Avaliação da influência do estresse materno no período da pandemia de COVID-19 na manutenção da amamentação exclusiva

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Souza, Daniella Malhães de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Faculdade de Odontologia
Brasil
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Odontologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22009
Resumo: Os benefícios da amamentação para a saúde da mãe e do bebê são evidentes e suportam as estratégias que visam promover, proteger e apoiar a amamentação como condição de direito para à saúde e bem-estar de mulheres. O enfrentamento de situações estressantes no puérpero pode ter relação com o desmame precoce, porém essa associação durante a pandemia de COVID-19 não foi estudada. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do estresse materno percebido no período da pandemia de COVID-19 e de outros fatores associados na interrupção do aleitamento materno exclusivo. O trabalho foi aprovado pelo comitê de ética em pesquisa do Hospital Universitário Pedro Ernesto - HUPE/UERJ. As participantes foram selecionadas por meio de buscas nas mídias socias através de perfis criados nas redes sociais para a pesquisa, utilizando hashtags específicas, da divulgação em grupos que reuniam um grande número de mães e da técnica “bola de neve”. A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário on-line, respondido em dois momentos (antes e após os seis meses de vida da criança), no período de junho de 2020 a agosto de 2021. Utilizou-se a Escala de Estresse Percebido Reduzida (EEP) para avaliar o estresse. As análises estatísticas foram feitas no programa RStudio 3.6.3© (RStudio, PBC). Utilizou-se modelo de regressão logística estimando-se a razão de chances (odds ratio, OR) para avaliar a associação entre variáveis independentes com a interrupção do aleitamento materno exclusivo (AME), e os testes de Mann-Whitney e Correlação de Spearman para avaliar a associação entre o estresse percebido com a interrupção e a duração do AME, respectivamente. O nível de significância foi de 0,05. A amostra foi composta por 1.237 mães de bebês nascidos no período da pandemia de COVID-19. A média de duração do AME foi de 133 dias (dp ± 76). Houve associação significativa entre o uso de chupeta [OR= 2,80; IC (95%): 2,17-3,63; p-valor: <0,0001], baixo peso ao nascer [OR= 2,17; IC (95%): 1,18-4,09; p-valor: 0,001], idade materna [OR= 0,97; IC (95%): 0,95-0,99; p-valor: 0,01], retorno da mulher ao trabalho [OR= 1,70; IC (95%): 1,30-2,24; p-valor: <0,0001], a ausência de apoio para amamentar [OR= 6,37; IC (95%): 3,40-12,8; p-valor: <0,0001] e o medo de contaminação pela COVID-19 [OR= 1,54; IC (95%): 1,18-2,02; p-valor: 0,0001] com a interrupção do AME. Em relação aos níveis de estresse percebido, 2,3% das mulheres apresentaram nível baixo, 53,6% moderado e 44,1% alto. Entretanto, não foi observada associação entre o nível de estresse percebido com a interrupção (p-valor = 0,48) ou duração do AME (p-valor = 0,97). O estresse percebido autorrelatado por mães de bebês nascidos durante a pandemia de COVID-19 não influenciou a interrupção ou duração do AME. Entretanto, o uso de chupeta, o retorno da mulher ao trabalho, a ausência de apoio para amamentar e o medo de contaminação pela COVID-19 aumentou as chances de ocorrer essa interrupção.
