Estudo comparativo entre bupivacaína 0,25% e 0,5% no bloqueio de plexo braquial via axilar guiado por ultrassom empregando cromatografia liquida acoplada à espectrometria de massas
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | Introdução: O risco de intoxicação sistêmica pelo uso da bupivacaína é um problema persistente, tornando o seu estudo farmacocinético fundamental para a segurança da anestesia regional. São escassas as evidências sobre a influência de diferentes concentrações no pico plasmático deste fármaco. Propô-se realizar estudo comparando duas concentrações de bupivacaína para elucidar como a concentração e a área de troca influenciam no pico plasmático deste fármaco durante o bloqueio de plexo braquial via axilar. Também comparou-se o tempo de latência e a analgesia pós-operatória. Métodos: Estudo clínico prospectivo no qual foram randomizados 32 pacientes. No grupo 0,25%, injetou-se 10 mL de bupivacaína a 0,25% por nervo. No grupo 0,5%, injetou-se 5 ml de bupivacaína a 0,5 % por nervo. Foram colhidas amostras de sangue periférico a cada 15 min na primeira hora e a cada 30 min na segunda hora para dosagem dos níveis séricos. Para a análise das amostras, utilizou-se a cromatografia líquida de alta frequência acoplada ao espectrômetro de massas. Resultados: Demonstrou-se que os grupos apresentaram pico plasmático 45 min após a realização do bloqueio, sem diferença entre os grupos nos tempos avaliados. Nenhum paciente relatou dor até a alta da recuperação anestésica. O grupo 0,5% apresentou menor tempo de latência quando comparado com o grupo 0,25% (10,67 +/- 3,71 x 17,33 min +/- 5,30, respectivamente). Conclusão: Para o bloqueio do plexo braquial via axilar, a concentração e a área de troca possuem mesma importância para determinar o pico plasmático. Entretanto, a concentração influencia inversamente o tempo de latência. |
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Estudo comparativo entre bupivacaína 0,25% e 0,5% no bloqueio de plexo braquial via axilar guiado por ultrassom empregando cromatografia liquida acoplada à espectrometria de massasComparative study between 0,25 % bupivacaine and 0.5 % bupivacaine in ultrasound guided axillary brachial plexus block using liquid chromatography coupled mass spectrometryBupivacaineIntervention ultrasonographyLiquid chromatographyMass spectrometry by electrospray ionizationBrachial plexusRegional anesthesiaBupivacaínaUultrassonografia de intervençãoCromatografia liquidaEspectometria de massas por ionização por electrosprayPlexo braquialAnestesia regionalIntrodução: O risco de intoxicação sistêmica pelo uso da bupivacaína é um problema persistente, tornando o seu estudo farmacocinético fundamental para a segurança da anestesia regional. São escassas as evidências sobre a influência de diferentes concentrações no pico plasmático deste fármaco. Propô-se realizar estudo comparando duas concentrações de bupivacaína para elucidar como a concentração e a área de troca influenciam no pico plasmático deste fármaco durante o bloqueio de plexo braquial via axilar. Também comparou-se o tempo de latência e a analgesia pós-operatória. Métodos: Estudo clínico prospectivo no qual foram randomizados 32 pacientes. No grupo 0,25%, injetou-se 10 mL de bupivacaína a 0,25% por nervo. No grupo 0,5%, injetou-se 5 ml de bupivacaína a 0,5 % por nervo. Foram colhidas amostras de sangue periférico a cada 15 min na primeira hora e a cada 30 min na segunda hora para dosagem dos níveis séricos. Para a análise das amostras, utilizou-se a cromatografia líquida de alta frequência acoplada ao espectrômetro de massas. Resultados: Demonstrou-se que os grupos apresentaram pico plasmático 45 min após a realização do bloqueio, sem diferença entre os grupos nos tempos avaliados. Nenhum paciente relatou dor até a alta da recuperação anestésica. O grupo 0,5% apresentou menor tempo de latência quando comparado com o grupo 0,25% (10,67 +/- 3,71 x 17,33 min +/- 5,30, respectivamente). Conclusão: Para o bloqueio do plexo braquial via axilar, a concentração e a área de troca possuem mesma importância para determinar o pico plasmático. Entretanto, a concentração influencia inversamente o tempo de latência. Introduction: The risk of systemic toxicity when using bupivacaine is a persistent problem, making