Influência da irradiação gama (60co) na microbiota fúngica e na aflatoxina b1 em amendoim (Araches lypogaea L.)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Prado, Guilherm
Orientador(a): Carvalho, Eliana Pinheiro de
Banca de defesa: Lima, Luiz Carlos de Oliveira, Viana, Célio Mauro, Piccoli, Roberta Hilsdorf, Sabino, Myrna
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Programa de Pós-Graduação: DCA - Programa de Pós-graduação
Departamento: Não Informado pela instituição
País: BRASIL
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/2990
Resumo: O presente trabalho teve como objetivo verificar o efeito da irradiação gama (60Co) na microbiota fúngica natural e após inoculação de cepa aflatoxigênica de Aspergillus flavus IMI 190443, bem como avaliar a destruição de aflatoxina B1 em amostras de amendoim, cultivar Tatu Vermelho, naturalmente e artificialmente contaminadas. Amostras cultivadas em São Paulo das safras de 2001/2002, 2002/2003 e segundo semestre de 2003, foram fornecidas pela Indústria de Alimentos Santa Helena (Ribeirão Preto - São Paulo). O grau de contaminação foi avaliado através da contagem total de fungos (UFC/g) e porcentagem de infecção fúngica, utilizando o meio dicloran rosa de bengala cloranfenicol (DRBC). A quantificação de aflatoxina B1 foi feita por cromatografia em camada delgada pela técnica de comparação com padrões. Doses de irradiação gama de 1, 5 e 10 kGy reduziram em cerca de 20% os níveis de aflatoxina B1 em amostras artificialmente contaminadas. Entretanto, em amostras naturalmente contaminadas, a aflatoxina B1 foi destruída com doses de irradiação gama de 15, 20, 25 e 30 kGy, na faixa de 49 a 72%. A contaminação de amendoim previamente irradiado, com cepa aflatoxigênica, provocou níveis elevados de aflatoxina B1. A microbiota fúngica natural foi destruída nas doses de 5 e 10 kGy. Entretanto, doses de 25 e 30 kGy foram necessárias para completa inativação de esporos de Aspergillus flavus IMI 190443. A irradiação gama na dose de 10 kGy ou superior foi capaz de reduzir totalmente a contaminação fúngica do amendoim in natura, acondicionado em embalagem comercial, durante 6 meses, à temperatura ambiente.
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Tese (Doutorado em Ciência dos Alimentos)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2005.https://repositorio.ufla.br/handle/1/2990UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRASDCA - Programa de Pós-graduaçãoUFLABRASILCNPQ_NÃO_INFORMADOAmendoimRadiação gamaPeanutGamma radiationInfluência da irradiação gama (60co) na microbiota fúngica e na aflatoxina b1 em amendoim (Araches lypogaea L.)Gamma irradiation influence on mycoflora and on aflatoxin B1 in peanut (Arachis hypogaea L.)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisCarvalho, Eliana Pinheiro deLima, Luiz Carlos de OliveiraViana, Célio MauroPiccoli, Roberta HilsdorfSabino, MyrnaPrado, GuilhermO presente trabalho teve como objetivo verificar o efeito da irradiação gama (60Co) na microbiota fúngica natural e após inoculação de cepa aflatoxigênica de Aspergillus flavus IMI 190443, bem como avaliar a destruição de aflatoxina B1 em amostras de amendoim, cultivar Tatu Vermelho, naturalmente e artificialmente contaminadas. Amostras cultivadas em São Paulo das safras de 2001/2002, 2002/2003 e segundo semestre de 2003, foram fornecidas pela Indústria de Alimentos Santa Helena (Ribeirão Preto - São Paulo). O grau de contaminação foi avaliado através da contagem total de fungos (UFC/g) e porcentagem de infecção fúngica, utilizando o meio dicloran rosa de bengala cloranfenicol (DRBC). A quantificação de aflatoxina B1 foi feita por cromatografia em camada delgada pela técnica de comparação com padrões. Doses de irradiação gama de 1, 5 e 10 kGy reduziram em cerca de 20% os níveis de aflatoxina B1 em amostras artificialmente contaminadas. Entretanto, em