Educação quilombola e educação escolar quilombola: reflexões em torno da implementação das Diretrizes Curriculares da Educação Escolar Quilombola na Rede Básica Municipal de Ensino do município de Barro Alto-Bahia.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Souza, Uilson Viana de lattes
Orientador(a): Carvalho, Maria Rosário Gonçalves de
Banca de defesa: Fernandes, Mariana Balen, Fernandes, Mille Caroline Rodrigues, Santos, Tiago Rodrigues, Silva, Jamile Borges da, Carvalho, Maria Rosário Gonçalves de
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal da Bahia
Programa de Pós-Graduação: Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (PÓS-AFRO) 
Departamento: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42378
https://orcid.org/0000-0003-3282-5755)
Resumo: Trata-se esta produção, do texto final da tese de doutoramento em Estudos Étnicos e Africanos (POSAFRO-UFBA) com pesquisa de campo desenvolvida nas escolas quilombolas e escolas que têm estudantes quilombolas, na Rede Municipal de Educação do município de Barro Alto, no interior da Bahia. Apresenta-se as etapas da pesquisa e as mudanças ocorridas por ocasião da COVID-19 em 2020. Traz em seu aporte teórico e metodológico, a perspectiva epistemológica da decolonialidade e da contracolonialidade, a partir de autores e autoras negras e quilombolas afrorreferenciados que dialogam com a práxis deste estudo, ajudando a compreender a educação quilombola e educação escolar quilombola, a partir de uma mudança paradigmática e contracolonial. A decolonialidade é aqui traçada no sentido de situar a crítica ao modelo educacional, perpetuado pelo colonialismo, buscando ecoar e dar voz a saberes historicamente negados, tendo a mudança paradigmática, como propulsora. Por sua vez, a contracolonialidade contribui para afirmar, por meio da Educação quilombola e Educação Escolar Quilombola, o processo de resistência negra e quilombola, de reivindicação e proposição de outro modelo educacional, tendo como um dos instrumentos, as Diretrizes Curriculares da Educação Escolar Quilombola. Buscou-se entender como as escolas tem implementado-as, aliadas a uma legislação voltada para a educação antirracista. A metodologia tem inspiração no método qualitativo e na perspectiva decolonial, tendo como instrumentos de aplicação e etapas: as visitas de campo, a observação participante, a aplicação de diagnóstico, entrevistas abertas e semi-estruturadas e visitação nas comunidades quilombolas, a partir de encontros com estudantes, família e comunidade a fim de apresentar e discutir a pesquisa. Para além destes instrumentos, serviram de base analítica, os dados do censo escolar do Governo Federal, disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e pela Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), além de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Permeiam e compõem o eixo teórico, em mediação e interpretação com o campo empírico e axiológico, as categorias de análise: Educação Quilombola, Educação Escolar Quilombola, Diretrizes, Racismo, Decolonialidade, Território e Identidade. Por fim, estão imersos conceitos e discussão, como educação antirracista, racismo e etnicidade
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Traz em seu aporte teórico e metodológico, a perspectiva epistemológica da decolonialidade e da contracolonialidade, a partir de autores e autoras negras e quilombolas afrorreferenciados que dialogam com a práxis deste estudo, ajudando a compreender a educação quilombola e educação escolar quilombola, a partir de uma mudança paradigmática e contracolonial. A decolonialidade é aqui traçada no sentido de situar a crítica ao modelo educacional, perpetuado pelo colonialismo, buscando ecoar e dar voz a saberes historicamente negados, tendo a mudança paradigmática, como propulsora. Por sua vez, a contracolonialidade contribui para afirmar, por meio da Educação quilombola e Educação Escolar Quilombola, o processo de resistência negra e quilombola, de reivindicação e proposição de outro modelo educacional, tendo como um dos instrumentos, as Diretrizes Curriculares da Educação Escolar Quilombola. Buscou-se entender como as escolas tem implementado-as, aliadas a uma legislação voltada para a educação antirracista. A metodologia tem inspiração no método qualitativo e na perspectiva decolonial, tendo como instrumentos de aplicação e etapas: as visitas de campo, a observação participante, a aplicação de diagnóstico, entrevistas abertas e semi-estruturadas e visitação nas comunidades quilombolas, a partir de encontros com estudantes, família e comunidade a fim de apresentar e discutir a pesquisa. Para além destes instrumentos, serviram de base analítica, os dados do censo escolar do Governo Federal, disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e pela Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), além de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Permeiam e compõem o eixo teórico, em mediação e interpretação com o campo empírico e axiológico, as categorias de análise: Educação Quilombola, Educação Escolar Quilombola, Diretrizes, Racismo, Decolonialidade, Território e Identidade. Por fim, estão imersos conceitos e discussão, como educação antirracista, racismo e etnicidadeThis production is the final text of the doctoral thesis in Ethnic and African Studies (POSAFRO-UFBA) with field research developed in quilombola schools and schools with quilombola students, in the Municipal Education Network of the municipality of Barro Alto, in the interior of Bahia. The stages of the research and the changes that occurred due to COVID-19 in 2020 are presented. It brings in its theoretical and methodological contribution, the epistemological perspective of decoloniality and countercoloniality, based on black and quilombola authors who are Afro-referenced and who dialogue with the praxis of this study, helping to understand quilombola education and quilombola school education, based on a paradigmatic and countercolonial change. Decoloniality is outlined here in the sense of situating the critique of the educational model, perpetuated by colonialism, seeking to echo and give voice to historically denied knowledge, with the paradigmatic change as a driving force. In turn, countercoloniality contributes to affirming, through Quilombola Education and Quilombola School Education, the process of black and quilombola resistance, of claiming and proposing