Experiência de vida e de (re)existência de mulheres negras quilombolas da Serra do Evaristo.
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Ceará
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| Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/42477 |
Resumo: | Em uma sociedade capitalista e patriarcal os negros, as mulheres e as crianças são as maiores vítimas dos processos decorrentes da desigualdade social. Quando colocado dentro de uma perspectiva interseccional, o contexto fica ainda mais doloroso para mulheres negras quilombolas, pois são atravessadas simultaneamente por diferentes formas de opressão, a saber, o racismo, o sexismo e, consequentemente, o classismo. Neste contexto, a pergunta de partida deste estudo foi: "De que forma o cruzamento entre racismo e sexismo como práticas autoritárias incidem na experiência de vida e de (re)existência de mulheres negras quilombolas?", que foi respondida através da operacionalização dos objetivos desta pesquisa: a) Descrever a relação entre autoritarismo e racismo b) Identificar as bases autoritárias do sexismo; c) Analisar como estas opressões incidem nas experiências de vida dessas mulheres e d) Compreender como estas mulheres significam e articulam os processos de (re)existência diante dessas categorias de opressão em suas semelhanças e/ou diferenças. As reflexões da pesquisa estão ancoradas sobre a) Teoria Crítica da Raça; b) os Estudos sobre o Feminismo Negro e c) o Quilombismo. A metodologia adotada é de natureza teórico-bibliográfica e qualitativa, com os recursos: a) Diário de Campo e b) Entrevista Narrativa Autobiográfica. Para análise dos dados coletados nas entrevistas foi utilizada a teoria da Análise Crítica do Discurso onde o texto foi tabulado por meio do software de pesquisa qualitativa Atlas Ti. Como conclusões, entendemos que o racismo e sexismo são ainda mais violentos com mulheres negras quilombolas e que viver em comunidade é fator protetivo para elas e um espaço de elaboração de estratégias de resistência tanto individuais como comunitárias. Este estudo contribuiu para o desmantelamento de uma ciência branca e eurocêntrica e para a luta por mais mulheres negras em espaços de produção científica e na academia. |
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MOURA JR, James Ferreira.http://lattes.cnpq.br/5780365767580771XAVIER, Alessandra Silva.XAVIER, A. S.http://lattes.cnpq.br/4024372217043964QUIXADÁ, Luciana Martins.QUIXADÁ, L. M.http://lattes.cnpq.br/5114818220704359LIMA, J. M.http://lattes.cnpq.br/7170381490709381LIMA, Juliana Murta de.Em uma sociedade capitalista e patriarcal os negros, as mulheres e as crianças são as maiores vítimas dos processos decorrentes da desigualdade social. Quando colocado dentro de uma perspectiva interseccional, o contexto fica ainda mais doloroso para mulheres negras quilombolas, pois são atravessadas simultaneamente por diferentes formas de opressão, a saber, o racismo, o sexismo e, consequentemente, o classismo. Neste contexto, a pergunta de partida deste estudo foi: "De que forma o cruzamento entre racismo e sexismo como práticas autoritárias incidem na experiência de vida e de (re)existência de mulheres negras quilombolas?", que foi respondida através da operacionalização dos objetivos desta pesquisa: a) Descrever a relação entre autoritarismo e racismo b) Identificar as bases autoritárias do sexismo; c) Analisar como estas opressões incidem nas experiências de vida dessas mulheres e d) Compreender como estas mulheres significam e articulam os processos de (re)existência diante dessas categorias de opressão em suas semelhanças e/ou diferenças. As reflexões da pesquisa estão ancoradas sobre a) Teoria Crítica da Raça; b) os Estudos sobre o Feminismo Negro e c) o Quilombismo. A metodologia adotada é de natureza teórico-bibliográfica e qualitativa, com os recursos: a) Diário de Campo e b) Entrevista Narrativa Autobiográfica. Para análise dos dados coletados nas entrevistas foi utilizada a teoria da Análise Crítica do Discurso onde o texto foi tabulado por meio do software de pesquisa qualitativa Atlas Ti. Como conclusões, entendemos que o racismo e sexismo são ainda mais violentos com mulheres negras quilombolas e que viver em comunidade é fator protetivo para elas e um espaço de elaboração de estratégias de resistência tanto individuais como comunitárias. Este estudo contribuiu para o desmantelamento de uma ciência branca e eurocêntrica e para a luta por mais mulheres negras em espaços de produção científica e na academia.In a capitalist and patriarchal society, black people, women and children are the biggest victims of the processes resulting from social inequality. When placed within an intersectional perspective, the context becomes even more painful for black quilombola women, as they are simultaneously crossed by different forms of oppression, namely racism, sexism and, consequently, classism. In this context, the starting question for this study was: "How does the intersection of racism and sexism as authoritarian practices affect the life experience and (re)existence of black quilombola women? ", which was answered through the operationalization of the objectives of this research: a) Describe the relationship between authoritarianism and racism b) Identify the authoritarian bases of sexism; c) Analyze how these oppressions affect the life experiences of these women and d) Understand how these women mean and articulate the processes of (re)existence in the face of these categories of oppression in their similarities and/or differences. The reflections of the research are anchored in a) Critical Race Theory; b) Studies on Black Feminism and c) Quilombism. The methodology adopted is of a theoretical-bibliographical and qualitative nature, using the following resources: a) Field Diary and