Avaliação da eficácia do tratamento da cinesioterapia do assoalho pélvico versus cinesioterapia do assoalho pélvico associada a programade perda de peso em mulheres com incontinência urinária mista e excesso de peso
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Brasil
UFRN PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA |
| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/23438 |
Resumo: | Introdução: Dentre os fatores de risco para disfunções da musculatura do assoalho pélvico e a presença da incontinência urinária (IU), pauta-se o excesso de peso. A prevalência da perda de urina diária é relatada como aumentada nos casos de IMC elevados. Objetivo: Avaliar a eficácia do tratamento da cinesioterapia do assoalho pélvico versus cinesioterapia do assoalho pélvico associada a programa de perda de peso em mulheres com incontinência urinária mista e com excesso de peso. Metodologia: Estudo do tipo ensaio clínico, randomizado e simples-cego, realizado no Hospital Universitário Onofre Lopes. Participaram do estudo, 22 mulheres com incontinência urinária mista, IMC entre 25 e 40kg/m2, divididas em 2 grupos: Grupo Cinesioterapia associado a programa de perda de peso (GCP: n= 11) e Grupo Cinesioterapia (GC: n=11). A coleta de dados aconteceu em três etapas: Avaliação, com aplicação da ficha de avaliação, dos questionários e exame físico; Intervenção, com aplicação do protocolo da cinesioterapia ou protocolo para perda de peso associado à cinesioterapia; e Reavaliação, Aplicação da ficha de avaliação, dos questionários e exame físico ao final do tratamento, após 2 meses de intervenção. Foram realizados dois atendimentos por semana, totalizando 16 atendimentos em ambos os grupos, com duração de 30 minutos por atendimento. O tratamento de ambos os grupos foi composto por quatro modalidades de exercícios: exercícios diafragmáticos, de ponte, abdominais e de mobilidade pélvica. Em cada modalidade existiam progressões ao decorrer do treinamento. O GCP teve ainda acompanhamento nutricional por profissional especializado com três encontros presenciais, visando a perda de peso. Os dados foram analisados através do software estatístico SPSS 20.0 atribuindo-se o nível de significância de 5%. O teste de Shapiro-Wilk foi utilizado para testar a normalidade dos dados. De acordo com a distribuição dos dados, foi utilizado o teste t’Student ou Mann-Whitney para comparar as médias intergrupos, e teste t pareado ou Wilcoxon para verificar diferenças intragrupos. Resultados: Não foi observada diferença estatisticamente significativa na avaliação intergrupo da diferença do antes e depois de cada grupo nas variáveis de perineometria (P=0,57), Pad test 1h (P=0,25) e ICIQ-SF (P=0,87). Entretanto, a perineometria apresentou diferença intragrupo estatisticamente significante, nos dois grupos (GCP P=0,05; GC P=0,05). O impacto da incontinência urinária na qualidade de vida, analisado pelo ICIQ-SF, ambos os grupos apresentaram diferenças estatisticamente significativas do seu momento inicial para o final (GCP P= 0,001; GC P= 0,001). Com relação à qualidade de vida o GCP apresentou melhor score ao final do tratamento, no que se refere à satisfação da saúde (P=0,04). Conclusão: Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os resultados nos dois grupos. Apesar dos resultados não mostrarem diferença, observa-se a importância do trabalho interdisciplinar no que se refere ao bem-estar da paciente e maior satisfação a intervenção proposta. |
