Carne ovina: perfil de consumo frente ao bem-estar animal
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Zootecnia
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/17369 |
Resumo: | Existe uma tendência promissora para o mercado da carne ovina, devido ao aumento na produção de animais com aptidão para produção de carne que vem ganhando destaque através da demanda dos consumidores por carne de qualidade. Neste contexto objetivou-se investigar o conhecimento de produtores e consumidores de carne ovina frente a aspectos relacionados com o bem-estar animal, bem como seus hábitos de consumo, e a aceitação de produtos que garantam o bem-estar. Foram entrevistados 417 potenciais consumidores de carne ovina, os quais responderam questões relacionadas aos hábitos de consumo, bem como o conhecimento por parte de consumidores e produtores sobre questões que envolvem as práticas de bem-estar animal e a intenção de compra de produtos que obtenham um selo de certificação de bem-estar animal. Os entrevistados foram selecionados durante a 92º Expofeira de Pelotas e em pontos estratégicos de venda de carne como: açougues, boutiques de carnes e supermercados, localizados na cidade de Pelotas. A análise dos dados foi realizada através da estatística descritiva com distribuição de frequências sendo comparadas pelo teste Qui-Quadrado (p-valor=0,05), quando necessário utilizou-se o teste de Kruskal Wallis afim de comparar as médias obtidas. A amostra foi composta por 60,2% de consumidores e 39,8% de produtores rurais, com uma predominância de indivíduos do sexo masculino 55,4%, e pessoas de origem rural 51,6%, onde 62,9% possui ensino médio completo ou superior completo, e 57,6% está faixa etária entre 18-39 anos com renda em torno de 1 a 2,5 salário mínimo 40.3%. Dos entrevistados 34% afirmam consumir carne ovina pelo menos uma vez ao mês e somente 6% declararam não consumir tal produto. A maioria dos entrevistados julga ser de extrema importância às práticas de bem-estar animal (39%), além disso, 90% declararam se preocupar com o modo como os animais são criados e abatidos e 87,8% consideram importante saber mais sobre o sistema de criação antes de consumir o produto. Produtores e pessoas de origem rural detém um maior conhecimento sobre as normativas que regem o bem-estar animal quando comparado a consumidores e indivíduos de origem urbana. Dentre os entrevistados 90,1% declararam que fariam aquisição do produto com selo de certificação de bem-estar animal, e 74,2% pagariam a mais para obter garantia que os animais foram criados sob normas de bem-estar animal, onde 46% relataram pagar até 10% a mais pelo kg do produto. Com isso evidencia-se que há uma preocupação sobre as práticas de bem-estar animal, porém ainda é restrito o conhecimento do consumidor de carne ovina sobre tal temática, necessitando da divulgação de estudos que promovam tal conhecimento. |
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2025-09-12T09:34:39Z2025-09-12T09:34:39Z2020-02-27MORAES, Renata Espíndola de. Carne ovina: perfil de consumo frente ao bem-estar animal. 2020. 67f. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) – Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2020.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/17369Existe uma tendência promissora para o mercado da carne ovina, devido ao aumento na produção de animais com aptidão para produção de carne que vem ganhando destaque através da demanda dos consumidores por carne de qualidade. Neste contexto objetivou-se investigar o conhecimento de produtores e consumidores de carne ovina frente a aspectos relacionados com o bem-estar animal, bem como seus hábitos de consumo, e a aceitação de produtos que garantam o bem-estar. Foram entrevistados 417 potenciais consumidores de carne ovina, os quais responderam questões relacionadas aos hábitos de consumo, bem como o conhecimento por parte de consumidores e produtores sobre questões que envolvem as práticas de bem-estar animal e a intenção de compra de produtos que obtenham um selo de certificação de bem-estar animal. Os entrevistados foram selecionados durante a 92º Expofeira de Pelotas e em pontos estratégicos de venda de carne como: açougues, boutiques de carnes e supermercados, localizados na cidade de Pelotas. A análise dos dados foi realizada através da estatística descritiva com distribuição de frequências sendo comparadas pelo teste Qui-Quadrado (p-valor=0,05), quando necessário utilizou-se o teste de Kruskal Wallis afim de comparar as médias obtidas. A amostra foi composta por 60,2% de consumidores e 39,8% de produtores rurais, com uma predominância de indivíduos do sexo masculino 55,4%, e pessoas de origem rural 51,6%, onde 62,9% possui ensino médio completo ou superior completo, e 57,6% está faixa etária entre 18-39 anos com renda em torno de 1 a 2,5 salário mínimo 40.3%. Dos entrevistados 34% afirmam consumir carne ovina pelo menos uma vez ao mês e somente 6% declararam não consumir tal produto. A maioria dos entrevistados julga ser de extrema importância às práticas de bem-estar animal (39%), além disso, 90% declararam se preocupar com o modo como os animais são criados e abatidos e 87,8% consideram importante saber mais sobre o sistema de criação antes de consumir o produto. Produtores e pessoas de origem rural detém um maior conhecimento sobre as normativas que regem