b) Autobiographical Narrative Interview. The theory of Critical Discourse Analysis was used to analyze the data collected in the interviews, and the text was tabulated using Atlas Ti qualitative research software. As conclusions, we understand that racism and sexism are even more violent with black quilombola women and that living in a community is a protective factor for them and a space for developing both individual and community resistance strategies. This study has contributed to the dismantling of a white, Eurocentric science and to the fight for more black women in scientific production spaces and in academy.Submitted by ANDRESA COSTA (andresapires04@gmail.com) on 2025-07-16T22:28:31Z No. of bitstreams: 1 JULIANA MURTA DE LIMA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA NORDESTE 3 UFC 2024.pdf: 807949 bytes, checksum: 5b0ddb4e909f868a4bd2f4c011299170 (MD5)Made available in DSpace on 2025-07-16T22:28:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 JULIANA MURTA DE LIMA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA NORDESTE 3 UFC 2024.pdf: 807949 bytes, checksum: 5b0ddb4e909f868a4bd2f4c011299170 (MD5) Previous issue date: 2024-01-22Universidade Federal do CearáPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIAUFCBrasilPsicologia.Mulheres negras quilombolasMulheres quilombolasQuilombolas - experiência de vidaExperiência de vida - mulheres quilombolasComunidade Quilombola da Serra do Evaristo - Baturité - CEComunidade Quilombola da Serra do Evaristo - Baturité - CEUniversidade Federal do Ceará - DissertaçãoTeoria crítica da raçaFeminismo negroQuilombismoAnálise crítica do discursoRacismoSexismoBlack Quilombola WomenQuilombola WomenQuilombolas - Life ExperienceLife Experience - Quilombola WomenQuilombola Community of Serra do Evaristo - Baturité - CEFederal University of Ceará - DissertationCritical Race TheoryBlack FeminismCritical Discourse AnalysisRacismSexismExperiência de vida e de (re)existência de mulheres negras quilombolas da Serra do Evaristo.Life experience and (re)existence of black quilombola women from Serra do Evaristo.2024-01-222025-07-16T22:28:31Z2025-07-162025-07-16T22:28:31Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/42477LIMA, Juliana Murta de. Experiência de vida e de (re)existência de mulheres negras quilombolas da Serra do Evaristo. 2024. 108f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza - CE - Brasil, 2024.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporhttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/79412info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTJULIANA MURTA DE LIMA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA NORDESTE 3 UFC 2024.pdf.txtJULIANA MURTA DE LIMA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA NORDESTE 3 UFC 2024.pdf.txttext/plain208905https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/42477/3/JULIANA+MURTA+DE+LIMA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PSICOLOGIA+NORDESTE+3+UFC+2024.pdf.txtefa10df4b973ef35da984755acc9685eMD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/42477/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINALJULIANA MURTA DE LIMA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA NORDESTE 3 UFC 2024.pdfJULIANA MURTA DE LIMA - DISSERTAÇÃO PSICOLOGIA NORDESTE 3 UFC 2024.pdfapplication/pdf807949https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/42477/1/JULIANA+MURTA+DE+LIMA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PSICOLOGIA+NORDESTE+3+UFC+2024.pdf5b0ddb4e909f868a4bd2f4c011299170MD51riufcg/424772025-11-18 03:35:32.532oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/42477Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-11-18T06:35:32Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false |
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Em uma sociedade capitalista e patriarcal os negros, as mulheres e as crianças são as maiores vítimas dos processos decorrentes da desigualdade social. Quando colocado dentro de uma perspectiva interseccional, o contexto fica ainda mais doloroso para mulheres negras quilombolas, pois são atravessadas simultaneamente por diferentes formas de opressão, a saber, o racismo, o sexismo e, consequentemente, o classismo. Neste contexto, a pergunta de partida deste estudo foi: "De que forma o cruzamento entre racismo e sexismo como práticas autoritárias incidem na experiência de vida e de (re)existência de mulheres negras quilombolas?", que foi respondida através da operacionalização dos objetivos desta pesquisa: a) Descrever a relação entre autoritarismo e racismo b) Identificar as bases autoritárias do sexismo; c) Analisar como estas opressões incidem nas experiências de vida dessas mulheres e d) Compreender como estas mulheres significam e articulam os processos de (re)existência diante dessas categorias de opressão em suas semelhanças e/ou diferenças. As reflexões da pesquisa estão ancoradas sobre a) Teoria Crítica da Raça; b) os Estudos sobre o Feminismo Negro e c) o Quilombismo. A metodologia adotada é de natureza teórico-bibliográfica e qualitativa, com os recursos: a) Diário de Campo e b) Entrevista Narrativa Autobiográfica. Para análise dos dados coletados nas entrevistas foi utilizada a teoria da Análise Crítica do Discurso onde o texto foi tabulado por meio do software de pesquisa qualitativa Atlas Ti. Como conclusões, entendemos que o racismo e sexismo são ainda mais violentos com mulheres negras quilombolas e que viver em comunidade é fator protetivo para elas e um espaço de elaboração de estratégias de resistência tanto individuais como comunitárias. Este estudo contribuiu para o desmantelamento de uma ciência branca e eurocêntrica e para a luta por mais mulheres negras em espaços de produção científica e na academia. |
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