Microenxertia de Selenicereus megalanthus em diferentes porta-enxertos de pitaia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Moreira, Renata Amato lattes
Orientador(a): Pio, Leila Aparecida Salles
Banca de defesa: Santos, Dalilhia Nazaré dos, Costa, Ana Claudia, Guimarães, Paulo Henrique Sales
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Agronomia/Fitotecnia
Departamento: Departamento de Agricultura
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/29341
Resumo: A pitaia vem despertando o interesse de plantio dos produtores brasileiros e o interesse dos pesquisadores na melhoria do seu sistema de produção devido à sua rusticidade, precocidade de produção e alto retorno econômico. Assim, objetivou-se avaliar a viabilidade da microenxertia de pitaia amarela (Selenicereus megalanthus) sobre diferentes porta-enxertos. Utilizou-se cinco tratamentos, constituídos pelos porta-enxertos da pitaia branca (Hylocereus undatus), saborosa (Selenicereus setaceus), pitaias vermelhas (Hylocereus polyrhizus), variedades Cebra, Orejana e pitaia amarela(Selenicereus megalanthus), contendo quatro repetições de cinco plantas, num total de 100 plantas. Para avaliação considerou-se, após 30 dias de cultivo, dez plantas de cada tratamento avaliadas quanto ao comprimento e diâmetro dos enxertos e porta-enxertos, comprimento de raízes, porcentagem de “pegamento” dos microenxertos, bem como a massa fresca das plantas. Posteriormente, as plantas microenxertadas foram levadas para a casa de vegetação para serem aclimatizadas e aos 90 dias, foram feitas análises fitotécnicas, medindo-se o comprimento e diâmetro do enxerto e porta-enxerto. Procedeu-se também análises de citometria de fluxo, as quais foram conduzidas antes e depois do procedimento de microenxertia. Antes da microenxertia foram amostradas 4 plantas (cladódios) de cada pitaia estabelecida in vitro e após a microenxertia, avaliou-se 3 plantas por tratamento, tanto do enxerto quanto do porta-enxerto, para verificação de possíveis mudanças no índice de DNA das mesmas. Após 30 dias de cultivo in vitro das plantas microenxertadas, também foram realizados cortes longitudinais na região de inserção do enxerto com o porta-enxerto visando verificar a presença das conexões de vasos e tecidos entre eles, por meio de cortes histológicos. Comparando os índices de DNA, houve endoreduplicação em todos os tratamentos e, quando a pitaia amarela foi enxertada sobre o porta-enxerto da vermelha variedade Orejana, o índice de material genético do enxerto não foi afetado. Considerando características fitotecnicas, genéticas e anatômicas, é viável a microenxertia de pitaia amarela.
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Para avaliação considerou-se, após 30 dias de cultivo, dez plantas de cada tratamento avaliadas quanto ao comprimento e diâmetro dos enxertos e porta-enxertos, comprimento de raízes, porcentagem de “pegamento” dos microenxertos, bem como a massa fresca das plantas. Posteriormente, as plantas microenxertadas foram levadas para a casa de vegetação para serem aclimatizadas e aos 90 dias, foram feitas análises fitotécnicas, medindo-se o comprimento e diâmetro do enxerto e porta-enxerto. Procedeu-se também análises de citometria de fluxo, as quais foram conduzidas antes e depois do procedimento de microenxertia. Antes da microenxertia foram amostradas 4 plantas (cladódios) de cada pitaia estabelecida in vitro e após a microenxertia, avaliou-se 3 plantas por tratamento, tanto do enxerto quanto do porta-enxerto, para verificação de possíveis mudanças no índice de DNA das mesmas. Após 30 dias de cultivo in vitro das plantas microenxertadas, também foram realizados cortes longitudinais na região de inserção do enxerto com o porta-enxerto visando verificar a presença das conexões de vasos e tecidos entre eles, por meio de cortes histológicos. Comparando os índices de DNA, houve endoreduplicação em todos os tratamentos e, quando a pitaia amarela foi enxertada sobre o porta-enxerto da vermelha variedade Orejana, o índice de material genético do enxerto não foi afetado. Considerando características fitotecnicas, genéticas e anatômicas, é viável a microenxertia de pitaia amarela.Pitaia has aroused the planting