A luta por reconhecimento da comunidade quilombola de cacimbinhas no estado de Alagoas: tramas e dramas numa sociedade reificada.
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL)
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Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/42692 |
Resumo: | A proposta da tese é problematizar a Reificação a partir do esquecimento do Reconhecimento. Para tanto, realizamos uma pesquisa qualitativa através da análise de documento. O Reconhecimento formal não assegura às comunidades quilombolas o Reconhecimento Intersubjetivo. As comunidades quilombolas vivenciam uma experiência de degradações de direitos, ao fazerem parte de um ciclo de Não- Reconhecimento que potencializa as Patologias Sociais de invisibilidade, esquecimento, desprezo e reificação. A Teoria Crítica aprofunda a discussão sobre a perspectiva da luta por Reconhecimento através do amor, do direito e da solidariedade. Sem o Reconhecimento Intersubjetivo não há possibilidade de participação das comunidades quilombolas na reprodução social. Para Honneth (2009), a origem dos conflitos sociais e luta é por ampliação dos padrões de Reconhecimento Intersubjetivo presente em suas três esferas: amor, direito e solidariedade. Sendo assim, com o Reconhecimento Intersubjetivo é alcançada a liberdade social. O problema para as comunidades quilombolas como mostra o INCRA (2012) é fazer as necessidades da comunidade quilombola parte da agenda política. O Reconhecimento formal não assegura às comunidades quilombolas o potencial de participação na reprodução social como mostra também SEPLAG (2015). Nesse contexto, Honneth (2017) amplia o conceito de Socialismo Democrático ao relacionar a um experimentalismo histórico. Por sua vez, Nascimento (2019) propõe um Socialismo Democrático mais radical com a proposta de formação de um Estado Quilombola. Portanto, o Reconhecimento e a Reificação são debatidos a partir da Comunidade Quilombola Guaxinim do Município de Cacimbinhas no Estado de Alagoas, Brasil. |
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MENEZES, Anderson de Alencar.https://orcid.org/0000-0003-4785-2289http://lattes.cnpq.br/3996757440963288LIMA, Walter Matias.https://orcid.org/0000-0001-7331-9475http://lattes.cnpq.br/0941145152986197MATOS , Junot Cornélio.MATOS, J. C.AMORIM , Roseane Maria.AMORIM, R. M.EFKEN, Karl Heinz.https://orcid.org/0000-0001-5432-5220http://lattes.cnpq.br/4200543767832607MOURA, D. C.Dalmo Cavalcante de., MOURAA proposta da tese é problematizar a Reificação a partir do esquecimento do Reconhecimento. Para tanto, realizamos uma pesquisa qualitativa através da análise de documento. O Reconhecimento formal não assegura às comunidades quilombolas o Reconhecimento Intersubjetivo. As comunidades quilombolas vivenciam uma experiência de degradações de direitos, ao fazerem parte de um ciclo de Não- Reconhecimento que potencializa as Patologias Sociais de invisibilidade, esquecimento, desprezo e reificação. A Teoria Crítica aprofunda a discussão sobre a perspectiva da luta por Reconhecimento através do amor, do direito e da solidariedade. Sem o Reconhecimento Intersubjetivo não há possibilidade de participação das comunidades quilombolas na reprodução social. Para Honneth (2009), a origem dos conflitos sociais e luta é por ampliação dos padrões de Reconhecimento Intersubjetivo presente em suas três esferas: amor, direito e solidariedade. Sendo assim, com o Reconhecimento Intersubjetivo é alcançada a liberdade social. O problema para as comunidades quilombolas como mostra o INCRA (2012) é fazer as necessidades da comunidade quilombola parte da agenda política. O Reconhecimento formal não assegura às comunidades quilombolas o potencial de participação na reprodução social como mostra também SEPLAG (2015). Nesse contexto, Honneth (2017) amplia o conceito de Socialismo Democrático ao relacionar a um experimentalismo histórico. Por sua vez, Nascimento (2019) propõe um Socialismo Democrático mais radical com a