O papel da vitamina D na fisiopatologia dos miomas uterinos: revisão sistemática em modelos animais, estudos in vitro e observações clínicas
| Ano de defesa: | 2020 |
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Resumo: | Os miomas são os tumores benignos mais comum nas mulheres em idade reprodutiva e apesar de associados a aspectos hormonais, genéticos e moleculares, o fator exato que leva ao seu desenvolvimento é desconhecido. Cerca de 50% das doentes são assintomáticas, porém, as 50% restantes podem apresentar sintomas como sangramento uterino anormal, dor pélvica e sintomas compressivos, causando significativa morbidade e afetando a qualidade de vida, além da infertilidade. O tratamento desta doença deve ser individualizado, dependendo de vários fatores como número, tamanho e localização do tumor. Em boa parte dos casos, o tratamento é realizado cirurgicamente, através da miomectomia ou da histerectomia. A medicina ao longo dos anos busca tratamentos menos agressivos, através do uso de medicações que possam impedir o crescimento e os problemas causados pelos miomas. Dentro das opções farmacológicas, existem várias classes terapêuticas como os inibidores da síntese de esteroides e os moduladores dos receptores de esteroides que permitem controlar os sintomas e diminuir o volume dos miomas. No entanto, quando a terapêutica farmacológica não é suficiente para controlar a sintomatologia, a cirurgia continua a ser o tratamento mais eficaz e definitivo. Atualmente vários estudos tem mostrado o papel da vitamina D no desenvolvimento dos miomas e estudos científicos demonstram a redução do tamanho dos miomas quando células miomatosas são colocadas em contato com altas doses de vitamina D. Avaliando o crescimento de células do mioma uterino, observou-se que a presença de vitamina D foi capaz de evitar e de diminuir a proliferação de miomas e o crescimento das células deste. Os mecanismos pelos quais a vitamina D influencia o desenvolvimento dos miomas ainda não são totalmente conhecidos e estão sendo estudados e analisados. Essa revisão sistemática sugere que o hormônio (1,25 (OH)2 D3) exerce importante papel no controle do crescimento celular, na morte celular programada, e no controle de danos ao DNA, e níveis baixos de vitamina D parece ser um fator importante, direta ou indiretamente, na etiopatogenia dos miomas uterinos. Atualmente existem várias tentativas de criar um medicamento que seja seguro, eficaz e de baixo custo para o tratamento e prevenção dos miomas e a identificação de fatores de risco modificáveis, como a deficiência de 1,25 (OH)2 D3, são promissores. Além disso, presume-se que a vitamina D possa regular o excesso de certas proteínas presentes nas células tumorais, proteínas estas que estariam em níveis elevados quando comparadas a células uterinas sem miomas. Essas proteínas são conhecida metaloproteinases e são enzimas que degradam o material extracelular, levando ao crescimento tumoral, quando em excesso. |
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MestradoBarillari, Priscila Cristina Souza Giolo [UNIFESP]Universidade Federal de São PauloSilva, Ivaldo Da [UNIFESP]2022-07-22T17:29:11Z2022-07-22T17:29:11Z2020-08-27Os miomas são os tumores benignos mais comum nas mulheres em idade reprodutiva e apesar de associados a aspectos hormonais, genéticos e moleculares, o fator exato que leva ao seu desenvolvimento é desconhecido. Cerca de 50% das doentes são assintomáticas, porém, as 50% restantes podem apresentar sintomas como sangramento uterino anormal, dor pélvica e sintomas compressivos, causando significativa morbidade e afetando a qualidade de vida, além da infertilidade. O tratamento desta doença deve ser individualizado, dependendo de vários fatores como número, tamanho e localização do tumor. Em boa parte dos casos, o tratamento é realizado cirurgicamente, através da miomectomia ou da histerectomia. A medicina ao longo dos anos busca tratamentos menos agressivos, através do uso de medicações que possam impedir o crescimento e os problemas causados pelos miomas. Dentro das opções farmacológicas, existem várias classes terapêuticas como os inibidores da síntese de esteroides e os moduladores dos receptores de esteroides que permitem controlar os sintomas e diminuir o volume dos miomas. No entanto, quando a