A tribo Astereae Cass. (Asteraceae) no complexo de serras da Bocaina-Carrancas e Ouro Grosso – Minas Gerais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Ribeiro, William dos Santos lattes
Orientador(a): Mansanares, Mariana Esteves
Banca de defesa: Teles, Aristônio Magalhães, Guerra, Marcos Eduardo Sobral
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Botânica Aplicada
Departamento: Departamento de Biologia
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/13226
Resumo: A tribo Astereae é a segunda maior tribo da família Asteraceae e possui ampla distribuição mundial. No Brasil a tribo está representada por 18 gêneros e 246 espécies e 4 variedades, das quais 179 espécies pertencem ao gênero Baccharis, e apresenta uma grande diversidade nas fisionomias de campo rupestre de Minas Gerais. O presente trabalho teve como objetivo realizar o tratamento taxonômico da tribo Astereae para o Complexo de Serras da Bocaina-Carrancas e Ouro Grosso – Minas Gerais com base neste e em levantamentos florísticos anteriores. Foram realizadas idas a campo do período de agosto de 2015 a julho de 2016, em áreas de remanescentes naturais de campo rupestres da área supracitada. Com base nos levantamentos florísticos anteriores para área, estão listadas cerca de 32 espécies da tribo das quais destas, 21 pertencentes ao gênero Baccharis, três Inulopsis e uma Conyza. No presente tratamento, foram identificadas 23 espécies pertencentes à tribo, sendo 17 a Baccharis, dois de Conyza, três de Inulopsise um de Leptostelma. Destas, três espécies (Baccharis calvescens, Baccharis helychrisoides e Leptostelma maximum) não tinham sido relatadas em nenhum dos trabalhos citados. Mesmo com a área de estudo apresentando campos rupestres disjuntos e muito próximos a regiões antropizadas, quando comparada a outras áreas de campo rupestre de Minas Gerais, pode ser considerado o segundo maior centro de diversidade da tribo Astereae para o estado.
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Foram realizadas idas a campo do período de agosto de 2015 a julho de 2016, em áreas de remanescentes naturais de campo rupestres da área supracitada. Com base nos levantamentos florísticos anteriores para área, estão listadas cerca de 32 espécies da tribo das quais destas, 21 pertencentes ao gênero Baccharis, três Inulopsis e uma Conyza. No presente tratamento, foram identificadas 23 espécies pertencentes à tribo, sendo 17 a Baccharis, dois de Conyza, três de Inulopsise um de Leptostelma. Destas, três espécies (Baccharis calvescens, Baccharis helychrisoides e Leptostelma maximum) não tinham sido relatadas em nenhum dos trabalhos citados. Mesmo com a área de estudo apresentando campos rupestres disjuntos e muito próximos a regiões antropizadas, quando comparada a outras áreas de campo rupestre de Minas Gerais, pode ser considerado o segundo maior centro de diversidade da tribo Astereae para o estado.The Astereae tribe is the second largest tribe in the Asteraceae family and is widely distributed worldwide. In Brazil the tribe is represented by 16 genera and 208 species and 21 varieties, of which 178 species belong to the genus Baccharis, and presents a great diversity in physiognomies of rock field of Minas Gerais. The present work had as objective to carry out the taxonomic treatment of the tribe Astereae for the complex of Bocaina-Carrancas and OuroGrosso mountain ranges – MG, based on this and previous floristic surveys. Field trips from August 2105 to July 2016 were carried out in areas of natural remnants of rock field in the above mentioned area. Based on previous floristic surveys in the area, about 32 species of the tribe of these, 21 belonging to the genus Baccharis, three in Inulopsis and one in Conyza. In the present treatment, 23 species belonging to the tribe were identified, being 17 in Baccharis, two in Conyza, three Inulopsis and one in Leptostelma. Of these, three species: Baccharis calvescens, Baccharis helychrisoides and Leptostelma maximum, had not been reported in any of the cited works. Even with the area of study showing rupestrian fields disjoint and very close to anthropic regions, when compared to other rock areas of Minas Gerais, it can be considered the second largest center of diversity of the Astereae tribe for the state.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Botânica AplicadaUFLAbrasilDepartamento de BiologiaBotânica AplicadaTaxonomia – Minas GeraisTaxonomy – State of Minas Gerais, BrazilAstereaeAsteraceaeBaccharis ssp.A tribo Astereae Cass. (Asteraceae) no complexo de serras da Bocaina-Carrancas e Ouro Grosso – Minas GeraisThe Astereae tribe Cass. (Asteraceae) in the Bocaina-Carrancas and Ouro Grosso mountain range complex – Minas Geraisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMansanares, Mariana EstevesTeles, Aristônio MagalhãesGuerra, Marcos Eduardo Sobralhttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8178911H1Ribeiro, William dos Santosinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_A tribo Astereae Cass. (Asteraceae) no complexo de serras da Bocaina-Carrancas e Ouro Grosso – Minas Gerais.pdfDISSERTAÇÃO_A tribo Astereae Cass. 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Ribeiro, William dos Santos
Botânica Aplicada
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