Do consultório aos quilombos: a revolta como energia vital – diálogos da Teoria Reichiana e autores do campo psicanalítico para a compreensão de corporeidades negras.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: SILVA, Lidiane Aparecida de Araujo e. lattes
Orientador(a): RAUTER, Cristina Mair Barros. lattes
Banca de defesa: SANTOS, Abrahão Oliveira dos. lattes, CESSE NETO, João da Mata Rosa. lattes, ALMEIDA, Mariléa de.
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Fluminense
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS EM PSICOLOGIA
Departamento: Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/46048
Resumo: Neste trabalho, tivemos como objetivo inicial propor um diálogo entre Wilhelm Reich e intelectuais negros da Diáspora Africana do campo psicanalítico, que se desdobrou numa pesquisa de campo sobre mulheres quilombolas em duas comunidades rurais do Médio Jequitinhonha, em Minas Gerais. Realizamos um estudo sobre as subjetividades brasileiras a partir do pós-abolição, seguido por uma breve apresentação histórica da Psicologia Reichiana e das Psicoterapias Corporais no Brasil. Discutimos as obras de Frantz Fanon, Virgínia Bicudo, Neuza Santos Souza, Lélia Gonzalez, Isildinha Baptista Nogueira e Grada Kilomba, tendo como foco a especificidade negra para pensar o racismo entre autores que se utilizaram da psicanálise para tal. Pensamos que a revolta foi sempre um sentimento que contribuiu para o fortalecimento da população negra, sendo o quilombo uma organização que bem expressa esses corpos revoltosos. Por fim, apresentamos a pesquisa de campo realizada com mulheres quilombolas, na qual utilizamos o método cartográfico em Psicologia, incluindo uma pesquisa-intervenção sobre os corpos de mulheres quilombolas.
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Discutimos as obras de Frantz Fanon, Virgínia Bicudo, Neuza Santos Souza, Lélia Gonzalez, Isildinha Baptista Nogueira e Grada Kilomba, tendo como foco a especificidade negra para pensar o racismo entre autores que se utilizaram da psicanálise para tal. Pensamos que a revolta foi sempre um sentimento que contribuiu para o fortalecimento da população negra, sendo o quilombo uma organização que bem expressa esses corpos revoltosos. Por fim, apresentamos a pesquisa de campo realizada com mulheres quilombolas, na qual utilizamos o método cartográfico em Psicologia, incluindo uma pesquisa-intervenção sobre os corpos de mulheres quilombolas.This study initially aimed to establish a dialogue between Wilhelm Reich and Black intellectuals of the African Diaspora within the psychoanalytic field. It has evolved into field research, focusing on quilombola women from two rural communities in the Middle Jequitinhonha, Southeastern region of Minas Gerais, Brazil. We conducted an analysis of Brazilian subjectivities in the post-abolition period, which was followed by a brief historical overview of Reichean Psychology and Body Psychotherapies in Brazil. We have taken the writings by Frantz Fanon, Virgínia Bicudo, Neuza Santos Souza, Lélia Gonzalez, Isildinha Baptista Nogueira, and Grada Kilomba, emphasizing the specificity of Black experiences in discussing racism through psychoanalytic frameworks. We propose that revolt has always been a fundamental force in the resilience of the Black population, with quilombos serving as powerful expressions of insurgent bodies. Finally, we present the field research conducted with quilombola women, employing the cartographic method in Psychology, which included an intervention-based study on the corporeal experiences of these women.Submitted by ANDRESA COSTA (andresapires04@gmail.com) on 2026-04-06T13:23:09Z No. of bitstreams: 1 LIDIANE APARECIDA DE ARAUJO E SILVA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA SUDESTE 4.1 UFF 2025.pdf: 1267341 bytes, checksum: 9fe7ecfaf10db51c8873c07f914239a9 (MD5)Made available in DSpace on 2026-04-06T13:23:09Z (GMT). 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Do consultório aos quilombos: a revolta como energia vital – diálogos da Teoria Reichiana e autores do campo psicanalítico para a compreensão de corporeidades negras. 2025. 242f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro - RJ - Brasil, 2025.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTLIDIANE APARECIDA DE ARAUJO E SILVA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA SUDESTE 4.1 UFF 2025.pdf.txtLIDIANE APARECIDA DE ARAUJO E SILVA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA SUDESTE 4.1 UFF 2025.pdf.txttext/plain656169https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/46048/3/LIDIANE+APARECIDA+DE+ARAUJO+E+SILVA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PSICOLOGIA+SUDESTE+4.1+UFF+2025.pdf.txt4738184e4ad9058db4036e251155c9d2MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/46048/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINALLIDIANE APARECIDA DE ARAUJO E SILVA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA SUDESTE 4.1 UFF 2025.pdfLIDIANE APARECIDA DE ARAUJO E SILVA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA SUDESTE 4.1 UFF 2025.pdfapplication/pdf1267341https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/46048/1/LIDIANE+APARECIDA+DE+ARAUJO+E+SILVA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PSICOLOGIA+SUDESTE+4.1+UFF+2025.pdf9fe7ecfaf10db51c8873c07f914239a9MD51riufcg/460482026-04-07 03:00:37.311oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/46048Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512026-04-07T06:00:37Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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