another educational model, having as one of the instruments, the Curricular Guidelines for Quilombola School Education.The aim was to understand how schools have implemented them, in conjunction with legislation focused on anti-racist education. The methodology was inspired by the qualitative method and the decolonial perspective, and its application instruments and stages were: field visits, participant observation, application of diagnostics, open and semi-structured interviews, and visits to quilombola communities, based on meetings with students, families, and the community in order to present and discuss the research. In addition to these instruments, the data from the Federal Government's school census, made available by the National Institute of Studies and Educational Research Anísio Teixeira (INEP) and the National Policy on Equity, Education for Ethnic-Racial Relations, and Quilombola School Education (PNEERQ), as well as data from the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), served as an analytical basis. The following categories of analysis permeate and compose the theoretical axis, in mediation and interpretation with the empirical and axiological field: Quilombola Education, Quilombola School Education, Guidelines, Racism, Decoloniality, Territory and Identity. Finally, concepts and discussions such as anti-racist education, racism and ethnicity are immersed.CNPQ/CAPESporUniversidade Federal da BahiaPrograma Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (PÓS-AFRO) UFBABrasilFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)Quilombola EducationQuilombola School EducationCiências HumanasEducação QuilombolaEducação Escolar QuilombolaEducação quilombola e educação escolar quilombola: reflexões em torno da implementação das Diretrizes Curriculares da Educação Escolar Quilombola na Rede Básica Municipal de Ensino do município de Barro Alto-Bahia.Quilombola Education and Quilombola School Education: reflections on the implementation of the Curricular Guidelines for Quilombola School Education in the Municipal Basic Education Network of the municipality of Barro Alto-Bahia.Educación Quilombola y Educación Escolar Quilombola: reflexiones sobre la implementación de las Directrices Curriculares para la Educación Escolar Quilombola en la Red Municipal de Educación Básica del municipio de Barro Alto-Bahia.Doutoradoinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionCarvalho, Maria Rosário Gonçalves deSilva, Jamile Borges daFernandes, Mariana BalenFernandes, Mille Caroline RodriguesSantos, Tiago RodriguesSilva, Jamile Borges daCarvalho, Maria Rosário Gonçalves dehttps://orcid.org/0000-0003-3282-5755http://lattes.cnpq.br/4616897509109784Souza, Uilson Viana deARRUTI, José M. 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Lisboa, 90 Graus.info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALTESE FINALIZADA uilson.pdfTESE FINALIZADA uilson.pdfapplication/pdf6678471https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42378/1/TESE%20FINALIZADA%20uilson.pdf719039934ab85b30cea52900dbcf7008MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42378/2/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD52open accessri/423782025-06-27 14:04:51.656open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/42378TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-06-27T17:04:51Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false
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Quilombola School Education
description Trata-se esta produção, do texto final da tese de doutoramento em Estudos Étnicos e Africanos (POSAFRO-UFBA) com pesquisa de campo desenvolvida nas escolas quilombolas e escolas que têm estudantes quilombolas, na Rede Municipal de Educação do município de Barro Alto, no interior da Bahia. Apresenta-se as etapas da pesquisa e as mudanças ocorridas por ocasião da COVID-19 em 2020. Traz em seu aporte teórico e metodológico, a perspectiva epistemológica da decolonialidade e da contracolonialidade, a partir de autores e autoras negras e quilombolas afrorreferenciados que dialogam com a práxis deste estudo, ajudando a compreender a educação quilombola e educação escolar quilombola, a partir de uma mudança paradigmática e contracolonial. A decolonialidade é aqui traçada no sentido de situar a crítica ao modelo educacional, perpetuado pelo colonialismo, buscando ecoar e dar voz a saberes historicamente negados, tendo a mudança paradigmática, como propulsora. Por sua vez, a contracolonialidade contribui para afirmar, por meio da Educação quilombola e Educação Escolar Quilombola, o processo de resistência negra e quilombola, de reivindicação e proposição de outro modelo educacional, tendo como um dos instrumentos, as Diretrizes Curriculares da Educação Escolar Quilombola. Buscou-se entender como as escolas tem implementado-as, aliadas a uma legislação voltada para a educação antirracista. A metodologia tem inspiração no método qualitativo e na perspectiva decolonial, tendo como instrumentos de aplicação e etapas: as visitas de campo, a observação participante, a aplicação de diagnóstico, entrevistas abertas e semi-estruturadas e visitação nas comunidades quilombolas, a partir de encontros com estudantes, família e comunidade a fim de apresentar e discutir a pesquisa. Para além destes instrumentos, serviram de base analítica, os dados do censo escolar do Governo Federal, disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e pela Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), além de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Permeiam e compõem o eixo teórico, em mediação e interpretação com o campo empírico e axiológico, as categorias de análise: Educação Quilombola, Educação Escolar Quilombola, Diretrizes, Racismo, Decolonialidade, Território e Identidade. Por fim, estão imersos conceitos e discussão, como educação antirracista, racismo e etnicidade
publishDate 2025
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dc.identifier.citation.fl_str_mv SOUZA, Uilson Viana de. Educação Quilombola e Educação Escolar Quilombola: reflexões em torno da implementação das Diretrizes Curriculares da Educação Escolar Quilombola na Rede Básica Municipal de Ensino, do município de Barro Alto-Bahia. 2025.Tese (Doutorado em Estudos Étnicos e Africanos) - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador,2025.
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