Validação do processo de cozimento de presunto utilizando termo-registrador do tipo iButton
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | A qualidade dos produtos cárneos é um desafio para as indústrias devido às propriedades da carne que favorecem o desenvolvimento microbiano, como composição, atividade de água e pH. Na fabricação do presunto cozido, o processamento térmico é uma das principais etapas, que visa inativar microrganismos deteriorantes e patogênicos sem interferir na qualidade sensorial, evitando perda de textura, cor, sabor e odor. O objetivo do estudo foi validar o processamento térmico de presunto cozido em uma indústria de carne suína no Rio Grande do Sul utilizando termo-registradores do tipo iButton, bem como avaliar a segurança microbiológica, melhoria do processo de fabricação e análise sensorial do produto. Para a avaliação do processo de cozimento do presunto, sete tanques de cozimento foram carregados com sua capacidade máxima de quatro gaiolas e quantidade máxima de peças por gaiola. As temperaturas foram verificadas minuto a minuto nas quatro gaiolas de cada um dos sete tanques de cozimento, através de termo-registradores iButtons, permitindo a identificação do ponto frio de cada tanque. Foram coletadas peças antes e depois do cozimento para a contagem de microrganismos aeróbios mesófilos. Adicionalmente, peças cozidas foram coletadas para a análise de Staphylococcus coagulase positiva, Clostridium perfringens, Escherichia coli, Salmonella spp. e Listeria monocytogenes. O cozimento foi avaliado com elevação escalonada da temperatura da água do tanque, utilizando-se três e quatro rampas de aquecimento da água do cozimento. Posteriormente, o presunto foi submetido à análise sensorial utilizando-se escala hedônica de 1 a 9, nas dependências da empresa com 75 avaliadores não treinados. As médias da temperatura da água de cada tanque variaram de 75,65 °C a 76,55 °C. Foi possível identificar o ponto frio de cada tanque localizado nos pontos 2C (gaiola 2 – iButton C) e 4B (gaiola 4 – iButton B) das gaiolas e constatar que a variação de temperatura nos tanques não apresentou grandes oscilações, ficando dentro dos parâmetros de qualidade da empresa. Na avaliação microbiológica, as peças de presunto cozidas atenderam os requisitos da legislação vigente. Na avaliação sensorial, não foi observada diferença significativa (p>0,05) entre as amostras de presunto submetidas ao cozimento em três ou quatro rampas para os atributos de cor, sabor, aroma e aspecto global avaliados através da escala hedônica de 1 a 9 pontos. Ambas tiveram boa aceitação sensorial. Conclui-se que o processo de cozimento em tanques e a temperatura utilizada pela indústria têm garantido a qualidade e inocuidade do produto. O cozimento escalonado em quatro rampas pode ser uma alternativa para agregar qualidade ao presunto cozido. |
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2024-11-19T10:37:03Z2024-11-182024-11-19T10:37:03Z2023-09-06BERNARDO, Karin Buss Dias. Validação do processo de cozimento de presunto utilizando termo-registrador do tipo iButton. 2023. 67 f. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) – Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2023.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/14572A qualidade dos produtos cárneos é um desafio para as indústrias devido às propriedades da carne que favorecem o desenvolvimento microbiano, como composição, atividade de água e pH. Na fabricação do presunto cozido, o processamento térmico é uma das principais etapas, que visa inativar microrganismos deteriorantes e patogênicos sem interferir na qualidade sensorial, evitando perda de textura, cor, sabor e odor. O objetivo do estudo foi validar o processamento térmico de presunto cozido em uma indústria de carne suína no Rio Grande do Sul utilizando termo-registradores do tipo iButton, bem como avaliar a segurança microbiológica, melhoria do processo de fabricação e análise sensorial do produto. Para a avaliação do processo de cozimento do presunto, sete tanques de cozimento foram carregados com sua capacidade máxima de quatro gaiolas e quantidade máxima de peças por gaiola. As temperaturas foram verificadas minuto a minuto nas quatro gaiolas de cada um dos sete tanques de cozimento, através de termo-registradores iButtons, permitindo a identificação do ponto frio de cada tanque. Foram coletadas peças antes e depois do cozimento para a contagem de microrganismos aeróbios mesófilos. Adicionalmente, peças cozidas foram coletadas para a análise de Staphylococcus coagulase positiva, Clostridium perfringens, Escherichia coli, Salmonella spp. e Listeria monocytogenes. O cozimento foi avaliado com elevação escalonada da temperatura da água do tanque, utilizando-se três e quatro rampas de aquecimento da água do cozimento. Posteriormente, o presunto foi submetido à análise sensorial utilizando-se escala hedônica de 1 a 9, nas dependências da empresa com 75 avaliadores não treinados. As médias da temperatura da água de cada tanque variaram de 75,65 °C a 76,55 °C. Foi possível identificar o ponto frio de cada tanque localizado nos pontos 2C (gaiola 2 – iButton C) e 4B (gaiola 4 – iButton B) das gaiolas e constatar que a variação de temperatura nos tanques não apresentou grandes oscilações, ficando dentro dos parâmetros de qualidade da empresa. Na avaliação microbiológica, as peças de presunto cozidas atenderam os requisitos da legislação vigente. Na avaliação sensorial, não foi observada diferença significativa (p>0,05) entre as amostras de presunto submetidas ao cozimento em três ou quatro rampas para os atributos de cor, sabor, aroma e aspecto global avaliados através da escala hedônica de 1 a 9 pontos. Ambas tiveram boa aceitação sensorial. Conclui-se que o processo de cozimento em tanques e a temperatura utilizada pela indústria têm garantido a qualidade e inocuidade do produto. O cozimento escalonado em quatro rampas pode ser uma alternativa para agregar qualidade ao presunto cozido.The quality of meat products is a challenge for industries due to meat properties