proposta de formação de um Estado Quilombola. Portanto, o Reconhecimento e a Reificação são debatidos a partir da Comunidade Quilombola Guaxinim do Município de Cacimbinhas no Estado de Alagoas, Brasil.The proposal of the thesis is to problematize the Reification from the oblivion of the Recognition. For that, we carried out a qualitative research through document analysis. Formal Recognition does not guarantee Intersubjective Recognition to quilombola communities. Quilombola communities live na experience of degradation of rights, When they are partof a cycle of Non-Recognition which potentiates the Social Pathologies of: invisibility, Forget fulness, contemptand reification. The Critical Theory deepens the discussionon the perspective of the struggle for Recognition through: love, right sand solidarity. Without Intersubjective Recognition, there is no possibility for quilombola communities to participate in social reproduction. For Honneth (2009) the origin of social conflicts, struggleis for expansion of the standards of Intersubjective Recognition present in its three spheres: love, rightand solidarity. Thus, with Intersubjective Recognition, social freedom is achieved. The problem for quilombola communities, as show by INCRA (2012), isto make the needs of the quilombola Community part of the political agenda. Formal recognition does not guarantee quilombola communities the potential to participate in social reproduction, as SEPLAG (2015) also shows. In this context, Honneth (2017) expands the concepto of Democratic Socialism by relating it to historical experimentalism, while Nascimento (2019) proposes a more radical Democratic Socialism with the proposal to form a Quilombola State. The refore, the Recognition and Reification is debated from the Quilombola Community Guaxinim of the Municipality of Cacimbinhas in the State of Alagoas, Brazil.Submitted by Talita PINTO (talitadesousapinto@gmail.com) on 2025-08-08T13:36:09Z No. of bitstreams: 1 DALMO CAVALCANTE DE MOURA - TESE NORDESTE UFPE 3 PPG EDUCAÇÃO 2023 (1).pdf: 1196244 bytes, checksum: 94ee70feb740bd5fe23eb328f7544a64 (MD5)Made available in DSpace on 2025-08-08T13:36:09Z (GMT). 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A proposta da tese é problematizar a Reificação a partir do esquecimento do Reconhecimento. Para tanto, realizamos uma pesquisa qualitativa através da análise de documento. O Reconhecimento formal não assegura às comunidades quilombolas o Reconhecimento Intersubjetivo. As comunidades quilombolas vivenciam uma experiência de degradações de direitos, ao fazerem parte de um ciclo de Não- Reconhecimento que potencializa as Patologias Sociais de invisibilidade, esquecimento, desprezo e reificação. A Teoria Crítica aprofunda a discussão sobre a perspectiva da luta por Reconhecimento através do amor, do direito e da solidariedade. Sem o Reconhecimento Intersubjetivo não há possibilidade de participação das comunidades quilombolas na reprodução social. Para Honneth (2009), a origem dos conflitos sociais e luta é por ampliação dos padrões de Reconhecimento Intersubjetivo presente em suas três esferas: amor, direito e solidariedade. Sendo assim, com o Reconhecimento Intersubjetivo é alcançada a liberdade social. O problema para as comunidades quilombolas como mostra o INCRA (2012) é fazer as necessidades da comunidade quilombola parte da agenda política. O Reconhecimento formal não assegura às comunidades quilombolas o potencial de participação na reprodução social como mostra também SEPLAG (2015). Nesse contexto, Honneth (2017) amplia o conceito de Socialismo Democrático ao relacionar a um experimentalismo histórico. Por sua vez, Nascimento (2019) propõe um Socialismo Democrático mais radical com a proposta de formação de um Estado Quilombola. Portanto, o Reconhecimento e a Reificação são debatidos a partir da Comunidade Quilombola Guaxinim do Município de Cacimbinhas no Estado de Alagoas, Brasil. |
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