terapêutica farmacológica não é suficiente para controlar a sintomatologia, a cirurgia continua a ser o tratamento mais eficaz e definitivo. Atualmente vários estudos tem mostrado o papel da vitamina D no desenvolvimento dos miomas e estudos científicos demonstram a redução do tamanho dos miomas quando células miomatosas são colocadas em contato com altas doses de vitamina D. Avaliando o crescimento de células do mioma uterino, observou-se que a presença de vitamina D foi capaz de evitar e de diminuir a proliferação de miomas e o crescimento das células deste. Os mecanismos pelos quais a vitamina D influencia o desenvolvimento dos miomas ainda não são totalmente conhecidos e estão sendo estudados e analisados. Essa revisão sistemática sugere que o hormônio (1,25 (OH)2 D3) exerce importante papel no controle do crescimento celular, na morte celular programada, e no controle de danos ao DNA, e níveis baixos de vitamina D parece ser um fator importante, direta ou indiretamente, na etiopatogenia dos miomas uterinos. Atualmente existem várias tentativas de criar um medicamento que seja seguro, eficaz e de baixo custo para o tratamento e prevenção dos miomas e a identificação de fatores de risco modificáveis, como a deficiência de 1,25 (OH)2 D3, são promissores. Além disso, presume-se que a vitamina D possa regular o excesso de certas proteínas presentes nas células tumorais, proteínas estas que estariam em níveis elevados quando comparadas a células uterinas sem miomas. Essas proteínas são conhecida metaloproteinases e são enzimas que degradam o material extracelular, levando ao crescimento tumoral, quando em excesso.Fibroids are benign tumors in women of reproductive age and although associated with hormonal, genetic and molecular factors, the exact factor leading to its development is unknown. About 50% of patients are asymptomatic, but the other 50% may have symptoms such as abnormal uterine bleeding, pelvic pressure or pain, compressive symptoms, causing significant morbidity and affecting their quality of life, as well as infertility. Treatment of this condition should be individualized depending on various factors such as number, size and location of the tumor. In most cases, the treatment is performed surgically, either by myomectomy or hysterectomy. Over the years, a search for less aggressive treatments in the medical area using medications that can prevent growth and problems caused by fibroids are on course. Within the pharmacological options there are several therapeutic classes of medications such as steroid synthesis inhibitors and steroid receptor modulators that control the symptoms and decrease the volume of the fibroid. However, surgical treatment remains the most effective and definitive treatment when pharmacological therapy is not sufficient to control symptoms. Several studies have now shown the role of vitamin D in the development of fibroids and studies are demonstrating the reduction in fibroid size when myomatous cells are brought into contact with high doses of vitamin D. The presence of vitamin D was able to prevent and decrease the proliferation of fibroids and their cells. The mechanisms by which vitamin D influences the development of fibroids are not yet fully known. This systematic review suggests that the hormone (1,25 (OH)2 D3) plays an important role in controlling cell growth, programmed cell death, damage to DNA, and low levels of vitamin D appears to be a critical factor for the etiopathogenesis of uterine fibroids. Currently, there are several attempts to create a drug that is safe, effective and inexpensive for the treatment and prevention of fibroids and the identification of modifiable risk factors, such as 1,25 (OH)2 D3 deficiency is promising. In addition, it is assumed that vitamin D can regulate the excess of specific proteins present in tumor cells, proteins that would be at high levels compared to uterine cells without fibroids. These proteins are known as metalloproteinases and are enzymes that degrade extracellular material, leading to tumor growth, when in excess.