Estágio curricular supervisionado : um estudo nas escolas paulistas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Santos, Maria Aparecida Modesto dos [UNIFESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002t927
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9703238
https://hdl.handle.net/11600/64410
Resumo: Introdução: O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) nos cursos de Graduação em Enfermagem está fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para esses cursos, de acordo com o Ministério da Educação. Insere-se nos dois últimos semestres do curso, com carga horária mínima de 800 horas, aproximando o discente dos serviços ao vivenciar o processo de trabalho dos enfermeiros e ser por eles supervisionado. Essa prática é fundamental para o desenvolvimento dos futuros enfermeiros, porém não é uniforme em todas as instituições de ensino. Neste cenário, o papel do coordenador de curso ou de estágio é fundamental a fim de assegurar que o processo ensino-aprendizagem dessa etapa seja concretizado e o aluno vivencie o mundo do trabalho. Objetivos: Geral: Analisar a prática do estágio curricular supervisionado em cursos de Graduação em Enfermagem da região metropolitana de São Paulo. Específicos: conhecer o papel dos coordenadores de cursos e de estágios na operacionalização do ECS; caracterizar como se estabelece a escolha e contrapartida da Universidade para os campos do ECS; e identificar a carga horária e o número de docentes para o ECS. Método: Estudo exploratório descritivo de abordagem quantitativa tendo como cenário os cursos de Graduação em Enfermagem de escolas paulistas, cuja população constituiu-se dos coordenadores de curso ou de estágio. Os dados foram coletados por instrumento definido após pré-teste, através de entrevistas. Resultados: A amostra foi composta por 16 instituições da região metropolitana de São Paulo e 22 pessoas responderam ao questionário, sendo 9 coordenadores de curso, 9 coordenadores de estágio e 4 coordenadores de curso e de estágio. Dessa amostra, a maior parte eram mulheres, com média de idade de 49 anos, casadas, com tempo médio de trabalho nas instituições de 11 anos e na função de 7,5 anos e com mestrado. Das instituições, a maior parte era privada, com nota 2 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), cuja seleção de docentes se dá por indicação, onde o ECS inicia-se no 7º e 8º semestres e tem 800 horas, com docentes contratados apenas para essa prática. O pagamento do tipo de contrapartida às instituições é decidida pelo administrador a partir dos campos conveniados, sendo o custo médio declarado por aluno de R$ 2,50 (dois reais e cinquenta centavos) por hora de estágio. Conclusões: A prática do ECS na maior parte das escolas pesquisadas, segundo os respondentes, atende às determinações das DCN quanto à carga horária e ao período em que é oferecida. Os coordenadores de curso e/ou de estágio apenas organizam essas práticas distribuindo os alunos nos campos conveniados, com supervisores (1 para cada 8 alunos) sem vínculo com o curso e com a teoria, contratados apenas por tempo pré-determinado para esta atividade, normalmente por indicação. Todavia, existem discrepâncias identificadas, tais como: o valor do custo médio declarado da hora de estágio por aluno torna a atividade inviável financeiramente; a contrapartida não está atrelada ao valor do custo dos alunos; em algumas escolas os alunos iniciam o ECS sem nenhuma prática clínica anterior; cargas horárias com muita diversificação; e locais de prática de acordo com os convênios e não com a necessidade do processo ensino-aprendizagem, sendo a contrapartida paga em equipamentos, cursos e treinamentos.
