Terra de educar: construção de conhecimentos entre mulheres agricultoras de Magé-RJ.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Costa, Luciana Salles da lattes
Orientador(a): Carvalho, Igor Simoni Homem de lattes
Banca de defesa: Carvalho, Igor Simoni Homem de lattes, Soares, Ana Maria Dantas lattes, Benácchio, Rosilda Nascimento lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Educação Agrícola
Departamento: Instituto de Agronomia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22787
Resumo: Partindo de uma experiência pessoal junto à agricultura familiar e os modos de vida do campesinato ainda existente no município de Magé-RJ, uma pergunta foi suscitada: Quantos diálogos e trocas de conhecimentos podem acontecer embaixo de um pé de árvore? Quem são esses sujeitos? O que ensinam? Provocados por estes questionamentos, nesta pesquisa o objetivo foi identificar mulheres agricultoras do município de Magé-RJ, suas práticas agrícolas e suas formas de trocar conhecimentos, e o potencial desses conhecimentos vir à ser propostas educativas. Trata-se de uma pesquisa em bases qualitativas. Escolhe-se para esta pesquisa a perspectiva da pesquisa participante. Utilizamos para a coleta de dados o método de entrevista, cuja abordagem adotada foi a história de vida. Foram entrevistados 13 participantes, sendo 7 mulheres e 6 homens selecionados por critério de relevância na comunidade e disponibilidade para participação nas etapas da pesquisa. Os resultados demonstraram que as histórias de vida são uma excelente abordagem para o objeto da pesquisa, pois permitiu a imersão no universo da agricultura familiar do município. As mulheres revelaram, ao desdobrar de suas histórias de vida, novos prismas e nuances sobre a prática da agricultura familiar. As trocas de conhecimento, ao fim da pesquisa, mostraram que os espaços que mais agregam essa troca, são os espaços de comercialização que vieram a ser as feiras de rua, a saber, a Feira da Agricultura Familiar. Um espaço autogerido pelos agricultores e agricultoras que dele participam. Ali um campo fértil para as trocas de saberes pode sim, representar as salas de aula tão diversas, onde os sujeitos educam-se, seja pelo trabalho ou para o trabalho. As histórias ainda que profícuas e fecundas em detalhes e com esplendoroso potencial imersivo na realidade da agricultura familiar de Magé, não revelaram como esses saberes são passados para a comunidade e ainda para os familiares dos entrevistados. Todos os pontos que a pesquisa não tocou em profundidade ou amplitude suficiente servirão como rotas a serem ainda investigadas em outras pesquisas acadêmicas.
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Dissertação (Mestrado em Educação Agrícola) - Instituto de Agronomia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025.https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22787Partindo de uma experiência pessoal junto à agricultura familiar e os modos de vida do campesinato ainda existente no município de Magé-RJ, uma pergunta foi suscitada: Quantos diálogos e trocas de conhecimentos podem acontecer embaixo de um pé de árvore? Quem são esses sujeitos? O que ensinam? Provocados por estes questionamentos, nesta pesquisa o objetivo foi identificar mulheres agricultoras do município de Magé-RJ, suas práticas agrícolas e suas formas de trocar conhecimentos, e o potencial desses conhecimentos vir à ser propostas educativas. Trata-se de uma pesquisa em bases qualitativas. Escolhe-se para esta pesquisa a perspectiva da pesquisa participante. Utilizamos para a coleta de dados o método de entrevista, cuja abordagem adotada foi a história de vida. Foram entrevistados 13 participantes, sendo 7 mulheres e 6 homens selecionados por critério de relevância na comunidade e disponibilidade para participação nas etapas da pesquisa. Os resultados demonstraram que as histórias de vida são uma excelente abordagem para o objeto da pesquisa, pois permitiu a imersão no universo da agricultura familiar do município. As mulheres revelaram, ao desdobrar de suas histórias de vida, novos prismas e nuances sobre a prática da agricultura familiar. As trocas de conhecimento, ao fim da pesquisa, mostraram que os espaços que mais agregam essa troca, são os espaços de comercialização que vieram a ser as feiras de rua, a saber, a Feira da Agricultura Familiar. Um espaço autogerido pelos agricultores e agricultoras que dele participam. Ali um campo fértil para as trocas de saberes pode sim, representar as salas de aula tão diversas, onde os sujeitos educam-se, seja pelo trabalho ou para o trabalho. As histórias ainda que profícuas e fecundas em detalhes e com esplendoroso potencial imersivo na realidade da agricultura familiar de Magé, não revelaram como esses saberes são passados para a comunidade e ainda para os familiares dos entrevistados. Todos os pontos que a pesquisa não tocou em profundidade ou amplitude suficiente servirão como rotas a serem ainda investigadas em outras pesquisas acadêmicas.