its pharmacokinetic study crucial to the safety of regional anesthesia (RA). A few evidences exist regarding the effect of different concentrations of this drug on peak plasma levels. The present study compares two bupivacaine concentrations to establish how the concentration and exchange area affect the peak plasma level of this drug during axillary brachial plexus block. Latency and postoperative analgesia periods were also compared. Methods: This prospective clinical study included 32 patients who were randomly assigned to two groups. In the 0.25% group, 10 ml of 0.25% bupivacaine was injected per nerve; in the 0.5% group, 5 ml of 0.5% bupivacaine was injected per nerve. Peripheral blood samples were collected every 15 min during the first hour and every 30 min during the second hour to establish serum level dosage. High performance liquid chromatography coupled with mass spectrometry (LC-MS) was used for sample analysis of bupivacaine in blood. Results: The groups reached peak plasma 45 min after axillary block, with no difference between groups at any evaluated time point. No patient reported pain before discharge from the recovery room. The 0.5% group showed briefer latencies compared with the 0.25% group (10.67 +/- 3.71 x 17.33 +/- 5.30 min, respectively). Conclusions: For axillary brachial plexus block, concentration and exchange area are equally important in determining peak plasma. However, concentration inversely affects the latency period.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2012/02514-9Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Assunção, Nilson Antonio de [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/4183619506352119http://lattes.cnpq.br/9929231408925636Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Ferraro, Leonardo Henrique Cunha [UNIFESP]2018-07-27T15:50:07Z2018-07-27T15:50:07Z2015-02-29info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion98 f.application/pdfhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3741737FERRARO, Leonardo Henrique Cunha. Estudo comparativo entre bupivacaína 0,25% e 0,5% no bloqueio de plexo braquial via axilar guiado por ultrassom empregando cromatografia liquida acoplada à espectrometria de massas. 2015. 99 f. Tese (Doutorado em Medicina Translacional) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46370ark:/48912/001300002vjjkporSão Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP2025-03-25T10:44:55Zoai:repositorio.unifesp.br:11600/46370Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-03-25T10:44:55Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Introdução: O risco de intoxicação sistêmica pelo uso da bupivacaína é um problema persistente, tornando o seu estudo farmacocinético fundamental para a segurança da anestesia regional. São escassas as evidências sobre a influência de diferentes concentrações no pico plasmático deste fármaco. Propô-se realizar estudo comparando duas concentrações de bupivacaína para elucidar como a concentração e a área de troca influenciam no pico plasmático deste fármaco durante o bloqueio de plexo braquial via axilar. Também comparou-se o tempo de latência e a analgesia pós-operatória. Métodos: Estudo clínico prospectivo no qual foram randomizados 32 pacientes. No grupo 0,25%, injetou-se 10 mL de bupivacaína a 0,25% por nervo. No grupo 0,5%, injetou-se 5 ml de bupivacaína a 0,5 % por nervo. Foram colhidas amostras de sangue periférico a cada 15 min na primeira hora e a cada 30 min na segunda hora para dosagem dos níveis séricos. Para a análise das amostras, utilizou-se a cromatografia líquida de alta frequência acoplada ao espectrômetro de massas. Resultados: Demonstrou-se que os grupos apresentaram pico plasmático 45 min após a realização do bloqueio, sem diferença entre os grupos nos tempos avaliados. Nenhum paciente relatou dor até a alta da recuperação anestésica. O grupo 0,5% apresentou menor tempo de latência quando comparado com o grupo 0,25% (10,67 +/- 3,71 x 17,33 min +/- 5,30, respectivamente). Conclusão: Para o bloqueio do plexo braquial via axilar, a concentração e a área de troca possuem mesma importância para determinar o pico plasmático. Entretanto, a concentração influencia inversamente o tempo de latência. |
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