Unidades de conservação e infraestruturas viárias: a percepção e o potencial dos efeitos marginais
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Lavras
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| Programa de Pós-Graduação: |
Tecnologias e Inovações Ambientais
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| Departamento: |
Departamento de Ciências Florestais
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| País: |
brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/30824 |
Resumo: | A malha viária é um dos componentes antrópicos mais disseminados no mundo e associa-se a diversos impactos negativos. Esses impactos não se resumem a faixa de domínio da infraestrutura, estendendo-se por até alguns quilômetros nas paisagens circunvizinhas. Unidades de Conservação (UCs), inclusive, não estão isentas de sua presença e ação. Avaliar os efeitos marginais potenciais das estradas em Unidades de Conservação foi o objetivo principal desse trabalho, por meio da percepção dos funcionários das UCs, caracterizando as estradas e mensurando a área potencialmente impactada no interior das unidades. Foi elaborado um questionário, abordando a presença de estradas e a percepção dos seus impactos, em plataforma online e encaminhado aos funcionários. Uma análise geoespacial foi desenvolvida, usando SIG, mensurando a extensão e densidade de malha viária no interior das UCs e a área potencialmente afetada pelos impactos marginais. A caracterização da malha viária foi comparada entre as duas abordagens. Um levantamento bibliográfico foi realizado, buscando-se medidas de zona de efeito da malha viária sobre a fauna. As distâncias encontradas foram então aplicadas em sete diferentes cenários, para cálculo da área sofrendo impactos potenciais. Obteve-se participação de 278 funcionários, representando 290 UCs, e 1695 UCs foram analisadas em SIG. Ambas as análises (69,3% na percepção; 59,3% no SIG) indicaram presença de malha viária em maior parte das UCs, independentemente da categoria de manejo, esfera administrativa, região ou bioma. Funcionários reconheceram a malha viária como promotora tanto benefícios quanto malefícios. Foram apontados principalmente efeitos no meio abiótico com aumento ligeiro nos últimos cinco anos e, como mais críticos, a redução da abundância de animais e o tráfico de fauna. Quase 124 mil km de malha viária foram encontrados nas UCs ( = 8,2 km), com densidade mediana de 0,33 km/km². Os valores de extensão e densidade de estradas apresentaram ampla variação. Aproximadamente metade das extensões informadas pelos funcionários não foram compatíveis às encontradas no SIG. Avaliando a perda potencial em área, os cenários mostraram que entre 61,7% e 86,8% das UCs estão submetidas aos efeitos marginais, abrangendo entre 0,3% e 10,9% da área destinada a conservação. Todos os cenários contiveram UCs com toda a sua área submetida a impactos (perda total). A situação das UCs brasileira em relação às estradas é alarmante, visto que Unidades em todas as situações contêm malha viária ou estão sofrendo com seus efeitos marginais. Devem ser considerados os objetivos de cada categoria de UCs e manter estradas, adequadamente manejadas e monitoradoras, apenas naquelas em que são compatíveis. Otimização e planejamento da rede viária são as chaves para a sustentabilidade desse setor. |
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2018-09-28T20:26:47Z2018-09-28T20:26:47Z2018-06-042018-04-13MORAIS, B. C. Unidades de conservação e infraestruturas viárias: a percepção e o potencial dos efeitos marginais. 2018. 160 p. Dissertação (Mestrado Profissional em Tecnologias e Inovações Ambientais)–Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2018.https://repositorio.ufla.br/handle/1/30824A malha viária é um dos componentes antrópicos mais disseminados no mundo e associa-se a diversos impactos negativos. Esses impactos não se resumem a faixa de domínio da infraestrutura, estendendo-se por até alguns quilômetros nas paisagens circunvizinhas. Unidades de Conservação (UCs), inclusive, não estão isentas de sua presença e ação. Avaliar os efeitos marginais potenciais das estradas em Unidades de Conservação foi o objetivo principal desse trabalho, por meio da percepção dos funcionários das UCs, caracterizando as estradas e mensurando a área potencialmente impactada no interior das unidades. Foi elaborado um questionário, abordando a presença de estradas e a percepção dos seus impactos, em plataforma online e encaminhado aos funcionários. Uma análise geoespacial foi desenvolvida, usando SIG, mensurando a extensão e densidade de malha viária no interior das UCs e a área potencialmente afetada pelos impactos marginais. A caracterização da malha viária foi comparada entre as duas abordagens. Um levantamento bibliográfico foi realizado, buscando-se medidas de zona de efeito da malha viária sobre a fauna. As distâncias encontradas foram então aplicadas em sete diferentes cenários, para cálculo da área sofrendo impactos potenciais. Obteve-se participação de 278 funcionários, representando 290 UCs, e 1695 UCs foram analisadas em SIG. Ambas as análises (69,3% na percepção; 59,3% no SIG) indicaram presença de malha viária em maior parte das UCs, independentemente da categoria de manejo, esfera administrativa, região ou bioma. Funcionários reconheceram a malha viária como promotora tanto benefícios quanto malefícios. Foram apontados principalmente efeitos no meio abiótico com aumento ligeiro nos últimos cinco anos e, como mais críticos, a redução da abundância de animais e o tráfico de fauna. Quase 124 mil km de malha viária foram encontrados nas UCs ( = 8,2 km), com densidade mediana de 0,33 km/km². Os valores de extensão e densidade de estradas apresentaram ampla variação. Aproximadamente metade das extensões informadas pelos funcionários não foram compatíveis às encontradas no