Sentenças pseudo-clivadas do português brasileiro
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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Florianópolis, SC
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| País: |
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| Link de acesso: | http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/92538 |
Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Linguistica |
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Universidade Federal de Santa CatarinaResenes, Mariana Santos deMioto, Carlos2012-10-24T09:52:58Z2012-10-24T09:52:58Z20092009261462http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/92538Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em LinguisticaEsta dissertação tem como objetivo descrever e analisar, com base na Teoria Gerativa, as sentenças pseudo-clivadas do português brasileiro que, assim como as clivadas, são sentenças sintaticamente designadas para focalizar. As condições que caracterizam uma sentença como clivada são: apresentar a seqüência ser + XP + que + IP, ter uma ec interna ao IP encaixado que corresponda ao XP pós-cópula e esse XP, e somente ele, ser o foco da sentença, isto é, a sentença encaixada deve ser a pressuposição. Assim, as clivadas se diferenciam de simples sentenças copulares e de sentenças relativas e veiculam sempre um foco estreito, ou seja, não existem clivadas de foco largo. As pseudo-clivadas, por sua vez, devem apresentar a seqüência sentença wh + ser + XP, sua sentença wh deve responder pela pressuposição e o XP pelo foco, o que a diferencia de simples copulares. A literatura mais tradicional sobre o assunto mostrou que algumas pseudo-clivadas podem ser ambíguas entre uma interpretação especificacional e outra predicacional. Argumentamos, porém, que somente na interpretação especificacional a sentença é uma pseudo-clivada; na predicacional, ela é uma simples copular. Na leitura especificacional, o foco dá o valor do elemento wh, escolhido dentro do domínio definido pela sentença wh. Essa leitura é a mesma captada pela "versão" simples da pseudo-clivada. Já na leitura predicacional, o foco é o predicado atribuído a toda a sentença wh que, nesse caso, vale por uma expressão referencial. Sendo assim, defendemos que a sentença wh das predicacionais é uma relativa livre, ao contrário da das especificacionais. Essa diferença também se mostra pelo elemento wh de cada uma: enquanto o das predicacionais é um pronome relativo, um verdadeiro operador, o das pseudo-clivadas (especificacionais) é analisado como uma anáfora, já que é interpretado como uma variável ligada pelo foco, de acordo com a cadeia suposta [focoi, whi, ti]. Uma vez excluídas as sentenças predicacionais da classe das pseudo-clivadas, unificamos clivadas e pseudo-clivadas à interpretação especificacional. Nesta dissertação também não consideramos como pseudo-clivadas as chamadas 'reduzidas', que não apresentam o elemento wh. Elas foram analisadas simplesmente como sentenças em que a cópula foi inserida dentro do predicado para realizar uma focalização contrastiva sobre o constituinte que a sucede. Quanto à sintaxe das pseudo-clivadas, a estrutura proposta é formada por uma small clause, que tem por sujeito a sentença wh e por predicado o elemento focalizado. Essa small clause é dominada por um FP (Focus Phrase), em cujo especificador é alojado o foco. Desse modo, assim como em muitas análises das clivadas, a cópula das pseudo-clivadas seleciona um FP, o que consideramos desejável, tendo em vista que ambas as sentenças são designadas para focalizar e empregam a cópula como um dos itens para cumprir essa função. Assim representadas, conseguimos diferenciar a estrutura sintática das pseudo-clivadas das copulares predicacionais.porFlorianópolis, SCLinguisticaAmbiguidadeLingua portuguesaBrasilSentenças pseudo-clivadas do português brasileiroinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL261462.pdfapplication/pdf716273https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/92538/1/261462.pdf3c07f4103da333c80726bb9035a56be6MD51TEXT261462.pdf.txt261462.pdf.txtExtracted Texttext/plain282925https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/92538/2/261462.pdf.txt7cdb457044ba074740a65b245f639426MD52THUMBNAIL261462.pdf.jpg261462.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1263https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/92538/3/261462.pdf.jpgb1a23d9a46e115c78bba4cb687f78498MD53123456789/925382013-05-04 23:27:21.922oai:repositorio.ufsc.br:123456789/92538Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-05-05T02:27:21Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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