O fitoplâncton na zona de arrebentação de praias urbanas da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco, Brasil
| Ano de defesa: | 2007 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Universidade Federal de Pernambuco
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8833 |
Resumo: | O presente trabalho é uma contribuição para o conhecimento da comunidade fitoplanctônica em escala espaço-temporal em praias da Região Metropolitana do Recife, litoral sul de Pernambuco, Brasil. Amostras foram coletadas no período chuvoso (maio, junho e julho/2005) e de estiagem (novembro, dezembro/2005 e janeiro/2006), nas praias de Brasília Formosa, Boa Viagem e Piedade, com rede de plâncton de 45 μm e garrafa. Foram obtidos dados ambientais como: profundidade local, temperatura da água, salinidade, pH, material em suspensão, oxigênio dissolvido, percentual de saturação, sais nutrientes (nitrito, nitrato, fosfato e silicato), temperatura do ar, precipitação pluviométrica, velocidade e direção do vento. Dos 124 táxons identificados, Bacillariophyta tiveram maior representatividade, seguido por Dinophyta, Chlorophyta, Cyanophyta, Euglenophyta e Chrysophyta. As diatomáceas Asterionellopsis glacialis, Bellerochea malleus, Dactyliosolen fragilissimus, Heliotheca thamensis e Licmophora abbreviata foram as mais representativas indicando uma capacidade de adaptação ao ambiente podendo ser classificadas como espécies oportunistas. As condições ambientais próprias de cada período sazonal alteraram a composição específica, densidade total e clorofila a, sendo o período de estiagem que melhor refletiu esta situação. Apesar dos florescimentos esporádicos do fitoplâncton ocorrido na área, a morfologia e dinâmica deste ecossistema contribui para ausência de acumulações com formação de manchas de diatomáceas ao longo deste setor da costa da Região Metropolitana do Recife |
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Foram obtidos dados ambientais como: profundidade local, temperatura da água, salinidade, pH, material em suspensão, oxigênio dissolvido, percentual de saturação, sais nutrientes (nitrito, nitrato, fosfato e silicato), temperatura do ar, precipitação pluviométrica, velocidade e direção do vento. Dos 124 táxons identificados, Bacillariophyta tiveram maior representatividade, seguido por Dinophyta, Chlorophyta, Cyanophyta, Euglenophyta e Chrysophyta. As diatomáceas Asterionellopsis glacialis, Bellerochea malleus, Dactyliosolen fragilissimus, Heliotheca thamensis e Licmophora abbreviata foram as mais representativas indicando uma capacidade de adaptação ao ambiente podendo ser classificadas como espécies oportunistas. As condições ambientais próprias de cada período sazonal alteraram a composição específica, densidade total e clorofila a, sendo o período de estiagem que melhor refletiu esta situação. Apesar dos florescimentos esporádicos do fitoplâncton ocorrido na área, a morfologia e dinâmica deste ecossistema contribui para ausência de acumulações com formação de manchas de diatomáceas ao longo deste setor da costa da Região Metropolitana do RecifeConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessDiatomáceas de zona de surfeBrasília FormosaBoa ViagemPiedadeRegião Metropolitana do RecifeO fitoplâncton na zona de arrebentação de praias urbanas da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco, Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo8265_1.pdf.jpgarquivo8265_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1816https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8833/4/arquivo8265_1.pdf.jpg120366ae0e4b0cc029eb9eb3027319b0MD54ORIGINALarquivo8265_1.pdfapplication/pdf1167154https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8833/1/arquivo8265_1.pdf062411dd88472c35142876240cd72444MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8833/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo8265_1.pdf.txtarquivo8265_1.pdf.txtExtracted texttext/plain263313https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/8833/3/arquivo8265_1.pdf.txt8888daa7f3ca2e9cbac01696833a8104MD53123456789/88332019-10-25 04:34:38.92oai:repositorio.ufpe.br:123456789/8833Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T07:34:38Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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O presente trabalho é uma contribuição para o conhecimento da comunidade fitoplanctônica em escala espaço-temporal em praias da Região Metropolitana do Recife, litoral sul de Pernambuco, Brasil. Amostras foram coletadas no período chuvoso (maio, junho e julho/2005) e de estiagem (novembro, dezembro/2005 e janeiro/2006), nas praias de Brasília Formosa, Boa Viagem e Piedade, com rede de plâncton de 45 μm e garrafa. Foram obtidos dados ambientais como: profundidade local, temperatura da água, salinidade, pH, material em suspensão, oxigênio dissolvido, percentual de saturação, sais nutrientes (nitrito, nitrato, fosfato e silicato), temperatura do ar, precipitação pluviométrica, velocidade e direção do vento. Dos 124 táxons identificados, Bacillariophyta tiveram maior representatividade, seguido por Dinophyta, Chlorophyta, Cyanophyta, Euglenophyta e Chrysophyta. As diatomáceas Asterionellopsis glacialis, Bellerochea malleus, Dactyliosolen fragilissimus, Heliotheca thamensis e Licmophora abbreviata foram as mais representativas indicando uma capacidade de adaptação ao ambiente podendo ser classificadas como espécies oportunistas. As condições ambientais próprias de cada período sazonal alteraram a composição específica, densidade total e clorofila a, sendo o período de estiagem que melhor refletiu esta situação. Apesar dos florescimentos esporádicos do fitoplâncton ocorrido na área, a morfologia e dinâmica deste ecossistema contribui para ausência de acumulações com formação de manchas de diatomáceas ao longo deste setor da costa da Região Metropolitana do Recife |
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