Gamificação e jogos sérios como recursos educacionais abertos para promover a educação sexual e reprodutiva para adolescentes e jovens adultos: uma revisão de escopo
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Engenharia Biomedica
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68299 |
Resumo: | Introdução: A adolescência e a juventude compreendem uma fase de sobreposição e transição crítica na qual os indivíduos estão mais vulneráveis a Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e gravidezes não planejadas. Métodos tradicionais de ensino, como palestras, têm se mostrado limitados na retenção de conhecimento e engajamento dessa população. Em resposta, o uso de recursos educacionais abertos, combinados com jogos sérios e gamificação, oferecem estratégias promissoras para estimular o aprendizado ativo em ambientes mais seguros e privados. Objetivo: Mapear as evidências disponíveis na literatura científica que abordem o uso de jogos sérios e da gamificação como estratégia educativa para promover a saúde sexual e reprodutiva entre adolescentes e adultos jovens. Métodos: Trata-se de uma revisão de escopo, onde as buscas foram conduzida nas bases de dados MEDLINE via PubMed, Scopus, LILACS, IEEE, BVS e ACM, limitando a estudos publicados nos últimos 10 anos. Foram incluídos estudos que analisaram jogos sérios ou gamificação para promover a saúde sexual e reprodutiva em participantes entre 10 e 24 anos. Resultados: Ao final da triagem, 17 estudos foram selecionados para análise, e demonstraram que as abordagens baseadas em jogos sérios e gamificação são significativamente mais promissoras e superiores aos métodos tradicionais. Houve melhora consistente na aquisição de conhecimento, na motivação e no engajamento dos alunos. O público-alvo concentrou-se em grupos minoritários ou em situação de vulnerabilidade social e econômica. As temáticas abordadas foram amplas, abrangendo informações como sexualidade, higiene, prevenção de ISTs, contracepção e saúde puberal/menstrual. Considerações Finais: Esta revisão confirmou o potencial transformador dos jogos sérios e da gamificação para a educação sexual e reprodutiva, proporcionando um ambiente seguro e discreto para temas sensíveis. Contudo, foram identificadas limitações consistentes nas pesquisas, como a dificuldade em medir mudanças comportamentais de longo prazo, a necessidade de amostras maiores e acompanhamentos mais longos. O estudo reforça que a integração de jogos sérios e gamificação é uma estratégia global essencial que se alinha diretamente aos ODS 3, 4 e 5 (saúde e bem-estar, educação de qualidade e igualdade de gênero), fornecendo contribuições valiosas para políticas públicas e currículos escolares mais inovadores. Sugere-se que futuras pesquisas se aprofundem em amostras maiores e acompanhamentos de longo prazo para consolidar o potencial dessas intervenções. |
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SILVA, Andréa Lima dahttp://lattes.cnpq.br/5472038006606979https://orcid.org/0000-0001-8831-217XGUSMÃO, Cristine Martins Gomes de2026-02-10T17:06:08Z2026-02-10T17:06:08Z2025-10-30SILVA, Andréa Lima da. Gamificação e jogos sérios como recursos educacionais abertos para promover a educação sexual e reprodutiva para adolescentes e jovens adultos: uma revisão de escopo. 2025. Dissertação (Mestrado em Engenharia Biomédica) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68299Introdução: A adolescência e a juventude compreendem uma fase de sobreposição e transição crítica na qual os indivíduos estão mais vulneráveis a Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e gravidezes não planejadas. Métodos tradicionais de ensino, como palestras, têm se mostrado limitados na retenção de conhecimento e engajamento dessa população. Em resposta, o uso de recursos educacionais abertos, combinados com jogos sérios e gamificação, oferecem estratégias promissoras para estimular o aprendizado ativo em ambientes mais seguros e privados. Objetivo: Mapear as evidências disponíveis na literatura científica que abordem o uso de jogos sérios e da gamificação como estratégia educativa para promover a saúde sexual e reprodutiva entre adolescentes e adultos jovens. Métodos: Trata-se de uma revisão de escopo, onde as buscas foram