Análise da esofagite por endoscopia digestiva alta em pacientes submetidos a gastrectomia vertical para tratamento da obesidade
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Cirurgia
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/62268 |
Resumo: | A cirurgia bariátrica é o único tratamento eficaz, resultando na melhora dessas comorbidades, entretanto, a evolução da DRGE dos pacientes que se submetem a gastrectomia vertical (GV), ainda é controverso. O objetivo foi avaliar os achados da endoscopia digestiva alta (EDA) em relação à esofagite no pré e pós-operatório da GV, assim como, a incidência das modificações do formato do tubo gástrico e a relação com a esofagite após GV. Estudo retrospectivo transversal observacional dos pacientes realizado através de informações extraídas do prontuário e de um banco de dados e avaliação da descrição do laudo da EDA do pré e pós-operatório da GV. Um total de 459 pacientes foram submetidos a GV por videolaparoscopia de forma padronizada com equipe formada por um único cirurgião principal. Os exames de EDA: pré-operatório foram realizados próximo a cirurgia e os pós-operatório foram realizados por um mesmo endoscopista com descrição minuciosa dos achados. O estudo foi composto por 393 (85,6%) mulheres e 66 (14,4%) homens que foram submetidos a GV entre dezembro de 2009 a janeiro de 2019. A idade média foi 40,4 anos (18-73 anos). No pré-operatório, o peso médio foi 107, 4 kg (72 kg-180 kg) e IMC médio de 39,70. No pós-operatório o peso médio foi 75,87 kg (45-139 kg) e o IMC médio foi de 28,05. A média do percentual de perda do excesso de peso foi de 80,98% ± 24,67%. O tempo médio entre a cirurgia e a EDA pós-operatória foi de 20,8 meses ± 16,49. Quanto a presença e ao grau de esofagite no pré e pós-operatório foram: EDA normal no pré-operatório, 261 (77,7%) se mantiveram com EDA normal; 11 (3,3%) evoluíram para esofagite não erosiva; 36 (10,7%) evoluíram com esofagite grau A; 23 (6,8%) grau B e 5 (1, 5%) evoluíram para esofagite grau C. Os pacientes com esofagite não erosiva, 4 (80%) apresentaram EDA normal no pós-operatório e 1 (20%) apresentou esofagite grau A. Os pacientes com esofagite grau A no pré- operatório se distribuíram no pós-operatório da seguinte forma: 61 pacientes (55%) normal; 4 (3,6%) não erosiva; 29 (26,1%) grau A; 16 (14,4%) grau B e 1 (0,9%) grau C. Dos 7 pacientes que tinham esofagite grau B no pré-operatório, 3 (42,8%) evoluíram com EDA normal; 2 (28,6%) grau A e 2 (28,6%) permaneceram grau B. Quando se dividiu os pacientes no pré e pós-operatório em grupos de EDA normal e não normal em relação a esofagite, 77,7% dos pacientes que possuem EDA normal no pré-operatório se mantém dessa maneira no pós-operatório, enquanto 22,3% evoluem com alguma forma de esofagite no pós-operatório; Por outro lado 55,3% que 7 possuem algum grau de esofagite no pré-operatório normalizam a EDA no pós- operatório, enquanto os 44,7% restante se mantém com algum grau de esofagite. Conclui-se que houve aumento na incidência de esofagite nos pacientes submetidos a GV com aumento significativo da esofagite grau B. Houve discreto aumento na incidência de esofagite nos pacientes após GV que não tinham formato ideal do tubo gástrico. |
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SILVA, José Tarcísio Dias dahttp://lattes.cnpq.br/4459601280739507http://lattes.cnpq.br/7752246492131456http://lattes.cnpq.br/4732308687448581KREIMER, FlávioSIQUEIRA, Luciana Teixeira de2025-04-11T21:45:09Z2025-04-11T21:45:09Z2019-08-16SILVA, José Tarcísio Dias da. Análise da esofagite por endoscopia digestiva alta em pacientes submetidos a gastrectomia vertical para tratamento da obesidade. 2019. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/62268A cirurgia bariátrica é o único tratamento eficaz, resultando na melhora dessas comorbidades, entretanto, a evolução da DRGE dos pacientes que se submetem a gastrectomia vertical (GV), ainda é controverso. O objetivo foi avaliar os achados da endoscopia digestiva alta (EDA) em relação à esofagite no pré e pós-operatório da GV, assim como, a incidência das modificações do formato do tubo gástrico e a relação com a esofagite após GV. Estudo retrospectivo transversal observacional dos pacientes realizado através de informações extraídas do prontuário e de um banco de dados e avaliação da descrição do laudo da EDA do pré e pós-operatório da GV. Um total de 459 pacientes foram submetidos a GV por videolaparoscopia de forma padronizada com equipe formada por um único cirurgião principal. Os exames de EDA: pré-operatório foram realizados próximo a cirurgia e os pós-operatório foram