o bem-estar animal quando comparado a consumidores e indivíduos de origem urbana. Dentre os entrevistados 90,1% declararam que fariam aquisição do produto com selo de certificação de bem-estar animal, e 74,2% pagariam a mais para obter garantia que os animais foram criados sob normas de bem-estar animal, onde 46% relataram pagar até 10% a mais pelo kg do produto. Com isso evidencia-se que há uma preocupação sobre as práticas de bem-estar animal, porém ainda é restrito o conhecimento do consumidor de carne ovina sobre tal temática, necessitando da divulgação de estudos que promovam tal conhecimento.There is a promising trend for the sheep meat market, due the increase on the animal production with aptitude for meat production which is gaining prominence through consumer demand for quality meat. On this context, it was aimed to investigate the knowledge of sheep meat producers and consumers about aspects related to animal welfare, as well as consumption habits, and the acceptance of products that guarantee welfare. 417 potential sheep meat consumers were interviewee, which answered questions related to consumption habits, as well as the knowledge by consumers and producers about questions that envolve animal welfare practices and their intention on buying products with animal welfare certification seal. The interviewee were selected during the 92º Expofeira of Pelotas and on strategic selling spots like: butchers, meat boutiques and supermarkets, located in the city of Pelotas. Data analysis was performed using descriptive statistics with frequency distribution and compared using the Chi-Square test (p-value = 0.05), when necessary, the Kruskal Wallis test was used in order to compare the obtained averages. The sample was composed by 60.2% of consumers and 39.8% of rural producers, with a predominance of male individuals 55.4%, and people of rural origin 51.6%, where 62.9% have complete high school or complete college, and 57.6% are aged between 18-39 years with an income between 1 and 2.5 minimum salary 40.3%. 34% of the interviewee say they consume sheep meat at least once a month and only 6% declare not to consume such poduct. Most of the interviewee states the animal welfare practices to be extremely important 39%, besides that, 90% declared to be concerned about the way animals are raised and slaughtered and 87.8% considered important to know more about the product before consuming. Producers and people by rural origin holds a greater knowledge about regulations governing animal welfare when compared to consumers and people with uban origin. Between the interviewee 90,1% stated they would purchase the product with animal welfare certification seal, and 74,2% would pay more to obtain guarantee that the animals were raised under animal wefare rules, where 46% reported paying up to 10% more per kg of the product. Thus, it is evident that there is a concern about animal welfare practices, yet the sheep meat consumer knowledge is still restricted about this matter, requiring the dissemination of studies that promote such knowledge.Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em ZootecniaUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS AGRARIASZOOTECNIABoas práticasCertificaçãoFrequência de consumoOvinoculturaGood practicesCertificationConsumption frequencySheep farmingCarne ovina: perfil de consumo frente ao bem-estar animalSheep meat: consumption pattern regarding animal welfareinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/5742511745381834http://lattes.cnpq.br/5700216426341087Mascarenhas, Mabel Wiegandhttp://lattes.cnpq.br/5964696465700353Vaz, Ricardo Zambardahttp://lattes.cnpq.br/1120109274579134Silveira, Isabella Dias BarbosaMoraes, Renata Espíndola dereponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALDissertação Renata Espíndola de Moraes.pdfDissertação Renata Espíndola de Moraes.pdfapplication/pdf1165866http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/17369/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Renata%20Esp%c3%adndola%20de%20Moraes.pdfec532035597042939ee5754677f4541bMD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-867http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/17369/2/license.txtfbd6c74465857056e3ca572d7586661bMD52open accessTEXTDissertação Renata Espíndola de Moraes.pdf.txtDissertação Renata Espíndola de Moraes.pdf.txtExtracted texttext/plain118056http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/17369/3/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Renata%20Esp%c3%adndola%20de%20Moraes.pdf.txt01b6b15b4c807ab6342182c7ea307ecfMD53open accessTHUMBNAILDissertação Renata Espíndola de Moraes.pdf.jpgDissertação Renata Espíndola de Moraes.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1198http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/17369/4/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Renata%20Esp%c3%adndola%20de%20Moraes.pdf.jpg515c920ffab8bdea4070566afcb9bb4bMD54open accessprefix/173692025-09-13 03:03:12.639open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/17369VG9kb3Mgb3MgaXRlbnMgZGVzc2EgY29tdW5pZGFkZSBzZWd1ZW0gYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zLg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2025-09-13T06:03:12Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false |
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