conduzida nas bases de dados MEDLINE via PubMed, Scopus, LILACS, IEEE, BVS e ACM, limitando a estudos publicados nos últimos 10 anos. Foram incluídos estudos que analisaram jogos sérios ou gamificação para promover a saúde sexual e reprodutiva em participantes entre 10 e 24 anos. Resultados: Ao final da triagem, 17 estudos foram selecionados para análise, e demonstraram que as abordagens baseadas em jogos sérios e gamificação são significativamente mais promissoras e superiores aos métodos tradicionais. Houve melhora consistente na aquisição de conhecimento, na motivação e no engajamento dos alunos. O público-alvo concentrou-se em grupos minoritários ou em situação de vulnerabilidade social e econômica. As temáticas abordadas foram amplas, abrangendo informações como sexualidade, higiene, prevenção de ISTs, contracepção e saúde puberal/menstrual. Considerações Finais: Esta revisão confirmou o potencial transformador dos jogos sérios e da gamificação para a educação sexual e reprodutiva, proporcionando um ambiente seguro e discreto para temas sensíveis. Contudo, foram identificadas limitações consistentes nas pesquisas, como a dificuldade em medir mudanças comportamentais de longo prazo, a necessidade de amostras maiores e acompanhamentos mais longos. O estudo reforça que a integração de jogos sérios e gamificação é uma estratégia global essencial que se alinha diretamente aos ODS 3, 4 e 5 (saúde e bem-estar, educação de qualidade e igualdade de gênero), fornecendo contribuições valiosas para políticas públicas e currículos escolares mais inovadores. Sugere-se que futuras pesquisas se aprofundem em amostras maiores e acompanhamentos de longo prazo para consolidar o potencial dessas intervenções.Introduction: Adolescence and youth represent an overlapping and critical transitional stage during which individuals are particularly vulnerable to Sexually Transmitted Infections (STIs) and unintended pregnancies. Traditional teaching methods, such as lectures, have shown limited effectiveness in promoting knowledge retention and sustained engagement in these populations. In this context, the use of open educational resources, combined with serious games and gamification, emerges as a promising strategy to foster active learning in safe and private environments. Objective: To map the available scientific evidence on the use of serious games and gamification as educational strategies to promote sexual and reproductive health among adolescents and young adults. Methods: A scoping review was conducted through searches in MEDLINE via PubMed, Scopus, LILACS, IEEE, BVS, and ACM databases, restricted to studies published in the last ten years. Eligible studies included those analyzing serious games or gamification interventions targeting participants aged 10 to 24 years. Results: Seventeen studies met the inclusion criteria. Overall, the findings indicated that interventions based on serious games and gamification are considerably more effective and engaging than traditional methods. Consistent improvements were reported in knowledge acquisition, motivation, and learner engagement. Most studies focused on minority groups or populations experiencing social and economic vulnerability. The range of topics addressed included sexuality, hygiene, STI prevention, contraception, and pubertal/menstrual health. Conclusions: This review confirmed the transformative potential of serious games and gamification for sexual and reproductive education, offering safe and discreet avenues to approach sensitive topics. Nevertheless, recurrent limitations were identified, including challenges in measuring long-term behavioral changes, the need for larger sample sizes, and extended follow-up. The findings suggest that integrating serious games and gamification constitutes an essential global strategy aligned with SDGs 3, 4, and 5, providing valuable insights for public policies and innovative school curricula. Future research should prioritize larger-scale studies with long-term follow-up to consolidate the evidence on the impact of these interventions.