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESBased on a personal experience in a context of family farming and thanks to the life experiences of the farmers that still exist in the municipality of Magé, Rio de Janeiro, a question arose: how many dialogues and exchanges of knowledge can take place under a tree? Who are these people? What do they teach? Prompted by these questions, the aim of this research is to identify women farmers in the municipality of Magé-RJ, their farming practices, ways of exchanging knowledge and the potential for this knowledge to become educational. This is a qualitative study, which allows for the use of different methodological procedures capable of meeting the intended objectives. For this research, we chose the perspective of participant survey. For data collection, we used the interview method with a life story approach. Thirteen participants were interviewed, seven women and six men, who were selected based on their pertinence to the community and their willingness to take part in the research. The results showed that life stories are an excellent approach to the subject of the research, as they allowed us to immerse ourselves in the universe of family farming in the municipality. As life stories of the participants unfolded, the women revealed new perspectives and nuances about the practice of family farming. At the end of the research the conclusion is that the spaces that mostly allow the exchange of knowledge to happen are the market spaces that came to be the street fairs, namely the Family Farming Fair. This is a self-managed space run by the farmers who take part in it. This fertile field for the exchange of knowledge can represent a very diverse classrooms where people educate themselves, both through work and because of work. The stories, although rich in detail and with an immersive potential in the reality of family farming in Magé, did not reveal how this knowledge is passed on to the community or to the interviewees' relatives. All the points that the research did not develop in sufficient depth will serve as routes to be further investigated by the scientific field.porUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Educação AgrícolaUFRRJBrasilInstituto de AgronomiaEducaçãohistória de vidamulheres agricultorasagricultura familiar de MagéLife HistoryWomen FarmersFamily farming in MagéTerra de educar: construção de conhecimentos entre mulheres agricultoras de Magé-RJ.Land of education: building knowledge among women farmers in Magé-RJ.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisALBERTI, Verena. Manual de História Oral. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2013. AMADO, J.; FERREIRA, M. M. Usos e abusos da história oral. Rio de Janeiro: FGV, 2001. AMATUZZI, M. M. Fé e ideologia na compreensão psicológica da pessoa. Psicologia: Reflexão e Crítica, v. 16, n. 3, p. 569–575, 2003. ANDRÉ, Marli; LÜDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. 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Women Farmers
Family farming in Magé
description Partindo de uma experiência pessoal junto à agricultura familiar e os modos de vida do campesinato ainda existente no município de Magé-RJ, uma pergunta foi suscitada: Quantos diálogos e trocas de conhecimentos podem acontecer embaixo de um pé de árvore? Quem são esses sujeitos? O que ensinam? Provocados por estes questionamentos, nesta pesquisa o objetivo foi identificar mulheres agricultoras do município de Magé-RJ, suas práticas agrícolas e suas formas de trocar conhecimentos, e o potencial desses conhecimentos vir à ser propostas educativas. Trata-se de uma pesquisa em bases qualitativas. Escolhe-se para esta pesquisa a perspectiva da pesquisa participante. Utilizamos para a coleta de dados o método de entrevista, cuja abordagem adotada foi a história de vida. Foram entrevistados 13 participantes, sendo 7 mulheres e 6 homens selecionados por critério de relevância na comunidade e disponibilidade para participação nas etapas da pesquisa. Os resultados demonstraram que as histórias de vida são uma excelente abordagem para o objeto da pesquisa, pois permitiu a imersão no universo da agricultura familiar do município. As mulheres revelaram, ao desdobrar de suas histórias de vida, novos prismas e nuances sobre a prática da agricultura familiar. As trocas de conhecimento, ao fim da pesquisa, mostraram que os espaços que mais agregam essa troca, são os espaços de comercialização que vieram a ser as feiras de rua, a saber, a Feira da Agricultura Familiar. Um espaço autogerido pelos agricultores e agricultoras que dele participam. Ali um campo fértil para as trocas de saberes pode sim, representar as salas de aula tão diversas, onde os sujeitos educam-se, seja pelo trabalho ou para o trabalho. As histórias ainda que profícuas e fecundas em detalhes e com esplendoroso potencial imersivo na realidade da agricultura familiar de Magé, não revelaram como esses saberes são passados para a comunidade e ainda para os familiares dos entrevistados. Todos os pontos que a pesquisa não tocou em profundidade ou amplitude suficiente servirão como rotas a serem ainda investigadas em outras pesquisas acadêmicas.
publishDate 2025
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