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Avaliação da eficácia do tratamento da cinesioterapia do assoalho pélvico versus cinesioterapia do assoalho pélvico associada a programade perda de peso em mulheres com incontinência urinária mista e excesso de pesoAssoalho pélvicoReabilitaçãoFisioterapiaHábitos alimentaresCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALIntrodução: Dentre os fatores de risco para disfunções da musculatura do assoalho pélvico e a presença da incontinência urinária (IU), pauta-se o excesso de peso. A prevalência da perda de urina diária é relatada como aumentada nos casos de IMC elevados. Objetivo: Avaliar a eficácia do tratamento da cinesioterapia do assoalho pélvico versus cinesioterapia do assoalho pélvico associada a programa de perda de peso em mulheres com incontinência urinária mista e com excesso de peso. Metodologia: Estudo do tipo ensaio clínico, randomizado e simples-cego, realizado no Hospital Universitário Onofre Lopes. Participaram do estudo, 22 mulheres com incontinência urinária mista, IMC entre 25 e 40kg/m2, divididas em 2 grupos: Grupo Cinesioterapia associado a programa de perda de peso (GCP: n= 11) e Grupo Cinesioterapia (GC: n=11). A coleta de dados aconteceu em três etapas: Avaliação, com aplicação da ficha de avaliação, dos questionários e exame físico; Intervenção, com aplicação do protocolo da cinesioterapia ou protocolo para perda de peso associado à cinesioterapia; e Reavaliação, Aplicação da ficha de avaliação, dos questionários e exame físico ao final do tratamento, após 2 meses de intervenção. Foram realizados dois atendimentos por semana, totalizando 16 atendimentos em ambos os grupos, com duração de 30 minutos por atendimento. O tratamento de ambos os grupos foi composto por quatro modalidades de exercícios: exercícios diafragmáticos, de ponte, abdominais e de mobilidade pélvica. Em cada modalidade existiam progressões ao decorrer do treinamento. O GCP teve ainda acompanhamento nutricional por profissional especializado com três encontros presenciais, visando a perda de peso. Os dados foram analisados através do software estatístico SPSS 20.0 atribuindo-se o nível de significância de 5%. O teste de Shapiro-Wilk foi utilizado para testar a normalidade dos dados. De acordo com a distribuição dos dados, foi utilizado o teste t’Student ou Mann-Whitney para comparar as médias intergrupos, e teste t pareado ou Wilcoxon para verificar diferenças intragrupos. Resultados: Não foi observada diferença estatisticamente significativa na avaliação intergrupo da diferença do antes e depois de cada grupo nas variáveis de perineometria (P=0,57), Pad test 1h (P=0,25) e ICIQ-SF (P=0,87). Entretanto, a perineometria apresentou diferença intragrupo estatisticamente significante, nos dois grupos (GCP P=0,05; GC P=0,05). O impacto da incontinência urinária na qualidade de vida, analisado pelo ICIQ-SF, ambos os grupos apresentaram diferenças estatisticamente significativas do seu momento inicial para o final (GCP P= 0,001; GC P= 0,001). Com relação à qualidade de vida o GCP apresentou melhor score ao final do tratamento, no que se refere à satisfação da saúde (P=0,04). Conclusão: Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os resultados nos dois grupos. Apesar dos resultados não mostrarem diferença, observa-se a importância do trabalho interdisciplinar no que se refere ao bem-estar da paciente e maior satisfação a intervenção proposta.BrasilUFRNPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIAMicussi, Maria Thereza Albuquerque Barbosa Cabralhttp://lattes.cnpq.br/0193521664048263http://lattes.cnpq.br/2360845979410206Fayh, Ana Paula Trussardihttp://lattes.cnpq.br/0049770583345803Sousa, Vanessa Patrícia Soares dehttp://lattes.cnpq.br/6971799707627238Oliveira, Maria Clara Eugênia de2017-06-08T19:49:44Z2017-06-08T19:49:44Z2017-02-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfOLIVEIRA, Maria Clara Eugênia de. Avaliação da eficácia do tratamento da cinesioterapia do assoalho pélvico versus cinesioterapia do assoalho pélvico associada a programade perda de peso em mulheres com incontinência urinária mista e excesso de peso. 2017. 75f. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/23438porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRNinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)instacron:UFRN2017-11-05T03:52:19Zoai:repositorio.ufrn.br:123456789/23438Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufrn.br/oai/repositorio@bczm.ufrn.bropendoar:2017-11-05T03:52:19Repositório Institucional da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)false |
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