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Engenharia BiomedicaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessGamificaçãoTecnologia educacionalEducação sexualSaúde reprodutivaAdolescenteJovem adultoGamificação e jogos sérios como recursos educacionais abertos para promover a educação sexual e reprodutiva para adolescentes e jovens adultos: uma revisão de escopoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPELICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/68299/2/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD52ORIGINALDISSERTAÇÃO Andrea Lima da Silva.pdfDISSERTAÇÃO Andrea Lima da Silva.pdfapplication/pdf780687https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/68299/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Andrea%20Lima%20da%20Silva.pdfade6df35eba74f2ca5642b67398be3f6MD51123456789/682992026-02-10 14:06:11.422oai:repositorio.ufpe.br:123456789/68299VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2l6YcOnw6NvIGRlIERvY3VtZW50b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRQoKCkRlY2xhcm8gZXN0YXIgY2llbnRlIGRlIHF1ZSBlc3RlIFRlcm1vIGRlIERlcMOzc2l0byBMZWdhbCBlIEF1dG9yaXphw6fDo28gdGVtIG8gb2JqZXRpdm8gZGUgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRvcyBkb2N1bWVudG9zIGRlcG9zaXRhZG9zIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgZSBkZWNsYXJvIHF1ZToKCkkgLSBvcyBkYWRvcyBwcmVlbmNoaWRvcyBubyBmb3JtdWzDoXJpbyBkZSBkZXDDs3NpdG8gc8OjbyB2ZXJkYWRlaXJvcyBlIGF1dMOqbnRpY29zOwoKSUkgLSAgbyBjb250ZcO6ZG8gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIMOpIGRlIHJlc3BvbnNhYmlsaWRhZGUgZGUgc3VhIGF1dG9yaWE7CgpJSUkgLSBvIGNvbnRlw7pkbyDDqSBvcmlnaW5hbCwgZSBzZSBvIHRyYWJhbGhvIGUvb3UgcGFsYXZyYXMgZGUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgZm9yYW0gdXRpbGl6YWRvcywgZXN0YXMgZm9yYW0gZGV2aWRhbWVudGUgcmVjb25oZWNpZGFzOwoKSVYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEgKG1haXMgZGUgdW0gYXV0b3IpOiB0b2RvcyBvcyBhdXRvcmVzIGVzdMOjbyBjaWVudGVzIGRvIGRlcMOzc2l0byBlIGRlIGFjb3JkbyBjb20gZXN0ZSB0ZXJtbzsKClYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIFRyYWJhbGhvIGRlIENvbmNsdXPDo28gZGUgQ3Vyc28sIERpc3NlcnRhw6fDo28gb3UgVGVzZTogbyBhcnF1aXZvIGRlcG9zaXRhZG8gY29ycmVzcG9uZGUgw6AgdmVyc8OjbyBmaW5hbCBkbyB0cmFiYWxobzsKClZJIC0gcXVhbmRvIHRyYXRhci1zZSBkZSBUcmFiYWxobyBkZSBDb25jbHVzw6NvIGRlIEN1cnNvLCBEaXNzZXJ0YcOnw6NvIG91IFRlc2U6IGVzdG91IGNpZW50ZSBkZSBxdWUgYSBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGFjZXNzbyBhbyBkb2N1bWVudG8gYXDDs3MgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBhbnRlcyBkZSBmaW5kYXIgbyBwZXLDrW9kbyBkZSBlbWJhcmdvLCBxdWFuZG8gZm9yIGVzY29saGlkbyBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8sIHNlcsOhIHBlcm1pdGlkYSBtZWRpYW50ZSBzb2xpY2l0YcOnw6NvIGRvIChhKSBhdXRvciAoYSkgYW8gU2lzdGVtYSBJbnRlZ3JhZG8gZGUgQmlibGlvdGVjYXMgZGEgVUZQRSAoU0lCL1VGUEUpLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gQWJlcnRvOgoKTmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIGF1dG9yIHF1ZSByZWNhZW0gc29icmUgZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGZ1bmRhbWVudGFkbyBuYSBMZWkgZGUgRGlyZWl0byBBdXRvcmFsIG5vIDkuNjEwLCBkZSAxOSBkZSBmZXZlcmVpcm8gZGUgMTk5OCwgYXJ0LiAyOSwgaW5jaXNvIElJSSwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgZ3JhdHVpdGFtZW50ZSwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBwYXJhIGZpbnMgZGUgbGVpdHVyYSwgaW1wcmVzc8OjbyBlL291IGRvd25sb2FkIChhcXVpc2nDp8OjbykgYXRyYXbDqXMgZG8gc2l0ZSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIG5vIGVuZGVyZcOnbyBodHRwOi8vd3d3LnJlcG9zaXRvcmlvLnVmcGUuYnIsIGEgcGFydGlyIGRhIGRhdGEgZGUgZGVww7NzaXRvLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gUmVzdHJpdG86CgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIGRvY3VtZW50bywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS42MTAgZGUgMTkgZGUgZmV2ZXJlaXJvIGRlIDE5OTgsIGFydC4gMjksIGluY2lzbyBJSUksIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVybmFtYnVjbyBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGdyYXR1aXRhbWVudGUsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCAoYXF1aXNpw6fDo28pIGF0cmF2w6lzIGRvIHNpdGUgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBubyBlbmRlcmXDp28gaHR0cDovL3d3dy5yZXBvc2l0b3Jpby51ZnBlLmJyLCBxdWFuZG8gZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgZW1iYXJnbyBjb25kaXplbnRlIGFvIHRpcG8gZGUgZG9jdW1lbnRvLCBjb25mb3JtZSBpbmRpY2FkbyBubyBjYW1wbyBEYXRhIGRlIEVtYmFyZ28uCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212026-02-10T17:06:11Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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