SIG. Avaliando a perda potencial em área, os cenários mostraram que entre 61,7% e 86,8% das UCs estão submetidas aos efeitos marginais, abrangendo entre 0,3% e 10,9% da área destinada a conservação. Todos os cenários contiveram UCs com toda a sua área submetida a impactos (perda total). A situação das UCs brasileira em relação às estradas é alarmante, visto que Unidades em todas as situações contêm malha viária ou estão sofrendo com seus efeitos marginais. Devem ser considerados os objetivos de cada categoria de UCs e manter estradas, adequadamente manejadas e monitoradoras, apenas naquelas em que são compatíveis. Otimização e planejamento da rede viária são as chaves para a sustentabilidade desse setor.The transportation network is one anthropic component intensively present in the world and it can promote negative impacts on the environment. Those impacts have not only a direct effect, but can also extend beyond the road surface affecting the surrounding landscape. Conservation Units (CUs), a type of Brazilian legal protected area, are exposed to roads and influenced by them. The main objective of this research was to evaluate the potential effects of the road network in Conservation Units, aiming to characterize the perception of the employees regarding the negative impacts acting upon the CUs, to characterize the transportation infrastructure in them and to measure the area potentially impacted by road marginal effects. An online questionnaire, accessing the perception about presence and impacts of roads, was developed and sent by email to the CUs’ employees. Geospatial analysis was performed on GIS, by measuring road extension, density and the area potentially impacted by road effects in CUs. Road network characterization was compared by two approaches. The extension of road-effect zones acting on wildlife were obtained from a literature review. The found extensions were applied on seven scenarios to identify the area potentially impacted by road effects. The questionnaire was filled up by 278 employees of 290 CUs and geospatial analysis involved 1695 CUs. Both analysis found that the transportation network was present in the majority of CUs (69.3% by questionnaire; 59.3% by GIS), regardless of management category, administrative level, region or biome. Employees indicated road network as a promoter of both benefits and harms. They pointed out that road effects related to the abiotic environment tended to a slightly increase in the last five years. Furthermore, they also pointed out the decrease in animal abundance and illegal wildlife trade as critical effects. It was found about 124,000 km of road network inside CUs ( = 8.2 km) and a median density of 0.33 km/km². Extension and density values presented a wide variation. About half of the extensions reported by employees were not compatible with those found in GIS. The scenarios showed a range from 61.7 to 86.8% of CUs’ potentially affected, due influence of road marginal effects, that covers from 0.3 to 10.9% of Brazilian protected area. The seven scenarios presented CUs with area completely affected by road network effects. Conservation Units are facing an alarming situation due to transportation infrastructure presence since these areas, in all categories, contain roads or are suffering with their marginal effects. The objectives of each category of CU should be considered and roads should be maintained where they are compatible, properly monitored and managed. Optimization and planning of the road network are the keys to the sustainability of this sector.Universidade Federal de LavrasTecnologias e Inovações AmbientaisUFLAbrasilDepartamento de Ciências FlorestaisEcologia de EcossistemasZona de efeito de rodoviaUnidades de conservaçãoEstradaFerroviasRoad effect zoneUnits of conservationRoadRailwaysUnidades de conservação e infraestruturas viárias: a percepção e o potencial dos efeitos marginaisConservation units and transportation network: perception and potential of marginal impactsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisBager, AlexFontes , Marco Aurélio LeiteSalvio , Geraldo Majela Moraeshttp://lattes.cnpq.br/2907899512969534Morais, Bianca Cruzinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_Unidades de conservação e infraestruturas viárias - a percepção e o potencial dos efeitos marginais.pdfapplication/pdf2900451https://repositorio.ufla.br/bitstreams/cd6dd854-21e0-4bbc-8267-0f2afdf936ea/downloadab7af1952e95050584f5c847b21f5009MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txttext/plain953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/2e31a25e-2547-4030-81ca-e6687dae697e/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Unidades de conservação e infraestruturas viárias - a percepção e o potencial dos efeitos marginais.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Unidades de conservação e infraestruturas viárias - a percepção e o potencial dos efeitos marginais.pdf.txtExtracted texttext/plain103033https://repositorio.ufla.br/bitstreams/538187f8-4b97-4592-a796-8925780f08ae/downloadc585306fe29d9ed27cd6e1d24fc76acdMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Unidades de conservação e infraestruturas viárias - a percepção e o potencial dos efeitos marginais.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Unidades de conservação e infraestruturas viárias - a percepção e o potencial dos efeitos marginais.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2991https://repositorio.ufla.br/bitstreams/58b31182-2189-4045-ab7f-cf57290bafb0/download3daaa8c46c956dd2f2265d205df86a5eMD54falseAnonymousREAD1/308242025-08-06 11:16:43.785open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/30824https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-06T14:16:43Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo= |
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