realizados por um mesmo endoscopista com descrição minuciosa dos achados. O estudo foi composto por 393 (85,6%) mulheres e 66 (14,4%) homens que foram submetidos a GV entre dezembro de 2009 a janeiro de 2019. A idade média foi 40,4 anos (18-73 anos). No pré-operatório, o peso médio foi 107, 4 kg (72 kg-180 kg) e IMC médio de 39,70. No pós-operatório o peso médio foi 75,87 kg (45-139 kg) e o IMC médio foi de 28,05. A média do percentual de perda do excesso de peso foi de 80,98% ± 24,67%. O tempo médio entre a cirurgia e a EDA pós-operatória foi de 20,8 meses ± 16,49. Quanto a presença e ao grau de esofagite no pré e pós-operatório foram: EDA normal no pré-operatório, 261 (77,7%) se mantiveram com EDA normal; 11 (3,3%) evoluíram para esofagite não erosiva; 36 (10,7%) evoluíram com esofagite grau A; 23 (6,8%) grau B e 5 (1, 5%) evoluíram para esofagite grau C. Os pacientes com esofagite não erosiva, 4 (80%) apresentaram EDA normal no pós-operatório e 1 (20%) apresentou esofagite grau A. Os pacientes com esofagite grau A no pré- operatório se distribuíram no pós-operatório da seguinte forma: 61 pacientes (55%) normal; 4 (3,6%) não erosiva; 29 (26,1%) grau A; 16 (14,4%) grau B e 1 (0,9%) grau C. Dos 7 pacientes que tinham esofagite grau B no pré-operatório, 3 (42,8%) evoluíram com EDA normal; 2 (28,6%) grau A e 2 (28,6%) permaneceram grau B. Quando se dividiu os pacientes no pré e pós-operatório em grupos de EDA normal e não normal em relação a esofagite, 77,7% dos pacientes que possuem EDA normal no pré-operatório se mantém dessa maneira no pós-operatório, enquanto 22,3% evoluem com alguma forma de esofagite no pós-operatório; Por outro lado 55,3% que 7 possuem algum grau de esofagite no pré-operatório normalizam a EDA no pós- operatório, enquanto os 44,7% restante se mantém com algum grau de esofagite. Conclui-se que houve aumento na incidência de esofagite nos pacientes submetidos a GV com aumento significativo da esofagite grau B. Houve discreto aumento na incidência de esofagite nos pacientes após GV que não tinham formato ideal do tubo gástrico.Bariatric surgery is the only effective treatment, resulting in the improvement of these comorbidities, however, the evolution of GERD in patients who undergo vertical gastrectomy (GV) is still controversial. The objective was to evaluate the findings of upper digestive endoscopy (EDA) in relation to esophagitis in the pre and postoperative GV, as well as the incidence of changes in the shape of the gastric tube and the relationship with esophagitis after GV. Retrospective cross-sectional observational study of patients carried out using information extracted from medical records and a database and evaluation of the description of the EDA report of the pre and postoperative GV. A total of 459 patients underwent GV by videolaparoscopy in a standardized manner with a team formed by a single major surgeon. Preoperative EDA exams were performed close to surgery and postoperative exams were performed by the same endoscopist with detailed description of the findings. The study was composed of 393 (85.6%) women and 66 (14.4%) men who underwent GV between December 2009 to January 2019. The average age was 40.4 years (18-73 years) . In the preoperative period, the average weight was 107.4 kg (72 kg-180 kg) and an average BMI of 39.70. In the postoperative period, the average weight was 75.87 kg (45-139 kg) and the average BMI was 28.05. The average percentage of excess weight loss was 80.98% ± 24.67%. The average time between surgery and postoperative EDA was 20.8 months ± 16.49. Regarding the presence and the degree of esophagitis in the pre and postoperative period were: normal EDA in the preoperative period, 261 (77.7%) remained with normal EDA; 11 (3.3%) progressed to non-erosive esophagitis; 36 (10.7%) evolved with grade A esophagitis; 23 (6.8%) grade B and 5 (1.5%) evolved to grade C esophagitis. Patients with non-erosive esophagitis, 4 (80%) had normal postoperative EDA and 1 (20%) had esophagitis grade A. Patients with grade A esophagitis in the preoperative were distributed in the postoperative as follows: 61 patients (55%) normal; 4 (3.6%) non-erosive; 29 (26.1%) grade A; 16 (14.4%) grade B and 1 (0.9%) grade C. Of the 7 patients who had grade B esophagitis in the preoperative period, 3 (42.8%) evolved with normal EDA; 2 (28.6%) grade A and 2 (28.6%) remained grade B. When patients were pre- and postoperatively divided into groups of normal and non-normal EDA in relation to esophagitis, 77.7% of patients who have normal EDA in the preoperative period remain that way in the postoperative 9 period, while 22.3% evolve with some form of esophagitis in the postoperative period; On the other hand, 55.3% who have some degree of esophagitis in the preoperative period normalize EDA in the postoperative period, while the remaining 44.7% remain with some degree of esophagitis. It was concluded that there was an increase in the incidence of esophagitis in patients undergoing GV with a significant increase in grade B esophagitis. There was a slight increase in the incidence of esophagitis in patients after GV who did not have an ideal gastric tube shape.