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)85 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=10291954PRISCILA CRISTINA SOUZA GIOLO BARILLARI.pdfhttps://hdl.handle.net/11600/64824ark:/48912/001300001x01gporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessMiomasTerapêutica Dos MiomasVitamina DReceptor De Vitamina DLeiomiomaFibroidsFibroid TherapyD VitaminVitamin D ReceptorLeiomyomaO papel da vitamina D na fisiopatologia dos miomas uterinos: revisão sistemática em modelos animais, estudos in vitro e observações clínicasinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Ginecologia)Ginecologia/MastologiaAvaliação E Análise Das Tecnologias, Dos Processos De Ensino E Das Políticas Públicas De SaúdeORIGINALPRISCILA CRISTINA SOUZA GIOLO BARILLARI.pdfPRISCILA CRISTINA SOUZA GIOLO BARILLARI.pdfapplication/pdf2192262https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/e43e5f0a-3b77-44c2-be39-f2567e15c502/download2d0c0802ed053554732c6a33c5e4445bMD51TEXTPRISCILA CRISTINA SOUZA GIOLO BARILLARI.pdf.txtPRISCILA CRISTINA SOUZA GIOLO BARILLARI.pdf.txtExtracted texttext/plain102252https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/35448aac-cd29-4789-8c52-afd773e7add5/download95568d2af57a5df55b8526a0d1c4c655MD57THUMBNAILPRISCILA CRISTINA SOUZA GIOLO BARILLARI.pdf.jpgPRISCILA CRISTINA SOUZA GIOLO BARILLARI.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2569https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/980c962d-8160-4d0d-9f4b-9d51eeee61c8/download2c84ec2021800f54c88269b8e13cc198MD5811600/648242024-07-27 03:50:25.89oai:repositorio.unifesp.br:11600/64824https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-07-27T03:50:25Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Os miomas são os tumores benignos mais comum nas mulheres em idade reprodutiva e apesar de associados a aspectos hormonais, genéticos e moleculares, o fator exato que leva ao seu desenvolvimento é desconhecido. Cerca de 50% das doentes são assintomáticas, porém, as 50% restantes podem apresentar sintomas como sangramento uterino anormal, dor pélvica e sintomas compressivos, causando significativa morbidade e afetando a qualidade de vida, além da infertilidade. O tratamento desta doença deve ser individualizado, dependendo de vários fatores como número, tamanho e localização do tumor. Em boa parte dos casos, o tratamento é realizado cirurgicamente, através da miomectomia ou da histerectomia. A medicina ao longo dos anos busca tratamentos menos agressivos, através do uso de medicações que possam impedir o crescimento e os problemas causados pelos miomas. Dentro das opções farmacológicas, existem várias classes terapêuticas como os inibidores da síntese de esteroides e os moduladores dos receptores de esteroides que permitem controlar os sintomas e diminuir o volume dos miomas. No entanto, quando a terapêutica farmacológica não é suficiente para controlar a sintomatologia, a cirurgia continua a ser o tratamento mais eficaz e definitivo. Atualmente vários estudos tem mostrado o papel da vitamina D no desenvolvimento dos miomas e estudos científicos demonstram a redução do tamanho dos miomas quando células miomatosas são colocadas em contato com altas doses de vitamina D. Avaliando o crescimento de células do mioma uterino, observou-se que a presença de vitamina D foi capaz de evitar e de diminuir a proliferação de miomas e o crescimento das células deste. Os mecanismos pelos quais a vitamina D influencia o desenvolvimento dos miomas ainda não são totalmente conhecidos e estão sendo estudados e analisados. Essa revisão sistemática sugere que o hormônio (1,25 (OH)2 D3) exerce importante papel no controle do crescimento celular, na morte celular programada, e no controle de danos ao DNA, e níveis baixos de vitamina D parece ser um fator importante, direta ou indiretamente, na etiopatogenia dos miomas uterinos. Atualmente existem várias tentativas de criar um medicamento que seja seguro, eficaz e de baixo custo para o tratamento e prevenção dos miomas e a identificação de fatores de risco modificáveis, como a deficiência de 1,25 (OH)2 D3, são promissores. Além disso, presume-se que a vitamina D possa regular o excesso de certas proteínas presentes nas células tumorais, proteínas estas que estariam em níveis elevados quando comparadas a células uterinas sem miomas. Essas proteínas são conhecida metaloproteinases e são enzimas que degradam o material extracelular, levando ao crescimento tumoral, quando em excesso. |
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