concedido à união estável, como entidade familiar. As normas infraconstitucionais denotam a distorção de interpretação da união estável reconhecida pela Constituição vigente, demonstrando a inconstitucionalidade quando concedem efeito civil -pertencente ao instituto do matrimônio - à união estável. Demonstramos, também, a regulamentação da união estável em outros países, e verificamos que tal união não é só problema do direito brasileiro, e sim da maioria dos ordenamentos jurídicos existentes. O direito de família tem sua origem no direito canônico e relevante é a influência da Igreja na formação desse direito. A união estável sempre esteve presente no contexto social, desde a Antigüidade, porém ocasiona grandes problemas sociais por ser a família a base da sociedade. Portanto, ela deve ser estruturada com sólidos e consistentes princípios morais e éticos, porque tudo o que nela acontece reflete diretamente na coletividade, positivamente ou negativamente, daí o motivo de o Estado proteger a família e prestar-lhe assistênciaThe "lifetime partnership" treated in this research possesses great relevance for the Brazilian legal system. The existence of the article 226, of the Brazilian Federal Constitution makes arise questions regarding the core cell of the society, the family. We elucidated, during the exhibition the fundamental points of the family law, regarding the marriage and the "lifetime partnership". We observed that the social evolution influences in a direct way the norms regarding this theme. The laws elaborated on "lifetime partnership" grant a treatment compared to the marriage, although they are different institutes, both of them constitute family entity and family, and therefore, they deserve the protection of the State. In this research we demonstrated the impossibility in comparing the "lifetime partnership" to the marriage, even though the wide warranty that the Brazilian Federal Constitution grant to the "lifetime partnership", as a family entity. The infra-constitutional norms denote the distortion of interpretation of the "lifetime partnership" recognized by the Brazilian Constitution in force, demonstrating the unconstitutionality when they grant civil effect belonging to the institute of the marriage, compared for "lifetime partnership". We also demonstrated the regulation of the "lifetime partnership" in other countries, and we verified that the "lifetime partnership" is not only a problem of the Brazilian law, but of most of the existent law systems. The family law has its origin in the canon law and the influence of the Church in the formation of that right is important. The "lifetime partnership" was always present in the social context, since the ancient times, however it causes great social problems, inasmuch as the family constitutes the core of the society, Therefore, the family it should be she structured of firm and solid moral and ethical principles, because everything that happens in the family, expresses directly in the collectivity, in a positive or negative way. And, this is the reason for which the State protects and renders assistance to the familyporPontifícia Universidade Católica de São PauloPrograma de Estudos Pós-Graduados em DireitoPUC-SPBrasilFaculdade de DireitoCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOUnião estávelCasamentoConcubinatoDireito de famíliaA união estável à luz do novo código civilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da PUC_SPinstname:Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)instacron:PUC_SPLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.pucsp.br/xmlui/bitstream/handle/45188/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTA união estável à luz do novo código civil.pdf.txtA união estável à luz do novo código civil.pdf.txtExtracted texttext/plain266https://repositorio.pucsp.br/xmlui/bitstream/handle/45188/3/A%20uni%c3%a3o%20est%c3%a1vel%20%c3%a0%20luz%20do%20novo%20c%c3%b3digo%20civil.pdf.txt18bccf4e1288f98c4b2e82d94d60845dMD53THUMBNAILA união estável à luz do novo código civil.pdf.jpgA união estável à luz do novo código civil.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg990https://repositorio.pucsp.br/xmlui/bitstream/handle/45188/4/A%20uni%c3%a3o%20est%c3%a1vel%20%c3%a0%20luz%20do%20novo%20c%c3%b3digo%20civil.pdf.jpg51563af3f686d110e977ffa8696854b2MD54ORIGINALA união estável à luz do novo código civil.pdfA união estável à luz do novo código civil.pdfapplication/pdf20018118https://repositorio.pucsp.br/xmlui/bitstream/handle/45188/1/A%20uni%c3%a3o%20est%c3%a1vel%20%c3%a0%20luz%20do%20novo%20c%c3%b3digo%20civil.pdff79c3677bf4a134ba699eacbc0cc76a0MD51handle/451882025-08-08 01:03:13.363oai:repositorio.pucsp.br:handle/45188Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório Institucionalhttps://sapientia.pucsp.br/https://sapientia.pucsp.br/oai/requestbngkatende@pucsp.br||rapassi@pucsp.bropendoar:2025-08-08T04:03:13Repositório Institucional da PUC_SP - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)false |
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