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em CirurgiaUFPEBrasilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessRefluxo gastroesofágicoEsofagiteCirurgia bariátricaEndoscopiaObesidadeAnálise da esofagite por endoscopia digestiva alta em pacientes submetidos a gastrectomia vertical para tratamento da obesidadeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO José Tarcísio Dias da Silva.pdfDISSERTAÇÃO José Tarcísio Dias da Silva.pdfapplication/pdf1289432https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/62268/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Jos%c3%a9%20Tarc%c3%adsio%20Dias%20da%20Silva.pdf0fb4e1952c32c70174a88a2b18462f9dMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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A cirurgia bariátrica é o único tratamento eficaz, resultando na melhora dessas comorbidades, entretanto, a evolução da DRGE dos pacientes que se submetem a gastrectomia vertical (GV), ainda é controverso. O objetivo foi avaliar os achados da endoscopia digestiva alta (EDA) em relação à esofagite no pré e pós-operatório da GV, assim como, a incidência das modificações do formato do tubo gástrico e a relação com a esofagite após GV. Estudo retrospectivo transversal observacional dos pacientes realizado através de informações extraídas do prontuário e de um banco de dados e avaliação da descrição do laudo da EDA do pré e pós-operatório da GV. Um total de 459 pacientes foram submetidos a GV por videolaparoscopia de forma padronizada com equipe formada por um único cirurgião principal. Os exames de EDA: pré-operatório foram realizados próximo a cirurgia e os pós-operatório foram realizados por um mesmo endoscopista com descrição minuciosa dos achados. O estudo foi composto por 393 (85,6%) mulheres e 66 (14,4%) homens que foram submetidos a GV entre dezembro de 2009 a janeiro de 2019. A idade média foi 40,4 anos (18-73 anos). No pré-operatório, o peso médio foi 107, 4 kg (72 kg-180 kg) e IMC médio de 39,70. No pós-operatório o peso médio foi 75,87 kg (45-139 kg) e o IMC médio foi de 28,05. A média do percentual de perda do excesso de peso foi de 80,98% ± 24,67%. O tempo médio entre a cirurgia e a EDA pós-operatória foi de 20,8 meses ± 16,49. Quanto a presença e ao grau de esofagite no pré e pós-operatório foram: EDA normal no pré-operatório, 261 (77,7%) se mantiveram com EDA normal; 11 (3,3%) evoluíram para esofagite não erosiva; 36 (10,7%) evoluíram com esofagite grau A; 23 (6,8%) grau B e 5 (1, 5%) evoluíram para esofagite grau C. Os pacientes com esofagite não erosiva, 4 (80%) apresentaram EDA normal no pós-operatório e 1 (20%) apresentou esofagite grau A. Os pacientes com esofagite grau A no pré- operatório se distribuíram no pós-operatório da seguinte forma: 61 pacientes (55%) normal; 4 (3,6%) não erosiva; 29 (26,1%) grau A; 16 (14,4%) grau B e 1 (0,9%) grau C. Dos 7 pacientes que tinham esofagite grau B no pré-operatório, 3 (42,8%) evoluíram com EDA normal; 2 (28,6%) grau A e 2 (28,6%) permaneceram grau B. Quando se dividiu os pacientes no pré e pós-operatório em grupos de EDA normal e não normal em relação a esofagite, 77,7% dos pacientes que possuem EDA normal no pré-operatório se mantém dessa maneira no pós-operatório, enquanto 22,3% evoluem com alguma forma de esofagite no pós-operatório; Por outro lado 55,3% que 7 possuem algum grau de esofagite no pré-operatório normalizam a EDA no pós- operatório, enquanto os 44,7% restante se mantém com algum grau de esofagite. Conclui-se que houve aumento na incidência de esofagite nos pacientes submetidos a GV com aumento significativo da esofagite grau B. Houve discreto aumento na incidência de esofagite nos pacientes após GV que não tinham formato ideal do tubo gástrico. |
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SILVA, José Tarcísio Dias da. Análise da esofagite por endoscopia digestiva alta em pacientes submetidos a gastrectomia vertical para tratamento da obesidade. 2019. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. |
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