Eficácia de uso tópico de extrato de Sebastiania hispida em modelo de ferida infectada por Staphylococcus aureus resistente à meticilina
| Ano de defesa: | 2016 |
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Resumo: | O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do uso tópico do gel de Sebastiania hispida em modelo animal com ferida infectada por Staphylococcus aureus. O extrato bruto etanólico (ExtEtOH) das partes aéreas de S. hispida foi submetido a análise fitoquímica, a quantificação de flavonoides e fenóis totais, cromatografia líquida de alta eficiência e também à fracionamentos químicos, o que forneceu uma fração semi-pura (F15). O ExtEtOH nas concentrações de 0,2% e 2% e a F15 a 0,2% foram utilizados para os testes in vitro e in vivo e a seguir incorporados no veículo Gel Carbopol® para os testes in vivo. Os testes de difusão em disco e de concentração mínima inibitória (CMI) foram realizados com o S. aureus (ATCC 25923) e uma cepa de amostra hospitalar resistente à meticilina. Para o ensaio da atividade cicatrizante utilizou-se ratos Wistar nos seguintes grupos (n= 6): grupo controle com solução fisiológica 0,9% (G1: sem bactéria e G2: com bactéria); grupo controle com Carbopol gel 70% (G3); grupo controle com a pomada Kollagenase® (G4); grupo teste do gel do ExtEtOH 2,0% (G5); grupo teste do gel do ExtEtOH 0,2% (G6); grupo teste do gel da fração F15 0,2% (G7). Nos animais de todos os grupos inoculou-se a bactéria S. aureus resistente à meticilina, exceto G1. Os períodos de tratamento consistiram de 3 e 21 dias, realizando-se análises macroscópica e histopatológica, com dados finais submetidos à Análise de Variância (ANOVA), com p<0,05. Os resultados fitoquímicos e de quantificação indicaram que os compostos fenólicos e flavonoides são os metabolitos majoritários. No teste de difusão em disco, o ExtEtOH (2%) e a F15 (0,2%) apresentaram resultados superiores ao controle positivo com a cepa resistente de S. aureus. No teste de CMI, o resultado com a F15 (0,2%) foi eficiente e superior ao ExtEtOH, para as duas cepas. Não houve diferença na regressão da ferida entre os grupos tratados até 3 dias. Nos grupos de tratamento até 21 dias, a partir do 12° dia havia ausência crosta em todos os grupos. Na avaliação da regressão da ferida intragrupo, os géis do ExtEtOH (0,2 e 2,0%) foram mais eficazes no fechamento da ferida do que os demais grupos. Com 21 dias após a lesão, todos os animais tiveram ganho de peso. Na análise histopatológica com 3 dias, o processo inflamatório foi mais intenso nos grupos 05, 06 e 07, e o grupo 07 apresentou melhor epitelização. Aos 21 dias, o grupo 07 apresentou melhores resultados no tamanho da lesão, espessura do epitélio e cristas epidérmicas. Na quantificação das fibras colágenas, os animais de todos os grupos se apresentaram de modo semelhante em relação a quantidade de fibras colágenas espessas. Portanto, a fração F15 foi a que mostrou melhores resultados no combate à infecção e no processo de cicatrização. |
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No teste de CMI, o resultado com a F15 (0,2%) foi eficiente e superior ao ExtEtOH, para as duas cepas. Não houve diferença na regressão da ferida entre os grupos tratados até 3 dias. Nos grupos de tratamento até 21 dias, a partir do 12° dia havia ausência crosta em todos os grupos. Na avaliação da regressão da ferida intragrupo, os géis do ExtEtOH (0,2 e 2,0%) foram mais eficazes no fechamento da ferida do que os demais grupos. Com 21 dias após a lesão, todos os animais tiveram ganho de peso. Na análise histopatológica com 3 dias, o processo inflamatório foi mais intenso nos grupos 05, 06 e 07, e o grupo 07 apresentou melhor epitelização. Aos 21 dias, o grupo 07 apresentou melhores resultados no tamanho da lesão, espessura do epitélio e cristas epidérmicas. Na quantificação das fibras colágenas, os animais de todos os grupos se apresentaram de modo semelhante em relação a quantidade de fibras colágenas espessas. Portanto, a fração F15 foi a que mostrou melhores resultados no combate à infecção e no processo de cicatrização.The aim of this study was to evaluate the effect of the topical use of Sebastiania hispida gel in an animal model with wound infected with Staphylococcus aureus. The ethanol crude extract (ExtEtOH) from