interest of Brazilian producers and the researchers' interest in improving their production system, due to their rusticity, precocity of production and high economic returns. The objective of this research was to evaluate the viability of yellow pitaia (Selenicereus megalanthus) micrografting on differents rootstocks. Five treatments were used, consisting of white pitaia rootstocks (Hylocereus undatus), red pitaias (Hylocereus polyrhizus) Cebra and Orejana varieties and yellow pitaia (Selenicereus megalanthus), four replicates of five plants, in a total of 100 plants. For evaluation, after 30 days of cultivation, ten plants of each treatment were evaluated for the length and diameter of scions and rootstocks, root length, percentage of "glue" of the micrografts, as well as the fresh mass of the plants. Subsequently, the micrografted plants were taken to the greenhouse to be acclimatized and at 90 days, phytotechnical analyzes were performed, measuring the length and diameter of the scion and rootstock. Flow cytometric analyzes were also performed, which were conducted before and after the micrografting procedure. Before micrografting, 4 plants (cladodes) of each pitaias established in vitro were sampled and after micrografting, 3 plants per treatment of both the scion and the rootstock were evaluated to verify possible changes in their DNA index. After 30 days of in vitro culture of the micrografted plants, longitudinal cuts were also made in the region of insertion of the scion with the rootstock, aiming to verify the presence of the connections of vessels and tissues between them, through histological cuts. Comparing the DNA indices, there was endoreduplication in all treatments and when the yellow pitaia was grafted onto the red Orejana variety rootstock, the genetic material index of the scion was not affected. Considering phytotechnical, genetic and anatomical characteristics, it is feasible the micrografting of yellow pitaia.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal de LavrasAgronomia/FitotecniaUFLAbrasilDepartamento de AgriculturaFitotecniaEnxertoPitaiaMicropropagação de plantasPropagação vegetativaScionPitayaPlant micropropagationVegetative propagationMicroenxertia de Selenicereus megalanthus em diferentes porta-enxertos de pitaiaMicrografting of Selenicereus megalanthus in differents rootstocks of pitaiainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisPio, Leila Aparecida SallesSantos, Dalilhia Nazaré dosSantos, Dalilhia Nazaré dosCosta, Ana ClaudiaGuimarães, Paulo Henrique Saleshttp://lattes.cnpq.br/7106268628351054Moreira, Renata Amatoinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_Microenxertia de Selenicereus megalanthus em diferentes porta-enxertos de pitaia.pdfDISSERTAÇÃO_Microenxertia de Selenicereus megalanthus em diferentes porta-enxertos de pitaia.pdfapplication/pdf1400379https://repositorio.ufla.br/bitstreams/6aecff34-e99d-48f7-a134-6c9bb21d51d4/download33eb0c3e0a04535e1fa6fd939da5330fMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/58e6b08b-d9fe-4f43-aa3d-9b1da4d1a196/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Microenxertia de Selenicereus megalanthus em diferentes porta-enxertos de pitaia.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Microenxertia de Selenicereus megalanthus em diferentes porta-enxertos de pitaia.pdf.txtExtracted texttext/plain81397https://repositorio.ufla.br/bitstreams/7a86876f-1b9e-4e68-9937-b113441e9dae/download439ed920108452dd39156fdda315282bMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Microenxertia de Selenicereus megalanthus em diferentes porta-enxertos de pitaia.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Microenxertia de Selenicereus megalanthus em diferentes porta-enxertos de pitaia.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3108https://repositorio.ufla.br/bitstreams/eaccfba7-06bc-4ce0-97d4-d077349750ff/download5d83261d3aefce3e021581373a6fa834MD54falseAnonymousREAD1/293412025-08-14 09:12:26.999open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/29341https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-14T12:12:26Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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