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Neste cenário, o papel do coordenador de curso ou de estágio é fundamental a fim de assegurar que o processo ensino-aprendizagem dessa etapa seja concretizado e o aluno vivencie o mundo do trabalho. Objetivos: Geral: Analisar a prática do estágio curricular supervisionado em cursos de Graduação em Enfermagem da região metropolitana de São Paulo. Específicos: conhecer o papel dos coordenadores de cursos e de estágios na operacionalização do ECS; caracterizar como se estabelece a escolha e contrapartida da Universidade para os campos do ECS; e identificar a carga horária e o número de docentes para o ECS. Método: Estudo exploratório descritivo de abordagem quantitativa tendo como cenário os cursos de Graduação em Enfermagem de escolas paulistas, cuja população constituiu-se dos coordenadores de curso ou de estágio. Os dados foram coletados por instrumento definido após pré-teste, através de entrevistas. Resultados: A amostra foi composta por 16 instituições da região metropolitana de São Paulo e 22 pessoas responderam ao questionário, sendo 9 coordenadores de curso, 9 coordenadores de estágio e 4 coordenadores de curso e de estágio. Dessa amostra, a maior parte eram mulheres, com média de idade de 49 anos, casadas, com tempo médio de trabalho nas instituições de 11 anos e na função de 7,5 anos e com mestrado. Das instituições, a maior parte era privada, com nota 2 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), cuja seleção de docentes se dá por indicação, onde o ECS inicia-se no 7º e 8º semestres e tem 800 horas, com docentes contratados apenas para essa prática. O pagamento do tipo de contrapartida às instituições é decidida pelo administrador a partir dos campos conveniados, sendo o custo médio declarado por aluno de R$ 2,50 (dois reais e cinquenta centavos) por hora de estágio. Conclusões: A prática do ECS na maior parte das escolas pesquisadas, segundo os respondentes, atende às determinações das DCN quanto à carga horária e ao período em que é oferecida. Os coordenadores de curso e/ou de estágio apenas organizam essas práticas distribuindo os alunos nos campos conveniados, com supervisores (1 para cada 8 alunos) sem vínculo com o curso e com a teoria, contratados apenas por tempo pré-determinado para esta atividade, normalmente por indicação. Todavia, existem discrepâncias identificadas, tais como: o valor do custo médio declarado da hora de estágio por aluno torna a atividade inviável financeiramente; a contrapartida não está atrelada ao valor do custo dos alunos; em algumas escolas os alunos iniciam o ECS sem nenhuma prática clínica anterior; cargas horárias com muita diversificação; e locais de prática de acordo com os convênios e não com a necessidade do processo ensino-aprendizagem, sendo a contrapartida paga em equipamentos, cursos e treinamentos.Introduction: The Supervised Curricular Internship (SCI) for the courses of Nursing Degree is founded on the National Curriculum Guidelines (NCG) for such courses, as determined by the Ministry of Education. The internship is served during the two final semesters of the course, with a minimum workload of 800 hours, bringing the student closer to the nursing duties by experiencing the work procedures of nurses and being supervised by them. This practice is essential for the development of future nurses, although it is not identical among all learning institutions. In this scenario, the course or internship coordinator's role is crucial to ensure that the processes of teaching and learning in this stage are achieved, and the student experiences the work environment. Objectives: General: To analyze the practices of the supervised curricular internship for Nursing Degree courses in the São Paulo metropolitan area. Specific: to learn the role of course and internship coordinators in the implementation of SCI; to identify how the University establishes its choices and compensations for the SCI facilities; to establish the workload and the number of teachers for the SCI. Method: A quantitative descriptive exploratory study of Nursing Degree courses of schools in São Paulo, contemplating the course coordinators or internship coordinators. The data were collected via a questionnaire established after a pre-test, through interviews. Results: The samples included 16 institutions in the São Paulo metropolitan area, and 22 persons answered the questionnaire, of which 9 were course coordinators, 9 were internship coordinators, and 4 were course and internship coordinators. Of this sampling, the majority of respondents were women, with an average age of 49, married, with an average of 11 years working for the institutions and 7.5 years in their positions, and having a master's degree. Most of the institutions were private, with a score of 2 in the National Student Performance Exam (NSPE). In those institutions, the teachers are selected via referral, and the ECS begins in the 7th and 8th semesters, with 800 hours of workload and teachers hired specifically for that activity. The payment of the type of compensation to the institutions is decided by the administrator, considering the partner facilities, and the average declared cost per student is R$ 2.50 (two Reais and fifty cents of Real) per hour of internship. Conclusions: The SCI practices, in most of the researched schools by the respondents, comply with the provisions of the NCG regarding workload and the period for which it is offered. Course coordinators and internship coordinators simply organize those practices by distributing the students between partner facilities, with supervisors (1 for each group of 8 students) with no connection to the course nor the theory, hired solely for a pre-established period to perform this activity, and usually via referral. However, some discrepancies were identified, such as: the average cost declared per hour of internship per student makes this activity financially nonviable; in some of the schools, the students begin their SCI without any prior clinical experience; the workload hours vary excessively; the locations for practice are defined according to partnerships and not according to the needs of the teaching-learning process, and the compensation is paid in equipment, courses, and training.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Cunha, Isabel Cristina Kowal Olm [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/8695765272291430http://lattes.cnpq.br/9855469690398432Universidade Federal de São PauloSantos, Maria Aparecida Modesto dos [UNIFESP]2022-07-21T16:39:51Z2022-07-21T16:39:51Z2020-07-30info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion132 f.application/pdfhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9703238SANTOS, Maria Aparecida Modesto dos. Estágio curricular supervisionado: um estudo nas escolas paulistas. São Paulo, 2020. [132] f. Tese (Doutorado em Enfermagem) - Escola Paulista de Enfermagem (EPE), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2020.https://hdl.handle.net/11600/64410ark:/48912/001300002t927porSão Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP2025-06-11T08:42:00Zoai:repositorio.unifesp.br:11600/64410Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-06-11T08:42Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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