amostras naturalmente contaminadas, a aflatoxina B1 foi destruída com doses de irradiação gama de 15, 20, 25 e 30 kGy, na faixa de 49 a 72%. A contaminação de amendoim previamente irradiado, com cepa aflatoxigênica, provocou níveis elevados de aflatoxina B1. A microbiota fúngica natural foi destruída nas doses de 5 e 10 kGy. Entretanto, doses de 25 e 30 kGy foram necessárias para completa inativação de esporos de Aspergillus flavus IMI 190443. A irradiação gama na dose de 10 kGy ou superior foi capaz de reduzir totalmente a contaminação fúngica do amendoim in natura, acondicionado em embalagem comercial, durante 6 meses, à temperatura ambiente.The aim of this study was to verify the effect of gamma radiation (60Co) on natural mycoflora and after inoculation of aflatoxigenic isolate Aspergillus flavus IMI 190443, as well as evaluate the aflatoxin B1 destruction in peanut samples, Tatu Vermelho variety, naturally and artificially contaminated. Samples cultivated in São Paulo state from 2001/2002, 2002/2003 and second semester of 2003 harvest, were sending by Santa Helena Food Industry (Ribeirão Preto - São Paulo). The contamination level was measured as colony forming units/g (UFC/g) and percentage of fungi infection, using mycological media dichloran rose bengal chloranphenicol agar (DRBC). Aflatoxin B1 quantification was done by thin layer chromatography using a comparation with standards. Gamma-irradiation doses of 1, 5 and 10 kGy decreased around 20% of aflatoxin B1 levels in artificially contaminated samples. However, in contaminated naturally samples, aflatoxin B1 was only destroyed with gamma-irradiation doses of 15, 20, 25 and 30 kGy, range from 49 to 72%. Peanuts contamination previously irradiated, with aflatoxigenic isolate, showed high levels of aflatoxin B1. Natural mycoflora was destroyed in 5 and 10 kGy doses. However, 25 e 30 kGy doses were necessary to complete inactivation of Aspergillus flavus IMI 190443 spores. Gamma irradiation in 10 kGy dose or higher was able to reduce completely the fungal contamination in natura peanuts, stored in commercial packs, during 6 months, in room temperature.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALTESE_Influência da irradiação gama (60co) na microbiota fúngica e na aflatoxina b1 em amendoim (Araches lypogaea L.).pdfTESE_Influência da irradiação gama (60co) na microbiota fúngica e na aflatoxina b1 em amendoim (Araches lypogaea L.).pdfapplication/pdf4411920https://repositorio.ufla.br/bitstreams/c466a80b-343a-4d4d-b923-d79eb9221f54/downloadc68b3fa22edd63c5210a85d46fd6edb6MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/a17f9e36-6434-4559-acef-2be0f40b72da/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTTESE_Influência da irradiação gama (60co) na microbiota fúngica e na aflatoxina b1 em amendoim (Araches lypogaea L.).pdf.txtTESE_Influência da irradiação gama (60co) na microbiota fúngica e na aflatoxina b1 em amendoim (Araches lypogaea L.).pdf.txtExtracted texttext/plain102727https://repositorio.ufla.br/bitstreams/513c5882-e071-4928-907b-f34f9e257149/downloadaa15d58ca0166491af0f58ec4503fb0bMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Influência da irradiação gama (60co) na microbiota fúngica e na aflatoxina b1 em amendoim (Araches lypogaea L.).pdf.jpgTESE_Influência da irradiação gama (60co) na microbiota fúngica e na aflatoxina b1 em amendoim (Araches lypogaea L.).pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2513https://repositorio.ufla.br/bitstreams/2adb281d-a8b8-45b2-ac7e-f13180872592/download4356dcd5f4c90431ee152a889f9bc828MD54falseAnonymousREAD1/29902025-08-06 11:07:23.263open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/2990https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-06T14:07:23Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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