the aerial parts of S. hispida was submitted to phytochemical analysis, the quantification of flavonoids and phenolic compounds, high performance liquid chromatography and also the chemical fractionation, which provided a semi-pure fraction (F15). The ExtEtOH at concentrations of 0.2% and 2% and the F15 of 0.2% were used for in vitro and in vivo tests and following incorporated at the Carbopol® gel vehicle for the in vivo tests. The diffusion disk tests and minimum inhibitory concentrations (MIC) were performed with S. aureus (ATCC 25923) and a strain of methicillin-resistant hospital sample. To test for healing activity was used Wistar rats and the following groups (n = 6): control group with saline solution 0.9% (G1: without bacteria and G2: with bacteria); control group with Carbopol gel 70% (G3); control group with Kollagenase® ointment (G4); gel test group ExtEtOH 2.0% (G5); test group gel ExtEtOH 0.2% (G6); group test gel fraction F15 0.2% (G7). In the animals of all groups was inoculated the bacteria methicillin resistant S. aureus, except G1. The treatment periods consisted of 3 and 21 days, carrying out macroscopic and histopathological analysis, and the data were submitted to analysis of variance (ANOVA), with p <0.05. Phytochemicals and quantification results indicate that the flavonoids and phenolic compounds are the major metabolites. In the disk diffusion test, ExtEtOH (2%) and F15 (0.2%) showed better results than the positive control with the resistant strain of S. aureus. In the MIC test, the result with the F15 (0.2%) was efficient and superior to ExtEtOH for the two strains. There was no difference in wound regression between the groups treated up to 3 days. In 21 days treatment groups, from the 12th day there was no crust in all groups. The evaluation of regression of intragroup wound, gels of ExtEtOH (0.2 and 2.0%) were more effective in wound closure than the other groups. At 21 days after injury, all animals had a weight gain. On the analysis of histopathology with 3 days, the inflammatory process was more intense in the groups 05, 06 and 07, and the group 07 showed better epithelialization. On day 21, the group 07 provides the best results in lesion size, thickness of the epithelium and epidermal ridges. The quantification of collagen fibers, the animals of all groups performed similarly over the amount of thick collagen fibers. Therefore, the F15 fraction was found that best results in fighting infection and wound healing process.porCicatrizaçãoStaphylococcus aureus Resistente à MeticilinaFlavonoidesInfecções BacterianasWound HealingMethicillin-Resistant Staphylococcus aureusFlavonoidsBacterial InfectionsEficácia de uso tópico de extrato de Sebastiania hispida em modelo de ferida infectada por Staphylococcus aureus resistente à meticilinainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisDourado, Doroty MesquitaMuller, Jéssica de Araujo Isaiasinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMSinstname:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)instacron:UFMSTHUMBNAILJéssica de Araujo Isaias Muller.pdf.jpgJéssica de Araujo Isaias Muller.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1156https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/2903/4/J%c3%a9ssica%20de%20Araujo%20Isaias%20Muller.pdf.jpgc7fb3ad98842c6a3e82d931f96f8ac10MD54ORIGINALJéssica de Araujo Isaias Muller.pdfJéssica de Araujo Isaias Muller.pdfapplication/pdf1738584https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/2903/1/J%c3%a9ssica%20de%20Araujo%20Isaias%20Muller.pdfe121a9510cb8c1865b575d73b8ae4301MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/2903/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTJéssica de Araujo Isaias Muller.pdf.txtJéssica de Araujo Isaias Muller.pdf.txtExtracted texttext/plain0https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/2903/3/J%c3%a9ssica%20de%20Araujo%20Isaias%20Muller.pdf.txtd41d8cd98f00b204e9800998ecf8427eMD53123456789/29032025-08-11 13:39:19.797oai:repositorio.ufms.br:123456789/2903Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufms.br/oai/requestri.prograd@ufms.bropendoar:21242025-08-11T17:39:19Repositório Institucional da UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)false |
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