Colonialidade, necropolítica neoliberal e a violência racista no controle de corpos negros e pobres: expressões em Angola, Brasil e Moçambique
| Ano de defesa: | 2025 |
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Resumo: | Esta pesquisa nasce da denúncia das violências estruturais que assolam a população negra e pobre e da necessidade de contrapor a hegemonia de saberes eurocêntricos, pautando-se em epistemologias contracoloniais. O objetivo geral foi analisar como os legados coloniais e as formas contemporâneas de controle racial conectam Angola, Brasil e Moçambique, evidenciando as expressões da colonialidade e da necropolítica neoliberal na gestão e repressão de corpos negros e pobres. A metodologia adota uma abordagem qualitativa, crítica e decolonial, por meio de pesquisa bibliográfica e documental com análise histórico-comparativa dos três países. Os principais resultados apontam que a colonialidade do poder persiste para além do colonialismo formal, articulando-se à governamentalidade neoliberal para expandir um Estado penal que substitui direitos sociais pela punição. Foi evidenciado, a partir de dados, que a segurança pública no Brasil opera como um dispositivo de genocídio da população negra, que é maioria no sistema carcerário e a principal vítima de intervenções policiais letais. Em Angola e Moçambique, a violência estatal reconfigura-se para a gestão da pobreza e o controle da dissidência política. Em Moçambique, a submissão a programas de austeridade resulta em um sistema prisional com superlotação, enquanto em Angola, a proteção de uma elite nacional se manifesta no uso da prisão preventiva como arma política. Conclui-se que a violência de Estado nos três países não é um desvio, mas a continuidade de um projeto colonial genocida, hoje operacionalizado pela necropolítica neoliberal, onde o encarceramento em massa e a violência policial funcionam como ferramentas para administrar as populações tornadas supérfluas pelo capital |
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A metodologia adota uma abordagem qualitativa, crítica e decolonial, por meio de pesquisa bibliográfica e documental com análise histórico-comparativa dos três países. Os principais resultados apontam que a colonialidade do poder persiste para além do colonialismo formal, articulando-se à governamentalidade neoliberal para expandir um Estado penal que substitui direitos sociais pela punição. Foi evidenciado, a partir de dados, que a segurança pública no Brasil opera como um dispositivo de genocídio da população negra, que é maioria no sistema carcerário e a principal vítima de intervenções policiais letais. Em Angola e Moçambique, a violência estatal reconfigura-se para a gestão da pobreza e o controle da dissidência política. Em Moçambique, a submissão a programas de austeridade resulta em um sistema prisional com superlotação, enquanto em Angola, a proteção de uma elite nacional se manifesta no uso da prisão preventiva como arma política. Conclui-se que a violência de Estado nos três países não é um desvio, mas a continuidade de um projeto colonial genocida, hoje operacionalizado pela necropolítica neoliberal, onde o encarceramento em massa e a violência policial funcionam como ferramentas para administrar as populações tornadas supérfluas pelo capitalThis research stems from the denunciation of the structural violence that plagues the Black and poor population and from the need to counter the hegemony of Eurocentric knowledge, grounding itself in counter-colonial epistemologies. The general objective is to analyze how colonial legacies and contemporary forms of racial control connect Angola, Brazil, and Mozambique, highlighting the expressions of coloniality and neoliberal necropolitics in the management and repression of Black and poor bodies. The methodology adopts a qualitative, critical, and decolonial approach, through bibliographic and documentary research with a historical-comparative analysis of the three countries. The main results indicate that the coloniality of power persists beyond formal colonialism, articulating with neoliberal governmentality to expand a penal State that replaces social rights with punishment. It was evidenced through data that public security in Brazil operates as a device for the genocide of the Black population, who are the majority in the carceral system and the main victims of lethal police interventions. In Angola and Mozambique, state violence is reconfigured for the management of poverty and the control of political dissent. In Mozambique, submission to austerity programs results in an overcrowded prison system, while in Angola, the protection of a national elite is manifested in the use of pre-trial detention as a political weapon. It is concluded that state violence in the three countries is not a deviation, but the continuity of a genocidal colonial project, now operationalized by neoliberal necropolitics, where mass incarceration and police violence function as tools to manage the populations made superfluous by capitalporCiências Sociais Aplicadas - Serviço SocialCiências Sociais Aplicadas - Serviço SocialColonialityNecropoliticsRacist violencePublic securityPenal statePublic safetyState violenceStructural racismMass incarcerationColonialidadeNecropolíticaRacismoSegurança públicaEstado penalViolência de EstadoRacismo estruturalEncarceramento em massaColonialidade, necropolítica neoliberal e a violência racista no controle de corpos negros e pobres: expressões em Angola, Brasil e MoçambiqueColoniality, neoliberal necropolitics and racist violence in the control of black and poor bodies: expressions in Angola, Brazil and Mozambiqueinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCESA - Departamento de Serviço SocialPrograma de Pós-Graduação em Serviço Social e Política SocialUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Estudos Sociais AplicadosORIGINALCSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B.pdfCSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B.pdfTexto completo ID. 194370application/pdf1613231https://repositorio.uel.br/bitstreams/52861d0d-a355-4041-95ab-407ec95aa24e/downloadebfafc981f68a5f479d50234857607d9MD51CSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B_TERMO.pdfCSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B_TERMO.pdfTermo de autorizaçãoapplication/pdf38839https://repositorio.uel.br/bitstreams/ac9f2472-c5df-4675-8835-e76163533889/download4fda96e55e8112d98e5c184f77fb45faMD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/209c53c2-9de1-4bcd-beb6-07384b2e9a60/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTCSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B.pdf.txtCSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B.pdf.txtExtracted texttext/plain57336https://repositorio.uel.br/bitstreams/0168e4b1-2808-4e9a-8f10-d1fb851d9005/download350f16be6aed192b08fabbbed017d9f4MD54CSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B_TERMO.pdf.txtCSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B_TERMO.pdf.txtExtracted texttext/plain2https://repositorio.uel.br/bitstreams/e0731db8-0491-4af0-972d-f93f5dde9501/downloade1c06d85ae7b8b032bef47e42e4c08f9MD56THUMBNAILCSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B.pdf.jpgCSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4161https://repositorio.uel.br/bitstreams/2c28a923-d4fb-458b-9077-bf6d4ace0b96/download149468b63463ede3dc18ae9fdd18d0aaMD55CSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B_TERMO.pdf.jpgCSA_SER_Me_2025_ Melo_Karine_B_TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4952https://repositorio.uel.br/bitstreams/1f2455c6-eba4-4751-a907-d3291553b87a/downloadc5e519b0c7196e4becfd8c0e89bbfc86MD57123456789/190742025-12-12 03:03:36.766open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/19074https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2025-12-12T06:03:36Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K |
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