that favor microbial development, such as composition, water activity, and pH. In the manufacture of cooked ham, thermal processing is one of the main steps, which aims to inactivate spoilage and pathogenic microorganisms without interfering with sensorial quality, avoiding loss of texture, color, flavor, and odor. The objective of the study was to validate the thermal processing of cooked ham in a pork industry in Rio Grande do Sul using iButton thermo-recorders, as well as to evaluate microbiological safety, improvement of the manufacturing process, and sensory analysis of the product. To evaluate the ham cooking process, seven cooking tanks were loaded with a maximum capacity of four cages and a maximum number of pieces per cage. Temperatures were checked minute by minute in the four cages of each of the seven cooking tanks, using iButtons thermo-recorders, allowing the identification of the cold point of each tank. Pieces were collected before and after cooking to count mesophilic aerobic microorganisms. Additionally, cooked pieces were collected for analysis of coagulasepositive Staphylococcus, Clostridium perfringens, Escherichia coli, Salmonella spp., and Listeria monocytogenes. Cooking was evaluated with a stepwise increase in the temperature of the water in the tank, using three and four heating ramps for the cooking water. Subsequently, the ham was subjected to sensory analysis using a hedonic scale from 1 to 9 on the company's premises with 75 untrained evaluators. The average water temperature in each tank varied from 75.65 °C to 76.55 °C. It was possible to identify the cold point of each tank located at points 2C (cage 2 – iButton C) and 4B (cage 4 – iButton B) of the cages and verify that the temperature variation in the tanks did not show significant fluctuations, remaining within the parameters of company quality. In the microbiological evaluation, the cooked ham pieces met the requirements of current legislation. In the sensory evaluation, no significant difference (p>0.05) was observed between the ham samples subjected to cooking in three or four ramps for the attributes of color, flavor, aroma, and overall appearance evaluated using the hedonic scale from 1 to 9 points. Both had good sensory acceptance. It is concluded that the cooking process in tanks and the temperature used by the industry have guaranteed the quality and safety of the product. Staggered cooking in four ramps can be an alternative to add quality to the cooked ham.Sem bolsaporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de AlimentosUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS AGRARIASCIENCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOSTECNOLOGIA DE ALIMENTOSALIMENTOSIndústria de carne suínaProdutos cárneosPresuntoProcessamento térmicoValidação térmicaAnálise sensorialPork industryMeat productsHamThermal processingThermal validationSensory analysisValidação do processo de cozimento de presunto utilizando termo-registrador do tipo iButtonValidation of the ham cooking process using an iButton thermo-recorderinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/3060503466336872https://orcid.org/0000-0001-8707-9564http://lattes.cnpq.br/3716019861332453Fiorentini, Ângela Maria Fiorentinihttp://lattes.cnpq.br/5481998000769057Lopes, Graciela VolzBernardo, Karin Buss Diasreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALDissertacao_Karin_Bernardo.pdfDissertacao_Karin_Bernardo.pdfapplication/pdf939853http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/14572/1/Dissertacao_Karin_Bernardo.pdff5b175b4cbea4862b9353286188548e7MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81960http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/14572/2/license.txta963c7f783e32dba7010280c7b5ea154MD52open accessTEXTDissertacao_Karin_Bernardo.pdf.txtDissertacao_Karin_Bernardo.pdf.txtExtracted texttext/plain115518http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/14572/3/Dissertacao_Karin_Bernardo.pdf.txt9f065eb1978dc0379869cf555e1f0473MD53open accessTHUMBNAILDissertacao_Karin_Bernardo.pdf.jpgDissertacao_Karin_Bernardo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1206http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/14572/4/Dissertacao_Karin_Bernardo.pdf.jpge9160cc25fadf861c2a10b2fb2fa68a7MD54open accessprefix/145722024-11-20 03:02:56.434open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/14572TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkkgLSBDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8ocykgYXV0b3IoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIChSSSkgZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVsb3RhcyAoVUZQZWwpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAKKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIAplIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW87CgpJSSAtIFZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJJIGRhIFVGUGVsIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gCnBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvOwoKSUlJIC0gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSSSBkYSBVRlBlbCBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGUgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFja3VwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo287CgpJViAtIFZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gClZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyAKZGUgbmluZ3XDqW07CgpWIC0gQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBSSSBkYSBVRlBlbCBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhOwoKVkkgLSBDQVNPIEEgUFVCTElDQcOHw4NPIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VCk9VVFJBIE9SR0FOSVpBw4fDg08sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyAKRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETzsKClZJSSAtIE8gUkkgZGEgVUZQZWwgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyAKYXV0b3JhaXMgZGEgcHVibGljYcOnw6NvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2024-11-20T06:02:56Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false |
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