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O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do estresse materno percebido no período da pandemia de COVID-19 e de outros fatores associados na interrupção do aleitamento materno exclusivo. O trabalho foi aprovado pelo comitê de ética em pesquisa do Hospital Universitário Pedro Ernesto - HUPE/UERJ. As participantes foram selecionadas por meio de buscas nas mídias socias através de perfis criados nas redes sociais para a pesquisa, utilizando hashtags específicas, da divulgação em grupos que reuniam um grande número de mães e da técnica “bola de neve”. A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário on-line, respondido em dois momentos (antes e após os seis meses de vida da criança), no período de junho de 2020 a agosto de 2021. Utilizou-se a Escala de Estresse Percebido Reduzida (EEP) para avaliar o estresse. As análises estatísticas foram feitas no programa RStudio 3.6.3© (RStudio, PBC). Utilizou-se modelo de regressão logística estimando-se a razão de chances (odds ratio, OR) para avaliar a associação entre variáveis independentes com a interrupção do aleitamento materno exclusivo (AME), e os testes de Mann-Whitney e Correlação de Spearman para avaliar a associação entre o estresse percebido com a interrupção e a duração do AME, respectivamente. O nível de significância foi de 0,05. A amostra foi composta por 1.237 mães de bebês nascidos no período da pandemia de COVID-19. A média de duração do AME foi de 133 dias (dp ± 76). Houve associação significativa entre o uso de chupeta [OR= 2,80; IC (95%): 2,17-3,63; p-valor: <0,0001], baixo peso ao nascer [OR= 2,17; IC (95%): 1,18-4,09; p-valor: 0,001], idade materna [OR= 0,97; IC (95%): 0,95-0,99; p-valor: 0,01], retorno da mulher ao trabalho [OR= 1,70; IC (95%): 1,30-2,24; p-valor: <0,0001], a ausência de apoio para amamentar [OR= 6,37; IC (95%): 3,40-12,8; p-valor: <0,0001] e o medo de contaminação pela COVID-19 [OR= 1,54; IC (95%): 1,18-2,02; p-valor: 0,0001] com a interrupção do AME. Em relação aos níveis de estresse percebido, 2,3% das mulheres apresentaram nível baixo, 53,6% moderado e 44,1% alto. Entretanto, não foi observada associação entre o nível de estresse percebido com a interrupção (p-valor = 0,48) ou duração do AME (p-valor = 0,97). O estresse percebido autorrelatado por mães de bebês nascidos durante a pandemia de COVID-19 não influenciou a interrupção ou duração do AME. Entretanto, o uso de chupeta, o retorno da mulher ao trabalho, a ausência de apoio para amamentar e o medo de contaminação pela COVID-19 aumentou as chances de ocorrer essa interrupção.The benefits of breastfeeding for the health of mother and baby are evident and support strategies that aim to promote, protect and support breastfeeding as a condition of right to the health and well-being of women. Addressing stressful situations for women may be a relationship with early weaning, but this association during the covid-19 pandemic has not been studied. The objective of this study was to evaluate the influence of perceived maternal stress in the period of the covid-19 pandemic and other associated factors on the interruption of exclusive breastfeeding (EBF). The work was approved by the research ethics committee of Pedro Ernesto University hospital – HUPE/UEJR. Participants were selected through social media searches through profiles created on social networks for research, using specific hashtags and manual search in groups with a large number of mothers and snowball technique. Data collection was performed through an online questionnaire, answered at two times (before and after the 6 months of the child’s life) from June 2020 to August 2021. The reduced perceived stress scale (PSS) was used to assess stress. Statistical analysis was performed in the program rstudio 3.6.3© (rstudio, pbc). A logistics regression model was used to estimate the odds ratio (odds ratio, or) to assess the association between independent variables with weaning, and the mann- whitney tests and spearman correlation to assess the association between perceived stress with early weaning and the duration of ebitch, respectively. The level of significance was 0.05. The sample was composed of 1,237 mothers of babies born in the period of the covid-19 pandemic, the average duration of ebf was 133 days (sd ± 76). There was a significant association between the use of pacifier [OR= 2.80; CI (95%): 2.17-3.63; p-value: <0.0001], ], low birth weight [OR= 2,17; CI (95%): 1,18-4,09; p-valor: 0,001], maternal age [OR= 0,97; IC (95%): 0,95-0,99; p-valor: 0,01], women’s return to work [OR= 1.70; CI (95%): 1.30-2.24; p-value: <0.0001], the absence of support for breastfeeding [OR= 6.37; CI (95%): 3.40-12.8; p-value: <0.0001] and the fear of contamination by covid-19 [OR= 1.54; CI (95%): 1.18-2.02; p-value: 0.0001] with interruption of EBF. Regarding to perceveid stress level, 2.3% of women showed a low level, 53.6% moderate, and 44.1% high. However, no association was observed between the level of perceived stress and weaning (p-value = 0.48) or with the duration of EBF (p-value = 0.97). Self-reported perceived stress by women during the covid- 19 pandemic did not influence the interruption or duration of exclusive breastfeeding. However, the use of pacifiers, the return of women to work, the absence of breastfeeding support, and the fear of contamination by covid-19 increased the chances of this interruption.Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro Biomédico::Faculdade de OdontologiaBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em OdontologiaFrança, Adílis Kalina Alexandria dehttp://lattes.cnpq.br/8813744643679880Santos, Ana Paula Pires doshttps://orcid.org/0000-0001-5688-4747http://lattes.cnpq.br/8258756998579769Fidalgo, Tatiana Kelly da Silvahttps://orcid.org/0000-0003-1340-9967http://lattes.cnpq.br/7877241939491498Silva, Michele Machado Lenzi dahttp://lattes.cnpq.br/9554635290193317Gonçalves, Andréa Fonsecahttps://orcid.org/0000-0001-6467-7078http://lattes.cnpq.br/3157844146179132Souza, Daniella Malhães de2024-05-21T17:45:35Z2022-02-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSOUZA, Daniella Malhães. 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